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    Grupo Secil renova imagem da empresa em Cabo Verde

    As marcas Secil Cabo Verde e Inertes de Cabo Verde darão lugar às marcas Secil Cimento, Secil Pré-Fabricados e Secil Agregados e Seciltek, que já havia sido renovada anteriormente

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    Em Cabo Verde há mais de 20 anos, o grupo Secil, renova agora a sua presença no arquipélago, passando a comunicar de uma forma unificada e transversal. Desta forma, com o rebranding, as marcas Secil Cabo Verde e Inertes de Cabo Verde (ICV) darão lugar às marcas comerciais das quatro áreas de negócios em que o Grupo opera em Cabo Verde, respectivamente, Secil Cimento, Secil Pré-Fabricados e Secil Agregados. Quanto à Seciltek, a marca de agregados, irá manter-se, na medida em que já havia sido renovada.

    Esta comunicação unificada de soluções foi materializada no “conceito criativo de dar forma ao futuro, em que os espaços e os ambientes sirvam, com qualidade, o bem-estar das várias gerações” e que visa dar “forma ao futuro de Cabo Verde com soluções de cimento, pré-fabricados, agregados e argamassas”.

    Os serviços e áreas disponibilizadas pela marca naquele país estão, também, agora reunidos num site criado em exclusivo, o www.secil.cv.

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    Soluções ‘agrivoltaicas’ para um futuro sustentável

    O ‘agrivoltaico’ combina a produção de energia solar fotovoltaica com actividades agrícolas na mesma área e emerge como uma solução promissora para enfrentar os desafios globais da energia e da alimentação

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    O ‘agrivoltaico’, conceito que tem ganho destaque nos círculos científicos e empresariais, é uma abordagem integrada que procura optimizar o uso do solo, permitindo a coexistência harmoniosa de sistemas agrícolas e de geração de energia renovável. Além de maximizar a eficiência do uso da terra, também oferece vários benefícios ambientais, como a redução da erosão do solo, o fornecimento de sombra para as plantas e a diminuição da evaporação da água.

    A Image4All tem desempenhado um papel relevante na promoção e implementação do ‘agrivoltaico’ em Portugal, sendo responsável pelo desenvolvimento e gestão de diversas iniciativas nesta área. Um exemplo é a recente criação da Horta Solar, projecto inovador em colaboração com a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL)

    Este projecto tem ainda uma dimensão de investigação para a qual a Image4All contribui com o objetivo de potenciar e desenvolver o setor científico do país, com o objetivo de otimizar o uso da energia e um exemplo concreto do potencial do ‘agrivoltaico’, onde os sistemas de energia solar fotovoltaica são integrados com sistemas agrícolas para criar um ambiente sinérgico e simbiótico.

    Para além disso, o projecto da Horta Solar demonstra a viabilidade do ‘agrivoltaico’ tanto em ambientes rurais quanto urbanos, abrindo portas para futuras aplicações em diversas áreas.
    Um dos aspectos mais notáveis do ‘agrivoltaico’, é a capacidade de resolver dilemas complexos, como a competição entre terra e agricultura e a produção de energia renovável.

    Ao aproveitar terrenos agrícolas para a instalação de sistemas fotovoltaicos, o ‘agrivoltaico’ oferece uma solução elegante que promove a sustentabilidade ambiental e económica.
    Todos os projectos de âmbito ‘agrivoltaico’ têm modelos contratuais associados e na agricultura o autoconsumo faz todo o sentido, uma vez que a montagem de projetos de autoconsumo de energia exponencia uma maior resiliência face a eventos climatéricos extremos que danificam as culturas e acarretam um maior consumo de energia, também nas estufas e nas instalações associadas.

    O autoconsumo, quer individual quer colectivo, vai permitir uma autonomização do consumo de energia eléctrica e é ainda importante também em relação a eventuais falhas da rede pública de energia, para além de permitir a uma exploração agrícola ter uma fonte de energia mais barata.

    “O potencial do agrivoltaico é vasto e versátil”, afirma o CEO da Image4All. “Desde logo com inúmeras vantagens competitivas na utilização desta tecnologia, que passam pela redução de custos operacionais da exploração, pelo aumento da resiliência das culturas e aumento da produtividade agrícola, a que se associa ainda a redução do consumo de água e redução do consumo energético”, resume João Loureiro.

    O responsável sustenta que “a optimização energética nas suas múltiplas vertentes é estrutural para o futuro”. A Image4All trabalha para a potenciar e desenvolver essa optimização, inovando nas respostas e alargando o leque de soluções, como ‘agrivoltaico’.

    O ‘agrivoltaico’ representa uma abordagem inovadora que visa equilibrar a crescente procura de energia renovável com a necessidade de preservar recursos agrícolas e salienta a importância de encontrar soluções sustentáveis e integradas para enfrentar os desafios globais relacionados à energia e agricultura.

    Com um compromisso contínuo com a inovação e a sustentabilidade, a Image4All trilha um futuro onde a energia renovável e a agricultura podem coexistir em harmonia, impulsionando o desenvolvimento económico e a preservação ambiental.

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    Imovendo: A proptech portuguesa que é uma imobiliária

    A agência imobiliária digital portuguesa nasceu há cinco anos. Lutou com as desconfianças inicias numa actividade que vive de relações humanas e tem vindo a afirmar-se num mercado onde o digital e o negócio online estão a crescer

    “Se posso encomendar um Uber Eats às 10 horas da noite, porque não posso também começar a transaccionar o meu imóvel às 10 horas da noite de um domingo?”. A questão é de Miguel Mascarenhas, CEO da Imovendo e um dos fundadores da consultora proptech portuguesa que actua no ramo imobiliário e na sua mediação. Na prática, é isso que a Imovendo vem acrescentar ao mercado a possibilidade de, de forma digital, tratar de todo o processo de compra/venda do imóvel.

    Miguel Mascarenhas, CEO e fundador da Imovendo

    Como funciona e qual o modelo de negócio da Imovendo?
    Somos uma agência imobiliária digital, com todos os requisitos legais como todas as outras. O que nos diferencia no modelo de actuação face a uma agência imobiliária fixa é, do lado do cliente, o termos uma comissão fixa de 5000€, com iva incluído, ao invés da tradicional 5% sobre o valor transaccionado do imóvel. Ou seja, um valor que há de ser 3 a 5 vezes mais baixo do que o praticado pelo mercado. Do lado dos agentes/colaboradores estes estão na Imovendo a full-time e o seu rendimento está menos dependente dos negócios se concretizarem. Isto permite-nos, com crescimento e escala, reduzir custos. O nosso foco é servir o cliente e garantir o melhor preço dos seus imóveis.

    Como é que estão estruturados?
    Temos três equipas principais. Uma equipa operacional que angaria os imóveis e explica o conceito da Imovendo. Não fazemos visitas ao imóvel, mas apoiamos os proprietários nessa tarefa. Uma segunda equipa qualifica as leads, agenda as visitas, está presente na negociação e na escritura. Outra equipa mais processual/compliance garante que toda a informação está correcta e certificada, em cumprimento dos requisitos legais. E depois temos uma quarta equipa, se quiser usar o termo, que faz o desenvolvimento da plataforma. A Imovendo faz cinco anos e estamos permanentemente a desenvolver e a optimizar o processo.

    Como lutaram com a desconfiança inicial numa actividade que vive muito das relações humanas?
    Quando nos lançámos no mercado foi em 2019 foi difícil conseguir os primeiros imóveis. Mas depois com a pandemia as pessoas começaram a perceber que podiam tratar as coisas por telefone e online, e começaram a confiar mais nestes processos. Actualmente, temos cerca de uma centena de propriedades na nossa carteira.

    Lisboa e Porto no centro da actividade
    Quem é o vosso cliente tipo e que tipo de imóveis passam pela Imovendo?
    Principalmente apartamentos em Lisboa e do Porto do segmento médio/alto, com valores entre os 300 e os 600 mil euros. A maioria dos nossos clientes são pessoas com instrução, que compreendem o mercado e sabem como funciona o processo. Nestes cinco anos transaccionámos cerca de 400 imóveis, temos uma boa performance. Fizemos o estudo o ano passado e num ano geramos uma poupança para os nossos clientes de cerca de dois milhões de euros em comissões.

    Como é que sentem a evolução do mercado imobiliário?
    Nos últimos 10 anos o valor dos imóveis em Portugal teve aumentos insustentáveis do valor do m2. Só o ano passado o mercado começou a estabilizar o que faz com que os valores anunciados e os valores a que os imóveis são de facto transaccionados estão muito próximos. Mas continua a haver uma falta generalizada de “produto” e sem nova construção não haverá um verdadeiro equilíbrio do mercado.

    Qual o vosso plano de expansão, como pretendem crescer no futuro?
    Como proptech que somos temos um pouco o ADN de ser uma empresa tecnológica, uma empresa de internet. É importante garantirmos que a nossa plataforma criada in-house tenha capacidade para absorver e acompanhar o crescimento, sejamos capazes de passar de 100 para 200 ou para 1000 imóveis, enquanto em termos de modelo de negócio mantemos os custos controlados. Estamos permanentemente a melhor o sistema e continuamos a investir na marca e a dá-la a conhecer a um cada vez maior número de proprietários. Trabalhamos de forma diferente e acreditamos que o mercado se está a adaptar. Se olharmos muito para a geração (a que compra e a que vende), daqui a uns anos esta população vai estar ainda mais confortável em usar este modelo online.

    Não há o risco da IA surgir e tornar o que existia antes obsoleto?
    Não vemos a IA como um risco. Mais como uma oportunidade. Como eu falei há pouco, temos uma plataforma central em que temos os inputs todos, todos os dados, todos das transacções, o que nos vai permitir criar modelos de futuro e estarmos melhor preparados para o mercado vir para o online. Estamos numa boa posição.

    Portugal tornou-se o país dos unicórnios. Como é que vêm o mercado do ponto de vista da tecnologia?
    Muitas dessas empresas não estão focadas em Portugal. Normalmente têm âmbitos globais. O nosso objectivo é estarmos focados em Portugal e crescer consoante o mercado nacional.

     

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

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    Cânhamor lança ‘Guia” para cultivo de cânhamo para a construção

    “Estamos a trabalhar para desmistificar a utilização de cânhamo no sector e temos vindo a sentir que a procura de materiais mais alternativos e ecológicos está a aumentar”, refere Elad Kaspin, director da Cânhamor

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    Com o objectivo de incentivar os agricultores a introduzirem o cultivo de cânhamo nas suas plantações, a empresa portuguesa Cânhamor acaba de anunciar o lançamento de um ‘Guia de Cultivo de Cânhamo 2024’. O manual já se encontra disponível, podendo ser descarregado através do website oficial da marca.

    “O cultivo do cânhamo não é, de forma alguma, um conceito novo. Ao longo dos últimos anos, temos vindo a fazer um grande trabalho de investigação desta matéria-prima e o lançamento do primeiro Guia de Cultivo de Cânhamo, em Portugal, é fruto disso mesmo. Acreditamos que o conhecimento compartilhado vai contribuir, significativamente, para o crescimento sustentável e bem-sucedido da indústria”, explica Elad Kaspin, director da Cânhamor.

    “Este manual oferece um conhecimento essencial e prático sobre todas as fases do cultivo, ao mesmo tempo que aborda questões ambientais e sustentáveis, destacando a importância da agricultura responsável e práticas de cultivo que promovem a saúde do solo e a biodiversidade”, conclui.

    Dividido em diversos capítulos – desde a preparação do solo à colheita e pós colheita – o manual técnico trata-se de uma compilação única de todas as informações inerentes à actividade e pretende promover o conhecimento sobre a temática, demonstrar as boas práticas e técnicas de cultivo e inspirar todos os agricultores a produzirem a matéria-prima e adoptarem práticas de cultivo mais sustentáveis.

    “Estamos a trabalhar para desmistificar a utilização de cânhamo no sector e temos vindo a sentir que a procura de materiais mais alternativos e ecológicos está a aumentar”, acrescenta.

    Criada em 2021, a Cânhamor apresenta uma solução “100% ecológica” para a construção civil: os ECOblocos. Uma alternativa ao material utilizado na construção convencional, que, além de toda a vertente sustentável, são mais “duradouros, leves e resistentes”, permitem um “melhor isolamento térmico, absorvem naturalmente a humidade, são resistentes ao fogo e garantem um melhor isolamento acústico”.

    No último trimestre do ano está deverá estar concluída uma nova unidade fabril da empresa, cujo investimento de 15 milhões de euros, irá permitir que este seja “única” do Mundo a controlar todo o processo produtivo, desde a matéria-prima até ao fabrico e venda do produto final.

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    Simon e Steinel juntas para desenvolverem soluções sustentáveis

    A parceria entre ambas as empresas visa o desenvolvimento de “soluções sensoriais” que reduzam a pegada ambiental e aumentem a rentabilidade dos activos imobiliários

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    A Simon, um dos principais fabricantes de material eléctrico, conectividade, iluminação e sistemas de controlo, assinou um acordo de colaboração com a Steinel, a empresa alemã especialista em sensores, com a finalidade de integrar a nova gama de sensores Sensor Pro.

    O objectivo desta colaboração “não é apenas a troca contínua de conhecimentos, mas também envolve o codesenvolvimento e a coconcepção de soluções que promovam a poupança de energia, minimizem a pegada de carbono e impulsionem a construção de edifícios sustentáveis”, indicam as empresas em comunicado.

    Soluções a serem desenvolvidas no âmbito dos objectivos da descarbonização e da eficiência energética e que visam contribuir que os edifícios consigam obter certificações como BREEAM, LEED e WELL.

    A Simon integra tecnologia nos seus produtos, evoluindo para funções digitais e automatizadas, e alargou o seu âmbito de aplicação a áreas que vão desde o material eléctrico até sistemas de controlo e carregamento de veículos eléctricos. A empresa oferece, ainda, soluções integradas em ambientes de escritório, retalho, hotelaria e domésticos.

    Esta aliança com a empresa alemã Steinel permite à Simon englobar uma nova linha de negócio que amplia ainda mais a sua gama de soluções, integrando a nova gama de sensores Sensor Pro que melhoram os espaços e o bem-estar das pessoas.

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    Tektónica reforça aposta na internacionalização

    Apesar da Tektónica ter crescido em praticamente todos os sectores, designadamente Banho e Cozinha, Equipamentos de Exterior, Pavimentos e Revestimentos e Materiais Máquinas e Equipamentos, é na Eficiência Energética que mais se nota esse crescimento

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    A próxima edição da Tektónica, que decorre entre 2 e 5 de Maio, vai contar com mais de 250 empresas participantes, das quais 20% são internacionais. O mercado espanhol é o mais expressivo, com um aumento de 58% face a 2023, registando-se ainda a presença de empresas de países como a Alemanha, Áustria, Brasil, China, Espanha, França, Itália e Suíça,

    De realçar, segundo adianta a organização, que 46% das empresas participam pela 1ªvez neste Marketplace (quer nacionais quer internacionais).

    Apesar da Tektónica ter crescido em praticamente todos os sectores, designadamente Banho e Cozinha, Equipamentos de Exterior, Pavimentos e Revestimentos e Materiais Máquinas e Equipamentos, é na Eficiência Energética que mais se nota esse crescimento, reflectindo as tendências emergentes de inovação e a aplicação de novas tecnologias associadas à sustentabilidade,

    Esta edição contará com a participação de vários líderes de mercado, de diversos segmentos da construção, como a Secil, Cimpor, Grupo Verdascas, Iberdrola, Porcelanosa, Rubicer, W7 Water Elegance, Ofamat, Catari, Derwo, Jular, Tosca, Mapei, Sait-Gobain, Topeca, Pinto&Cruz, Premaq, entre muitas outras.

    Este envolvimento por parte dos principais players reflecte-se positivamente no evento, como explica José Paulo Pinto, Gestor da Tektónica: “a Tektónica continua a ser o evento de referência do sector e contribui de forma decisiva na identificação de novas oportunidades de negócios, bem como para a comunicação e divulgação de novos produtos e serviços. O crescimento de novas participações neste Marketplace acontece porque as empresas reconhecem o valor, acreditam no projecto e sabem o impacto que a sua participação irá ter nos seus negócios”.

    Na vertente da internacionalização, a organização continua a desenvolver o programa de Hosted Buyers, que aposta na vinda de compradores internacionais qualificados, oriundos de mercados seleccionados, estimando-se a realização de mais de 300 reuniões B2B.

    De destacar ainda a realização do “Prémio Tektónica Inovação”, e que tem por objectivo ser um veículo privilegiado para as empresas mostrarem de forma mais visível a sua vertente de inovação num mercado em constante mutação.

    O programa para os 4 dias de exposição irá também privilegiar acções desenvolvidas em estreita colaboração com as entidades sectoriais e players do sector, com uma programação a decorrer em dois auditórios, o TEK Talks e o S&P Portugal, onde todos os visitantes, profissionais e interessados poderão participar e conhecer os temas mais relevantes do sector.

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    Reynaers Aluminium lança novo sistema de fachada stick SlimWall 35

    Este sistema “inovador” redefine o binómio design/eficiência e emerge como uma “solução estratégica” para os actuais desafios do sector, evidenciada na “eficiência de produção, na redução de desperdícios e na optimização de recursos e processos”, destaca a empresa

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    Num contexto onde o sector da construção enfrenta desafios não só ambientais, mas também operacionais, a Reynaers Aluminium apresenta SlimWall 35, sistema de fachada stick, até dois pisos de altura. Este sistema “inovador” redefine o binómio design/eficiência e emerge como uma “solução estratégica” para os actuais desafios do sector, evidenciada na “eficiência de produção, na redução de desperdícios e na optimização de recursos e processos”.

    Com uma largura de perfil ultrafina de 35 mm, SlimWall 35 materializa um design minimalista que se integra perfeitamente em qualquer ambiente arquitectónico.

    A estrutura “robusta” proporciona uma estética “sofisticada”, que pode ser combinada com praticamente todos os outros sistemas Reynaers Aluminium. É particularmente compatível com as janelas de correr HiFinity e com o revestimentos Paralline, o que resulta numa fachada uniforme e atraente.

    É também possível escolher o visual que melhor se adequa a cada projecto com diferentes capas de clipar em alumínio e combinar com sistemas de sombreamento aplicados directamente na fachada.

    O sistema de drenagem é integrado e oculto para assegurar um design minimalista e um excelente desempenho, à medida que a água flui.

    SlimWall 35 assegura, assim, uma visão desimpedida e uma integração perfeita quer em edifícios minimalistas, quer de inspiração industrial, e também se destaca pela sua abordagem inovadora às complexidades operacionais do sector.

    De fácil instalação e apto a suportar elementos até 450 kgs, o sistema foi desenhado para simplificar todo o processo de transformação, tornando-o mais “intuitivo, simplificado e eficiente”. Por exemplo, “não há necessidade de parafusos, uma vez que os pré-calços de vidro patenteados deslizam no elemento, oferecendo uma solução rápida e à prova de erros”, destaca a empresa.

    Da mesma forma, “ferramentas dedicadas permitem fazer o entalhe das ligações entre a travessa e o montante em poucos minutos, evitando a fresagem em CNC”.

    Todos os componentes de SlimWall 35 foram, ainda, “rigorosamente testados e certificados” para garantir o “mais alto nível de desempenho”, que permitem responder aos requisitos da certificação Passive House.

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    40 marcas portuguesas rumam a Milão

    Itália é a próxima paragem das empresas portuguesas da Fileira Casa, que inclui os sectores do mobiliário, iluminação, têxtil-lar, cerâmica ou tapeçaria. São 40 as marcas nacionais a apresentar-se na feira Salone del Mobile, em Milão, entre os dias 16 e 21 de Abril

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    Depois de em 2023 ultrapassar em 10% os valores de exportação registados no ano anterior e em 24% os números relativos a 2021, as marcas e associações nacionais continuam a trabalhar para que o design português conquiste cada vez mais espaço nos mercados externos. Este ano as empresas nacionais já passaram pela IMM Cologne (Alemanha), a Maison & Objet (França), a Intergift e a Feria del Mueble de Zaragoza (Espanha), rumando agora à Salone del Mobile, sob a organização da Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário e Afins, APIMA, para promover as suas mais recentes propostas no certame.

    “A Salone del Mobile é indubitavelmente um certame de referência para as empresas portuguesas afirmarem a sua expertise, inovação e qualidade. A cada ano somos surpreendidos com a evolução das suas propostas, cada vez mais reconhecidas nos principais mercados. Mesmo com a instabilidade política vivida e com duas guerras na Europa e no Médio Oriente, 2023 foi um ano de crescimento transversal neste cluster, pelo que este ano é importante continuar a apostar em eventos de valor acrescentado para reforçar o posicionamento das nossas empresas nos mercados externos”, afirma Joaquim Carneiro, presidente da APIMA.

    A 62ª edição do Salone del Mobile Milano 2024 arranca a 16 de abril sob o lema: “Where design Evolves”. Os eventos reunirão mais de 1900 expositores, incluindo 600 jovens talentos com menos de 35 anos e 22 escolas de design. Trata-se de uma oportunidade de a delegação portuguesa mostrar o seu potencial comercial e estreitar relações com profissionais, clientes actuais e potenciais, com vista ao aumento do volume de exportações em diferentes mercados.

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    Sunenergy lança campanha para expandir presença no mercado nacional

    A  empresa de soluções de produção de energia eléctrica a partir do sol, lança, pelo terceiro ano consecutivo, a campanha “Vem ligar Portugal ao sol”, que tem como objectivo aumentar a sua rede de franchising em território português, com foco nas regiões de Bragança, Vila Real, Guarda, Évora e Beja

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    Ao contrário das campanhas anteriores, o foco principal, este ano, passa por dar prioridade a regiões nas quais ainda não existem delegações SunEnergy. Algumas destas regiões são Bragança, Vila Real, Guarda, Évora e Beja. Contudo, não estão excluídas zonas adjacentes às zonas nas quais a marca já se encontra presente.

    Até ao dia 30 de Junho, candidatos de todas as regiões do país podem submeter as suas candidaturas, com o intuito de terem a possibilidade de criar, sem qualquer investimento inicial, um negócio com grandes perspectivas de crescimento e associado a uma marca com 15 anos de experiência e reconhecida no mercado.

    “O lançamento desta campanha, pelo terceiro ano consecutivo, reflecte o seu sucesso nos anos anteriores. Este ano estamos com grandes expectativas em relação aos resultados desta campanha de expansão, atendendo à procura crescente do mercado das energias renováveis, mais concretamente da energia solar que nos permitiu ter o melhor ano de sempre em 2023”, afirma Raul Santos, CEO da SunEnergy.

    A campanha contempla atribuição de zonas exclusivas de trabalho com a marca e soluções Sunenergy nas áreas da energia solar, mobilidade eléctrica e climatização; acesso a equipamentos a preços exclusivos; formação inicial e contínua; acesso às ferramentas de gestão da marca; suporte técnico permanente; serviços técnicos de instalação e manutenção; apoio no licenciamento dos projectos; e acesso a contactos comerciais gerados centralmente.
    Actualmente, a SunEnergy conta com mais de 25 delegações, espalhadas pelo território nacional, com presença na maioria dos distritos do nosso país, incluindo as regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

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    Carmo Wood lança revestimentos ripados em madeira tratada

    Pensados para habitação, hotéis, escritórios ou espaços comerciais, os novos painéis de revestimento ripado em madeira tratada da Carmo Wood podem ser aplicados tanto no interior como no exterior

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    Com o objectivo de “oferecer” cada vez mais soluções em madeira para construção e decoração e “colmatar” uma lacuna no mercado, a Carmo Wood lançou uma nova gama de revestimentos ripados em madeira tratada, ideais para “dar um toque de design natural” a qualquer divisão ou espaço.

    Pensados para habitação, hotéis, escritórios ou espaços comerciais, os novos painéis de revestimento ripado em madeira tratada da Carmo Wood podem ser aplicados tanto no interior como no exterior, graças ao tratamento em duplo vácuo ou em autoclave que lhes permite total durabilidade e resistência.

    “A tendência para incorporar madeira nos projectos de construção ou decoração está a crescer de dia para dia, com os painéis de madeira ripada a assumirem-se como uma solução prática e simples com bastante procura. Contudo, não existiam ainda muitas soluções em madeira tratada que pudessem ser usadas no exterior, razão pela qual, enquanto especialista, lançámos este novo produto”, refere João Figueiredo, administrador da Carmo Wood.

    Disponíveis com três tipos de perfis diferentes – 16MM, 24MM e 35MM – os novos revestimentos são “fáceis e rápidos de aplicar” e proporcionam uma grande “multiplicidade de aplicações”, desde a decoração de uma parede interior, para criar diferentes ambientes e dividir espaços, para revestir fachadas ou tectos falsos interiores ou exteriores.

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    Kyndryl ganha infraestruturas TI da Mota-Engil

    A Kyndryl (NYSE:KD), fornecedor mundial de serviços de infraestruturas de Tecnologia da Informação (TI), e a Mota-Engil, assinaram um acordo através do qual a Kyndryl passa a fornecer gestão de serviços de infraestruturas de TI e de Digital Workplace

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    A Kyndryl vai gerir parte do ambiente de TI da Mota-Engil, desde a infraestrutura on-premises até à infraestrutura cloud já existente, bem como a gestão de todos os endpoints dos colaboradores e do stack Microsoft Office 365. A Kyndryl, fornecedora mundial de serviços de gestão de cloud híbrida e de sistemas e aplicações para utilizadores finais, irá implementar sistemas e protocolos de monitorização que irão permitir a análise em tempo real destes ambientes de TI para o processamento de dados em larga escala, permitindo identificar irregularidades ou falhas, e antecipar quebras nos sistemas para reduzir os impactos no negócio.

    “Seleccionámos a Kyndryl como nosso parceiro com base na competência comprovada e na sua vasta experiência e conhecimento. Graças a esta parceria, a Mota Engil será ainda mais eficaz no que respeita à prevenção e gestão de sistemas, de forma a aumentar os resultados do seu negócio”, afirma António Roque, IT Director da Mota-Engil Global.

    Os novos serviços vão permitir à Mota-Engil tirar partido da experiência da Kyndryl nas suas práticas de serviços Cloud e Digital Workplace.

    “O objectivo deste projecto é fortalecer a longa relação entre a Kyndryl e a Mota-Engil e fornecer serviços de TI totalmente revolucionários, permitindo que a Mota-Engil continue a expandir o seu negócio em Portugal e no mundo, de modo que se possa concentrar no seu negócio principal, apoiada por serviços de TI e parceiros de TI”, explica Paulo Coelho, practices leader da Kyndryl Portugal. “Esta parceria vai trazer à Mota-Engil os serviços especializados da Kyndryl, uma empresa internacional com um forte conhecimento na gestão de ambientes críticos de TI e permitir-nos-á, na Kyndryl, participar no crescimento de uma empresa portuguesa muito importante.”

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