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Isopan apresenta Emerald e Diamond os dois novos acabamentos estéticos

A Isopan desenvolveu novos acabamentos estéticos para os seus painéis sanduíche que apresentam um efeito visual elegante e brilhante para revestimentos exteriores de fachadas e para paredes interiores

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As propostas Emerald e Diamond propõem soluções de maior qualidade estética que se procura em projectos que requeiram um design mais atractivo e sofisticado. Tudo isto sem renunciar às prestações isolantes dos painéis.

Os acabamentos Emerald e Diamond da ISOPAN oferecem uma nova textura delicada e nobre, onde as faces inclinadas reflectem a luz e as cores com um efeito único, ao mesmo tempo que melhoram as prestações mecânicas do painel sanduíche. “A estrutura e a rigidez das superfícies geram um efeito que adiciona uma grande dimensão de profundidade e sensação táctil ao aço pré-acabado, ajudando a minimizar o reflexo da luz. Com estas novas propostas, consegue-se transmitir mais valor estético com um design moderno e vanguardista e mais versatilidade na hora de se adaptar às necessidades de aparência de cada projecto arquitectónico”, justifica a empresa.


(Isopan Diamond na imagem)

Especificamente, o acabamento estético Diamond, tal como o seu próprio nome indica, apresenta um perfil em forma de diamante com um aspecto tridimensional elegante e consistente na superfície dos painéis sanduíche, enquanto o acabamento Emerald se caracteriza pela utilização de um perfil duplo micro-acanelado e micro-laminado e foi criado para oferecer um padrão que combina uma nova funcionalidade com uma aparência contemporânea no produto final.

Ainda que a forma específica dos dois novos acabamentos tenha sido concebida para transmitir um maior valor estético às fachadas e paredes interiores, também aumenta as prestações mecânicas do painel sanduíche, uma vez que é reduzido o efeito de dilatação térmica (também em cores escuras), que afecta todos os painéis sanduíche de núcleo de poliuretano (PU) e, em particular, os de espuma de poliisocianurato (PIR), devido à diferente natureza e comportamento perante a temperatura (coeficiente de dilatação) dos dois materiais (aço e PU).

Tanto no acabamento Diamond como no Emerald podem ser utilizados nos painéis ISOPARETE e ISOBOX, quer sejam com fixação à vista ou oculta. Também são compatíveis com a gama de pré-lacados Isopan premium em diferentes cores RAL, desenvolvida pelo Departamento de I+D da ISOPAN e com categoria de resistência à corrosão RC4 que se determina mediante um ensaio de névoa salina e categoria de resistência à radiação ultravioleta RUV4 que se estabelece com um ensaio de envelhecimento acelerado QUV. Ambos os resultados fazem parte de uma escala de valores que vai do 1 ao 5, sendo este último o que mostra uma resistência mais alta.

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Weber lança serviço ‘Weberfloor Pump’ para aplicação de pavimentos

O serviço mecanizado visa “contribuir para o conforto e ergonomia do aplicador e para a sustentabilidade da indústria”

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A Saint-Gobain Portugal, através da marca Weber, passa agora a disponibilizar o serviço mecanizado de pavimentos weberfloor pump destinado ao sector da construção, que visa “contribuir para o conforto e ergonomia do aplicador e para a sustentabilidade da indústria”.

As soluções weberfloor pump truck e weberfloor pump light pautam-se, essencialmente, por oferecerem “uma economia significativa de tempo e custos em obra para o aplicador”.

O camião weberfloor pump truck está disponível para bombagem de betonilhas e betão leve, com uma rentabilidade assegurada de 800 m2 realizados por dia e 160 m de distância máxima de bombagem, a 20 m de altura máxima. Disponibiliza soluções facilmente aplicadas para regularização de pavimentos, pavimentos radiantes e posteriores revestimentos com resinas epóxi e PU. Os produtos entregues são de qualidade assegurada e têm marcação CE, sendo alvos de testes de controlo de qualidade. “Reforçando o compromisso da Saint-Gobain com a sustentabilidade, este serviço não utiliza sacos para a entrega do produto e possibilita reabastecimentos de areia perto do local de obra, diminuindo o CO2 associado ao transporte”.

Adicionalmente, está disponível um serviço mecanizado de autonivelantes cimentícios e betonilhas fluídas. A solução weberfloor pump lightoferece uma rentabilidade de até 400 m2 realizados por dia para autonivelantes e 200 m2 para betonilhas fluídas, com 60 m de distância máxima de bombagem, a 20 m de altura máxima. Utiliza argamassas industriais com marcação CE, já conhecidas no mercado, como o weberfloor flow, weberfloor flow plus e weberfloor fluid para regularização fluída de pavimentos interiores, a argamassa autonivelante weberfloor radiante para pavimentos radiantes, o autonivelante decorativo weberfloor for e o autonivelante para pavimentos industriais weberfloor dur.

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Daikin lança novo sistema de recuperação de calor VRV

Os sistemas VRV da Daikin, ao contrário de bombas de calor ar-água, abrangem apenas dois passos de transferência energética (do ar para o fluido frigorigéneo e deste novamente para o ar), o que minimiza as perdas e permite aumentar ainda mais a eficiência geral do sistema

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tagsDaikin

A nova solução de climatização da Daikin foi criada especificamente para permitir reduções significativas na pegada de carbono dos edifícios comerciais. Incorporada com a mais recente evolução da tecnologia de volume variável do fluido frigorigéneo (VRV), o sistema de Recuperação de Calor VRV 5, tem como foco a redução do impacto ambiental directo e indirecto, sem deixar de oferecer simplicidade e flexibilidade inigualáveis em termos de design e instalação.

De modo a fazer avançar a descarbonização dos edifícios, a Daikin junta à sua oferta tradicional uma solução que permite um aumento de 13% ao nível da eficiência energética sazonal, contribuindo positivamente na redução indireta de CO2eq.

Adicionalmente, o sistema de recuperação de calor de 3 tubos permite arrefecimento e aquecimento simultâneos, o que proporciona conforto individual, assim como aquecimento praticamente gratuito ao efectuar a transferência de calor de áreas que requerem arrefecimento para áreas onde é necessário aquecimento.

Além disso, os sistemas VRV da Daikin, ao contrário de bombas de calor ar-água, abrangem apenas dois passos de transferência energética (do ar para o fluido frigorigéneo e deste novamente para o ar), o que minimiza as perdas e permite aumentar ainda mais a eficiência geral do sistema.

Para proporcionar uma redução significativa do potencial impacto direto, o sistema de Recuperação de Calor VRV 5 foi concebido especificamente para o fluido frigorigéneo R-32, que apresenta um potencial de aquecimento global (GWP) mais baixo. O R-32 não só transfere o calor de forma mais eficaz do que o R-410A, permitindo uma carga menor de fluido frigorigéneo, como também possui um potencial de aquecimento global (GWP) mais baixo, o que, em conjunto, resulta numa redução de até 71% do potencial de emissões de CO2eq diretas do sistema. Uma vez que é um fluido frigorigéneo de componente único, o R-32 também promove a economia circular pelo facto de ser fácil de recuperar e reciclar.

Esta combinação de tecnologias e desenvolvimentos no desempenho significa que o sistema de Recuperação de Calor VRV 5 é a solução ideal para projetos em que o impacto ambiental é uma prioridade, incluindo aqueles que pretendem obter certificações BREEAM, LEED ou WELL.

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Matterpieces by studio8 ou um pequeno (grande) passo para a sustentabilidade

Uma solução de revestimentos e pavimentos produzidos a partir de resíduos de demolições é a proposta da Matterpieces by studio8, a marca criada pelo jovem gabinete de arquitectura nasceu da necessidade de maior sustentabilidade, e circularidade, da fileira construção. A marca já é uma realidade, mas são necessárias mais parcerias com a indústria para que possa crescer. ABB e DST estão entre os potenciais interessados

A urgência climática colocou uma nova enfase na sustentabilidade e a construção, uma das actividades com maior impacto ambiental no planeta, é uma das principais visadas. O sector é responsável por cerca de 38% das emissões de Co2 libertadas no mundo, por 50% de todas as matérias-primas extraídas e os seus resíduos, resultantes das actividades de demolição e construção, representam quase 1/3 dos resíduos gerados pela União Europeia. Estes mesmos dados são recordados na brochura da Matterpieces, a marca de revestimentos e pavimentos criada pelo gabinete de arquitectura studio8. “A Matterpieces é, simultaneamente, um produto e um movimento para a construção e arquitectura circular”, explica Patrícia Gomes, arquitecta e co-fundadora, a par de Luís Lima deste estúdio de arquitectura.

“Mais de 90% dos resíduos de construção/demolição são inertes (entre eles tijolo, pedra, cimento, telha, azulejo, etc..) na falta de um destino melhor estes resíduos são direccionados para enchimento de aterros, reduzindo o potencial da construção circular”. A marca enquadrasse, assim, entre a nova geração de materiais de revestimento que têm como base resíduos. Propõe a reutilização de inertes, transformando-os numa matéria-prima estratégica para a arquitectura e design de interiores, incorporando-os novamente no ciclo de vidas dos edifícios.
Esta não é uma solução em si inovadora, mas o que distingue os seus criadores foi o passarem das palavras aos actos e contribuírem efectivamente com uma solução que concorre para o upcycling de materiais que, de outra forma, seriam descartados.

“Este é um trabalho árduo porque falamos de um tema que ainda está a dar pequenos passos em Portugal. Partiu de uma necessidade do nosso atelier de incorporar resíduos dos nossos projectos e das nossas obras e começámos, de uma forma manual e puramente experimental a encontrar novas soluções que depois usávamos nos nossos próprios projectos”, conta Patrícia Gomes.

A marca vai agora a meio do percurso entra a experimentação a uma operação de larga escala. “O primeiro passo foi a vontade de querermos ter mais impacto no mundo da construção, de sermos capazes de processar toneladas de resíduos e para isso precisamos de ter escala”, sublinha a arquitecta.

Onde há vontade há caminho e já este ano o studio8 foi um dos finalistas do Triggers, um programa que pretende estimular a geração de novas ideias de impacto ambiental e a sua transformação em soluções tecnicamente viáveis e financeiramente sustentáveis. A Matterpieces foi uma das três soluções inovadoras seleccionadas, passando a integrar a incubadora da Santa Casa da Misericórdia, Casa do Impacto. “Este foi de facto um trigger do crescimento da Matterpieces, permitiu-nos chegar a muitas empresas e assim estabelecer as primeiras parcerias num mundo que às vezes nos fecha muitas portas”, considera Patrícia.
Pelo caminho foram contactando com muitas empresas fechadas sobre si, com os seus ritmos e métodos de trabalho e ainda aliadas à urgência da mudança. Mas também encontraram quem já está a pensar mais à frente. “Aliámo-nos a empresas de gestão de resíduos e demolições e que já estão a pensar no futuro destes resíduos a que têm que dar vazão, cumprindo regras e legislação, cada vez mais rígidas, de aproveitamento de resíduos”, sublinha a co-fundadora da Matterpieces.

As parcerias com a indústria
“Tudo o que é resíduo inerte é misturado em obra e ninguém sabe muito bem o que vai fazer com aquilo. Aqui o primeiro passo foi arranjar uma parceria com uma empresa de gestão de resíduos, que já faz demolição, para conseguirmos controlar internamente a forma como a demolição é feita e separarmos os resíduos na demolição para depois ser mais fácil tratá-los e incorporar novos materiais”, refere Patrícia Gomes.

Ambigroup, Costa Almeida Demolições são algumas das entidades parceiras do Matterpieces by studio8 e que imprimiram uma nova dinâmica e dimensão à operação. Outras parcerias estão em vista já que a marca chamou a atenção de grupos como a dst ou ABB. “Temos falado com outras grandes empresas por forma a incluí-las neste projecto, em especial na vertente da demolição e do processamento e trituração dos resíduos”.

Já firmada está a parceria com a RMC – Produtores de Mármore Compacto, com quem a marca tem estado a trabalhar para desenvolver os produtos que hoje já disponibiliza. “Temos uma gama de produtos de revestimento, pavimentos, com vários tipos de acabamento e que têm características semelhantes ao material cerâmico”, especifica a arquitecta.
Os primeiros blocos já foram produzidos para satisfazer as encomendas que, entretanto, vão chegando. “Ainda não temos grandes stocks, para isso é preciso tempo, parceiros e algum financiamento. Neste momento, trabalhamos por encomendas o que funciona porque estes tipos de materiais são pensados numa fase inicial do projecto de arquitectura para serem aplicados numa fase já final do projecto. Mas a nossa intenção é crescer”, sublinha Patrícia Gomes.

Em catálogo
Através de técnicas digitais e manuais são combinadas com design contemporâneo para obter texturas esteticamente atraente para pavimentos, revestimentos de paredes, móveis e bancadas de cozinha ou espaços de banho. Actualmente, a marca trabalha de duas formas. A primeira permite ao comprador utilizar os seus próprios resíduos de demolição para criar peças que melhor se adequam ao seu projecto de reabilitação. A segunda, mais comum, é disponibilizar o catálogo da marca que coloca actualmente mais de uma dezena de texturas diferentes.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

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Panasonic apresenta nova geração de bombas de calor ar-água

As novas gerações da Aquarea K e L destacam-se por fornecerem um controlo inteligente e uma monitorização do consumo de energia, disponível para instaladores e empresas de manutenção

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Em linha com a crescente procura global por soluções de aquecimento e arrefecimento energeticamente eficientes, a Panasonic amplia a sua gama de bombas de calor ar-água Aquarea, cuja apresentação aconteceu durante a Interclima 22, em Paris, onde o Grupo marcou presença.

Esta nova geração de soluções Aquarea é o resultado das últimas inovações concebidas nos centros de I&D da Panasonic e “está alinhada com uma visão de criação de tecnologias para uma sociedade com emissões reduzidas de carbono”, explicou Masaharu Michiura, presidente da Heating & Ventilation A/C Company Panasonic Corporation. Estes novos modelos estarão disponíveis na Primavera de 2023.

A nova Aquarea K utiliza o refrigerante R32, tornando-a uma solução ideal para novas habitações. Por outro lado, a Aquarea geração L utiliza o refrigerante natural R290, que tem um potencial de aquecimento global (PAG) de apenas 3

“O novo design das unidades exteriores da nova geração da Aquarea proporciona um elevado nível de segurança em ambas as séries, uma vez que a unidade é hermeticamente selada para uma instalação fácil e flexível”. Além disso, a Aquarea K estabelece a ligação entre a unidade exterior e interior através da refrigeração, enquanto a Aquarea L o faz a partir de uma ligação hidráulica.

Adicionalmente, a nova série L foi concebida para maximizar as propriedades do refrigerante R290, permitindo uma temperatura de saída da água até 75 °C, mesmo a uma temperatura exterior de -10 °C. Assim sendo, estas unidades são particularmente adequadas para aplicações onde é necessária uma temperatura elevada para a AQS e radiadores, especialmente em renovações.

As novas séries da Aquarea apresentam um nível de ruído muito reduzido, até -8 dB(A), e um desempenho ainda mais elevado, com um COP melhorado de até 5,33, proporcionando uma poupança de energia maior.

O design interno das unidades também proporciona acessibilidade, praticidade e flexibilidade para uma fácil instalação e manutenção. Por outro lado, as unidades exteriores foram completamente redesenhadas com novos chassis de cor antracite, de forma a adaptarem-se às habitações que procuram mais elegância.

As novas gerações da Aquarea destacam-se por fornecerem um controlo inteligente e uma monitorização do consumo de energia, disponível para instaladores e empresas de manutenção, permitindo a monitorização remota em tempo real.

Além disso, para os utilizadores finais, a Aquarea Smart Cloud oferece um controlo intuitivo das bombas de calor a partir de um smartphone, tablet ou computador.

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Pousada do Porto com equipamentos da OLI

Para os espaços de banho dos 84 quartos e as áreas comuns foram escolhidos o autoclismo interior OLI74 Plus S90 e a placa de comando Glam em preto soft touch

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A OLI equipou os espaços de banho da Pousada do Porto – Rua das Flores, do Grupo Pestana, instalada num edifício histórico do século XVIII, no centro histórico da Invicta.

Localizado na Rua das Flores e com 84 quartos, foram escolhidas para os seus quartos e para as áreas comuns o autoclismo interior OLI74 Plus S90 e a placa de comando Glam em preto soft touch.

Com a selecção deste autoclismo, a Pousada do Porto – Rua das Flores pode poupar até nove litros de água por dia, graças à integração de uma torneira de boia com sistema Plus, de abertura retardada e silenciosa.

“Com recurso à tecnologia patenteada e aos elevados padrões de qualidade de fabrico, a OLI é reconhecida por estudar permanentemente novas e melhores soluções de banho, de climatização e de aproveitamento de águas pluviais que aumentem a eficiência hídrica e energética, contribuindo para a sustentabilidade do planeta”, refere a empresa.

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“Agora, mais do que nunca, o cliente é o nosso principal foco de atenção”

Cliente, competitividade e inovação são os principais eixos que unem a Morgado & Ca e que lhe permitem fazer face às oscilações do mercado. Os desafios que as empresas estão a enfrentar têm sido colmatados com a crescente preocupação pela eficiência, conforto e respeito das exigências legais

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Sendo certo que hoje não vivemos sem um smartphone, sem uma ligação a uma app, sem estarmos conectados a uma nuvem, a Morgado & Ca, que actua no mercado da domótica e automação, tem sabido aproveitar as actuais soluções para criar serviços cada vez mais extensíveis e integrados. Ao Construir, Filipe Morgado, CEO da Morgado & Ca, destaca, a integração do sistema View Wireless nas aparelhagens VMAR ou a solução domótica que permite “a sustentabilidade luminotécnica dos edifícios” pensado para as empresas

Que balanço fazem deste ano?

A subida das taxas de inflação está a encher muitas páginas de jornais e a criar muitos efeitos colaterais principalmente no que respeita às matérias-primas que, por motivos da pandemia, que se arrastam desde 2020 e agora acentuada pela guerra, está a levar os fabricantes a ter de encontrar outros mercados e a estabelecer outras parcerias para poder dar resposta às necessidades impostas pelos mercados.

Paralelamente a toda esta situação, registamos o aumento considerável do preço dos combustíveis, do gás e da energia, e como consequência inequívoca assistimos a um crescente continuo do aumento dos preços dos produtos traduzindo-se numa grande instabilidade comercial.

Mas este período também tem trazido pontos positivos, principalmente no que se relaciona com novos projectos tanto na área do terciário como na área do turismo.

Imagino que também a vossa empresa sinta alguns efeitos da crise que estamos a viver. Neste sentido quais os desafios com que se têm deparado?

Claro que sim, estamos num mundo global onde tudo acontece e a Morgado & Ca não é excepção. A experiência diz-nos que, para fazer face às surpresas negativas provocadas pela movimentação dos mercados, é fundamental mantermo-nos competitivos, que é um dos grandes objectivos da Morgado & Ca.

O cliente é para nós, desde sempre e agora mais do que nunca, o nosso principal foco de atenção. A isso juntamos a gestão de um serviço de qualidade, com capacidade de cumprimento de prazos de entrega, em todas as áreas de negócio principalmente na área da automação, o que com o aumento dos custos energéticos e das matérias-primas se traduzem hoje num grande desafio. A todo este jogo temos ainda de associar mais uma regra, que é uma atenção redobrada ao valor/preço aquando da tomada de decisão final.

Aparelhagens VIMAR

O sector onde a Morgado & Cª actua tem sido dos que mais cresceu nos últimos anos. de que forma é que o mercado tem respondido a este crescimento, a esta necessidade?

O sector do material eléctrico está cada vez mais ligado à tecnologia / eficiência energética. Hoje não vivemos sem um smartphone, sem uma ligação a uma APP, sem estarmos conectados a uma nuvem.

A Morgado & Ca, como empresa inovadora que é e associada que está a marcas onde a tecnologia se apresenta como uma fonte de I&D, continua a manter a sua principal preocupação em oferecer soluções, onde a segurança, o bem-estar e a sustentabilidade com base na eficiência energética e diminuição de custos energéticos esteja ao alcance de todos. Temos verificado um aumento da procura por soluções mais tecnológicas e constatado um aumento da preocupação quando o assunto é eficiência energética.

Desde o estudo, ao projecto, passando pelo aconselhamento, até ao produto, hoje temos uma vasta oferta direccionada e pensada para cada necessidade. As soluções de domótica, automação, building automation e Smart-Automation, através das soluções expansíveis da nossa representada VIMAR e em particular do sistema de automação integrado BY-ME, também controlado através de App, têm sido uma aposta da nossa empresa para garantir um maior conforto (através da automação de cortinas e persianas, controlo da iluminação e sistema de som e imagem) e uma maior eficiência energética, nomeadamente na gestão de cargas, controlo ambiente da temperatura e optimização de energia.

Este sistema permite a gestão da energia de forma mais responsável, sem perder qualidade, através de soluções evoluídas capazes de optimizar os consumos, permitindo poupanças até 50%.

Na busca pela eficiência, conforto e respeito das exigências legais, a automação para edifícios adquire uma importância cada vez maior. Afinal, o controle inteligente do edifício ajuda a analisar o potencial económico de energia, o que leva a uma melhoria do desempenho. O mundo da automação está cada vez mais complexo, os edifícios tornam-se cada vez mais inteligentes, exigem cada vez mais tecnologia, o que representa um desafio para o sector da engenharia eletrotécnica e civil.

Outra solução que a Morgado & Ca desenvolveu prende-se com a sustentabilidade luminotécnica dos edifícios. Estamos a falar de um produto financeiro, pensado em exclusivo para os clientes empresariais, que tem como objectivo promover a melhoria da iluminação nos edifícios das próprias empresas, com diminuição nos custos fixos de energia, impacto ambiental, enquanto contribui para o aumento da produtividade de quem nelas trabalha, não esquecendo que a luz é um dos grandes influenciadores de bem-estar.

Neste sentido, como perspectivam o vosso crescimento e em que áreas de actuação irão focar a vossa estratégia?

A nossa estratégia foca-se por um lado, no trabalho continuo de solidificação do crescimento da visibilidade da empresa no mercado, por outro lado como uma empresa tecnologicamente avançada com soluções pensadas e projectadas para cada caso concreto, nas áreas: Reabilitação, Projecto, Soluções tecnologicamente avançadas com a domótica e Building Automation KNX, automação industrial.

Domus VIMAR

No caso concreto da Reabilitação, em que muitas vezes há que trabalhar caso a caso, de que forma as vossas soluções se enquadram?

Basicamente através da integração do sistema View Wireless nas aparelhagens VIMAR, que permitem controlar o consumo de energia em qualquer contexto arquitectónico, através da gestão de iluminação, controlo de persianas ou cortinas eléctricas e gerir cenários, com a maior simplicidade através de interruptores unidirecionais clássicos, via app ou directamente por voz.

O View Wireless pode ser adaptado a qualquer sistema de cablagem, com a possibilidade de o tornar integrável ao longo do tempo. Também é ideal para renovações ou para aumentar as funções de um sistema existente.

Tem sido uma opção muito solicitada, por ser ideal para renovações de espaços ou para reabilitações completas residenciais, de comércio e de escritórios, principalmente quando as condições de construção e obra são bastante limitadas.

Para o efeito, as aparelhagens VIMAR utilizam controlos com tecnologia Bluetooth e Zigbee, o que permite uma instalação sem bateria e sem fios. Este é um sistema bastante útil para o apoio a idosos e a pessoas com mobilidade reduzida.

Que tendências antecipam?

Inevitavelmente, a par da eficiência energética, segurança, mobilidade e de alguma consciência ambiental, assistimos a um crescente desenvolvimento da capacidade de expansibilidade dos sistemas de automação, nomeadamente através da possibilidade de poderem integrar um maior número de soluções, com especial destaque para os sistemas Safety & Security (protecção pessoal e material), uma atenção para o aumento da procura por fontes renováveis, E-Mobility

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Vicaima equipa Hotel Catalonia Santa Justa

Além das múltiplas soluções Portaro, que integram porta, aro e acessórios numa peça única, também os revestimentos são da marca. O lcacado verde mate, customizado para o projecto, inspira “um cenário chic ao longo de toda a unidade hoteleira”

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A unidade hoteleira de Sevilha, Hotel Catalonia Santa Justa, escolheu as soluções da Vicaima para “complementar a recente reforma e ampliação” do Hotel.

Introduzindo nesta unidade múltiplas soluções Portaro, que integram porta, aro e acessórios numa peça única e possibilitam a selecção de designs e revestimentos compatíveis com todos os restantes detalhes. Em relevo nas diferentes áreas, a aplicação dos produtos visa o reforço dos atributos de conforto e de segurança oferecidos aos hóspedes e, em simultâneo, a apresentação de um estilo estético adequado à concepção do projecto, que foi idealizado para reproduzir e homenagear o estilo pitoresco dos característicos pátios de interior da cidade.

A solução Portaro corta-fogo e acústica EI30 AC44dB contribui para o ambiente de “requinte, privacidade e proteção”, constituindo “um elemento essencial” para o conceito dos novos quartos. As opções Portaro EI30 AC42dB e Portaro EI60 complementam as zonas comuns do hotel.

Ao nível dos revestimentos, invocando apuradas sensações estéticas, o lcacado verde mate, customizado para o projecto, inspira “um cenário chic ao longo de toda a unidade hoteleira”, aumentando a luminosidade e a amplitude nos diversos enquadramentos através de uma imagem integrada com os locais ajardinados.

Além de certificadas por entidades internacionais acreditadas, todas as opções do portefólio da Vicaima estão disponíveis com certificação FSC (Forest Stewardship Council) e desempenham um papel crucial no plano de segurança contra incêndios.

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Palbit está a desenvolver ferramentas mais sustentáveis

Em conjunto com a universidade de Aveiro, a metalúrgica está a desenvolver um projecto tecnológico de I&D que permite reduzir o impacto ambiental nos processos de maquinação, através do desenvolvimento de ferramentas de metal duro com revestimento de diamante

O acrónimo ”DHardTools” dá nome ao projecto desenvolvido pela Palbit, em colaboração com o Departamento de Engenharia de Materiais e Cerâmica da Universidade de Aveiro que permite reduzir o impacto ambiental nos processos de maquinação, através do desenvolvimento de ferramentas de metal duro com revestimento de diamante funcional para micromaquinagem de materiais ultraduros, que possibilita a monitorização do processo através da implementação de sensores de temperatura.

O projecto de investigação baseia-se na introdução de boro na estrutura do revestimento de diamante com o intuito de aumentar a sua tenacidade e processar um sensor de temperatura. Através da utilização desses sensores é possível monitorizar a temperatura de forma a controlar o processo de micromaquinagem e assim aumentar o tempo de vida útil das ferramentas.

“O projecto encontra-se em fase final, com vista a preparação das actividades de acesso ao mercado. Estamos em condições de afirmar que iremos desenvolver novos produtos com base no conhecimento adquirido, promovendo esta tecnologia inovadora a uma escala global”, avança Daniel Figueiredo, membro do Conselho Executivo e responsável pelas áreas de investigação e desenvolvimento da Palbit. A empresa portuguesa é especialista no sector pulverometalúrgico onde actua há mais de um século como produtor de ferramentas de metal duro.

O desenvolvimento de ferramentas revestidas com diamante permite a sua utilização em algumas aplicações de maquinagem com quantidade mínima de lubrificante, traduzindo-se numa redução de lubrificantes em mais de 90%, e no aumento da eficiência em alguns grupos de materiais de reduzida maquinalidade, possibilitando uma redução no impacto ambiental da operação de maquinagem. “Esta é uma inovação tecnológica que permite à Palbit competir pelo valor acrescentado, através das mais-valias proporcionadas pela eficiência, bem como pela oferta de soluções mais sustentáveis e ecológicas”, sublinha o mesmo responsável.

A utilização de diamante nas ferramentas de metal duro permitirá também obter elevadas velocidades de corte e maquinação a seco, através das estruturas multicamada MCD/NDC (microcristalino/nanocristalino).
“Ainda que estejamos a explorar uma tecnologia bastante específica, o seu âmbito de aplicação é amplo. As indústrias que processam materiais não ferrosos por processo de maquinagem (automóvel, aeronáutica, moldes e engenharia em geral) terão efectivos benefícios na implementação desta tecnologia nos seus processos. Não obstante, outras aplicações poderão também beneficiar dos resultados desta inovação”, refere Daniel Figueiredo. Segundo o responsável “o nosso roadmap contempla actividades de investigação nas áreas de tratamento de águas contaminadas, dessalinização e produção de hidrogénio beneficiando das propriedades únicas do diamante industrial”.

Crescimento em 2022 motiva investimentos em 2023
O parque industrial da Palbit situa-se no Palhal, Albergaria-a-Velha. É aqui que se situa o centro tecnológico de fabrico e departamento de investigação e desenvolvimento de todos os produtos que alimentam a rede de distribuição à escala mundial. Todos os anos a empresa investe em média entre 4 a 5% do seu volume de negócio. “O maior foco tem sido as ferramentas de maquinagem e no desenvolvimento tecnológico de novos processos de fabrico, com uma performance e sustentabilidade superiores”, acrescenta Daniel Figueiredo.

A Palbit dá emprego a cerca de 260 pessoas e espera chegar ao final de 2022 com um volume de negócios de cerca de 26 milhões de euros, o que representa um crescimento de 30% face a 2021, para o que contribuiu a forte presença no exterior.

“A Palbit possui uma estratégia de fornecimento global, através de uma rede de distribuição com base em parcerias sólidas, de elevado valor acrescentado e com conhecimento técnico que permita um serviço de excelência ao end user. Os mercados alvo são diversos, dada a elevada abrangência das soluções de maquinagem, todavia poderemos destacar os sectores associados à mobilidade, aeronáutica, moldes e engenharia”, justifica Daniel Figueiredo.

O contexto nacional e internacional para os próximos meses será desafiante, mas a empresa portuguesa perspectiva crescimento da actividade. “Compreendemos que, independentemente dos desafios inerentes aos diferentes contextos socioeconómicos existem oportunidades e que esta só podem ser materializadas através de investimento, inovação e foco no Cliente”, refere Daniel Figueiredo. Assim, para 2023 “projectamos um crescimento acima dos 20%, dado o potencial de mercado das linhas de produto em fase final de industrialização. 25% do volume de negócios gerado em 2021 é resultante de projectos de I&D dos últimos 4 anos, pelo que estamos certos de que o contínuo investimento em inovação e em novos equipamentos estarão na base do crescimento sustentado do nosso negócio”, justifica o responsável pelas áreas de investigação e desenvolvimento da Palbit. Números que justificam a aposta continuada na “crescente qualificação e expertise das nossas equipas, garantindo uma especialização e formação cada vez mais distintas” e que será “materializada através de um plano de investimentos estimado em 3 milhões de euros”.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

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Católica Porto Business School e PwC debatem Orçamento do Estado para 2023

Debater o Orçamento do Estado para 2023, do ponto de vista macroeconómico e fiscal, é o grande objectivo da Conferência que se vai realizar a 29 de Novembro. A abertura do encontro será feita pelo Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes

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Quatro dias depois do encerramento e votação final global do Orçamento do Estado para 2023, agendado para 25 de Novembro, realiza-se a Conferência promovida pela Católica Porto Business School, em parceria com a PwC, sobre o Orçamento do Estado para 2023. Dividida em dois painéis – um macro e um mais técnico -, esta conferência vai reunir especialistas para discutir as principais medidas aprovadas pela Assembleia da República e respectivos impactos do ponto de vista macroeconómico e fiscal.

No painel macro, moderado por Maria Antónia Torres, sócia da PwC, estão confirmadas as presenças de Ana Carvalho, CEO do Banco Português de Fomento, Ana Salomé Martins, executive board member na Symington Family Estate, e Pedro Norton, CEO da Finerge. No painel técnico, moderado por Luísa Anacoreta Correia, docente da Católica Porto Business School, vão ser debatidos os vários impostos: “IRC, benefícios fiscais e património”, por Cristina Pinto, docente da Católica Porto Business School; “IVA e IEC”, por Hugo Salgueirinho Maia, sócio da PwC; e para falar sobre o “IRS e Segurança Social”, o painel conta com a presença Ana Carvalho Reis, senior manager da PwC.

António Mendonça Mendes, Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais irá fazer a abertura da Conferência. Isabel Braga da Cruz, Presidente da Universidade Católica do Porto e Rui Soucasaux Sousa, Dean da Católica Porto Business School darão as boas-vindas. A sessão de encerramento estará a cargo de Maria Antónia Torres, sócia da PwC.
A conferência “Orçamento do Estado 2023” decorre a 29 de Novembro, no Auditório Ilídio Pinho, na Universidade Católica Portuguesa no Porto. A entrada é livre, mediante inscrição prévia.

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Pasha Ponomarev é o novo Head of EMEA Sustainability Business da Schneider Electric

O executivo junta-se à empresa para reforçar as capacidades de consultoria na transição energética. O seu foco durante o próximo ano será ajudar as empresas a enfrentar a crise energética europeia

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A divisão de Sustentabilidade (Sustainability Business) da Schneider Electric nomeou Pasha Ponomarev como o novo Head of Sustainability para a região EMEA.

A divisão de Sustentabilidade combina estratégia e acção para orientar os clientes na sua jornada rumo a um futuro livre de carbono. Oferece análises do mercado empresarial e de riscos climáticos, serviços de gestão e eficiência de energia, consultoria em sustentabilidade e acção climática e aconselhamento em mitigação de carbono e energias renováveis. A empresa conta também com um portefólio crescente de soluções digitais, incluindo o EcoStruxure Resource Advisor, a Zeigo e a NEO Network, soluções de gestão de recursos e energias renováveis.

Pasha Ponomarev vai liderar os serviços desta divisão na EMEA, ajudando os clientes a gerir a extrema volatilidade energética na região, num contexto de legislação de sustentabilidade mais ampla e pressões dos stakeholders.

O executivo assume este papel num momento crítico: a sustentabilidade continua a ser uma prioridade para a maioria dos CEOs, mas muitas organizações não possuem os conhecimentos necessários para atingir as suas metas, ou estabeleceram compromissos de descarbonização sem um plano ou cronograma realista para os alcançar. Com a sua experiência crescente e liderando equipas globais de consultoria em sustentabilidade, Pasha está na posição perfeita para ajudar os clientes da Schneider Electric a progredir nos seus esforços de descarbonização, tirando partido das melhores metodologias, software e práticas do mercado.

“Durante este período de incerteza e volatilidade sem precedentes nos mercados de energia, as empresas procuram soluções pragmáticas que possam resolver os problemas actuais sem comprometer as agendas de sustentabilidade a longo prazo. Para o conseguir, devemos combinar produtos verdadeiramente inovadores com soluções digitais e equipas altamente eficazes, de forma a impulsionar operações eficientes e resilientes e enfrentar a crise climática ao mesmo tempo,” comentou Pasha Ponomarev. “Sinto-me honrado por ter a oportunidade de liderar a equipa de consultoria da Schneider Electric no desenvolvimento e implementação destas soluções com os nossos clientes europeus.”

Antes de se juntar à Schneider Electric, Pasha Ponomarev ocupou várias posições com foco no desenvolvimento e implementação de estratégias de sustentabilidade em organizações globais líderes. Executivo de nível sénior, liderou projectos de consultoria estratégica em vários sectores e regiões geográficas, e traz consigo um historial na área científica e uma paixão por tecnologia, com vista a enfrentar os desafios prementes das alterações climáticas e da transição energética.

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