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    Desafios 5.0 organiza webinar sobre transportes inteligentes, ecológicos e integrados

    AEP e CEiiA promovem acção para jovens empreendedores e empresas criadas há menos de dois anos. O último deste ciclo será dedicado à mobilidade nas cidades de amanhã

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    A AEP – Associação Empresarial de Portugal, no âmbito do projecto Desafios 5.0, está a organizar um ciclo de webinars para despertar e consciencializar jovens empreendedores e empresas com menos de dois anos para a criação de ideias de negócio inovadoras.

    O último webinar deste ciclo é no dia 28 de Março e contará com a visão do director do CEiiA by CoLAB Smart & Sustainable Living (S2uL), Vladimiro Feliz, sobre a mobilidade nas cidades do amanhã.
    Ao criar, em Novembro de 2021, o projecto Desafios 5.0, o objectivo da AEP foi incentivar um novo perfil de empreendedor, com ideias inovadoras e criativas, que possam responder aos desafios do novo paradigma de evolução da sociedade.
    Este ciclo de webinars, que faz parte da actividade Meet and Learn, abordou temas tão diversos como saúde, biologia, mobilidade, energia, ambiente, sociedade e segurança.

    Para além dos webinars, a actividade Meet and Learn também inclui Meetups em empresas (visitas técnicas a empresas para proporcionar contacto entre empreendedores e empresários) e o Ecosystem Tour (visitas a Hub, incubadoras e aceleradoras).

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    Tektónica reforça aposta na internacionalização

    Apesar da Tektónica ter crescido em praticamente todos os sectores, designadamente Banho e Cozinha, Equipamentos de Exterior, Pavimentos e Revestimentos e Materiais Máquinas e Equipamentos, é na Eficiência Energética que mais se nota esse crescimento

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    A próxima edição da Tektónica, que decorre entre 2 e 5 de Maio, vai contar com mais de 250 empresas participantes, das quais 20% são internacionais. O mercado espanhol é o mais expressivo, com um aumento de 58% face a 2023, registando-se ainda a presença de empresas de países como a Alemanha, Áustria, Brasil, China, Espanha, França, Itália e Suíça,

    De realçar, segundo adianta a organização, que 46% das empresas participam pela 1ªvez neste Marketplace (quer nacionais quer internacionais).

    Apesar da Tektónica ter crescido em praticamente todos os sectores, designadamente Banho e Cozinha, Equipamentos de Exterior, Pavimentos e Revestimentos e Materiais Máquinas e Equipamentos, é na Eficiência Energética que mais se nota esse crescimento, reflectindo as tendências emergentes de inovação e a aplicação de novas tecnologias associadas à sustentabilidade,

    Esta edição contará com a participação de vários líderes de mercado, de diversos segmentos da construção, como a Secil, Cimpor, Grupo Verdascas, Iberdrola, Porcelanosa, Rubicer, W7 Water Elegance, Ofamat, Catari, Derwo, Jular, Tosca, Mapei, Sait-Gobain, Topeca, Pinto&Cruz, Premaq, entre muitas outras.

    Este envolvimento por parte dos principais players reflecte-se positivamente no evento, como explica José Paulo Pinto, Gestor da Tektónica: “a Tektónica continua a ser o evento de referência do sector e contribui de forma decisiva na identificação de novas oportunidades de negócios, bem como para a comunicação e divulgação de novos produtos e serviços. O crescimento de novas participações neste Marketplace acontece porque as empresas reconhecem o valor, acreditam no projecto e sabem o impacto que a sua participação irá ter nos seus negócios”.

    Na vertente da internacionalização, a organização continua a desenvolver o programa de Hosted Buyers, que aposta na vinda de compradores internacionais qualificados, oriundos de mercados seleccionados, estimando-se a realização de mais de 300 reuniões B2B.

    De destacar ainda a realização do “Prémio Tektónica Inovação”, e que tem por objectivo ser um veículo privilegiado para as empresas mostrarem de forma mais visível a sua vertente de inovação num mercado em constante mutação.

    O programa para os 4 dias de exposição irá também privilegiar acções desenvolvidas em estreita colaboração com as entidades sectoriais e players do sector, com uma programação a decorrer em dois auditórios, o TEK Talks e o S&P Portugal, onde todos os visitantes, profissionais e interessados poderão participar e conhecer os temas mais relevantes do sector.

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    Reynaers Aluminium lança novo sistema de fachada stick SlimWall 35

    Este sistema “inovador” redefine o binómio design/eficiência e emerge como uma “solução estratégica” para os actuais desafios do sector, evidenciada na “eficiência de produção, na redução de desperdícios e na optimização de recursos e processos”, destaca a empresa

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    Num contexto onde o sector da construção enfrenta desafios não só ambientais, mas também operacionais, a Reynaers Aluminium apresenta SlimWall 35, sistema de fachada stick, até dois pisos de altura. Este sistema “inovador” redefine o binómio design/eficiência e emerge como uma “solução estratégica” para os actuais desafios do sector, evidenciada na “eficiência de produção, na redução de desperdícios e na optimização de recursos e processos”.

    Com uma largura de perfil ultrafina de 35 mm, SlimWall 35 materializa um design minimalista que se integra perfeitamente em qualquer ambiente arquitectónico.

    A estrutura “robusta” proporciona uma estética “sofisticada”, que pode ser combinada com praticamente todos os outros sistemas Reynaers Aluminium. É particularmente compatível com as janelas de correr HiFinity e com o revestimentos Paralline, o que resulta numa fachada uniforme e atraente.

    É também possível escolher o visual que melhor se adequa a cada projecto com diferentes capas de clipar em alumínio e combinar com sistemas de sombreamento aplicados directamente na fachada.

    O sistema de drenagem é integrado e oculto para assegurar um design minimalista e um excelente desempenho, à medida que a água flui.

    SlimWall 35 assegura, assim, uma visão desimpedida e uma integração perfeita quer em edifícios minimalistas, quer de inspiração industrial, e também se destaca pela sua abordagem inovadora às complexidades operacionais do sector.

    De fácil instalação e apto a suportar elementos até 450 kgs, o sistema foi desenhado para simplificar todo o processo de transformação, tornando-o mais “intuitivo, simplificado e eficiente”. Por exemplo, “não há necessidade de parafusos, uma vez que os pré-calços de vidro patenteados deslizam no elemento, oferecendo uma solução rápida e à prova de erros”, destaca a empresa.

    Da mesma forma, “ferramentas dedicadas permitem fazer o entalhe das ligações entre a travessa e o montante em poucos minutos, evitando a fresagem em CNC”.

    Todos os componentes de SlimWall 35 foram, ainda, “rigorosamente testados e certificados” para garantir o “mais alto nível de desempenho”, que permitem responder aos requisitos da certificação Passive House.

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    40 marcas portuguesas rumam a Milão

    Itália é a próxima paragem das empresas portuguesas da Fileira Casa, que inclui os sectores do mobiliário, iluminação, têxtil-lar, cerâmica ou tapeçaria. São 40 as marcas nacionais a apresentar-se na feira Salone del Mobile, em Milão, entre os dias 16 e 21 de Abril

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    Depois de em 2023 ultrapassar em 10% os valores de exportação registados no ano anterior e em 24% os números relativos a 2021, as marcas e associações nacionais continuam a trabalhar para que o design português conquiste cada vez mais espaço nos mercados externos. Este ano as empresas nacionais já passaram pela IMM Cologne (Alemanha), a Maison & Objet (França), a Intergift e a Feria del Mueble de Zaragoza (Espanha), rumando agora à Salone del Mobile, sob a organização da Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário e Afins, APIMA, para promover as suas mais recentes propostas no certame.

    “A Salone del Mobile é indubitavelmente um certame de referência para as empresas portuguesas afirmarem a sua expertise, inovação e qualidade. A cada ano somos surpreendidos com a evolução das suas propostas, cada vez mais reconhecidas nos principais mercados. Mesmo com a instabilidade política vivida e com duas guerras na Europa e no Médio Oriente, 2023 foi um ano de crescimento transversal neste cluster, pelo que este ano é importante continuar a apostar em eventos de valor acrescentado para reforçar o posicionamento das nossas empresas nos mercados externos”, afirma Joaquim Carneiro, presidente da APIMA.

    A 62ª edição do Salone del Mobile Milano 2024 arranca a 16 de abril sob o lema: “Where design Evolves”. Os eventos reunirão mais de 1900 expositores, incluindo 600 jovens talentos com menos de 35 anos e 22 escolas de design. Trata-se de uma oportunidade de a delegação portuguesa mostrar o seu potencial comercial e estreitar relações com profissionais, clientes actuais e potenciais, com vista ao aumento do volume de exportações em diferentes mercados.

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    Sunenergy lança campanha para expandir presença no mercado nacional

    A  empresa de soluções de produção de energia eléctrica a partir do sol, lança, pelo terceiro ano consecutivo, a campanha “Vem ligar Portugal ao sol”, que tem como objectivo aumentar a sua rede de franchising em território português, com foco nas regiões de Bragança, Vila Real, Guarda, Évora e Beja

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    Ao contrário das campanhas anteriores, o foco principal, este ano, passa por dar prioridade a regiões nas quais ainda não existem delegações SunEnergy. Algumas destas regiões são Bragança, Vila Real, Guarda, Évora e Beja. Contudo, não estão excluídas zonas adjacentes às zonas nas quais a marca já se encontra presente.

    Até ao dia 30 de Junho, candidatos de todas as regiões do país podem submeter as suas candidaturas, com o intuito de terem a possibilidade de criar, sem qualquer investimento inicial, um negócio com grandes perspectivas de crescimento e associado a uma marca com 15 anos de experiência e reconhecida no mercado.

    “O lançamento desta campanha, pelo terceiro ano consecutivo, reflecte o seu sucesso nos anos anteriores. Este ano estamos com grandes expectativas em relação aos resultados desta campanha de expansão, atendendo à procura crescente do mercado das energias renováveis, mais concretamente da energia solar que nos permitiu ter o melhor ano de sempre em 2023”, afirma Raul Santos, CEO da SunEnergy.

    A campanha contempla atribuição de zonas exclusivas de trabalho com a marca e soluções Sunenergy nas áreas da energia solar, mobilidade eléctrica e climatização; acesso a equipamentos a preços exclusivos; formação inicial e contínua; acesso às ferramentas de gestão da marca; suporte técnico permanente; serviços técnicos de instalação e manutenção; apoio no licenciamento dos projectos; e acesso a contactos comerciais gerados centralmente.
    Actualmente, a SunEnergy conta com mais de 25 delegações, espalhadas pelo território nacional, com presença na maioria dos distritos do nosso país, incluindo as regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

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    Carmo Wood lança revestimentos ripados em madeira tratada

    Pensados para habitação, hotéis, escritórios ou espaços comerciais, os novos painéis de revestimento ripado em madeira tratada da Carmo Wood podem ser aplicados tanto no interior como no exterior

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    Com o objectivo de “oferecer” cada vez mais soluções em madeira para construção e decoração e “colmatar” uma lacuna no mercado, a Carmo Wood lançou uma nova gama de revestimentos ripados em madeira tratada, ideais para “dar um toque de design natural” a qualquer divisão ou espaço.

    Pensados para habitação, hotéis, escritórios ou espaços comerciais, os novos painéis de revestimento ripado em madeira tratada da Carmo Wood podem ser aplicados tanto no interior como no exterior, graças ao tratamento em duplo vácuo ou em autoclave que lhes permite total durabilidade e resistência.

    “A tendência para incorporar madeira nos projectos de construção ou decoração está a crescer de dia para dia, com os painéis de madeira ripada a assumirem-se como uma solução prática e simples com bastante procura. Contudo, não existiam ainda muitas soluções em madeira tratada que pudessem ser usadas no exterior, razão pela qual, enquanto especialista, lançámos este novo produto”, refere João Figueiredo, administrador da Carmo Wood.

    Disponíveis com três tipos de perfis diferentes – 16MM, 24MM e 35MM – os novos revestimentos são “fáceis e rápidos de aplicar” e proporcionam uma grande “multiplicidade de aplicações”, desde a decoração de uma parede interior, para criar diferentes ambientes e dividir espaços, para revestir fachadas ou tectos falsos interiores ou exteriores.

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    Kyndryl ganha infraestruturas TI da Mota-Engil

    A Kyndryl (NYSE:KD), fornecedor mundial de serviços de infraestruturas de Tecnologia da Informação (TI), e a Mota-Engil, assinaram um acordo através do qual a Kyndryl passa a fornecer gestão de serviços de infraestruturas de TI e de Digital Workplace

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    A Kyndryl vai gerir parte do ambiente de TI da Mota-Engil, desde a infraestrutura on-premises até à infraestrutura cloud já existente, bem como a gestão de todos os endpoints dos colaboradores e do stack Microsoft Office 365. A Kyndryl, fornecedora mundial de serviços de gestão de cloud híbrida e de sistemas e aplicações para utilizadores finais, irá implementar sistemas e protocolos de monitorização que irão permitir a análise em tempo real destes ambientes de TI para o processamento de dados em larga escala, permitindo identificar irregularidades ou falhas, e antecipar quebras nos sistemas para reduzir os impactos no negócio.

    “Seleccionámos a Kyndryl como nosso parceiro com base na competência comprovada e na sua vasta experiência e conhecimento. Graças a esta parceria, a Mota Engil será ainda mais eficaz no que respeita à prevenção e gestão de sistemas, de forma a aumentar os resultados do seu negócio”, afirma António Roque, IT Director da Mota-Engil Global.

    Os novos serviços vão permitir à Mota-Engil tirar partido da experiência da Kyndryl nas suas práticas de serviços Cloud e Digital Workplace.

    “O objectivo deste projecto é fortalecer a longa relação entre a Kyndryl e a Mota-Engil e fornecer serviços de TI totalmente revolucionários, permitindo que a Mota-Engil continue a expandir o seu negócio em Portugal e no mundo, de modo que se possa concentrar no seu negócio principal, apoiada por serviços de TI e parceiros de TI”, explica Paulo Coelho, practices leader da Kyndryl Portugal. “Esta parceria vai trazer à Mota-Engil os serviços especializados da Kyndryl, uma empresa internacional com um forte conhecimento na gestão de ambientes críticos de TI e permitir-nos-á, na Kyndryl, participar no crescimento de uma empresa portuguesa muito importante.”

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    Primeiras baterias de fluxo de ferro chegam a Portugal esta semana

    Trazidas pela Goldbreak, empresa de Famalicão especializada no armazenamento e produção de energia, a tecnologia destas baterias afigura-se “mais segura, sem impacto ambiental, mais económica a médio-longo prazo e possibilitando uma autonomia energética muito próxima dos 100%”

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    Chegam ao Porto de Leixões, esta quinta-feira, 11 de Abril, as primeiras baterias de longa duração de fluxo de ferro para aplicações à escala industrial e de serviços públicos da Península Ibérica. Trazidas pela Goldbreak, empresa portuguesa de Famalicão especializada no armazenamento e produção de energia.

    A tecnologia “inovadora e única” na Península Ibérica destina-se a grandes consumidores de energia e pretende ser uma solução alternativa às baterias de lítio, afigurando-se “mais segura, sem impacto ambiental, mais económica a médio-longo prazo e possibilitando uma autonomia energética muito próxima dos 100%”.

    A chegada das duas primeiras unidades resulta da parceria estabelecida entre a empresa portuguesa Goldbreak e a empresa norte-americana ESS Tech, um dos principais fabricantes de sistemas de armazenamento de energia de longa duração, e terão como destino a unidade industrial Falual Metalomecânica, na Trofa, onde será simultaneamente instalada, também pela Goldbreak, uma central de produção fotovoltaica.

    As baterias de longa duração de fluxo de ferro possibilitam o armazenamento de energia eléctrica em segurança, disponibilizando-a por longos períodos, sem limite de ciclos e a baixo custo. Garantem a disponibilidade de energia até 12 horas, permitindo a optimização dos investimentos em produção de energia de fontes renováveis, uma vez que permitem estabilizar o abastecimento de energia eléctrica, reduzindo a perda de excedente e transferindo a energia verde dos períodos em que as fontes renováveis e intermitentes estão disponíveis para fases do dia sem produção.

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    Em 2024 a Teka celebra 100 anos

    A Teka comemora o centenário da sua fundação em 2024, o que a torna uma das marcas de electrodomésticos mais antigas da Europa. Durante este ano, a marca celebrará o seu centenário a nível mundial, estando previstos diversos lançamentos e eventos

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    Nos seus 100 anos de história, a Teka vendeu mais de 300 milhões de produtos em todo o mundo. A empresa estima que mais de 200 milhões de casas, em todo o mundo possuam algum produto da marca.

    A Teka é uma marca histórica e com uma forte ligação à memória colectiva dos portugueses, contando já com 46 anos de presença no mercado nacional. A fábrica de Ílhavo, onde foram desenvolvidos um sem número de produtos, é ainda hoje um ponto de pesquisa de desenvolvimento de electrodomésticos, nomeadamente microondas, alguns fornos e também exaustores. Conta com um quadro de cerca de 350 colaboradores, desde a fábrica à equipa de desenvolvimento e produção, e à área comercial, tendo um papel activo no desenvolvimento da região.

    A Teka é actualmente o segundo maior fabricante de lava-louças na Europa. Os seus produtos são comercializados em mais de 150 países, nos cinco continentes e possui 10 fábricas espalhadas pela Europa, Ásia e América, 35 centros de distribuição e 6 centros de excelência e pesquisa.

    Uma empresa pioneira

    Fundada por Karl Thielmann em 1924, a Teka iniciou a sua actividade como uma empresa dedicada ao fabrico de máquinas agrícolas. Com a incorporação de Helmut Klein como sócio em 1957, a empresa adquiriu o nome actual das iniciais de ambos os fundadores. Especializada em produtos de aço inox, a empresa foi a primeira a produzir lava-louças com este material, desenvolvendo um produto que revolucionaria as cozinhas. Em 1968 foi pioneira na produção de lava-louças encastrados em aço inox.

    Na área de electrodomésticos, a Teka foi a primeira empresa a produzir placas de cozinha em aço inox, em 1959. Este produto teve ampla aceitação no mercado pela facilidade de limpeza, resistência e durabilidade deste material. Em 1978, a empresa patenteou a primeira placa de cozinha de encastrar, o que representou uma inovação no design de cozinhas. Até então, as placas eram vendidas num conjunto que também incorporava o forno, o que obrigava a ter um espaço maior para a sua colocação. A sua produção iniciou-se simultaneamente em 1983 em fábricas na Alemanha e em Espanha, de forma a responder à grande procura do mercado.

    Em 1984, a Teka foi também pioneira no fabrico de microondas na Europa, o que facilitou o acesso deste electrodoméstico aos consumidores europeus, já que até então, os microondas eram apenas comercializados nos Estados Unidos da América.

    Nos últimos anos, a empresa tem feito uma grande aposta na inovação, com o lançamento de novos produtos como SteakMaster, MaestroPizza ou a série Infinity G1. Todos eles contam com o design como uma peça importante do seu desenvolvimento, e procuram responder às no-vas necessidades do cliente que tem em casa um espaço de convívio e entretenimento, onde a cozinha se torna o verdadeiro coração da casa.

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    Topeca reforça gama de argamassas

    São três os novos produtos que vão reforçar a gama de argamassas de reboco. O seu desenvolvimento foi feito em conjunto com aplicadores profissionais

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    A Topeca aliou a sua experiência no fabrico de argamassas, com as mais recentes tecnologias, aplicadas aos novos materiais para fazer crescer a sua gama de rebocos à base de cimento.

    Em conjunto com aplicadores profissionais, foram desenvolvidas três novas argamassas de reboco, que vêm reforçar a gama Rebetop.

    Estas novas argamassas caracterizam-se por terem uma morfologia híbrida, conjugando no mesmo produto os benefícios do ligante cimento com a agregação de materiais 100% naturais, com pegada de carbono reduzida. Para além de mais ecológicos, os novos rebocos de base cimentícia são moldáveis e por isso mais fáceis de regularizar e cortar, mais rentáveis, permitindo rebocar mais área em menos tempo, e apresentando texturas areadas e raspadas.

     

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    Mapei investe 13M€ na nova fábrica de Cantanhede

    Os responsáveis da Mapei defendem que a nova unidade, que ocupa uma área total de 26.500 m² de área total, dos quais 12.000 de área coberta, vai permitir o crescimento do portfolio produzido em Portugal. Para o CEO da companhia italiana, “Portugal é um mercado muito particular e de forte procura, o que motivou a empresa a encontrar soluções que respondessem às limitações existentes na fábrica de Anadia”

    Ricardo Batista

    Está avaliado em 13 milhões de euros o investimento realizado pela Mapei na construção da sua nova casa. A nova fábrica da companhia italiana, especialista na área dos adesivos, impermeabilizantes e produtos químicos, está localizada na zona industrial de Cantanhede e coloca a Mapei num patamar privilegiado para responder às necessidades do mercado nacional.

     


    Dotada de tecnologias de vanguarda, a nova unidade fabril dedica-se à colagem de cerâmica, impermeabilização, pavimentos industriais, reparação de betão, revestimentos e apresenta uma área total de 26.500 m² de área total, dos quais 12.000 de área coberta, sendo que o arranque fica marcado pela produção do adesivo Keraflex Zero, com o total das emissões de CO2 emitidas em todo o seu ciclo de vida compensadas através da compra de créditos ambientais certificados.

    Portugal tem mercado importante

    A cerimónia de inauguração contou com a presença do CEO da Mapei Internacional. Marco Squinzi reconhece que pese não ser um dos maiores mercados do grupo, “Portugal é um mercado muito particular e de forte procura, o que motivou a empresa a encontrar soluções que respondessem às limitações existentes na fábrica de Anadia”. O terreno onde agora nasceu a nova fábrica do grupo italiano foi adquirido à Câmara Municipal de Cantanhede, que vê a marca a reforçar o investimento na região, de acordo com a palavras da autarca Helena Teodósio. Squinzi sublinha que os 20 postos gerados pela nova fábrica, aos quais se juntam os 20 outros que transitam da fábrica de Anadia, vão operar numa unidade “muito eficiente, com muita automação, e um consumo de energia muito baixo, na qual teremos capacidade de produção adicional para podermos continuar a crescer neste país”. “Começámos a nossa aventura em Portugal em 2001 como uma pequena empresa, hoje somos uma das empresas líderes no setor dos produtos químicos para a construção. Graças a esta nova e moderna fábrica, seremos capazes de responder às exigências do mercado local e continuar a crescer, oferecendo soluções inovadoras, duradouras e de qualidade, respeitando o ambiente, como a nossa Linha Zero de produtos com emissões de CO2 totalmente compensadas”, acrescentou o CEO da Mapei.  Ao CONSTRUIR, a directora geral da Mapei em Portugal reconhece que “o aumento da capacidade produtiva é muito importante. As limitações da fábrica de Anadia são agora ultrapassadas com uma fábrica moderna que vai permitir o aumento e alargamento do portfolio de produção, algo que era crucial para nós”. Carla Santos acrescenta que “a eficiência e a optimização dos custos são fundamentais para responder a um mercado que consideramos cada vez mais exigente”. “O caminho que temos feito ao nível de especialização, a atenção que temos prestado à prescrição, do pré e do pós-venda, do acompanhamento ao cliente, faz parte desta estratégia de crescimento e a fábrica é um ponto crucial para que a nossa resposta ao cliente e ao mercado seja mais e mais importante”.

    Mão-de-obra é um desafio

    Carla Santos explica também que um dos grandes desafios que empresas como a Mapei têm pela frente prendem-se com a mão-de-obra. “Estamos a viver um momento difícil para encontrar mão de obra qualificada. No sentido das flutuações, quer a nível de matérias-primas, o nosso grupo, o tamanho do grupo também nos dá a capacidade e o poder negocial, não é? E isso é importante para países como o nosso, que são mais periféricos, obviamente. Mas acreditamos que estamos preparados e o grande desafio é, efectivamente, a eficiência. Dotar, dimensionar a nossa estrutura de forma a responder às expectativas que temos do mercado”, defende a directora-geral da Mapei Portugal. Carla Santos reconhece que a importância do mercado português e da estrutura portuguesa da companhia “não se resume seguramente aos 10 milhões de habitantes. Eu acho que nós temos reconhecidamente uma performance elevada. Conseguimos trabalhar todas as linhas de produto lançadas pelo grupo Mapei e eu acho que temos uma empresa muito saudável e somos referência num país que também tem dado passos para ser referência na Europa”.  Já Veronica Squinzi, proprietária do Grupo Mapei Internacional, adiantou que um dos objectivos é “continuar a crescer de forma sustentável, reforçando a nossa presença nos mercados que consideramos estratégicos, uma economia estável, sectores em constante crescimento como as energias renováveis, o imobiliário, o turismo e a tecnologia. Portugal representa uma oportunidade de investimento promissora para o nosso grupo. Graças ao profissionalismo e à visão da nossa equipa local, estamos confiantes de que continuaremos a expandir a nossa presença no país.”

    Alargamento da gama

    Com este investimento a Mapei pretende alargar a gama de produtos produzidos em Portugal e aumentar o orçamento de vendas, ultrapassando o volume de facturação de 2023 na ordem dos 30 milhões de euros, enquanto o grupo internacional facturou 4,2 mil milhões de euros a nível mundial. Em Cantanhede, a Mapei tem uma capacidade de armazenamento em racks superior a 3.500 paletes e uma capacidade de expedição de 30 camiões por turno. Gera mais de 70 guias de remessas emitidas, mais de 250 linhas de produtos preparadas e mais de 250.000 kg de produto expedido, por turno. Neste investimento, a Mapei recorreu a soluções inovadoras, nomeadamente o pavimento de toda a área logística  que recorre, pela primeira vez, ao sistema Concrete Flooring System da Mapei, sistema que permite a construção de um piso sem juntas, com ganhos evidentes na manutenção, mas acima de tudo oferece um piso estável e sem vibrações para a circulação de máquinas com ganhos evidentes na saúde dos operadores”. O grupo Mapei tem mais de 12.000 colaboradores em 57 países com 102 subsidiárias. Em Portugal, a Mapei conta com cerca de 100 colaboradores e tem apresentado uma evolução consistente no mercado nacional com o crescimento de 50% nos últimos dois anos. Situados no Parque das Nações, em Lisboa, os escritórios centrais da empresa portuguesa são dotados do Mapei World Lisboa, um espaço para os projectistas inspirar-se para conceber os projectos do futuro, um conceito do grupo Mapei já implementado em Paris Londres e Milão. Em Cantanhede será produzida a argamassa, uma das soluções centrais no portfólio do fabricante, mas a fábrica está preparada para receber, já em 2025, novas linhas de produção para o fabrico de gamas adicionais. Carla Santos recorda que a Mapei Portugal cresceu 50% nos últimos dois anos, com o mercado da reabilitação a ganhar um peso significativo nas receitas. A fábrica está igualmente voltada para o programa de formação do Grupo. Através da Mapei Academy, que existe em vários países, e agora também em Portugal – quer em Cantanhede, quer nas instalações de Lisboa – a empresa partilha conhecimento com o seu ecossistema externo, mas igualmente com as suas equipas. Manter os colaboradores actualizados e requalificar sempre que necessário contribui, como explica Carla Santos, para colmatar a falta de recursos humanos no sector.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

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