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    Requalificação urbana do Bairro dos Pescadores concluída

    Foram intervencionados 11.200 m2, resultando na total regeneração urbana do Bairro dos Pescadores, no centro da cidade de Matosinhos. A intervenção custou 1,1 M€

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    Com um investimento de 1,1 milhões de euros, a MatosinhosHabit e a Câmara Municipal de Matosinhos terminaram a requalificação do Bairro dos Pescadores. O projecto, da autoria do arquitecto e urbanista Carlos Coelho, teve como foco a regeneração urbana e a aposta na mobilidade sustentável, num total de 11.200 m2 de área intervencionada. As obras incluíram, entre outros, a reabilitação de passeios e pavimento, acesso às habitações, estacionamento e espaços verdes, e ainda a instalação de drenagem e rede de águas pluviais, rede de rega, elementos de iluminação, equipamentos desportivos, mobiliário de exterior.

    Foi também realizada uma intervenção-piloto no edifício de habitação colectiva “Bloco J”, que incidiu não só no aumento da privacidade e conforto dos moradores, como na implementação de medidas de eficiência energética, através de materiais para isolamento térmico e acústico. Outro objectivo desta intervenção é incentivar os proprietários privados das restantes edificações a realizarem obras, que poderão ser abrangidas pelo Programa de Habitação “1º Direito”.

    “Este projecto nasceu em 2018, quando a MatosinhosHabit apresentou uma proposta de revitalização urbana do Bairro dos Pescadores a um programa da União Europeia, para obtenção de fundos comunitários para a sua requalificação”, acrescentando que “a candidatura aos fundos comunitários não foi aprovada, mas a realização da empreitada foi imediatamente assumida como prioritária pela autarquia, estando agora concluída”, relembrou o presidente do conselho de administração da MatosinhosHabit, Manuela Álvares.

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    Fonte: CM Barreiro

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    Concurso para requalificação do Barreiro Velho estimado em 27 M€

    Intervenção, que irá decorrer em duas fases, permitir “reformular todo o espaço público” desde passeios, iluminação, mobiliário e, até, a inclusão de serigrafias que irão contar a história do Barreiro

    O lançamento do concurso para a execução da empreitada referente à requalificação do Barreiro Velho, num valor global de cerca de 27 milhões de euros, vai ser esta quarta-feira, dia 17 de Julho, submetido a votação na reunião pública do executivo municipal, avança o jornal O Setubalense.

    A obra vai dividir-se em duas fases: a primeira, que começa por reperfilar a Rua Miguel Bombarda, representa “um investimento na ordem dos 5 milhões de euros, sustentado na íntegra pelo município, com recurso a crédito bancário”, e a segunda, no valor de 22 milhões de euros, é “financiada ao abrigo do Portugal 2030”, diz Rui Braga, vice-presidente da Câmara do Barreiro, que detém o pelouro das Obras Municipais.

    A intervenção vai permitir “reformular todo o espaço público” do Barreiro Velho, desde passeios, iluminação, mobiliário e, até, a inclusão de serigrafias que irão contar a história do Barreiro, transformando-o num espaço de visitação e de fruição.

    “Tudo o que é público, menos habitações degradadas”, resume o responsável pelas Obras Municipais, que olha também para a operação como um estímulo para acções paralelas dos proprietários privados. “O sector público deve dar o exemplo do que deve ser a renovação da cidade. Que esta obra possa contagiar os privados a reabilitarem os seus imóveis degradados”, frisa.

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    Esposende avança com segunda fase da recuperação da Secundária Henrique Medina

    Para o presidente da Câmara Municipal, “este é um momento histórico para o concelho, atendendo ao investimento previsto e à obra que está projetada e que vai dotar o território de uma escola nova e contemporânea”

    Ricardo Batista

    A Câmara de Esposende apresentou publicamente a segunda fase dos trabalhos de reconstrução e ampliação da Escola Secundária Henrique Medina, um investimento estimado em 20 milhões de euros.

    “Esposende merece uma escola secundária com qualidade, a exemplo do que o país está a construir”, afirmou o Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, na sessão de apresentação realizada naquele estabelecimento de ensino, onde a equipa projectista, pela voz de arquitecta Cátia Ferreira, apresentou o projecto que será concretizando de modo a “melhorar a qualidade das instalações para os professores, alunos e funcionários”. Tendo como premissa a ligação entre os vários edifícios, o projecto procura responder às necessidades actuais de um edifício escolar do ensino secundário, de onde se destaca a criação de um ginásio como uma “mais-valia”.

    Nesta segunda fase será concretizada a requalificação integral da escola, prevendo-se demolições, novas edificações, remodelações e arranjos exteriores. A intervenção prevê a requalificação e ampliação das salas de aula existentes, da zona da cozinha, bar e dos espaços de apoio aos colaboradores, bem como a requalificação do pavilhão gimnodesportivo, que integrará o referido ginásio. A intervenção engloba, ainda, a construção de um novo edifício e a requalificação de todos os espaços exteriores e da globalidade das infraestruturas prediais (redes de água, saneamento, electricidade). Todo o complexo terá ligações interiores entre os vários edifícios, circuitos que evitam percursos exteriores.

    Para o presidente da Câmara Municipal, “este é um momento histórico para o concelho, atendendo ao investimento previsto e à obra que está projectada e que vai dotar o território de uma escola nova e contemporânea”. Benjamim Pereira fez questão de detalhar todo o processo, que remonta a 2014 e que foi marcado por um conjunto de vicissitudes, desde logo o facto de a obra ter sido excluída da Parque Escolar, programa governamental que contemplou intervenções em diversas escolas do país e que previa uma dotação de 14 milhões de euros para a requalificação da Escola Secundária Henrique Medina.

    Apesar de sinalizada pela Associação Nacional dos Municípios Portugueses como “muito urgente” a obra integral nunca avançou. Ao invés da requalificação total, a escola foi parcialmente intervencionada numa primeira fase por via de um acordo estabelecido com o Ministério da Educação e Ciência, com o Município a aproveitar o financiamento do Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial da CIM Cávado. A obra orçou em 2,6 milhões de euros, tendo o Município assumido encargos financeiros superiores a 600 mil euros, referiu o autarca, notando que foi acertada a estratégia adoptada pelo Município, de executar a obra faseadamente, não obstante ter esbarrado com a incompreensão dos pais.
    Na primeira fase da obra foi concretizada a requalificação da zona administrativa, papelaria e biblioteca, a construção de um novo auditório e a ampliação da cantina escolar, incluindo a demolição do Bloco D e ampliação do parque de estacionamento. A inauguração ocorreu em Maio de 2022, com a presença do Secretário de Estado da Educação à altura, António Leite, e, desde logo, o Município avançou com o projecto para a segunda fase da intervenção, que irá ser agora concretizada ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). O investimento global, incluindo a instalação de um Centro Tecnológico Especializado em Informática, eleva-se a cerca de 20 milhões de euros. “Não há memória de uma obra desta dimensão no Município”, afirmou.

    Benjamim Pereira deixou claro que a obra terá de estar concluída até Junho de 2026 e que avançará no terreno logo que estejam cumpridos os formalismos legais, ou seja os procedimentos do concurso público e a autorização do Tribunal de Contas, sendo que está em curso a revisão do projecto. O autarca alertou que há sempre a possibilidade de impugnação do concurso, mas mostrou-se confiante de que o governo criará mecanismos para ultrapassar essas questões.

    Deu nota de que durante o período em que decorrerem os trabalhos, a actividade lectiva decorrerá em contentores, instalações provisórias, mas com a qualidade que se exige. Ciente dos condicionalismos e transtornos associados a uma obra desta dimensão, referiu que haverá diálogo permanente e vincou que “a palavra-chave é compreensão”.
    Na sua intervenção, o presidente da Câmara Municipal agradeceu a permanente colaboração da direcção da Escola Secundária, tanto da anterior como da actual, destacando em particular o antigo director João Furtado, para quem pediu um aplauso.

    Com uma população escolar superior a um milhar de alunos, mais de cento e vinte professores e cerca de meia centena de colaboradores, a Escola Secundária Henrique Medina, construída há cerca de quatro décadas, estará apta a atender às exigências do ensino actual. Esta intervenção reveste-se de um especial significado num contexto de afirmação enquanto comunidade que valoriza o conhecimento, numa aposta enquadrada na estratégia como Município Educador, que assume o seu papel fulcral no desenvolvimento sustentado do território, contribuindo, assim, para os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

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    Câmara de Aveiro assegura financiamento para construção de pavilhão e obras no estádio municipal

    A autarquia liderada pela coligação PSD/CDS/PPM poderá agora avançar com a consulta a seis entidades para a contratação de um empréstimo de médio e longo prazo, no valor de 19,35 milhões de euros

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    A Câmara de Aveiro recebeu na última noite ‘luz verde’ da Assembleia Municipal para consultar a banca para a contratação de um empréstimo de cerca de 20 milhões de euros, com vista a financiar duas obras em equipamentos desportivos.

    A proposta da autarquia de abertura de procedimento de contratação de um empréstimo de médio e longo prazo foi aprovada na Assembleia Municipal, na segunda-feira à noite, com os votos a favor do PSD, CDS-PP, PPM e Chega, a abstenção do PCP e os votos contra do PS, Bloco de Esquerda e PAN.

    A autarquia liderada pela coligação PSD/CDS/PPM poderá agora avançar com a consulta a seis entidades para a contratação de um empréstimo de médio e longo prazo, no valor de 19,35 milhões de euros.

    O dinheiro do empréstimo destina-se a financiar a construção do novo Pavilhão Municipal – Oficina do Desporto e a requalificação e beneficiação do Estádio Municipal de Aveiro.

    O presidente da Câmara, Ribau Esteves, explicou que este empréstimo irá servir para financiar investimento e resolver a “tensão de tesouraria” existente, devido ao atraso na entrada de receita nos investimentos que têm financiamento comunitário.

    O autarca assegurou ainda que a câmara “tem condição, com solidez, e sem colocar em causa o processo de consolidação da sua fortaleza financeira”, atualmente em curso, de recorrer a esta fonte de financiamento do investimento à qual já não recorre há muitos anos.

    Francisco Picado, do PS, questionou o ‘timing’ desta operação, uma vez que não é conhecido o que vai acontecer à inflação e às taxas de juro nos próximos meses.

    “Se as taxas de juro não baixarem ou se, na pior das hipóteses, subirem, muito provavelmente vamos estar a contrair um empréstimo num cenário macroeconómico que é de todo desfavorável à realização desta operação”, avisou o socialista.

    Apesar de compreender a utilidade e as vantagens desta ferramenta financeira, Pedro Rodrigues, do PAN, questionou a estratégia politica e as opções e prioridades dos investimentos feitos pela câmara.

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    Estudos técnicos para novo troço do Metro Sul do Tejo vão avançar

    O novo troço, que acrescentará mais cerca de 6,6 quilómetros à actual rede, levará o Metro Sul do Tejo até à Costa da Caparica e Trafaria, passando por Santo António e São João e com ligação directa ao transporte fluvial, visa reduzir a dependência do transporte individual, respondendo assim aos desafios da neutralidade carbónica em 2050

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    Com vista a avançar com o novo traçado proposto pela Câmara Municipal de Almada para o Metro Sul do Tejo, o Metropolitano de Lisboa vai avançar “de imediato” com os estudos técnicos necessários.

    Este foi um dos compromissos que resultou da assinatura do protocolo de colaboração, assinado esta segunda-feira, dia 15 de Julho, entre a Câmara Municipal de Almada, o Metropolitano de Lisboa e a Transportes Metropolitanos de Lisboa e que tem por objectivo definir os termos e condições de cooperação a estabelecer entre as partes tendo em vista o estudo, planeamento e concretização do projecto de extensão do Metro Sul do Tejo, designadamente no que se refere ao seu objecto, custos, faseamento e definição do traçado.

    No entanto, as obras só deverão chegar ao terreno dentro de “cinco a sete anos”, assim como a “aquisição de material circulante”, afirmou Pinto Luz, ministro das Infraestruturas, avança o jornal O Setubalense.

    Este novo troço, que acrescentará mais cerca de 6,6 quilómetros à actual rede, que levará o Metro Sul do Tejo até à Costa da Caparica e Trafaria, passando por Santo António e São João, e que permitirá uma ligação directa ao transporte fluvial, visa reduzir a dependência do transporte individual, respondendo assim ao compromisso de Portugal de atingir a neutralidade carbónica em 2050.

    No âmbito do protocolo cabe ao Metropolitano de Lisboa a gestão do projecto, estabelecendo e assegurando a colaboração entre as partes; desenvolver e/ou promover o relatório de diagnóstico; fazer a avaliação da viabilidade técnica-económica do traçado de referência e a realização de serviços de cartografia e de topografia, entre outros.

    A Câmara Municipal de Almada ficará responsável por estabelecer as condições de inserção urbana do novo traçador, no território sob sua tutela administrativa, particularmente de harmonização com as áreas urbanas abrangidas pelo novo troço.

    À TML caberá, ainda, assegurar a articulação e gestão do projecto de expansão do Metro Sul do Tejo até à Costa da Caparica, abrangendo os estudos sobre tráfego e procura, bem como a harmonização das opções de transporte público com os demais modos de transporte e tarifário no contexto da área metropolitana de Lisboa.

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    UTAD lança concurso para construção de residências por 19M€

    “É um investimento significativo, que reflete o nosso compromisso em melhorar as condições de alojamento para os estudantes da UTAD, proporcionando-lhes infraestruturas modernas e adequadas às suas necessidades”, afirma o reitor Emídio Gomes, citado na página da instituição

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    A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) lançou o concurso para as empreitadas de construção, renovação e adaptação das residências universitárias, num investimento superior a 19 milhões de euros.

    “É um investimento significativo, que reflete o nosso compromisso em melhorar as condições de alojamento para os estudantes da UTAD, proporcionando-lhes infraestruturas modernas e adequadas às suas necessidades”, afirma o reitor Emídio Gomes, citado na página da instituição.

    O projeto é composto por três lotes que incluem a construção de uma nova residência na Quinta de Prados (com um valor base de 6.048.773,70 euros), a adaptação para a nova residência do edifício do antigo CIFOP, no centro da cidade (com um preço base de 8.249.419,03 euros), e a renovação e adaptação da residência de Codessais (com um preço base de 5.069.795,98 euros). A publicação do concurso das empreitadas foi feita a 6 de julho em Diário da República e o prazo de execução das obras prevê que estejam concluídas até março de 2026.

    Estes investimentos vão ser concretizados no âmbito do Plano Nacional de Alojamento para o Ensino Superior, financiado parcialmente pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), e que prevê a criação de 26 mil camas para estudantes do Ensino Superior até 2026. Atualmente, a academia transmontana dispõe de 530 camas distribuídas por cinco residências, localizadas no Complexo Residencial de Além-Rio e em Codessais.

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    Membros formalizam ‘Fundação da Construção’

    14 empresas do sector e três Ordens profissionais – Engenheiros, Arquitectos e Economistas – integram a iniciativa que é formalizada a 25 de Julho, no Técnico Innovation Center

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    Os membros fundadores da ‘Fundação da Construção’ vão formalizar a constituição desta iniciativa no dia 25 de Julho, numa iniciativa que terá lugar no Técnico Innovation Centre, em Lisboa e que contará com a presença de Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e Habitação.

    A criação da ‘Fundação da Construção’ representa um momento “histórico” para o sector da construção em Portugal, considerando que é a primeira vez que as principais ordens profissionais e as maiores empresas do sector se unem numa iniciativa desta natureza.

    A iniciativa reúne as Ordem dos Engenheiros, Ordem dos Arquitectos e a Ordem dos Economistas, que, juntamente com 15 empresas do sector, ambicionam ser um “motor de mudança”, agregando a experiência e o conhecimento dos seus membros para responder aos desafios do presente e do futuro.

    Em casa está o “correcto dimensionamento das suas infraestruturas e do edificado, acautelando o desenvolvimento económico sustentável e a defesa do interesse e a autonomia nacionais”.

    Além disso, pretende-se que uma “um envolvimento mais activo” da sociedade civil na reflexão e na resolução dos problemas nacionais relativos à área da construção e que, até aqui, tem estado restrita à esfera político-partidária.

    Além das Ordens, os membros fundadores  são os A400 | Projetistas e Consultores de Engenharia, Alves Ribeiro Construção. Betar Consultores, Casais – Engenharia e Construção, Coba – Consultores de Engenharia e Ambiente, Conduril – Engenharia, Gabriel Couto – Construções Gabriel A.S. Couto, Grupo Visabeira, HCI – Construções, JLCM – J.L. Câncio Martins – Projectos de Estruturas, Mota-Engil Engenharia e Construção, NRV – Consultores de Engenharia, Teixeira Duarte – Engenharia e Construções e Ventura + Partners.

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    Câmara de Leiria adjudica construção da nova central de mobilidade por 2,3M€

    A decisão de construção deste equipamento ocorre na sequência do processo de venda das actuais instalações do terminal rodoviário na Avenida Heróis de Angola, situação que obrigou o Município a avançar com uma nova solução para garantir a continuidade da prestação deste serviço de enorme importância para a população.

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    O executivo municipal de Leiria aprovou a adjudicação da obra de construção do TIL – Terminal Intermodal de Leiria, a central de mobilidade que irá nascer junto ao Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, para substituir a atual estação rodoviária, localizada no centro da cidade.

    A empreitada tem um investimento estimado em 2,3 milhões de euros e deverá ser executada num prazo previsto de 270 dias, ou seja, cerca de nove meses, e é intenção do Município que os trabalhos possam começar já no próximo mês de outubro, após o visto do Tribunal de Contas.

    Para além do transporte coletivo de passageiros das redes interurbanas e expressos, a nova infraestrutura receberá uma praça de táxis, uma estação da biclis e ligação ao serviço Mobilis e ao Percurso Polis, permitindo a intermodalidade de meios de transporte, numa zona de fácil acesso a diversos serviços e equipamentos.

    O TIL terá espaço para 15 autocarros, um edifício para serviços administrativos e sala de espera para passageiros, uma praça coberta, uma zona de descanso exterior e uma bilheteira, num total de 2.918 metros quadrados de área de construção, que serão complementados com iluminação no pavimento e nos números das docas.

    No centro da área de intervenção estará o edifício, que, com dois pisos, terá uma sala de espera com vista para todos os cais e com uma capacidade para 100 pessoas, um lounge para 20 utilizadores e uma área de encomendas, e, no primeiro andar, os serviços administrativos que terão uma sala de reuniões, quatro gabinetes, uma copa, instalações sanitárias, espaços de apoio e uma reação ao público para atendimento de apoio ao cliente.

    Toda a zona de circulação pedonal estará coberta por três estruturas alturas diferentes, numa referência conceptual à silhueta da copa dos pinheiros, às células humanas (enquanto elemento de conexão) e aos diagramas dos transportes públicos, reduzindo também o impacto de ocupação do solo.

    No capítulo da sustentabilidade, destaca-se a instalação de painéis fotovoltaicos numa das coberturas, com o objetivo de produzir energia suficiente para alimentar a iluminação exterior e interior, assim como a ventilação e a rede elétrica, reduzindo drasticamente a pegada ecológica do TIL.

    O projeto prevê ainda a recolha das águas pluviais para reservatórios, podendo depois ser utilizada para manutenção dos espaços verdes, limpeza ou nas instalações sanitárias.

    Enquadrada no desenvolvimento de uma política de mobilidade sustentável, com reforço da aposta nos transportes públicos, o Município estima que a empreitada possa começar no próximo mês de outubro, sendo objetivo que a nova central possa entrar em funcionamento um ano depois.

    Recorde-se que a decisão de construção deste equipamento ocorre na sequência do processo de venda das actuais instalações do terminal rodoviário na Avenida Heróis de Angola, situação que obrigou o Município a avançar com uma nova solução para garantir a continuidade da prestação deste serviço de enorme importância para a população.

    Por outro lado, pretende-se criar uma central que, ao contrário do acontece atualmente, ofereça boas condições de estadia de passageiros e de circulação de autocarros.

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    MAP Engenharia assina 4 contratos no valor de 70M€ 

    A empresa de construção portuguesa, anuncia a adjudicação de quatro novas obras em diferentes áreas do imobiliário em Cascais, Lisboa, Setúbal e Évora. Com estes novos contratos a carteira actual da construtora ascende a 160M€

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    Em Abril de 2024, a MAP Engenharia já afirmava que 2024 seria um ano de duplicação de facturação, prevendo um volume de negócios de 80 milhões de euros. As perspectivas de crescimento para os próximos anos vão-se confirmando com a recente assinatura de quatro novos contratos de construção que somam cerca de 70 milhões de euros e que vêm dar respostas diferentes ao mercado imobiliário. A empresa de construção portuguesa faz crescer assim a sua carteira actual para 160 milhões de euros.

    José Rui Meneses e Castro, Co-Founder & Managing Director da MAP

    Em Cascais iniciaram o empreendimento Plátanos na Quinta da Marinha composto por 13 moradias no total e uma área de construção bruta de 5.313 m2. Em Lisboa, a construção da escola internacional Redbridge Campus Ajuda, localizada nos terrenos do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa, na qual se pretende executar obras de adaptação dos edifícios existentes, convertendo-os em salas de aula, salas de actividades, salas de professores, instalações sanitárias, entre outras soluções escolares.

    Já em Setúbal o mega projeto residencial Vivva Setúbal que totaliza cerca de 30.000m2 de área total de construção, será composto por 237 apartamentos com tipologias que seguirão do T1 a T4, onde todos contam com estacionamento privativo e acesso exclusivo aos jardins, ginásio e à piscina do condomínio. Foi iniciada agora a 1ª fase de construção.

    Já no Alentejo, o antigo Convento do Carmo em Évora, será convertido num charmoso empreendimento hoteleiro, que se designará Carmo Convent Hotel e que virá a ser mais uma resposta distinta da oferta turística em Portugal.

    José Rui Meneses e Castro, co-founder & managing director da MAP afirma que “a conquista destas novas obras provam a versatilidade que a nossa empresa tem no sector da construção. Não se trata só de cumprir objectivos financeiros, mas de sentir a missão de um contributo efectivo à sociedade e que a confiança dos nossos clientes são o retorno efectivo do nosso trabalho. E esta não será a última notícia da MAP este ano, muito mais está para vir.”

     

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    Consórcio 5G.RURAL leva 5G a 70 mil pessoas em zonas remotas do Alentejo

    O projecto 5G.RURAL – 5G for rural smart communities of tomorrow, nasce de um consórcio liderado pela dstelecom e tem a ambição de garantir, até 2026, a implementação de uma panóplia de casos de uso assentes em 5G em zonas remotas do Alentejo, em áreas como a saúde, educação, energia, agricultura, turismo, arte e cultura, dando cobertura 5G a mais de 70 mil pessoas nesta região

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    A iniciativa foi aprovada no âmbito do mecanismo CEF (Connecting Europe Facility), no pilar Digital (CEF Digital), no âmbito da medida “5G for Smart Communities”, tendo sido seleccionada a par de nove outras propostas em território europeu. O projecto 5G.Rural está orçamentado em 5,3 milhões de euros, contando com um cofinanciamento de 75% por parte da Comissão Europeia, e reúne, além da dstelecom, líder do consórcio, a NOS, a Innovation Point e a IrRadiare.

    “A rede 5G não só melhorará a conectividade, como também irá promover o acesso a um conjunto de aplicações inovadoras, desde acção social e apoio ao envelhecimento activo, até educação com realidade aumentada e virtual, eficiência energética, agricultura, arte, cultura e turismo”, garante Ricardo Salgado, CEO da dstelecom.

    Os trabalhos de construção e operacionalização da rede vão durar três anos, com um foco na promoção de comunidades inteligentes e desenvolvimento de zonas com menor densidade populacional através da utilização da tecnologia 5G.

    Com o “5G.RURAL”, o consórcio pretende implementar uma solução escalável que integre as antenas e restantes componentes necessários de uma forma sustentável e integrada na paisagem, quer urbana como rural, já existente.
    “Estas soluções são concebidas para possibilitar a interacção com as comunidades. Além disso, queremos, no futuro, expandir os serviços disponíveis nesta infraestrutura, como quiosques digitais, carregadores eléctricos e outros recursos adicionais que promovam a ligação com as populações”, esclarece.

    O consórcio está já a trabalhar no desenvolvimento de várias soluções para implementação da rede 5G em neutral host.  “Depois de nos consolidamos no mercado enquanto multioperador da rede fibra em zonas com maior carência ao nível digital, nunca escondemos a nossa ambição de replicar o modelo de negócio neutro e de partilha no 5G e acelerar a sua implementação nas zonas rurais”, conclui Ricardo Salgado.

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    Foto: Site da Câmara Municipal do Seixal

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    Metro Sul do Tejo vai chegar à Costa e à Trafaria

    Assinatura para definir os termos e condições de cooperação a estabelecer entre a Câmara de Almada, o Metropolitano de Lisboa e a TML irá acontecer dia 15 de Julho na Costa da Caparica

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    O Metro Sul do Tejo vai avançar até à Costa da Caparica e à Trafaria. A assinatura do protocolo de colaboração entre a autarquia de Almada, o Metropolitano de Lisboa e a Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML), com vista a definir os termos e condições de cooperação a estabelecer entre as partes, irá acontecer no próximo dia 15 de Julho, na Praça da Liberdade, na Costa da Caparica.

    Este novo troço visa reduzir a dependência do transporte individual, respondendo assim ao compromisso de Portugal de atingir a neutralidade carbónica em 2050.

    Inês de Medeiros, presidente da Câmara Municipal de Almada, preside à cerimónia de assinatura, tendo em vista o estudo, planeamento e concretização do projecto de prolongamento do Metro Sul do Tejo até à Caparica e Trafaria, designadamente no que se refere ao seu objecto, custos, faseamento e definição do traçado. A cerimónia conta, também, com a presença da Secretária de Estado da Mobilidade, Cristina Pinto Dias.

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