Edição digital
Assine já
    PUB

    Zonas escritórios Lisboa (Fonte: JLL)

    Imobiliário

    Escritórios: ESG e sustentabilidade ‘ditam as regras’ para os próximos anos

    Mercado de Lisboa abranda no primeiro trimestre de 2023, mas esta situação não é propriamente uma novidade para quem trabalha no sector, depois de um 2022 com um número recorde de pré-arrendamentos e que terá “inflacionado” os números de take-up. Além disso, não é de descartar, também, que o sentimento de insegurança económica que se vive possa influenciar no tempo de decisão das empresas. O CONSTRUIR foi tentar perceber junto das principais consultoras qual o retrato actual do mercado de escritórios e quais as principais tendências

    Cidália Lopes

    Zonas escritórios Lisboa (Fonte: JLL)

    Imobiliário

    Escritórios: ESG e sustentabilidade ‘ditam as regras’ para os próximos anos

    Mercado de Lisboa abranda no primeiro trimestre de 2023, mas esta situação não é propriamente uma novidade para quem trabalha no sector, depois de um 2022 com um número recorde de pré-arrendamentos e que terá “inflacionado” os números de take-up. Além disso, não é de descartar, também, que o sentimento de insegurança económica que se vive possa influenciar no tempo de decisão das empresas. O CONSTRUIR foi tentar perceber junto das principais consultoras qual o retrato actual do mercado de escritórios e quais as principais tendências

    Cidália Lopes
    Sobre o autor
    Cidália Lopes
    Artigos relacionados
    RE Capital anuncia joint venture para investimento de 66 M€ no Algarve
    Imobiliário
    Seguradora AXA adquire participação maioritária de novos escritórios junto ao Colombo
    Imobiliário
    ERA Portugal regista crescimento no 1º trimestre de 2024
    Construção
    Soluções ‘agrivoltaicas’ para um futuro sustentável
    Empresas
    Imovendo: A proptech portuguesa que é uma imobiliária
    Empresas
    Kimpton Lisbon inaugura em 2026
    Imobiliário
    3D Kimpton Lisbon
    A Tor Holding e a ELIE SAAB anunciam uma parceria para a estreia do sector imobiliário duplo na Turquia
    Imobiliário
    Arquitecto britânico John Pawson assina projecto de 110M€ na Herdade da Palheta
    Arquitectura
    Empreendimento ‘Parque Atlântico’ vendido na totalidade
    Imobiliário
    Vanguard formaliza parceria com Vhils para transformar Muda num “espaço artístico único”
    Imobiliário

    Tem sido um dos mercados mais dinâmicos dos últimos anos, não só pela elevada rotatividade que verifica, como pelas alterações nas tendências destes espaços, que se acentuaram com a pandemia de covid-19 e à qual os promotores rapidamente souberam responder. Num mercado onde nem sempre é possível adequar a oferta existente às exigências das empresas, a entrada de oferta nova no mercado é fundamental para manter níveis procura

    No final do primeiro trimestre de 2023, o mercado de escritórios de Lisboa contabilizou um volume de absorção total de aproximadamente 20 mil metros quadrados (m2), revelando uma descida acentuada de 69% face ao período homólogo do ano 2022. Comparativamente, com a média dos primeiros trimestres dos últimos anos cinco anos, o resultado ficou igualmente 55% abaixo da média cifrada nos 43 mil m2.

    Não obstante, o número de operações fechadas observou um aumento de 20% relativamente ao primeiro trimestre de 2022. Contudo, estas forma direccionadas para áreas de menor dimensão, com uma média por operação a rondar os 500 m2, o que se traduz num menor take-up.

    Segundo Frederico Leitão de Sousa, head of Corporate Solutions da Savills Portugal, estes resultados “naturais e expectáveis” e que “devem ser analisadas com o devido enquadramento”. “A quebra mais acentuada deve ter em consideração a base comparativa que é bastante elevada, já que 2022 foi o ano dos pré-arrendamentos que inflacionaram ao longo de todos os trimestres o volume de absorção, colocando maior pressão nos números de 2023”, reforça.

    Uma opinião partilhada, também, por António Almeida Ribeiro, director de AT&T Offices da CBRE, que destaca, contudo, os actuais “tempos de incerteza” devido ao aumento das taxas de juro e dos custos de energia.

    “A crise das tecnológicas e dos bancos nos estados Unidos poderão ter impacto na Europa e nos respectivos desfechos”, refere.

    Mariana Rosa, head of Markets Advisors da JLL

    Edifícios com pouca iluminação, falta de preocupação com a sustentabilidade e baixo nível de conforto já não são considerados nas novas procuras por escritórios” (Mariana Rosa, head of Markets Advisory da JLL)

     

    Já Mariana Rosa, head of Markets Advisory da JLL, recorda que este “desaceleramento” é transversal a várias cidades europeias, tais como Paris, Berlim e Londres e que, “historicamente”, o primeiro trimestre sempre apresentou baixa absorção. “E em anos de incertezas devido às decisões de redução de custos das empresas, já era esperado que houvesse menos actividade do que em anos anteriores”, afirma.

    Também Bernardo Zammit e Vasconcelos, head of Agency da Worx, considera que o actual cenário era “expectável” dado que a área média em 2022 estava “inflacionada” por transacções de grande dimensão. “Este ano, a área média transaccionada deverá aproximar-se mais à realidade dos últimos anos, que ronda os 1100 m2. Ainda assim, antecipamos uma taxa de absorção superior à média dos últimos cinco anos”, indica.

    Oferta para 2023 com mais de 60% de ocupação

    Entretanto, o mercado está já a “sentir os efeitos do pipeline de projectos em desenvolvimento”. A maioria dos edifícios concluídos em 2022 (World Trade Center, EXEO, ALLO e DP11), foram arrendados através de negócios de pré-arrendamento. Da mesma forma, “os edifícios que serão finalizados este ano e nos próximos são vistos como soluções para as empresas que procuram escritórios e espera-se que sejam ocupados rapidamente”, indica Mariana Rosa.

    Também a Worx antecipa que “praticamente a totalidade” do activos com entrega prevista ainda este ano já têm contratos de pré-arrendamento, o que demonstra “a capacidade do mercado em absorver produtos novos ou totalmente reabilitados”.

    Antonio Almeida Ribeiro, director de A&T Offices da CBRE

    Quem procurar um edifício novo ou reabilitado continuará com uma enorme limitação de opções, pelo que acreditamos que os pré-arrendamentos poderão ter um peso considerável na absorção total de 2023. Continuaremos indiscutivelmente com uma escassez de oferta de qualidade, os chamados edifícios de escritório grade A” (António Almeida Ribeiro, director de A&T Offices na CBRE)

    Uma realidade que, de acordo com a CBRE, vai perpetuar a “escassez de oferta de qualidade”, na medida que “quem procurar um edifício novo ou reabilitado continuará com uma enorme limitação de opções, pelo que acreditamos que os pré-arrendamentos poderão ter um peso considerável na absorção total de 2023”. António Almeida Ribeiro ressalva, ainda, que “toda esta nova oferta está comprometida à excepção de um edifício de quatro mil m2 no CBD1 e de um projecto de 40 mil m2 na zona norte de Lisboa”.

    Frederico Leitão de Sousa destaca, ainda, a necessidade de uma aposta numa reabilitação “profunda e pensada”, sobretudo do ponto de vista da sustentabilidade. “No centro da cidade é necessário repensar o existente de forma inteligente, preservar a nossa identidade, mas agora também com um olhar no futuro e nas metas de sustentabilidade que vamos todos, obrigatoriamente, ter de atingir no curto prazo”, acrescenta.

    Zona 6 com maior área disponível

    As zonas 3 (Nova Zona de Escritórios), que inclui áreas como a Praça de Espanha e a 2ª Circular, e a zona 6 (Corredor Oeste), ao longo da A5 Lisboa / Cascais, com 3794 m2 e 3729 m2, respectivamente, verificaram os volumes de absorção mais altos dos primeiros três meses do trimestre, ao contrário do que se verificou durante o ano de 2022, em que a zona do corredor oeste apresentou menos actividade.

    Contudo, uma maior procura nesta zona também pode ser explicado pela necessidade das empresas precisarem responder a políticas internas de redução de custos, devido aos “preços mais competitivos que esta zona apresenta e à disponibilidade de produtos para uso”, indica Mariana Rosa.

    Uma tendência que se irá acentuar, considera Bernardo Zammit e Vasconcelos, tendo em conta a “falta de oferta nas zonas mais centrais de Lisboa”, assim como pela esperada “descida da vacancy na Prime CBD e CBD”. “Há que ter em conta que também existe oferta de escritórios novos e de grande qualidade no Corredor Oeste, como, por exemplo, o World Trade Center, que podem, por si, motivar a mudança para instalações mais modernas e sustentáveis”.

    Numa analise mais abrangente, Frederico Leitão de Sousa, refere que, ainda que a zona 6 conte com 167 mil m2 disponíveis, “a grande percentagem destes espaços são datados e não cumprem critérios básicos de eficiência”. Neste sentido, a oferta “real”, apta ao cumprimento dos actuais requisitos de ocupação das empresas, “é na verdade menor”. Ainda assim, “os valores de renda mais acessíveis face aos praticados noutras zonas da cidade justificam a elevada dinâmica de take-up”, indica o responsável da Savills.

     

    Frederico Leitão Sousa, head of Corporate Solutions da Savills Portugal

    Dos 114 mil m2 de novos espaços de escritórios previstos, mais de 60% já está pré-arrendado. “O que evidencia, não só a actual dinâmica do mercado, como a escassez de espaços de qualidade superior” (Frederico Leitão de Sousa, head of Corporate Solutions da Savills Portugal)

    Oferta “desajustada”

    Qualidade, sustentabilidade, conforto e inovação, assim como espaços amplos são os principais requisitos que estão na base da procura de escritórios actualmente. No entanto, verifica-se, ainda, “uma grande escassez de produtos com essa qualidade no mercado”, afirma Mariana Rosa.

    Esta situação tem levado as empresas a fecharem negócios de pré-arrendamento, para garantir tanto a qualidade futuro do edifício, como a sua localização. Talvez por isso, dos 114 mil m2 de novos espaços de escritórios previstos, mais de 60% já está pré-arrendado. “O que evidencia, não só a actual dinâmica do mercado, como a escassez de espaços de qualidade superior”, indica, ainda, Frederico Leitão de Sousa.

    Também António Almeida Ribeiro, acredita que a carência de “oferta nova e de qualidade” se irá manter durante ao ano de 2024., “levando a que muitas empresas adiem a sua mudança de escritórios”.

    Já Bernardo Zammit e Vasconcelos antecipa que “a crescente preocupação com a sustentabilidade e respectivas certificações terão um papel decisivo nesta matéria pois vão elevar a fasquia da qualidade dos edifícios”.

    Um caminho que se fará em dois sentidos. Por um lado, através da “reabilitação de edifícios existentes” no centro da cidade e, por outro, com edifícios totalmente novos, em particular nas zonas 5 (Parque das Nações) e 6 (Corredor Oeste).

     

    Bernardo Zammit e Vasconcelos, head of Agency da Worx

    Renovações e melhorias dos activos, dotando-os de infraestruturas mais modernas e eficientes, adequados aos critérios de certificações como a BREEAM ou a LEED” são o caminho para “manterem o seu activo comercialmente mais apelativo, assim como potenciar o upside na renda futura” (Bernardo Zammit e Vasconcelos, head of Agency da Worx)

    Oportunidade para melhorar espaços

    Com a deslocação das empresas de um espaço para outros, muitos serão os que ficarão vazios. Não obstante ser um processo do ciclo imobiliário normal, a procura existente ará com que estes espaços sejam novamente ocupados. “Há sempre empresas que procuram espaços mais acessíveis financeiramente ou apenas um espaço temporário para o arranque da sua actividade”, afirma Frederico Leitão de Sousa.

    Por outro lado, esta dinâmica é, também, uma oportunidade para os proprietários investirem nos seus espaços. “Edifícios com pouca iluminação, falta de preocupação com a sustentabilidade e baixo nível de conforto já não são considerados nas novas procuras por escritórios”, refere Mariana Rosa.

    Efectivamente, as actuais exigências dos edifícios assim o ditam. “Renovações e melhorias dos activos, dotando-os de infraestruturas mais modernas e eficientes, adequados aos critérios de certificações como a BREEAM ou a LEED” são o caminho para “manterem o seu activo comercialmente mais apelativo, assim como potenciar o upside na renda futura”, indica Bernardo Zammit e Vasconcelos.

    Sobre o autorCidália Lopes

    Cidália Lopes

    Jornalista
    Mais artigos
    Artigos relacionados
    RE Capital anuncia joint venture para investimento de 66 M€ no Algarve
    Imobiliário
    Seguradora AXA adquire participação maioritária de novos escritórios junto ao Colombo
    Imobiliário
    ERA Portugal regista crescimento no 1º trimestre de 2024
    Construção
    Soluções ‘agrivoltaicas’ para um futuro sustentável
    Empresas
    Imovendo: A proptech portuguesa que é uma imobiliária
    Empresas
    3D Kimpton Lisbon
    Kimpton Lisbon inaugura em 2026
    Imobiliário
    A Tor Holding e a ELIE SAAB anunciam uma parceria para a estreia do sector imobiliário duplo na Turquia
    Imobiliário
    Arquitecto britânico John Pawson assina projecto de 110M€ na Herdade da Palheta
    Arquitectura
    Empreendimento ‘Parque Atlântico’ vendido na totalidade
    Imobiliário
    Vanguard formaliza parceria com Vhils para transformar Muda num “espaço artístico único”
    Imobiliário
    PUB
    Imobiliário

    RE Capital anuncia joint venture para investimento de 66 M€ no Algarve

    Com 43 unidades, o Villas Lobo apresenta-se como um projecto sustentado pelo “compromisso com o design ecológico” e que trará conceitos de habitação “inovadores” ao Algarve. A sua construção está prevista iniciar ainda este ano

    CONSTRUIR

    A RE Capital, empresa pan-europeia de investimento, desenvolvimento e gestão de activos imobiliários, em parceria com o Real Estate Investment Group (REIG ) anunciam a venda de uma participação maioritária no seu projecto Villas Lobo a um experiente fundo local de capital privado. A equipa de Desenvolvimento de Capital de Mercados da JLL actuou em nome da RE Capital sob um mandato exclusivo. As partes irão desenvolver o projecto em conjunto, com previsão de início ainda em 2024.

    A venda cria uma nova joint venture centrada num projecto residencial de luxo de 66 milhões de euros, Villas Lobo, localizado em Vale do Lobo, no Algarve e que representa a entrada da promotora no Sul do País.

    “Temos um histórico de sucesso em Lisboa e estamos ansiosos por criar um empreendimento residencial de classe mundial no coração do Algarve. É considerado um dos destinos mais exclusivos de Portugal e o projecto dá-nos a oportunidade de trazer ao mercado um desenvolvimento escalável e diferente de qualquer outro na área”, afirmou Newman Leech, CEO da RE Capital.

    Com 43 unidades, o Villas Lobo apresenta-se como um projecto sustentado pelo “compromisso com o design ecológico” e que trará conceitos de habitação “inovadores” ao Algarve, marcando “uma nova era no imobiliário residencial na região”.

    “Esta colaboração incorpora uma partilha de conhecimentos e capacidades, culminando num empreendimento residencial único. Com o início das obras de infraestrutura, esperamos trazer um novo produto ao mercado, um oásis dentro do já consolidado Villas Lobo Resort”, destaca Nuno Santos, head of Portugal da RE Capital.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Seguradora AXA adquire participação maioritária de novos escritórios junto ao Colombo

    A transacção envolve 74% da participação da Sonae Sierra no futuro edifício de escritórios em construção junto ao Centro Comercial Colombo e que será concretizada no próximo mês de Maio

    CONSTRUIR

    A Sonae Sierra vai vender parte maioritária do novo edifício de escritórios em construção junto ao Centro Comercial Colombo à seguradora francesa AXA Investment Managers.

    A aquisição, que abrange 74% do veículo que está a promover o edifício, vai ser concretizada no próximo mês de Maio.

    Fruto de um investimento de 118 milhões de euros, a futura ‘Torre Norte’ somará 35 mil metros quadrados (m2) de área bruta de construção dividida em nove pisos, sendo, por isso, o edifício de escritórios com maior área disponível por pisos, o que “permite ir à procura dos grandes arrendatários”, destacou o administrador Alexandre Fernandes, responsável pela área de development da Sonae Sierra

    Com conclusão prevista para o final de 2025, as obras deste edifício arrancaram há cerca de um ano e meio.

    O Centro Comercial Colombo foi inaugurado m 1997 e tem vindo a expandir a sua área de escritórios, com a construção da Torre Este em 2009 e da Torre Oeste em 2011. Já em 2015, o Grupo anunciou a construção de mais duas torres, contudo, depois do projecto ter sido revisto pela autarquia de Lisboa acabaria por ser apenas aprovada a construção de um novo edifício.

    Com negócios em diferentes áreas, recentemente, a Sonae Sierra a realização de uma joint-venture com a PGIM para a industria hoteleira, cujo primeira unidade será no Porto.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    3D Kimpton Lisbon

    3D Kimpton Lisbon

    Imobiliário

    Kimpton Lisbon inaugura em 2026

    IHG Hotels & Resorts e a Real Hotels Group trazem a Kimpton Hotels & Restaurants para Lisboa. O hotel ficará localizado no centro da cidade, no antigo Hotel Real Parque, e irá reforçar o crescente portefólio luxury and Lifestyle da IHG em Portugal

    CONSTRUIR

    A IHG Hotels & Resorts (IHG) e o Real Hotels Group vão abrir o Kimpton Lisbon, o primeiro hotel da Kimpton Hotels & Restaurants na capital portuguesa. Com abertura prevista para o início de 2026, o boutique hotel de luxo é o segundo Kimpton a chegar a Portugal, após a assinatura do Kimpton Algarve São Rafael Atlântico, no final de 2023.

    Através de um acordo de franchising com o Real Hotels Group, o hotel terá uma representação da marca Kimpton, com 141 quartos e áreas públicas redesenhadas para se inspirarem na luz e nas cores da cidade. Desde espaços únicos e orientados para o design, com acabamentos de alta qualidade, até restaurantes e bares sazonalmente inspirados – incluindo um bar e piscina no rooftop.

    O Kimpton Lisbon junta-se ao portefólio de rápido crescimento de luxo e estilo de vida da IHG, agora o segundo maior do mundo, e reforça o seu objectivo na crescente presença no país. No segmento de luxo e estilo de vida, a IHG opera seis hotéis em funcionamento e tem mais sete em desenvolvimento para marcas como Six Senses, Hotel Indigo, e os recém-inaugurados Convent Square Lisbon e Casa da Companhia no Porto, da colecção Vignette.
    “Em conjunto com os nossos parceiros do Real Hotels Group, estamos muito felizes por trazer a nossa marca Kimpton para a vibrante e culturalmente rica cidade de Lisboa. O hotel é uma excelente adição ao nosso crescente portefólio Luxury & Lifestyle em Portugal, juntando-se ao recentemente assinado Kimpton Algarve São Rafael Atlântico”, refere Willemijn Geels, VP Development, Europa, da IHG Hotels & Resorts.

    Por sua vez Eurico Almeida, CEO do Real Hotels Group, referiu aguardar “com expectativa a combinação da empresa global IHG com a reconhecida combinação de luxo e identidade única Kimpton, em parceria com o premiado grupo de arquitectura e design, Rockwell, e a sua imersão no coração de Lisboa”. O Kimpton Lisboa será o oitavo hotel em parceria com a IHG Hotels & Resorts.

    A IHG adquiriu a Kimpton Hotels & Restaurants, em 2018, e desde então liderou sua expansão para a Europa e não só. O Kimpton Lisbon junta-se a um portefólio de oito hotéis Kimpton no Reino Unido e na Europa continental e faz parte do portefólio global da Kimpton, com 78 hotéis em 12 países, representando 13.721 quartos. A IHG Hotels & Resorts opera actualmente 20 hotéis em sete marcas em Portugal, incluindo Six Senses, InterContinental, Vignette Collection, Crowne Plaza, Holiday Inn, Holiday Inn Express e Iberostar.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos

    A Tor Holding e a ELIE SAAB anunciam uma parceria para a estreia do sector imobiliário duplo na Turquia

    Istambul – ELIE SAAB, um dos principais nomes mundiais da alta costura e uma estimada marca de estilo de vida de luxo, e TOR HOLDING, um promotor imobiliário turco conhecido pelos seus projectos inovadores e colaborações globais, anunciam a sua parceria para o lançamento de dois projectos imobiliários na Turquia.

    Brand SHARE

    A colaboração assinala um marco significativo no sector imobiliário da Turquia, uma vez que o segmento de luxo local está a sofrer uma evolução dinâmica com a presença de mais parcerias conjuntas que combinam a experiência internacional com abordagens regionais inovadoras. A parceria visa redefinir a vida de luxo na Turquia, combinando a experiência da Tor Holding no desenvolvimento imobiliário com a herança de design icónico da ELIE SAAB.

    As duas residências da marca ELIE SAAB oferecem localizações distintas, uma ao longo da icónica linha do Bósforo de Istambul e a outra posicionada para além das fronteiras da cidade. A residência do Bósforo oferece vistas deslumbrantes e fácil acesso à energia vibrante da cidade, enquanto a segunda residência oferece tranquilidade num ambiente luxuriante, longe da agitação urbana. Ambas as localizações prometem aos residentes uma experiência de vida única, caracterizada pelo luxo e pelo requinte.

    Sr. Elie Saab Jr., CEO da ELIE SAAB: “Estamos muito satisfeitos com a parceria com a Tor Holding para introduzir as residências ELIE SAAB na Turquia, assinalando um marco significativo no nosso plano de desenvolvimento estratégico. Nos últimos quatro anos, embarcámos numa ambiciosa viagem para expandir a nossa marca para o imobiliário de luxo, assinando muitos projectos de sucesso a nível global, abrangendo países como o Reino Unido, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Brasil, entre outros. Esta colaboração exemplifica o nosso compromisso em proporcionar experiências de vida de luxo excepcionais e alinha-se perfeitamente com a nossa missão de sintetizar o luxo e o requinte em todas as dimensões.”

    Sr. Mustafa Torun, Presidente da Tor Holding: “A nossa parceria estratégica com a ELIE SAAB traz uma inovação significativa no sector residencial de luxo na Turquia e reforça ainda mais a nossa estratégia de marca global. Estamos numa dinâmica de crescimento contínuo graças aos nossos escritórios em todo o mundo e à nossa extensa rede de cooperação. Este projeto não só reflecte a crescente atratividade da Turquia para os investidores estrangeiros, como também se destaca como um passo que aumenta o prestígio do país na arena internacional. A colaboração com uma marca mundialmente reconhecida como a ELIE SAAB reforça a nossa inovação no sector e a nossa visão de desenvolver espaços de habitação exclusivos, ao mesmo tempo que reforça a posição da Turquia no mapa mundial dos negócios e do investimento.”

    As residências ELIE SAAB na Turquia deverão ser inauguradas em maio de 2024, constituindo um marco significativo na vida requintada. Com o seu design excecional e sofisticação sem paralelo, estas residências estão preparadas para elevar os padrões de vida de luxo na Turquia.

    Sobre o autorBrand SHARE

    Brand SHARE

    Mais artigos
    Imobiliário

    Empreendimento ‘Parque Atlântico’ vendido na totalidade

    Desenvolvido pelo Grupo Legendre em parceria com o atelier Arqsize, o empreendimento localiza-se no concelho de Cascais, entre Carcavelos e Parede, e conta com 42 habitações, divididas em três blocos de quatro e cinco andares. Prevê-se que o processo de construção fique concluído este Verão

    CONSTRUIR

    O projecto ‘Parque Atlântico’, desenvolvido pelo Grupo Legendre em parceria com o atelier Arqsize, já foi vendido na totalidade, cumprindo assim os objectivos definidos aquando do seu lançamento em 2021. Prevê-se que o processo de construção do empreendimento fique concluído no Verão de 2024.

    O ‘Parque Atlântico’, que ocupa uma superfície total de oito mil metros quadrados (m2), localiza-se no concelho de Cascais, entre Carcavelos e Parede, tem vista mar e conta com 42 habitações, divididas em três blocos de quatro e cinco andares, bem como espaços comuns a todos os residentes, tais como piscina, ginásio, jardim, áreas dedicadas ao entretenimento das crianças, entre outros.

    O projecto, que é resultado de um investimento na ordem dos 28 milhões de euros, visa “espelhar a qualidade de vida que a zona proporciona”. A arquitectura de linhas contemporâneas, em perfeita união com a paisagem costeira, inclui grandes janelas envidraçadas que permitem desfrutar ao máximo da iluminação natural. Por outro lado, também a componente da sustentabilidade foi uma prioridade desde a fase inicial do projecto, não apenas no que se refere a sistemas centralizados de produção de águas, como também a ventilação natural, climatização e isolamento térmico, sem esquecer as questões paisagísticas com a inclusão de plantas nativas que promovem a biodiversidade local.

    ““Parque Atlântico” é o segundo projecto do Grupo Legendre em Portugal. O primeiro investimento aconteceu em 2020 com o empreendimento “Antas Build”, no Porto, com uma área útil de 10 mil m2 distribuída em 93 apartamentos, desenvolvido em parceria com a Tecnibuild”, afirma Telmo Carriço, dciretor do Grupo Legendre em Portugal. 

    Além destes dois investimentos, o Grupo prevê lançar novos projectos nas zonas da Grande Lisboa e Grande Porto.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Vanguard formaliza parceria com Vhils para transformar Muda num “espaço artístico único”

    Quanto às peças três são esculturas – designadas pelo artista como dioramas – que acompanham a topografia do terreno, proporcionando uma melhor leitura das mesmas. Já para a área adjacente à capela da Muda Reserve, a intervenção proposta envolve a criação de uma grande peça escultórica que se desenvolve por uma área de 800 m2, mas que no conjunto só será visível de uma perspectiva aérea

    CONSTRUIR

    A Vanguard Properties, em parceria com a Câmara Municipal de Grândola e o artista Vhils, assinaram esta sexta-feira, dia 12 de Abril, um memorando de entendimento para a concepção e desenvolvimento de quatro obras artísticas destinadas às áreas públicas do projecto imobiliário Muda Reserve, que serão depois doadas à autarquia. O acordo foi formalizado numa cerimónia que contou com a presença de António Figueira Mendes, presidente da Câmara Municipal de Grândola, Alexandre Farto “aka” VHILS e José Cardoso Botelho, CEO da Vanguard Properties.

    No que às peças diz respeito, três são esculturas – designadas pelo artista como dioramas – que acompanham a topografia do terreno e estão inclinadas para o observador, proporcionando uma melhor leitura das mesmas.

    Como já é habitual, estas figuras representam a pessoa anónima. São “composições trabalhadas pelo artista, que emergem da duna solidificando-se para sempre, representado ninguém, mas, simultaneamente, todos ao mesmo tempo”.

    Já para a área adjacente à capela da Muda Reserve, a intervenção proposta envolve a criação de uma grande peça escultórica que se desenvolve por uma área de 800 m2, permitindo uma experiência ao nível do solo que as pessoas poderão vivenciar de forma directa, mas que no conjunto só será visível de uma perspectiva aérea.

    Segundo a Vanguard Properties, esta iniciativa vem reforçar o “compromisso” com a revitalização da aldeia da Muda e seus habitantes, que alem da componente residencial, irá albergar, ainda, estabelecimentos comerciais, equipamentos lúdicos e desportivos para a comunidade local, bem como a capela anteriormente mencionada e que será projectada pelo reputado arquitecto burquinês Francis Keré, vencedor prémio Pritzker em 2022.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Urbanitae fecha operação de 5 M€ para empreendimento turístico no Porto

    Presente em Portugal desde Dezembro de 2023, o  empreendimento Barão Forrester é um dos dois projectos com que a Urbanitae se estreia no mercado português, com 96 apartamentos turísticos no Porto

    CONSTRUIR

    A Urbanitae, plataforma espanhola de crowdfunding imobiliário, concluiu a “maior operação de crowdfunding imobiliário” da história de Portugal até à data. Um total de 1.283 investidores de pequena e média dimensão financiaram com cinco milhões de euros um projecto para a construção e comissionamento de um resort de 96 apartamentos turísticos no Porto.

    “Este é actualmente o montante máximo estabelecido por lei para os modelos de investimento colaborativo”, referem os responsáveis em comunicado.

    O projecto consiste na aquisição de uma antiga fábrica localizada na Rua Barão Forrester, nº 730. O imóvel será totalmente remodelado para acomodar serviços turísticos em regime de aparthotel numa primeira fase e, posteriormente, será arrendado ao operador alemão Numa Group. O promotor imobiliário desta operação é a Caler Real Estate Advisory, que conta com escritórios no Porto, Madrid e Barcelona, e gere, actualmente, oito hotéis, dos quais se destacam o Palácio de Cedofeita e o Vincci Ponte de Ferro, no Porto, que são explorados respectivamente pela One Shot e pela Vincci Hoteles.

    Os investidores da Urbanitae entram na sociedade veículo da operação representando 85% do capital necessário (com montantes a partir de 500 euros), enquanto os restantes 15% são investidos pelo promotor e respectivos investidores. Através de um aumento de capital, juntam-se para levar a cabo não apenas a aquisição do activo e os custos de adaptação dos 3.253 m2 de superfície, como também a sua gestão e venda.

    Presente em Portugal desde Dezembro de 2023, o  empreendimento Barão Forrester é um dos dois projectos com que a Urbanitae se estreia no mercado português. O segundo projecto, denominado “Paulo Duque”, consiste no desenvolvimento de um edifício com seis apartamentos na Cruz Quebrada, em Oeiras. Neste caso, a plataforma já reuniu 277 investidores, que participam na operação com 1.010.000€.

    Um terceiro projecto está, também, previsto para Lisboa, no nº6 na Rua Alexandre Herculano, e para o qual vai abrir financiamento.

    Em Portugal, a Urbanitae é liderada por Simão Cruz, um profissional que passou pelo Grupo Martifer, Agrikolage e, mais recentemente, a plataforma de crowdfunding Crowdestate.eu.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos

    All Rigths Reserved

    Imobiliário

    Coldwell Banker reforça na zona da Grande Lisboa

    A imobiliária reforça a sua presença no mercado da Grande Lisboa com a abertura de duas novas agências e que respondem à crescente procura que se tem vindo a registar em cidades próximas da capital

    CONSTRUIR

    Dados divulgados em Março pelo Confidencial Imobiliário revelam que Loures foi o concelho que mais se destacou no último ano em termos de promoção imobiliária, registando, em 2023, um forte crescimento na carteira de novos projectos residenciais com pedidos de licenciamento, e que Almada se tornou numa nova aposta dos promotores imobiliários.

    A abertura destas duas novas agências, situadas na Parede e na Amadora, surgem depois de um “upgrade”, no início deste ano, de uma agência em Alverca.

    Na Parede e Amadora a Coldwell Banker irá operar no mercado regular, como parte de uma expansão estratégica para responder à procura existente nestas zonas e face ao potencial de valorização demonstrado. A Coldwell Banker responde, assim, às tendências de crescimento do mercado imobiliário na zona da Grande Lisboa.

    Estas duas aberturas elevam o número de agências da Coldwell Banker, em Portugal, para 12 e significam também que atingiu, no primeiro trimestre de 2024, 50% dos objectivos que tinha em termos de abertura de novas agências para este ano.

    “Estamos extremamente satisfeitos em anunciar que alcançamos metade do nosso objectivo de expansão e com um foco particular em zonas periféricas, onde se regista uma procura crescente e com um elevado potencial de valorização”, afirmou Frederico Abecassis, CEO da Coldwell Banker. “O que era considerado periferia há alguns anos, hoje é uma alternativa viável e atractiva para a compra de casa. Os novos contextos laborais, onde se valoriza a flexibilidade e a possibilidade de trabalho remoto, assim com uma nova apreciação do valor que investimos em habitação levaram a esta mudança de paradigma. Estas zonas estão altamente conectadas e situam-se a apenas 10/15 minutos dos centros urbanos, combinando conveniência com qualidade de vida”, conclui Frederico Abecassis.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    APPII enaltece IVA a 6% para habitação própria

    Promotores e investidores imobiliários consideram que as medidas apresentadas pelo Governo respondem, em parte, às revindicações antigas do sector, que acreditam ser vitais para dar início à resolução da crise da habitação em Portugal

    CONSTRUIR

    Promotores e investidores enaltecem as medidas inscritas no programa do XXIV Governo Constitucional, apresentado ontem, que vêem fazer face à crise da habitação em Portugal, concretamente a criação de um regime excepcional e temporário consubstanciado na “redução substancial ou eliminação de taxas de urbanização, edificação, utilização e ocupação e da aplicação de IVA à taxa mínima de 6% nas obras e serviços de construção e reabilitação e alargamento da dedutibilidade”.

    Em comunicado a Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários, APPI, “enaltece estas medidas, já há muito revindicadas por si e pelo sector, esperando agora que o Governo as implemente de forma célere e que faça cumprir e que as restantes medidas apresentadas no programa eleitoral, para assim se dar início à verdadeira crise habitacional que se vive em Portugal na última década”, considera.

    “Ficamos muito satisfeitos em constatar que a mais importante das medidas revindicadas pelo sector foi agora incluída no programa de governo, a baixa do IVA para a habitação acessível. Consideramos que este é um passo fundamental para responder à crise na habitação, contudo importa referir que só um esforço conjunto para levar mais construção a todos os portugueses – onde se incluí o licenciamento mais célere e a tão importante estabilidade fiscal – podem efectivamente dar um amplo contributo para a resolução do problema de habitação no nosso país”, afirma em comunicado Hugo Santos Ferreira, presidente da APPII.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Grupo Endutex avança com obra em Guimarães para habitação, comércio e serviços

    Fruto de um investimento de 2,5 M€, o terreno de 110 mil m2 irá receber habitação, espaços dedicados a comércio, restauração e serviços e ainda uma zona com mais de 64 mil m2 de área verde

    CONSTRUIR

    Localizado no centro de Guimarães, no Monte do Cavalinho, situado na freguesia de Urgezes, com uma área de quase 110 mil metros quadrados, o mais recente projecto urbanístico do Grupo Endutex irá contemplar habitação, comércio, serviços e um amplo espaço verde. A primeira fase da obra arranca este mês.

    Fruto de um investimento de 2,5 milhões de euros, o terreno de 110 mil metros quadrados irá receber habitação, espaços dedicados a comércio, restauração e serviços e ainda uma zona com mais de 64 mil metros quadrados (m2) de área verde.

    “Guimarães é uma cidade que conhecemos bem e esta localização é excepcional. Além de ser muito próxima do centro da cidade, fica junto à estação de comboios, tem vistas únicas e uma óptima acessibilidade. O projecto é de baixa densidade, tem infraestruturas actuais, conta com um amplo espaço verde. A diversidade de funções fará desta zona uma nova centralidade e não apenas um dormitório”, avança André Ferreira, administrador do Grupo Endutex.

    A primeira fase de obra arranca em Abril e terá a duração de nove meses, é inteiramente dedicada ao loteamento do terreno, com a construção de estradas, passeios e parques de estacionamento e todas as infraestruturas necessárias. Posteriormente serão executados os 10 lotes licenciados, onde se inclui dois destinados à restauração, três para serviços e cinco de habitação.

    Ainda sem uma data de conclusão prevista, o projecto urbanístico destina-se a vários públicos, desde “profissionais que valorizem a proximidade com a estação de caminhos de ferro, estudantes que valorizem proximidade aos polos universitários ou famílias que valorizem proximidade com a natureza são apenas alguns exemplos”.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB

    Navegue

    Sobre nós

    Grupo Workmedia

    Mantenha-se informado

    ©2021 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.