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    Notre-Dame de Paris terá consumo eficiente de energia

    A organização Rebuilding Notre-Dame de Paris e a Schneider Electric assinaram um acordo de parceria que inclui doações em espécie e a transferência de conhecimentos sobre as soluções mais avançadas de gestão de energia

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    A organização Rebuilding Notre-Dame de Paris e a Schneider Electric assinaram um acordo de parceria que inclui doações em espécie e a transferência de conhecimentos sobre as soluções mais avançadas de gestão de energia

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    A Schneider Electric e a instituição pública responsável pela reconstrução da Notre-Dame de Paris assinaram um acordo de patrocínio no qual a Schneider Electric se compromete a contribuir para o restauro da catedral através de doações em espécie e da transferência de conhecimentos.
    O incêndio que danificou severamente a catedral aconteceu a 15 de Abril de 2019, tendo desencadeado uma extraordinária onda de solidariedade. “É natural que a Schneider Electric participe neste tipo de acções para apoiar locais tão emblemáticos e prestigiados, tal como fizemos no passado para a Comédie Française ou a Antartic Station,” mencionou Gilles Vermot-Desroches, director of citizenship and institutional affairs da Schneider Electric.

    A empresa vai fornecer todo o equipamento necessário para alimentar o local no que toca a energia: a estação de transformação, todos os quadros eléctricos e painéis de disjuntores e seus respectivos componentes.
    O acordo inclui também um Bulding Management System (BMS), ou seja, todas as ferramentas para a gestão de energia e o controlo do consumo: sensores, controladores, PLCs, bus de comunicação e um software associado que irá permitir aos operadores optimizar a utilização e o consumo da energia nas instalações. Adicionalmente, a Schneider Electric fornecerá também um inversor, um quadro de distribuição e iluminação de emergência.

    Para além dos equipamentos, a empresa é ainda responsável pela manutenção dos sistemas de distribuição de energia eléctrica do local, bem como pelo design, engenharia, comissionamento, programação dos sistemas instalados e formação dos futuros utilizadores.
    Cédric Larcher, Senior Project Manager da Schneider Electric França, é responsável pela implementação e acompanhamento do projecto. Habituado a projectos concebidos para ambientes específicos, ele e a sua equipa estão entusiasmados por trabalhar neste projeto que, para além do seu carácter de prestígio, é tudo menos convencional. Tal deve-se ao estatuto de monumento histórico da catedral, o que implica requisitos específicos, mas também à sua dimensão, logística, limitações de espaço e acesso (escadas, caves, abóbadas, etc.) e a resultante complexidade do trabalho.

    “Para a Schneider Electric, participar no restauro da Catedral Notre-Dame de Paris não é só uma parceria técnica, mas também humana,” afirmou Jean-Pascal Tricoire, Chairman e CEO da Schneider Electric. “Dá-nos a oportunidade de implementar as nossas soluções de gestão de energia mais seguras e inovadoras, colocando-as ao serviço de um lugar emblemático e estimado pelos cidadãos franceses e de todo o mundo. Este projecto é também uma aventura humana para os colaboradores que vão participar nos trabalhos nas instalações.”

    “Agradecemos à Schneider Electric pelo seu apoio no restauro da Notre-Dame de Paris. Dar energia a este monumento é um enorme desafio nos trabalhos que permitirão a sua reabertura em 2024. Estamos encantados por beneficiar das soluções inovadoras de gestão de energia da empresa, que vão permitir aos futuros colaboradores optimizar o seu consumo de energia. Estamos empenhados em integrar estas preocupações no restauro da catedral e estamos satisfeitos por contar com estes avanços técnicos no know-how francês que colocamos ao serviço do nosso património,” disse Philippe Jost, Deputy General Director da Instituição Pública para o Restauro da Notre-Dame de Paris.

    Os trabalhos no local vão começar dentro de poucos meses e vão assegurar o fornecimento de energia às instalações. O BMS tornará possível controlar e optimizar o consumo de energia do monumento, trazendo inovações do século XXI à catedral, património da humanidade e uma obra-prima da arte medieval.

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    Futura linha do TGV e novo aeroporto junta decisores políticos em Esposende

    Iniciativa promovida pela Associação Empresarial do Minho (AEMinho) decorre esta quarta-feira, dia 17 de Julho, no Centro Hípico do Norte, em Esposende

    A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) promove esta quarta-feira, dia 17 de Julho, no Centro Hípico do Norte, em Esposende, um debate subordinado ao tema “O novo aeroporto de Lisboa e a Linha TGV” e que contará com diversos decisores políticos, nomeadamente Rui Moreira, presidente da Câmara do Porto, Ricardo Rio, presidente da Câmara de Braga, António Cunha, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-Norte) e Alberto Castro, chairman da Altri, SGPS.

    De acordo com a organização, “a AEMinho pretende debater estas opções de mobilidade [novo aeroporto e linha TGV], quais os desafios e potencialidades destas ligações de Portugal para o mundo e qual o impacto que se vai fazer sentir nas empresas da nossa região”.

    O projecto de alta velocidade prevê viagens Porto-Lisboa com um tempo de duração de 1h15, incluindo ainda uma ligação a Vigo, um serviço directo e sem paragens. A construção está dividida em três fases, estando prevista a conclusão da primeira, o troço entre Porto e Soure, para 2028. No caso da cidade Invicta, e ancorado no projecto da responsabilidade da Infraestruturas de Portugal (IP), existe já um Plano de Urbanização para Campanhã, da autoria do arquitecto catalão Joan Busquets.

    Para além da importância do investimento em mobilidade ferroviária de alta velocidade para o acesso aos corredores internacionais e para a estruturação do eixo atlântico no transporte de passageiros, a AE Minho pretende debater a escolha do local do novo aeroporto de Lisboa e o impacto da sua construção para o desenvolvimento do País, nomeadamente para as pessoas e as empresas.

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    Geberit apresenta nova série de casas de banho para crianças

    A nova série Bambini apresenta autoclismos, placas de descarga, sanitas e lavatórios adequados para crianças, com cores alegres e um toque de diversão

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    A pensar nos mais pequenos, a especialista em louça sanitária, Geberit, apresenta a nova série Bambini. Com sanitas, lavatórios e placas de descarga de fácil acesso, a série contribui de forma “lúdica” para o seu desenvolvimento e educação em higiene pessoal, sendo adequado para creches e escolas primárias.

    As sanitas de chão da série Geberit Bambini têm design Rimfree, sem rebordos no interior da bacia, sendo fáceis de limpar e disponíveis em diferentes alturas. São fixadas às estruturas Geberit Duofix, especialmente desenvolvidas para a série. Com as novas estruturas Duofix Bambini é possível escolher a altura das sanitas e das placas de descarga conforme a necessidade das crianças.

    A série Geberit Bambini oferece, também, uma sanita suspensa que pode ser instalada a uma altura de 35 cm e com uma distância do chão de 7 cm. Já a Geberit Duofix para sanitas de chão para crianças e bebés (97 cm) com autoclismo de interior Sigma de 12 cm tem três posições predefinidas para a altura da placa de descarga: 78, 83 e 88 cm.

    Isto permite que a placa de descarga seja instalada a uma altura adequada para as crianças, dependendo da idade, e facilita o acesso dos mais pequenos às placas de descarga da água da sanita.

    As tampas e assentos das sanitas têm um design divertido e cores alegres que agradam muito aos mais pequenos. Estão disponíveis em verde floresta, vermelho carmim, azul oceano e branco.

    Por sua vez, as placas de descarga têm fundo branco com 2 botões em 2 tons coloridos que ajudam a identificar a meia descarga ou a descarga completa de forma muito intuitiva. Para os botões, é possível escolher entre: verde floresta/verde-claro, vermelho carmim/laranja e azul oceano/azul-claro.

    Os lavatórios apresentam três diferentes níveis, cada um deles adequado e acessível para diferentes faixas etárias. Estes níveis são representados como ondas suaves que conferem ao design um efeito divertido e fluido.

    As torneiras monocomando com misturador e as eletrónicas (accionamento sem contacto) têm um divertido aspecto de boneco (com olhos e boné) que convida a lavar as mãos. À paleta de cores da série, em verde, vermelho e azul, acrescentam uma opção mais clássica em cromado brilhante.

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    Anfaje critica atraso na execução do Programa Edifícios Mais Sustentáveis

    Mais de 80 mil candidaturas referentes a obras realizadas em 2023 estão ainda a ser avaliadas no âmbito do programa de apoio Edifícios Mais Sustentáveis. Para além dos atrasos, a falta de apoios previstos para 2024 é outro factor de preocupação para a Associação Nacional dos Fabricantes de Janelas Eficientes (Anfaje)

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    A Associação Nacional dos Fabricantes de Janelas Eficientes (ANFAJE) critica o atraso no Programa Edifícios Mais Sustentáveis que estará ainda a avaliar mais de 80 mil candidaturas referentes a um programa lançado em 2022, para obras realizadas em 2023 e cujo prazo de pagamento dos apoios será efectuado até final de 2024, segundo declarações recentes da Ministra do Ambiente e Energia.

    “Primeiro, sublinhamos a falta de informação. Até agora, tínhamos a indicação de que as 80 mil candidaturas que deveriam ter começado a ser avaliadas em Janeiro, ainda não estariam a ser revistas. Agora, temos a informação, através de declarações da Sra. Ministra [do Ambiente e Energia] que os apoios podem começar a ser pagos já em Julho e que serão pagos na totalidade até fim do ano”, afirma João Ferreira Gomes, presidente da ANFAJE. “Não conhecemos o processo e gostaríamos de saber como está a decorrer e com que prazos, para perceber como serão os próximos programas, mas o facto é que 80 mil portugueses, que esperavam ser reembolsados pelo programa em poucos meses, vão sê-lo, caso a sua candidatura seja aprovada, num ano ou perto disso”.

    O presidente da Anfaje sublinha que “o programa começou com vários problemas: o Aviso do Fundo Ambiental para a abertura das candidaturas foi realizado em meados de Agosto de 2023, normal época de férias dos portugueses, das empresas fornecedoras e das entidades habilitadas a esclarecer dúvidas acerca do programa e dos requisitos das candidaturas. Além disso, a dotação deste último Aviso foi apenas 30 milhões de euros, menos 100 milhões do que no Aviso anterior lançado para o mesmo programa, pelo que parece claramente insuficiente para dar respostas a todas as candidaturas que venham a ser aprovadas. Conforme a ANFAJE alertou no ano passado, continua a haver falta de planeamento no lançamento dos Avisos dos programas, prejudicando claramente a eficácia deste tipo de apoios na dinamização da economia portuguesa quanto ao objectivo de melhoria do conforto e eficiência energética dos edifícios portugueses”, termina João Ferreira Gomes.

    A Anfaje critica ainda o desenho do programa, uma vez que o PRR prometia apoios financeiros num período de 2021 a 2026, mas com a falta de planeamento e ambição, estão ainda por avaliar as candidaturas submetidas em 2023, relativas a obras de 2022, e que deveriam ser pagas em 2024. “Neste sentido, o ano de 2024 é um ano em que não existiram quaisquer possibilidades de continuação do programa e apoios aos portugueses para melhorar o conforto das suas habitações”, sublinha em comunicado a associação. A Anfaje continua a defender de que é indispensável articular estes programas e medidas do PRR, sob responsabilidade da execução do Fundo Ambiental, com a inscrição no Orçamento de Estado, de benefícios fiscais, em sede de IRS, para quem investe no conforto e na eficiência energética da sua habitação, conjugados com a existência de IVA à taxa reduzida de 6% para as janelas eficientes, à semelhança do que acontece para os aparelhos de ar condicionado.

    “Os apoios ao nível fiscal são indispensáveis para continuar a combater o nível de evasão fiscal na execução de pequenas obras. Todos ganham e o Estado ganha ainda mais”. Além disso, “estes programas precisam de ter calendários anuais claros e que sejam cumpridos, sob pena de defraudar as expectativas dos portugueses que querem melhorar o conforto e a eficiência energética das suas casas. Temos todo um sector que fica dependente de ciclos de procura e oferta imprevisíveis, prejudicando claramente as empresas e a dinamização da economia portuguesa”, refere o presidente da Anfaje.

    O Programa Edifícios Mais Sustentáveis tem tido resultados extremamente positivos, sendo vítima do seu próprio sucesso, acredita a Anfaje. “Estes programas e medidas públicas, devem ter um planeamento, uma estratégia antecipada de comunicação e implementação, com o envolvimento das associações sectoriais e das suas empresas”, defende João Ferreira Gomes.

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    Bosch lança nova aparafusadora de impacto sem fios

    Designada GDS 18V-1600 HC, a aparafusadora de impacto a bateria 3/4” proporciona aos utilizadores profissionais um controlo total e uma grande flexibilidade. O sistema Profissional 18V cobre todas as ferramentas sem fio da Bosch Professional para as principais aplicações de 18V

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    A Bosch está a ampliar o seu sistema Profissional 18V com o lançamento da GDS 18V-1600 HC, uma potente aparafusadora de impacto a bateria 3/4” que proporciona aos utilizadores profissionais um controlo total e uma grande flexibilidade ao trabalho com metal e também madeira. O seu binário de aperto de 1.600 Nm e o binário de desaperto de 2.200 Nm tornam esta aparafusadora ideal para trabalhar em aplicações industriais, tais como petroquímica, manutenção de camiões, máquinas de construção e manutenção de instalações.

    A GDS 18V-1600 HC é compacta e cómoda de usar devido ao comprimento da cabeça e ao peso. Um LED integrado na interface do utilizador da ferramenta apresenta aos profissionais a informação que necessitam, ao acender uma luz vermelha, amarela ou verde para mostrar o estado da bateria e da ferramenta. A aparafusadora de impacto oferece também três ajustes de velocidade e dois modos de aparafusar. O modo A está predefinido para parafusos de metal e B para parafusos de madeira. Ambos os modos podem ser personalizados através da aplicação Bosch Toolbox e guardados para aplicações posteriores. Esta chave de impacto é ideal para aplicações onde é necessária a máxima potência para remover porcas e parafusos oxidados e pintados. Este equipamento está disponível tanto na versão máquina única como com baterias ProCORE18V, que proporcionam um maior desempenho, são mais leves e compactas, permitem mais furações e cortes e têm uma vida útil até 135 por centro superior a uma bateria normal.

    Com a nova GDS 18V-1600 HC, completa-se a gama de aparafusadoras e chaves de impacto Bosch Professional, oferecendo modelos de ¼” (GDR), ½” (GDS) e as exclusivas versões combinadas de Bosch GDX, que incluem inserção de ¼” HEX + ½” na mesma ferramenta. Além disso, todos são rushless (motor sem escovas) e com um binário de aperto de 200 a 1600 Nm.

    O sistema Profissional 18V cobre todas as ferramentas sem fio da Bosch Professional para as principais aplicações de 18V. Adicionalmente, graças à aliança de baterias multimarca AmpShare, outras marcas e ferramentas fora da Bosch estão também cobertas. Desta forma, ao utilizar o mesmo sistema, as ferramentas dos parceiros desta aliança podem ser utilizadas com a mesma bateria de iões de lítio de 18V e um carregador único, o que permite aos utilizadores profissionais poupar tempo, espaço e dinheiro.

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    Consórcio 5G.RURAL leva 5G a 70 mil pessoas em zonas remotas do Alentejo

    O projecto 5G.RURAL – 5G for rural smart communities of tomorrow, nasce de um consórcio liderado pela dstelecom e tem a ambição de garantir, até 2026, a implementação de uma panóplia de casos de uso assentes em 5G em zonas remotas do Alentejo, em áreas como a saúde, educação, energia, agricultura, turismo, arte e cultura, dando cobertura 5G a mais de 70 mil pessoas nesta região

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    A iniciativa foi aprovada no âmbito do mecanismo CEF (Connecting Europe Facility), no pilar Digital (CEF Digital), no âmbito da medida “5G for Smart Communities”, tendo sido seleccionada a par de nove outras propostas em território europeu. O projecto 5G.Rural está orçamentado em 5,3 milhões de euros, contando com um cofinanciamento de 75% por parte da Comissão Europeia, e reúne, além da dstelecom, líder do consórcio, a NOS, a Innovation Point e a IrRadiare.

    “A rede 5G não só melhorará a conectividade, como também irá promover o acesso a um conjunto de aplicações inovadoras, desde acção social e apoio ao envelhecimento activo, até educação com realidade aumentada e virtual, eficiência energética, agricultura, arte, cultura e turismo”, garante Ricardo Salgado, CEO da dstelecom.

    Os trabalhos de construção e operacionalização da rede vão durar três anos, com um foco na promoção de comunidades inteligentes e desenvolvimento de zonas com menor densidade populacional através da utilização da tecnologia 5G.

    Com o “5G.RURAL”, o consórcio pretende implementar uma solução escalável que integre as antenas e restantes componentes necessários de uma forma sustentável e integrada na paisagem, quer urbana como rural, já existente.
    “Estas soluções são concebidas para possibilitar a interacção com as comunidades. Além disso, queremos, no futuro, expandir os serviços disponíveis nesta infraestrutura, como quiosques digitais, carregadores eléctricos e outros recursos adicionais que promovam a ligação com as populações”, esclarece.

    O consórcio está já a trabalhar no desenvolvimento de várias soluções para implementação da rede 5G em neutral host.  “Depois de nos consolidamos no mercado enquanto multioperador da rede fibra em zonas com maior carência ao nível digital, nunca escondemos a nossa ambição de replicar o modelo de negócio neutro e de partilha no 5G e acelerar a sua implementação nas zonas rurais”, conclui Ricardo Salgado.

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    Monografia dos Granitos e Xistos, pedreira de xisto da Solicel, 3 Novembro de 2021, em Foz Côa. PAULO CUNHA / SLIDESHOW

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    BROOT une artistas, arquitectos e designers à indústria da Pedra Natural

    A ASSIMAGRA, lidera o projecto BROOT, o qual une diferentes sectores em torna da indústria da pedra natural nacional. A primeira colecção – “Dialogues” -, é composta por 25 peças únicas e irá marcar presença nas principais feiras internacionais de design e arquitectura, a começar em Setembro com a INDEX Saudi Arabia

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    BROOT, Dialogues from Within, o mais recente projecto liderado pela Associação Portuguesa da Indústria dos Recursos Minerais, ASSIMAGRA, funciona como um laboratório de inovação e criatividade que fomenta novas parcerias dentro de áreas que partilham a forte herança da pedra natural, principal matéria que brota da terra para se tornar obra.

    Promovido e coordenado pela Associação Portuguesa da Indústria dos Recursos Minerais, com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) no âmbito da Agenda Verde Sustainable StoneByPortugal, BROOT tem o propósito de promover o diálogo e a inovação entre diferentes sectores, reforçando a internacionalização da indústria nacional.

    O objectivo do projecto é o de reforçar as dinâmicas de inovação e internacionalização das PME associadas à indústria da pedra natural, através de actividades tão diferenciadoras como a concepção e produção de uma colecção com peças de design originais.

    A colecção vai marcar presença nas principais feiras internacionais de design e arquitectura. A começar em Setembro com a INDEX Saudi Arabia, mas também na Maison et Objet (Janeiro 2025), a Milan Design Week (Abril 2025), a NYCxDesign (Maio 2025) e a Expo Osaka (Abril a Outubro 2025).

    Com curadoria de Gisella Tortoriello, a primeira coleção intitula-se “Dialogues” e surge do diálogo entre designers, artistas e arquitectos. Composta por 25 peças únicas e originais, coloca a pedra natural a dialogar com diferentes materiais sustentáveis, originários de várias regiões do país.

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    22ª edição da FIMAP com crescimento de 40%

    A FIMAP pretende impulsionar os sectores da indústria da madeira, silvicultura, exploração florestal e biomassa a nível nacional e internacional. A sua 22ª edição tem lugar de 24 a 26 de Outubro, na Exponor, e irá apresentar novas tecnologias, soluções e materiais inovadores que promovam práticas responsáveis

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    A Exponor vai receber, entre os dias 24 e 26 de Outubro, a 22ª edição da Feira Internacional de Máquinas, Acessórios e Serviços para a Indústria da Madeira, Silvicultura, Exploração Florestal e Biomassa, FIMAP. O evento pretende atrair empresas e profissionais de diversos países

    Em 2024, a feira passará a incluir os sectores de silvicultura e exploração florestal, destacando máquinas, equipamentos de apoio à produção e serviços para o sector florestal, além das indústrias transformadoras de madeira e resíduos florestais. Foi ainda reforçado o sector da Biomassa, ressaltando a sua importância como fonte de energia renovável. Esta actualização já impulsionou o aumento de área da Feira, 40% superior à da edição anterior.

    “A FIMAP não é apenas uma feira, é um catalisador de mudanças e inovações na indústria da madeira e sectores correlacionados. Estamos comprometidos em apresentar as últimas tecnologias e soluções, mas também em impulsionar práticas que respeitem e preservem o meio ambiente”, explica Amélia Estevão, directora de Marketing da Exponor.

    Pretende-se que o evento traga uma visão actualizada do mercado, como também proporcione oportunidades de networking e de negócios a todos os participantes. A empresa Lignotec estará entre os expositores, oferecendo a sua expertise de 25 anos. Para a empresa, a FIMAP é um cenário onde sempre se desenvolveram negócios, devido à sua importância no calendário nacional. “A FIMAP é muito importante para o sector e consegue chegar a um forte número de clientes, agregada ao seu reconhecimento de bem fazer”, afirma Vitorino Pacheco, CEO da Lignotec.

    A edição que se avizinha procura destacar as soluções para um planeta mais sustentável, mas também incentivar os participantes a adoptarem práticas inovadoras. A Lignotec, por exemplo, está comprometida em liderar esse movimento ao apresentar os seus novos sistemas de construção de casas em madeira, que reduzem significativamente a pegada de carbono, promovendo a sustentabilidade e a economia circular. Com uma previsão de 30% de crescimento face à última edição, a FIMAP promete ser um ponto crucial para o setor, reunindo um leque diversificado de intervenientes que apresentem as últimas inovações em prol do planeta.

    Além da exposição, a feira contará com workshops e palestras, que garantem a troca de conhecimento entre profissionais do ramo. Apresentar as últimas tendências e aliá-las aos negócios será um dos objectivos, por isso o certame vai concentrar-se nos temas que dominam a agenda. Segundo Vitorino Pacheco, a falta de mão de obra especializada e o aparecimento de novos produtos para colmatar a falta de matéria-prima, nomeadamente, a madeira, são os temas que têm vindo a moldar o sector. Estes e outros assuntos serão debatidos no programa, que será divulgado em breve.

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    Centros Comerciais Alegro recebem projectos de autoconsumo em parceria com a Helexia

    Os projectos contemplam não só a instalação de painéis solares, que visam reduzir significativamente as facturas de energia dos centros comerciais, mas também a disponibilização de postos de carregamento eléctrico no Alegro Setúbal que permitem a carga de seis veículos em simultâneo

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    A Helexia, empresa internacional do sector da energia renovável, e a Nhood, plataforma de soluções e serviços imobiliários, uniram-se para implementar dois projectos de autoconsumo solar. Implementados nos Centros Comerciais Alegro Castelo Branco e Alegro Setúbal, activos sob gestão da Nhood, os projectos totalizam um investimento de 800 mil euros por parte da Helexia.

    Os projectos contemplam não só a instalação de painéis solares, que visam reduzir significativamente as facturas de energia dos centros comerciais e diminuir a dependência da rede eléctrica convencional, mas também a disponibilização de postos de carregamento eléctrico no Alegro Setúbal que permitem a carga de seis veículos em simultâneo.

    No Alegro Castelo Branco, a instalação de 912 painéis solares com 492 kWp terá capacidade para produzir anualmente 750 MWh de energia limpa, evitando a emissão de 352 toneladas de CO2 por ano. Isto vai representar uma poupança no consumo de energia eléctrica para o centro comercial de 40%.

    Já no Alegro Setúbal, serão instalados 1214 painéis solares, com 558 kWp, que vão produzir, anualmente, 798 MWh de energia limpa e evitar a emissão de 359 toneladas de CO2 por ano, o que equivale a uma redução de energia eléctrica de 29%.

    “Estamos entusiasmados por contribuir para um futuro mais sustentável através da implementação destes projectos de autoconsumo solar e mobilidade eléctrica em parceria com a Nhood. Acreditamos que a transição para uma energia verde é a solução para mitigar as emissões de CO2 e promover uma sociedade mais consciente do seu impacto no planeta”, afirma João Guerra, director de Marketing e Comunicação da Helexia Portugal.

    “Estamos comprometidos em promover iniciativas sustentáveis e relevantes para as comunidades e estes projetos vêm reforçar esse mesmo compromisso. A instalação de painéis solares e carregadores para veículos eléctricos vai, não só, permitir-nos melhorar o desempenho energético e optimizar os custos operacionais, como também reforçar o nosso posicionamento no mercado enquanto empresa do sector imobiliário que se preocupa em gerar valor e contribuir para um planeta e um futuro melhor”, afirmou, também, João Jesus, director de Sustentabilidade e Operações da Nhood.

    Com a transição para uma fonte de energia mais limpa e sustentável, espera-se uma redução substancial das emissões de gases com efeito de estufa, reforçando o compromisso estabelecido pela Nhood para alcançar a neutralidade carbónica até 2040.

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    José Dias, à esquerda, com Rui Abreu

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    José Dias assume presidência da APAL

    José Dias, Strategic Unit director da Hydro em Portugal, irá assegurar a gestão da associação nos próximos dois anos, sucedendo Rui Abreu, que se mantem como vogal do Conselho Fiscal

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    José Manuel Pereira Dias, (à esquerda na imagem), Strategic Unit director da Hydro em Portugal, é o novo presidente da Associação Portuguesa do Alumínio, APAL, cujos associados representam no país a indústria do alumínio. A eleição teve lugar durante a última Assembleia Geral da APAL.

    Manter a linha de actuação da associação e dar continuidade à promoção das potencialidades do alumínio como material inteligente e sustentável nos diferentes sectores em Portugal é o principal objectivo deste novo mandato. Com mais de 40 anos, a associação dedica-se à promoção das potencialidades do alumínio enquanto material inteligente e sustentável no mercado português e à representação dos interesses dos seus associados junto da tutela, Governo e outras instituições relevantes.

    Com mais de 20 anos de experiência no setor do alumínio, José Dias, integrou a indústria com a chegada do Grupo Sueco, SAPA, a Portugal, onde desempenhou funções como director Regional de Vendas. Em 2013 integra a TECHNAL como director Executivo da ALUMIL Angola, responsável pela colaboração com o Grupo Grego no mercado angolano.

    O novo presidente da APAL integra há nove anos a Hydro Building Systems Portugal, onde se mantém até hoje, a exercer a função de Strategic Unit director com a responsabilidade da gestão das marcas do grupo no mercado português, desde 2021.

    “Esta nova liderança representa um enorme desafio pessoal, alicerçado na confiança de uma direcção coesa e experiente, que irá garantir que a APAL esteja sempre presente na defesa dos interesses dos seus associados, assim como, garantir o contributo dos mesmos nos projectos estratégicos mais importantes para o futuro do sector”, afirma José Dias.

    A Associação Portuguesa do Alumínio tem hoje como associados 54 empresas e representa em Portugal as marcas internacionais de qualidade das indústrias do alumínio e do tratamento de superfície de metais, como as indústrias de extrusão, de anodização, de lacagem, de aplicação, de limpeza e manutenção.

    A associação tem desenvolvido múltiplas acções de sensibilização para a sustentabilidade, com foco nas vantagens da utilização do alumínio como material circular em diversos sectores, nomeadamente, lançou este ano a nova campanha institucional para 2024 com destaque na promoção das potencialidades do alumínio nos sectores da Mobilidade, Energia, Construção e Indústria, para alcançar uma sociedade neutra em carbono, de forma a contribuir para definir uma construção mais sustentável ajudando a atingir uma economia circular no sector.

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    LG adquire Athom para “potenciar” negócio de espaços inteligentes

    Com uma participação de 80% na Athom, os restantes 20% deverão ser adquiridos nos próximos três anos. O objectivo é conectar a tecnologia da Athom com a plataforma LG ThinQ com IA generativa para fazer a gestão de electrodomésticos e dispositivos loT para criar um ambiente personalizado

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    A LG Electronics adquiriu recentemente uma participação de 80% na Athom, uma empresa que actua no sector de plataformas para casas inteligentes, sediada em Enschede, nos Países Baixos, sendo que este acordo prevê a aquisição dos restantes 20% nos próximos três anos. Esta operação estratégica procura optimizar a conectividade da LG dentro dos ecossistemas abertos de smart homes.

    Ao integrar as capacidades da Athom com a tecnologia ‘Affectionate Intelligence’ da LG, a empresa demonstra o seu compromisso com a liderança de uma nova era de inovação doméstica impulsionada por IA.

    A LG planeia integrar a ampla conectividade da Athom, ao nível de milhares de electrodomésticos, sensores e dispositivos de iluminação, com a plataforma LG ThinQ com IA generativa, com o objectivo de criar uma casa inteligente com soluções optimizadas para o espaço em questão, o que permite adquirir um conhecimento mais profundo do utilizador.

    Desta forma, nestas LG Smart Homes, os clientes vão interagir com IA generativa, que fará a gestão de electrodomésticos e dispositivos loT para criar um ambiente personalizado, adaptado às suas preferências.

    A LG procura expandir as diferentes experiências das casas inteligentes para diversos espaços onde os clientes passam o seu tempo, como os espaços comerciais e ambientes de mobilidade, de forma a concretizar efectivamente e fazer evoluir o conceito de ‘espaço inteligente’.

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