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Soluções Sto integram renovação da Estação Paddington Elizabeth em Londres

A Sto participou no processo de restauração edifício histórico e emblemático que alberga a Estação Paddington Elizabeth em Londres através da aplicação do seu sistema de fachada ventilada StoVentec Glass

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A Sto participou no processo de restauração edifício histórico e emblemático que alberga a Estação Paddington Elizabeth em Londres através da aplicação do seu sistema de fachada ventilada StoVentec Glass

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O sistema de fachada ventilada com revestimento de vidro StoVentec Glass foi aplicado no espaço que conduz ao átrio principal da estação, garantindo a eficiência energética deste espaço. StoVentec Glass funciona como uma tela protectora para a chuva e pode ser instalado em qualquer tipo de fachada.

Composto por vidro 100% reciclável, este sistema Sto é extremamente resistente, uma vez que possui suportes de painéis feitos de perlite natural, e extremamente flexível permitindo inúmeras possibilidades de design: desenho, ilustração, fotografia, logotipo, etc. No caso da estação de Paddington Elizabeth, em Londres, os painéis foram impressos com um design circular.

Entre os grandes desafios colocados por esta intervenção estava a sua localização, estando um nível abaixo do solo e junto aos limites de várias ruas residenciais e do Canal da Grand Union. O estúdio de arquitectura Weston Williamson + Partners foi capaz de combinar os elementos da antiga estação com o novo design, tendo sempre em mente dois requisitos fundamentais para qualquer projecto arquitectónico actual: eficiência energética e design sustentável.

A configuração final do edifício proporciona um ambiente claro e legível para os passageiros, com vista para o céu a partir das plataformas através de um dossel envidraçado. A copa incorpora, pela mão de Spencer Finch, uma obra de arte em nuvem em larga escala que muda de acordo com a posição do sol e a hora do dia.

Ao integrar o serviço e restaurar as instalações intermodais no topo, o projecto aproveita ao máximo a topografia existente. Grandes vazios e clarabóias trazem luz solar à estação para reduzir a necessidade de luz artificial, e permitem que a ventilação natural faça parte da estratégia ambiental da estação.

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Mota Engil – Eng. Carlos Mota Santos

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Carlos Mota dos Santos é o novo presidente da Mota-Engil

A nova comissão executiva da construtora já foi oficializada. Manuel António Mota é o novo vice-presidente e José Carlos Pinto Nogueira assume o pelouro financeiro

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O conselho de administração da Mota-Engil oficializou esta segunda-feira a designação de Carlos Mota dos Santos como novo presidente executivo do grupo.

Em nota enviada à comunicação social, a Mota-Engil informa ainda as alterações introduções. Manuel António Mota, filho de António Mota, assume a vice-presidência do grupo, José Carlos Pinto Nogueira é o novo chief financial officer, (CFO), substituindo Xiangrong Wang, que deixou o conselho de administração da sociedade.
Fazem também parte da comissão executiva da Mota-Engil, para o triénio em curso 2021-2023, João Pedro dos Santos Dinis Parreira e Xiao Di.

A assembleia geral realizada no Porto, elegeu ainda três novos membros do conselho de administração, a par de José Carlos Pinto Nogueira e João Pedro Parreira, Paulo Portas é o novo administrador não executivo do Grupo. As nomeações fazem subir para 17 o número de membros deste órgão.

Na Assembleia Geral realizada no auditório da Fundação Manuel António da Mota, no Porto, “estiveram presentes representantes de 74,76% do capital social da empresa, tendo todos os pontos sido aprovados por votações favoráveis superiores a 97,58% dos votos emitidos na assembleia”.

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OPENBOOK fecha 2022 com crescimento de 50% da facturação

O atelier terminou o ano com uma facturação de 6M€. Para 2023 a meta é chegar aos 7,5 M€, com aposta no reforço da actividade internacional e nos serviços de Investment Advisory e de Design

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O gabinete de arquitectura OPENBOOK registou uma facturação de 6 milhões de euros em 2022, valor que representa um crescimento de 50% face ao ano transacto. 2022 foi um ano decisivo, com aposta nas áreas Investment Advisory e no design, em complemento à arquitectura.

De entre as várias conquistas, o gabinete destaca ainda o crescimento da equipa, 33%. Hoje são 60 os colaboradores do atelier. 2022 foi ainda o ano de arranque da nova área de negócios da empresa, Investment Advisory, um serviço de apoio ao investimento imobiliário.

A actividade da OPENBOOK cresceu nas diferentes vertentes de actuação, da corporativa à hotelaria, sem esquecer o residencial. No segmento corporativo, imagem de marca de atelier destacam-se vários trabalhos como o edifício e fit-out da multinacional de jogos Miniclip em Portugal, bem como do fit-out do escritório da Ferring Pharmaceuticals e do Novo Banco Campus, ambos no Taguspark e do campus do BNP Paribas, no Parque das Nações. Destaque ainda para o projecto Ritz 77 com a renovação e reabilitação da zona de Galerias e do espaço exterior e zona de bar e piscina do icónico hotel lisboeta. A nível internacional a sede da Rotarex no Luxemburgo e o novo escritório da PwC em Angola são dois dos trabalhos destacados no mercado internacional.

A OPENBOOK reforçou ainda a sua aposta na vertente de turismo e lazer com a NOBK, recém-criado estúdio especializado em design de interiores, que assinou vários projetos de grande visibilidade. Destaque para o design de produto e mobiliário do bar e zona de piscina do hotel Ritz e a reabilitação do Choupana Hills, no arquipélago da Madeira, prestigiado hotel de luxo destruído pelos incêndios que deverá (re)nascer em breve.

“Queremos continuar a traçar um percurso sólido não só na área corporativa onde somos uma grande referência, mas também noutros sectores como o do turismo que está a ganhar cada vez maior relevância no nosso portefólio”, explica Paulo Jervell, partner da OPENBOOK.

Nova área, novos percursos

Vencedora na categoria “Melhor Atelier” nos Prémios Construir 2022, a OPENBOOK tem já algumas metas definidas para o ano que agora arranca, como alcançar 7,5 milhões de euros de faturação e apostar cada vez mais no mercado internacional onde tem desenvolvido vários projectos em diversas geografias: do Luxemburgo ao Brasil ou Angola.

Nos planos para 2023 está a aposta no reforço da equipa que deverá continuar a crescer em 2023 (cerca de 35%) e a criação de uma área de actividades de design do grupo, que permitirá expandir a oferta de serviços na área corporativa, tais como: design de ambientes, sinalética e wayfinding, branding e design de identidade de marca.

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OBO Bettermann com proteção certificada contra incêndio

Deste modo, os autores de projetos e instaladores encontram-se mais protegidos, na medida em que a aprovação dos sistemas instalados é rigorosa e garantida pelos certificados emitidos, que comprovam a utilidade e adequação dos produtos em questão

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A OBO Bettermann Portugal, fabricante de material elétrico especialista em soluções para instaladores, está na vanguarda da certificação contra incêndios e assegura que os seus sistemas
antifogo estão equipados de acordo com as classificações e normas mais recentes em vigor. Deste modo, os autores de projetos e instaladores encontram-se mais protegidos, na medida em que a aprovação dos sistemas instalados é rigorosa e garantida pelos certificados emitidos, que comprovam a utilidade e adequação dos produtos em questão. Para garantir que a instalação corre em conformidade com o certificado, a OBO Bettermann disponibiliza os seus peritos que oferecem aconselhamento e assistência para cada situação de instalação.

A existência de ductos antifogo na construção constitui um requisito para edifícios onde existe elevado tráfego, nomeadamente hospitais, hotéis ou túneis. Em caso de incêndio, os sistemas elétricos e a sua função devem ser assegurados, garantindo o seu fornecimento sem interrupção. Para este efeito a OBO disponibiliza ductos antifogo e sistemas de
caminhos de cabos, verificados e certificados pela DIN 4102 parte 12.

As vias de evacuação e saídas de emergência podem ser protegidas através dos ductos antifogo, com revestimento que protege os cabos contra o efeito do incêndio, existindo um “encapsulamento” dos componentes inflamáveis dos cabos elétricos. Assim, as vias de evacuação e saídas de emergência continuam a poder ser utilizadas pelas pessoas, sem a presença de fogo ou fumo.
As calhas de instalação encontram-se certificadas de acordo com a Classificação Técnica Europeia, EN 1366 parte 5, oferecendo uma segurança de 30 segundos a 120 segundos.

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Casa Peixoto chega aos Açores

A Casa Peixoto Açores enquadra-se no seguimento da expansão da marca. Com uma área de cerca de 1000 m2 e um conceito contemporâneo de showroom, inclui uma oferta abrangente de materiais de construção e artigos de decoração

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A Casa Peixoto, empresa nacional de comércio de materiais de construção, casas de banho, pavimentos e revestimentos, decoração, bricolagem e jardim, vai inaugurar a primeira loja no arquipélago dos Açores. Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira, é o local escolhido, que se junta à rede de lojas da marca que passa agora a contar com oito lojas, sete das quais em território nacional.

A Casa Peixoto Açores enquadra-se no seguimento da expansão da marca que, em 2022, assinalou a abertura da sua maior loja no Porto.

Com uma forte aposta num serviço altamente personalizado, assegurado por profissionais especializados, a nova Casa Peixoto nos Açores, com uma área de cerca de 1000 m2, inclui uma oferta abrangente de materiais de construção e artigos de decoração dispostos em dezenas de ambientes diferentes que dão resposta às necessidades dos profissionais destes sectores (arquitectos, empreiteiros, donos de obra, entre outros) bem como do público em geral.

Com um conceito contemporâneo de showroom e ambientes, as lojas Casa Peixoto, destacam-se pela sua modernidade e inovação com uma exposição renovadora dos materiais de construção que proporciona uma nova experiência ao cliente.

Para responsável da nova loja nos Açores, a marca nomeou Daniel Avelar, com 10 anos de experiência no sector, que ficará encarregue das operações e expansão da empresa no arquipélago açoriano.

A cerimónia de inauguração da nova loja, com abertura oficial no dia 1 de Fevereiro, vai contar com a presença do sócio e administrador, Augusto Peixoto, juntamente com a equipa técnica e com mais de uma dezena de colaboradores dos diversos departamentos.

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UHU lança nova gama para profissionais

Com cinco novos produtos no mercado, a UHU Pro pretende ser “uma solução rápida e duradoura” a pensar nos “acabamentos e renovações em espaços interiores e exteriores”

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Concebida para “acabamentos e renovações em espaços interiores e exteriores” a UHU acabou de lançar a sua nova gama para profissionais. Com cinco novos produtos no mercado, a UHU Pro pretende ser “uma solução rápida e duradoura”.

Ideal para colar e fixar diversos tipos de materiais em distintas superfícies – lisas, porosas e não porosas, a cola e veda de construção universal “conta com uma tecnologia única de Polímeros SM”. Sem solventes, é, igualmente, resistente aos raios UV, água e alterações de temperatura.

Pensado para a colagem de todo o tipo de materiais de construção, a nova cola de montagem universal, à base de neoprene de borracha, conta com uma aderência extra directa devido ao método único de ligação de potência. Além disso, é resistente à água e a produtos químicos.

Disponível em transparente e branco, o selante Pro é um vedante de silicone permanentemente elástico, resistente ao bolor, à água do mar, aos raios UV e a produtos químicos. Além disso conta, ainda, com uma excelente colagem sem primário e seca muito rápido, em apenas duas horas. É adequado para vedações sanitárias, selagem de juntas, fissuras e fendas.

Também o silicone neutro “de alta qualidade”, disponível em transparente, branco, alumínio, cinzento, preto, castanho e verde, mantém a sua elasticidade ao longo do tempo e ástico, ideal para a adesão universal em todos os materiais de construção. É resistente à água do mar, aos raios UV e ao bolor.

Para selar juntas e fissuras, a gama Pro apresenta o acrílico “de elevada qualidade e de fácil aplicação”. Disponível em branco, pode ser pintado, resistente à humidade e conta com uma excelente colagem sem primário.

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Jungheinrich em processo de aquisição do grupo Storage Solutions

Operação visa reforçar a sua posição no mercado de automação dos EUA e acesso aos principais centros logísticos daquele país

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A intralogistica alemã Jungheinrich está em processo de aquisição do grupo Storage Solutions, um fornecedor de soluções de racking e automação de armazéns sedeado em Indiana, nos EUA.

A operação tem como intuito “reforçar o seu acesso ao atraente mercado de armazenamento e automação dos EUA”. Neste sentido, a Jungheinrich assinou um acordo de compra de acções com a Merit Capital Partners, a MFG Partners e a gestão da Storage Solutions para a aquisição de 100% do capital social da Storage Solutions.

A contrapartida total, acordada no âmbito do contrato de compra de acções, consiste num preço de compra de aproximadamente 375 milhões de dólares (que está sujeito a ajustes finais) e de uma componente flexível e baseada no desempenho na faixa percentual média a alta de um só dígito do preço de compra, que pode ser alcançado pela gestão da Storage Solutions durante três anos após a conclusão da transacção. A aquisição será financiada com os fundos disponíveis e débito com um impacto de alavancagem limitado.

Para a Jungheinrich, esta aquisição complementa a sua pegada global e reforçará ainda mais a posição de mercado da empresa. É uma oportunidade única para entrar num grande segmento de mercado de crescimento rápido, com uma posição estratégica nos EUA. A cobertura de mercado da Storage Solutions proporcionará à Jungheinrich o acesso aos principais centros logísticos nos EUA e a oportunidade de apoiar a actual base de clientes europeia neste mercado. A aquisição será complementar e não terá qualquer impacto na parceria existente da Jungheinrich com a Mitsubishi Logisnext Americas (MLA), que continuará a ser a única actividade da Jungheinrich no mercado norte-americano de empilhadores.

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OLI supera os 75,5 M€ em 2022 e prevê crescer 8% em 2023

Em 2022, o maior produtor de autoclismos da Europa do Sul, registou um volume de negócios de 75,5M€, o que representa um crescimento homologo de 7% e o volume de negócios mais elevado de sempre da empresa portuguesa. Para 2023, é estimado um crescimento global de 8%

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Os resultados da empresa são impulsionados pelo crescimento nos mercados externos. Em 2022, as exportações da OLI cresceram 16% e representaram 75,6% do total de vendas. As soluções de banho desenvolvidas e produzidas no complexo industrial em Aveiro, nomeadamente autoclismos, placas de comando e mecanismos, foram enviadas para mais de 85 países dos cinco continentes.

O crescimento internacional foi impulsionado, sobretudo, pelos mercados do Norte de África, em particular o Egipto e a Tunísia, que aumentaram 142%. No sentido inverso, na Europa geografia onde a marca tem crescido continuamente nos últimos anos, as vendas abrandaram, tendo registado nos mercados da Europa central e de Leste, uma diminuição de 2% das vendas.

A guerra entre a Rússia e a Ucrânia teve um impacto negativo no exercício de 2022 da OLI, com as vendas nestes dois países a serem residuais. Antes do conflito, em 2021, a Rússia e a Ucrânia representavam 6.3% das vendas totais da empresa.

Portugal foi a excepção na Europa tendo as vendas no mercado interno crescido 9%, representando 23% das vendas totais de 2022. O país voltou a destacar-se nas contas de 2022 desta feita pelo investimento. Cerca de 12M€ foram aplicados na ampliação do complexo industrial, cuja inauguração está prevista para o primeiro semestre de 2023, no aumento da capacidade produtiva, no desenvolvimento de novos produtos e no reforço dos Sistemas e Tecnologias de Informação.

“Em 2023, conscientes da incerteza e da instabilidade na Europa, iremos apostar em geografias como o norte de África e o Médio Oriente, onde queremos consolidar os resultados obtidos no ano passado e crescer ainda mais em vendas. Para concretizarmos os objectivos de crescimento, iremos apostar na melhoria do serviço ao cliente e no lançamento de novos produtos com maior incorporação de tecnologia e valor acrescentado com benefícios ao nível da sustentabilidade e da saúde e bem-estar das pessoas”, afirma, António Ricardo Oliveira administrador da OLI.

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Segunda fase da ‘Primeira Pedra’ leva exposição pelo País

Seis anos de trabalho, 36 autores e 77 obras produzidas em mármore, calcário, granito, xisto e ardósia, culminaram na exposição ‘Primeira Pedra – 2016/2023’, que vai agora, durante três anos, ‘viajar’ por Portugal numa mostra inédita

Cidália Lopes

Título: Segunda fase da ‘Primeira Pedra’ leva exposição pelo País

A exposição ‘Primeira Pedra 2016/2022’, que se encontrava no Museu dos Coches, em Lisboa, encerrou um ciclo de seis anos de trabalho e de investigação na área da cultura contemporânea, mas prepara-se para entrar numa segunda fase. Com a designação ‘O Viajante’, as obras originais vão agora passar pelos municípios portugueses. Trata-se de uma iniciativa cujo protocolo irá permitir ceder cada uma das peças por três anos.

Segundo Miguel Goulão, presidente da Assimagra, associação que representa a indústria portuguesa dos recursos minerais, “esta segunda fase vai ter moldes diferentes já que não será possível deslocalizar a totalidade das peças de uma só vez, por questões de espaços”.

Confirmada que está a primeira parceria com a vila de Porto de Mós, as peças a mostrar serão as que estão actualmente no interior do museu”. Entretanto, tanto a Assimagra como a experimentadesign, curadora da exposição, mantêm conversações com vários municípios, nomeadamente Porto e Lisboa.

A ideia é que esta exposição possa ‘viajar’ por diferentes pontos do País e que seja adaptável aos espaços expositivos. Isto porque as peças têm tamanhos muito diferenciados e os de maior tamanho não se conseguem colocar em todos os espaços.

Tendo sido a maior iniciativa de sempre do género, Miguel Goulão considerou que o desafio, “gigantesco”, irá permitir “impulsionar novas opções estratégicas” no futuro. Também Guta Moura Guedes, da experimentadesign, revelou que “reposicionar o valor da pedra portuguesa” foi o objectivo desta iniciativa desde o início. Nesta segunda fase do programa, também a cargo da experimentadesign, pretende-se reforçar a “relação de Portugal com o Mundo” pela multidisciplinariedade e multiculturalidade que a exposição encerra.

Apenas duas peças ficarão em permanência no Museu dos Coches, cujo depósito foi assinalado na cerimónia de encerramento da exposição: a “Hell’s Kitchen Bench”, da autoria de Álvaro Siza e “Petra”, da autoria de Alexandre Faro, mais conhecido como Vhils.

O programa ‘Primeira Pedra’, cofinanciado pelo FEDER, no âmbito do Compete2020 / Portugal 2020, foi promovido pela Assimagra e produzido pela experimentadesign.

Viagem de seis anos

Depois de uma série única de projectos ter sido mostrada de forma parcial em Londres, Milão, Nova Iorque, São Paulo, Veneza, Weil am Rhein, Basileia e Dubai, em alguns dos mais proeminentes museus, instituições e eventos contemporâneos, a exposição, com a totalidade das suas peças, terminou uma viagem de seis anos em Lisboa, onde se encontrava desde Junho de 2022.

Um programa que convocou o tecido económico e o sector cultural – a arquitectura, o design e as artes plásticas – reunindo 36 autores de 14 países e 28 empresas nacionais em torno da pedra portuguesa, e que resultaram num total de 77 obras originais produzidas em mármore, calcário, granito e, também, xisto e ardósia.

O evento de encerramento da exposição contou com a presença e participação de Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República Portuguesa, Pedro Adão e Silva, ministro da Cultura e, ainda, muitos dos autores que integram a Primeira Pedra, entre os quais os arquitectos Eduardo Souto Moura e João Luís Carrilho da Graça, os artistas Vhils e Fernanda Fragateiro e os designers Pedro Falcão e R2, bem como vários dos empresários do sector e outros convidados do sector diplomático, económico e cultural nacional.

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Export Home e IDF Spring regressam à Exponor

O projecto conceptual de um hotel, com curadoria de Fabián Pellegrinet Conte, o novo prémio “Export Home Sustentabilidade e Inovação”, em parceria com a Universidade de Aveiro, talks sobre tendências dos materiais, pegada ecológica e casas inteligentes e o desafio “Makers Showcase”, lançado à nova geração de marcas e designers são algumas das iniciativas previstas

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Mobiliário, design e decoração são os temas que vão compor o cenário da Exponor – Feira Internacional do Porto, entre os dias 2 e 5 de Março. Export Home e IDF Spring são as feiras que protagonizam as novidades e as tendências destes sectores, em contexto nacional e internacional.

Há 30 anos que a Export Home se apresenta como ponte entre os principais fabricantes portugueses e os prescritores e potenciais compradores, oriundos de todo o mundo. Este ano, regressa para apresentar ao mercado as novas ofertas da fileira casa e design de interiores, sob um tema que remete ao futuro: “Designing Tomorrow”.

Uma das inovações trazidas pela Export Home, em 2022, regressa nesta edição. Traduz-se na apresentação de um projecto conceptual de um hotel, com a curadoria de Fabián Pellegrinet Conte. O designer de interiores e mobiliário recria variadas propostas através das soluções presentes na feira, num exercício criativo e envolta das tendências, conduzindo o visitante a uma experiência diferenciadora e imersiva.

Mostrar o que de melhor se tem realizado no sector é um dos principais motes desta feira, por isso, a Exponor aliou-se à Universidade de Aveiro para criar o prémio “Export Home Sustentabilidade e Inovação”. Este concurso, que celebra a sua terceira edição, visa estimular a adopção de boas-práticas de sustentabilidade nos processos de produção e desenvolvimento de novos produtos. Podem concorrer todas as empresas expositoras na Export Home e na IDF Spring 2023 e as inscrições estão já a decorrer.

A edição de 2023 contará, ainda, com momentos de talks que vão percorrer variados temas, passando pelas tendências dos materiais, sem esquecer a pegada ecológica do sector. A temática das casas inteligentes estará, também, presente em debate.

Paralelamente, acontece a IDF Spring. Com duas edições por ano – Spring e Fall – a edição de primavera vai fazer da natureza o cenário principal, através do tema “Blended with Nature”. Desta forma, a IDF “afirma-se com a disponibilização de espaços-tendência, adaptados aos diferentes públicos”. “Makers Showcase” é um deles, que surge do desafio lançado à nova geração de marcas e designers para apresentarem conceitos criativos e novas abordagens, mais contemporâneas e sustentáveis. Juntam-se a esta edição os seguintes Makers: Joana Nogueira, Teresa Branco, Silvia Couto, bem como os projetos Pássaro de Seda, Pedras de Papel e Luzita

Por sua vez, o “Pure Edition” apresenta-se como um espaço de inspiração e negócio onde vão ser exibidas, em primeira mão, novas colecções de tecidos e revestimentos de decoração.

Em 2023, a instalação preparada tem como tema “Plantscaping”, conceito que tem vindo a marcar presença em projectos de design de interiores. A arquitecta e criadora de conteúdos Joana Luís vai protagonizar este desafio, num exercício de criatividade que combina a importância das plantas na criação de distintas atmosferas, aliadas às novas coleções apresentadas no evento.

Nesta Feira vai ainda celebrar-se o concurso “Presente – A Melhor Loja”, organizado pela Exponor. O concurso tem como objetivo premiar o melhor retalhista em Portugal no âmbito dos setores de decoração, utilidades domésticas, design, papelaria ou gift. A concurso podem submeter-se todas as pessoas singulares ou coletivas que explorem estabelecimentos comerciais de venda de artigos de decoração, design e utilidades para a casa, junto do consumidor final, com atividade em funcionamento.

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SunEnergy regista crescimento de 50% em 2022

Em 2022 o volume de negócios da SunEnergy somou 12 milhões de euros. Valor que representa um aumento de 50% face ao período homólogo

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A SunEnergy manteve a tendência de crescimento dos últimos anos e instalou, em 2022, 17.000 painéis solares fotovoltaicos para a produção de energia eléctrica a partir do sol em modelo de autoconsumo, o que correspondeu a 7 MW de potência instalada, num total de energia produzida de 10 MWh, que daria para alimentar mais de 3 mil casas. Estes projectos vão permitir uma poupança anual acumulada de 1.400.000€ e uma redução de 3.000 toneladas de emissões de CO2 por ano.

No ano transacto, a SunEnergy iniciou também uma nova área de negócio, que passa pela instalação e operação de Postos de Carregamento de Viaturas Eléctricas, a qual deu um forte contributo para o crescimento do seu volume de negócios. Ainda durante este ano, foram inauguradas novas delegações, num total de 20, que vão contribuir decisivamente para o crescimento futuro da marca.

O ano de 2022 ficou igualmente marcado pela entrada de um novo accionista de referência, o Grupo Sorigué, o qual permitirá à empresa portuguesa aproveitar as sinergias e oportunidades associadas a um Grupo que factura cerca de 700 milhões de euros por ano.

“Em 2022 reforçámos o nosso posicionamento enquanto marca de referência da energia solar em Portugal. As nossas perspectivas para 2023 continuam a ser positivas, apesar das incertezas que poderão impactar negativamente a Economia Mundial”, afirma Raul Santos, CEO da Sunenergy. “Em termos de projectos, em breve pretendemos abrir uma nova delegação na área metropolitana do Porto e também uma sucursal na Galiza. Temos também como objectivo relançar a campanha “Vem Ligar Portugal ao Sol” e, dessa forma, expandir a nossa presença no território nacional, o que nos permitirá crescer a um bom ritmo nos próximos anos”, avança o responsável.

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