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    Crescimento em Lisboa desacelera, mas previsões apontam para crescimento de 2% em 2024

    De um modo geral, os preços do mercado de luxo residencial deverão melhorar em 2024, com um crescimento médio de 2%, ficando à frente de cidades como Londres, Berlim e Edimburgo

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    Numa altura em que a economia global é dominada pelo aumento da inflação e frequentes subidas das taxas de juro, Lisboa está entre as cidades cujos preços crescem menos em 2023. As previsões para a capital portuguesa, a par das cidades de Berlim, Edimburgo, Dublin, Los Angeles e Zurique, foram as que mais se deterioraram, embora as descidas permaneçam relativamente pequenas, e se situem entre os 2% e 4%. Em contrapartida, as previsões para Genebra e Vancouver foram as que mais melhoraram em termos de pontos percentuais (3%).

    O Dubai continua a liderar os rankings para 2023, embora se espere que o crescimento anual arrefeça para 14%, uma diferença significativa face ao crescimento de 44% registado no ano transacto. É expectável que 20 das 26 cidades analisadas registem um crescimento de preços estável ou positivo em 2023. Tóquio, Paris, Madrid e Miami, que juntamente com Dubai completam o top 5 dos principais mercados, apresentam uma previsão de crescimento de 4%.

    Tendo em conta a revisão das previsões, seis das 26 cidades deverão registar um desempenho mais forte do que o previsto há seis meses, enquanto nove permanecem inalteradas. Para as restantes 11 está previsto um crescimento mais fraco.

    Já para 2024, as previsões indicam Lisboa surge a meio da tabela, ficando à frente de cidades como Londres, Berlim e Edimburgo. “É expectável que a capital portuguesa registe um crescimento de 2%, enquanto Berlim e Edimburgo apresentam uma queda nos preços (entre -1 e -3%)”.

    De um modo geral, os preços do mercado de luxo residencial deverão melhorar em 2024, com um crescimento médio de 2%, à exceção do Dubai. Auckland e Mumbai lideram a previsão para 2024, já que ambas as cidades apresentam um crescimento de 5% no período de 12 meses. Em Singapura (4%) a procura vai continuar a superar a oferta.

    “Depois do crescimento do mercado imobiliário de luxo em Portugal, que veio preencher uma lacuna grande ao nível da oferta, é expectável que esse mesmo crescimento seja consolidado, à semelhança do que acontece nos principais mercados europeus. No entanto, o nosso País tem margem de expansão”, explica Francisco Quintela, sócio fundador da Quintela + Penalva.

    A revisão das previsões para 2023, feita pela Knight Frank, em parceria com a Quintela + Penalva, considerou o período entre Dezembro de 2022 e Julho de 2023 de 26 cidades, tendo em conta o crescimento dos preços no mercado residencial de luxo.

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    SRU Lisboa Ocidental assina protocolo de colaboração com OE

    Com duração de três anos, o documento estabelece que a OE participe na composição do júri dos concursos públicos de obras, lançados pela Lisboa Ocidental SRU, indicando técnicos externos qualificados

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    A sociedade de reabilitação urbana Lisboa Ocidental SRU assinou, esta quinta-feira, dia 8 de Fevereiro, um protocolo de colaboração com a Ordem dos Engenheiros (OE).

    Com duração de três anos, o documento estabelece que a OE participe na composição do júri dos concursos públicos de obras, lançados pela Lisboa Ocidental SRU, indicando técnicos externos qualificados, de forma a “assegurar o cumprimento das regras de ética profissional dos engenheiros”.

    Na cerimónia de assinatura do protocolo, nos Paços do Concelho de Lisboa, com a presença de Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, e de Filipa Roseta, vereadora da Habitação e Obras Municipais, Gonçalo Santos Costa, presidente da SRU, salientou a importância desta parceria, salientando que “será mais interessante” a selecção dos júris para os próximos concursos, que “eventualmente poderão ter um elemento da Ordem dos Arquitectos e outro da OE”.

    Fernando Almeida Santos, bastonário da OE, garantiu que “estamos preparados para indicar júris especialistas, peritos nestas matérias.” afirmando que com este protocolo “queremos defender a modernização na construção”.

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    Finsolutia reforça capital em 25M€ para “acelerar expansão internacional” da sua plataforma

    Plataforma de originação e gestão de créditos hipotecários, já usada por alguns dos principais stakeholders financeiros nacionais, entra agora numa fase de internacionalização para novos países

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    No âmbito do seu plano estratégico de crescimento, a Finsolutia reforçou o capital em 25 milhões de euros para suportar a expansão internacional da sua plataforma tecnológica para originação, através da qual os bancos suportam o processo operacional de concessão de crédito (avaliação, posterior aprovação e formalização do contrato) e gestão de créditos hipotecários. Uma solução que tem sido adoptada por alguns dos principais stakeholders do sistema financeiro nacional, designadamente o Banco CTT e a Caixa Geral de Depósitos.

    A plataforma tecnológica desenvolvida pela Finsolutia (“4 Sight”) permite às instituições financeiras tirar partido das mais recentes tecnologias disponíveis para automatizar e simplificar processos, com ganhos relevantes em termos de eficiência, eficácia e redução de custos, e em estrito cumprimento com a legislação e regulamentação em vigor.

    A renovação das duas normas reconhecidas como a referência internacional para a gestão da segurança da informação – a ISO 27001 e a ISO 27701 -, e as três novas certificações (ISO22301, ISO37002 e UNE19601), são o reconhecimento internacional dos níveis de exigência que a empresa entrega diariamente a todos os seus clientes e que fazem da Finsolutia uma referência na sua área. Por outro lado, são um passo fundamental no processo de internacionalização da plataforma tecnológica.

    Como garantia dos requisitos da International Organization for Standardization (ISO) para a Gestão da Continuidade do Negócio, a Finsolutia está agora certificada pela ISO 22301, concebida para ajudar as organizações a prevenir, preparar, responder e recuperar de incidentes inesperados.

    Adicionalmente, alcançou a certificação do seu Sistema de Gestão de Compliance Penal conforme a UNE 19601:2017, que veio reforçar a capacidade da empresa de prevenir e gerir responsabilidades legais e penais nas suas operações, estabelecendo mecanismos de controlo interno em relação a atos que possam ser considerados delitos.

    Por último, a Finsolutia concluiu, também, com sucesso a obtenção da designação de empresa certificada na norma ISO37002, relativa à gestão do seu canal de denúncias.

    “Os nossos clientes e parceiros confiam-nos os seus dados. Por isso, trabalhamos em contínuo para aumentar a segurança, resiliência, transparência e eficiência das nossas operações. Mais do que um selo de qualidade, as certificações obtidas são uma demonstração tangível do nosso compromisso em garantir a continuidade operacional e satisfazer as elevadas expetativas dos nossos stakeholders”, destaca Miguel Madeira, CTO, partner & executive managing director da Finsolutia.

    De destacar que a Finsolutia foi a primeira empresa da Península Ibérica a obter com sucesso um “rating” pela agência internacional S&P como “Master Servicer” em empréstimos hipotecários para Espanha, tendo também já recebido a classificação como ‘Special Servicer’ de créditos em Portugal, sendo também distinguida com o nível mais elevado enquanto parceiro Microsoft – o “selo de qualidade” Microsoft Gold Partner.

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    Miele encerra 2023 com uma facturação de 21 M€

    A área de venda a retalho em electrodomésticos fechou 2023 com um crescimento de 6% em relação a 2022, uma evolução que se tem mantido constante nos últimos cinco anos. Também o canal Kitchen Retail cresceu 9% no mesmo período

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    A marca de fabrico e comercialização de electrodomésticos de luxo, facturou 21 milhões de euros em 2023, no total das diferentes áreas de negócio, em Portugal. Este crescimento é representado principalmente pelas áreas de electrodomésticos e profissional, nesta última com especial destaque para os equipamentos de lavandaria.

    A área de venda a retalho em electrodomésticos da Miele fechou 2023 com um crescimento de 6% em relação a 2022, uma evolução que se tem mantido constante nos últimos cinco anos. Também fruto do trabalho da empresa alemã em Portugal, o canal Kitchen Retail cresceu 9% no mesmo período, tornando a Miele na marca referência no canal da especialidade.

    A nível estratégico, a confiança mantém-se no desenvolvimento dos canais de retalho e na consolidação do posicionamento da Miele no mercado premium de electrodomésticos.

    “A conjuntura actual da Miele é o resultado do constante esforço em oferecer produtos de qualidade, durabilidade e de alto desempenho, bem como uma experiência de excelência a todos os nossos consumidores. Estes atributos fazem parte do nosso ADN e é graças a eles e à dedicação de todos os nossos colaboradores que a Miele é um caso de sucesso”, sublinha Antonio Salgado, director-geral da Miele em Espanha e Portugal.

    Também em 2023, seguindo a estratégia de Own Retail, que visa estar mais próxima enquanto marca através das lojas próprias, a Miele inaugurou o seu segundo Miele Experience Center (MEC), desta vez no Porto.

    Atento aos novos paradigmas e desafios apresentados pelo cenário económico, o Grupo, a partir da sua sede na Alemanha, lançou o Miele Performance Program, que pretende “garantir e reforçar” a competitividade a longo prazo, por exemplo, maximizando o potencial empresarial, reduzindo a complexidade e, em geral, os custos. O programa garante um crescimento sustentável no futuro, contribuindo com 500 milhões de euros, especialmente através da poupança em custos de materiais e da melhoria do volume de negócios.  

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    André Jordan, ladeado por empresários como Hugo Santos ferreira, Paes do Amara, Raul Martins ou Polignac de Barros (Crédito: APPII)

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    APPII recorda “legado e inspiração” de André Jordan

    André Jordan, empresário dinamizador de vários projetos turísticos, morreu esta sexta-feira aos 90 anos

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    A Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) recorda o “legado e inspiração eterna” de André Jordan, empresário ligado ao turismo, hotelaria e um dos fundadores da associação.

    Em comunicado, o presidente da APPII, Hugo Santos Ferreira, “presta sentida homenagem a um grande amigo a quem a Associação e todo o setor tanto deve”.
    “É, pois, com profundo pesar que vemos partir o ‘Pai’ do Turismo em Portugal, porém, o seu legado, a sua presença e a sua inspiração serão eternas, em todos nós, na APPII, nos setores do Imobiliário e do Turismo, no País e no Mundo”, pode ler-se no documento.

    “O nosso André Jordan, como sempre o apelidámos, nunca nos deixará, pois o seu legado, a sua presença e a sua inspiração serão eternas, em todos nós, na APPII, nos sectores do Imobiliário e do Turismo, do País e do Mundo. A sua inspiração perdurará, certamente, para lá da sua vida terrena. Até sempre querido André!”, são as palavras de pesar de Hugo Santos Ferreira.

    A APPII foi fundada pela não de quatro grandes empresários, corria o ano de 1991, sendo eles André Jordan, Henrique de Polignac de Barros, Miguel Paes do Amaral e Steffano Saviotti e Joaquim Silveira.

    André Jordan, empresário dinamizador de vários projetos turísticos, morreu esta sexta-feira aos 90 anos.

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    André Jordan (Crédito Publituris / Frame It)

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    André Jordan (1933-2024): O adeus a um nome ímpar no turismo e hotelaria

    Ao CONSTRUIR, o presidente da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) despede-se do fundador do Grupo Jordan com um “até sempre, querido André” e, em nome da associação, “presta sentida homenagem a um grande amigo e um dos seus fundadores, André Jordan, a quem a Associação e todo o sector tanto deve. A sua inspiração perdurará, certamente, para lá da sua vida terrena”

    Ricardo Batista

    As suas qualidades humanas e de empresário ímpar valeram-lhe o epíteto de “pai do Turismo português” ou “senhor Quinta do Lago. André Jordan, o “senhor Belas Clube de Campo”, morreu esta sexta-feira, 9 de Fevereiro, aos 90 anos. Com a morte de André Jordan, desaparece uma forma cada vez mais rara de fazer acontecer.

    Nascido em Lviv em 1933, quando a cidade ainda era território polaco, Jordan rumou ao Brasil com a família no ano de 1939, um passo que viria a ser determinante no nascimento do Grupo. Passou por Nova Iorque, onde, em 1968, após a morte do pai, se tornou diretor de desenvolvimento internacional da Levitt & Sons, que à data era o mais importante promotor imobiliário residencial nos EUA.

    Nos anos 1970 André Jordan ruma a Portugal e aqui se torna português, de papel e de coração. “Tenho oito netos nascidos em Portugal e dois dos quatro filhos também”, comentou ao Público em 2018, para explicar que “a segunda metade da minha vida está aqui [em Portugal] e é aqui que eu vou ficar”. Foi em Portugal que concretizou a ideia de fazer crescer a Quinta do Lago, no Algarve, primeiro empreendimento de turismo residencial de luxo do país ligado ao golfe, que acabou por vender no final da década de 80. “Ainda hoje quando vou à Quinta do Lago olho para aquilo e penso: Como é que eu fiz isto tudo sem dinheiro?”, contou o empresário, em 2017, numa entrevista ao Diário de Notícias. Na mesma entrevista, Jordan assumia: “A Quinta do Lago era uma tela em branco, um projeto de raiz num terreno virgem. Mas Vilamoura foi um grande desafio profissional porque já estava metade feita, degradada. Relançar um empreendimento, como conseguimos, e preparar a nova fase de Vilamoura foi um grande desafio. Mas nenhum é preferido. É o mesmo que perguntar qual é dos seus filhos o que gosta mais? Hoje sou casado com Belas. E este espírito de corpo, de amor pela obra que envolve todos os que trabalham num projeto de raiz que me comove muito”.

    Vilamoura que André Jordan referia era o projecto Vilamoura XXI, propriedade da Lusotur que adquiriu em 1995, e aquele que era o maior complexo residencial e de lazer na Europa. Esta empresa foi vendida a investidores espanhóis Prasa, em 2006, por 360 milhões de euros, tendo vendido, posteriormente a Lusotur Golfes por 120 milhões de euros.

    Na região de Lisboa, fundou o projeto Belas Clube de Campo, no concelho de Sintra. Era Doutor Honoris Causa pelo ISCTE, Instituto Universitário de Lisboa, e pela Universidade do Algarve, e estava envolvido em várias organizações. Foi vice-presidente da WTTC, sendo membro honorário nos últimos anos. Era fellow da Duke of Edinburgh International Award Association, tendo sido presidente da secção portuguesa, e durante 17 anos foi Cônsul Honorário do Brasil no Algarve.

    Foi ainda fellow do Royal Institute of Chartered Surveyors. E desde 1999 que integrava o grupo de fundadores da Fundação de Serralves, instituição a cujo Conselho de Administração pertenceu até 2013. Foi o primeiro Presidente do Urban Land Institute – ULI (Portugal), cargo que exerceu entre 2001 e 2004.

    Ao CONSTRUIR, o presidente da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) despede-se do fundador do Grupo Jordan com um “até sempre, querido André” e, em nome da associação, “presta sentida homenagem a um grande amigo e um dos seus fundadores, André Jordan, a quem a Associação e todo o sector tanto deve. A sua inspiração perdurará, certamente, para lá da sua vida terrena”.
    “É, pois, com profundo pesar que vemos partir o Pai do Turismo em Portugal, porém, o seu legado, a sua presença e a sua inspiração serão eternas, em todos nós, na APPII, nos sectores do Imobiliário e do Turismo, no País e no Mundo”, conclui.

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    WellBe recebe nova sede da CGD

    Promovido em conjunto pela Atenor e Besix Red, o “novo e sustentável” projecto de escritórios, conta com 27.635 m2 de escritórios e cerca de 1.240 m2 de retalho. A mudança efectiva dos 2500 colaboradores para o novo edifício deverá ocorrer durante o ano de 2026

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    A sede da Caixa Geral de Depósitos vai ocupar o novo edifício WellBe, localizado na Avenida Dom João II, na zona do Parque das Nações e actualmente em construção. A aquisição do seu novo edifício-sede foi formalizada esta sexta-feira, dia 9 de Fevereiro, anunciou o banco em comunicado.

    O processo de mudança de instalações teve início em 2020, com a procura de instalações adequadas para os cerca de 2.500 colaboradores que trabalham nos Serviços Centrais. A mudança efectiva para o novo edifício deverá ocorrer durante o ano de 2026.

    Os colaboradores da Caixa foram envolvidos no processo de decisão, tornando evidente a necessidade de escolher uma localização dotada de uma boa rede de transportes públicos, limitando a necessidade de recurso ao veículo privado para as suas deslocações para o trabalho. Tal como já acontece com a actual sede da Caixa, o novo edifício terá a classificação energética A, bem como as certificações Leed e Well, e será inclusiva, permitindo o acesso fácil a pessoas de mobilidade reduzida.

    Promovido em conjunto pela Atenor e Besix Red, o “novo e sustentável” projecto de escritórios, conta com 27.635 metros quadrados (m2) de escritórios e cerca de 1.240 m2 de retalho.

    O projecto que foi desenvolvido desde o conceito até às especificações técnicas, pretende responder às expectativas presentes e futuras dos utilizadores. Desta forma, tem em conta as  condições de promoção de bem-estar, de sustentabilidade e que permitem que o espaço de escritório não seja um obstáculo ao estilo de vida de todos os que o vão utilizar. Entre as muitas características e soluções arquitectónicas e tecnológicas destacam-se as grandes áreas de espaços verdes e a vista sobre o rio Tejo.

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    Grupo Hipoges fecha 2023 com mais de 1.3 MM€ de vendas em activos imobiliários

    Em linha com a tendência de crescimento do sector imobiliário, em 2023 o servicer registou um recorde de vendas a nível global. Portugal também verificou um aumento do valor de vendas, do número de activos sob gestão e de contratos assinados

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    A Hipoges, servicer de referência em Asset Management no Sul da Europa, acaba de revelar que encerrou 2023 com resultados “muito positivos” e que representam “um grande crescimento”. A nível global, o Grupo somou mais de 1.3 mil milhões de euros em vendas de imóveis, “consolidando assim a sua posição de liderança neste sector”.

    Também a nível nacional, o servicer conseguiu aumentar o volume de activos imobiliários em 3,5% comparativamente com 2022, tendo, ainda, registado um crescimento na ordem dos 30% de contratos assinados, quando comparado com o ano anterior.

    Em termos de tipologias vendidas, continua a destacar-se o sector residencial, representando mais de 80% das operações do departamento de Real Estate do grupo.

    Já o sector comercial apresentou, de forma geral no mercado nacional, um decréscimo em comparação com o ano anterior. Ao nível das operações do Grupo, verificou-se uma grande diferença entre o volume de transacções de ambas as tipologias, com o comercial a representar apenas 12% do total de activos imobiliários vendidos.

    Em termos de território, a Hipoges aponta Braga como a zona do País que mais se destacou ao nível do crescimento de vendas, com um aumento de 65% em comparação com 2022. Seguem-se Coimbra e Castelo Branco, com crescimentos de 35% e 38%, respectivamente.

    “Estes valores são resultado de uma tendência que se vem a estabelecer nos últimos tempos e que reflecte um maior interesse pelas periferias, com as grandes cidades do Centro e interior do País a ganharem mais peso ao nível das operações imobiliárias, que oferecem preços mais atractivos”, indicou Nuno Antunes, global chief Real Estate Officer.

    Recorde-se que, recentemente, o Grupo anunciou a venda de uma herdade na região de Estremoz e reforçou o seu compromisso em acompanhar esta tendência do mercado nacional e continuar a apostar neste tipo de activos em localizações estratégicas de Portugal.

    Ainda assim, em 2023, Lisboa continuou a ser a região onde o servicer registou um maior número de vendas, representando mais de 35% do total de operações. Neste pódio encontramos também Setúbal (16%) e o Porto (10%), cidades onde o Grupo continua a ter uma presença muito forte.

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    Boavista Windows fecha ronda de investimento de 1,5 M€

    A ronda de investimento, liderada pela Insight Venture, tendo sido co-investidor o Banco Português de Fomento, tem como objectivo duplicar a área de produção e reforçar presença no mercado europeu

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    BOAVISTA Windows fecha ronda de investimento de 1,5 milhões de euros para duplicar área de produção e reforçar presença no mercado Europeu

     

    A Boavista Windows, empresa portuguesa especializada em janelas em fibra de vidro, levantou um investimento de 1,5 milhões de euros para “escalar a produção e consolidar a vertente exportadora do negócio”.

    Para Francisco Pereira Branco, CEO da Boavista, “este investimento vai permitir acelerar o nosso crescimento e aumentar a presença em mercados que consideramos estratégicos para o nosso crescimento internacional. É essencial diminuirmos a pegada de carbono dos edifícios durante todas as suas fases de vida. E torna-se fundamental conciliar a performance ambiental dos sistemas com um design que vá de encontro às solicitações dos projectos, cada vez mais focados na sustentabilidade dos edifícios”.

    A ronda de investimento foi liderada pela Insight Venture, tendo sido co-investidor o Banco Português de Fomento. Para Mónica Mendonça, CEO da Insight Venture, “a Boavista é uma empresa que nos atraiu desde a primeira apresentação. Desenvolvem produtos com reduzida pegada ecológica, promovendo a diminuição das emissões de carbono dos edifícios, uma das maiores fontes de CO2 para a atmosfera”.

    Quanto ao futuro, acrescenta que “para completar esta ronda de investimento a Boavista atingiu vários milestones de performance e tem já tem vendas em quatro mercados para além do mercado nacional, o que acreditamos que é possível consolidar e aumentar”.

    Com a aposta na duplicação da área de produção e no crescimento da equipa técnico-comercial, o investimento permitirá escalar as vendas da Infinnito, a primeira janela minimalista totalmente fabricada em fibra de vidro, que alia a componente ambiental à durabilidade e funcionalidade e a um design vanguardista.

    A estratégia passa por aumentar significativamente a presença em Portugal, mas também nos mercados-alvo na europa que, segundo o CEO da Boavista, são “os países com grandes zonas costeiras e os mercados do Norte da Europa onde, além das exigências térmicas elevadas, a pegada ecológica dos produtos mais influencia as decisões dos promotores e projetistas”.

    Os objectivos da empresa passam por, até 2027, ultrapassar os 50 mil metros quadrados (m2) de janelas instaladas, com uma redução superior a cinco mil toneladas de CO2 emitidos para a atmosfera.

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    Transfor Interiores realizou fit-out do novo escritório na LeYa no Porto.

    A LeYa seleccionou a Transfor Interiores para realizar o fit-out da sua nova sede no norte do país

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    Localizado nas Lake Towers, foi um desafio exigente em termos especialidade e soluções que aliassem o conforto e a funcionalidade, dentro do curto prazo de execução e rigor financeiro A equipa de Design&Build da Transfor Interiores desenhou e concebeu o espaço, priorizando as cores neutras, as madeiras e os tecidos, para criar e gerar o máximo de conforto e funcionalidade nos postos de trabalho em openspace, gabinetes, salas de reunião, zona de recepção, lounge e cafetaria.

    Um novo escritório que reflecte a identidade e valores da marca LeYa em cada detalhe.

    Para Ana Rita Bessa, CEO da LeYa, “Graças ao profissionalismo da Transfor, a nova sede da LeYa no norte do país é um espaço de conforto e funcionalidade. Desde o desenho do espaço, à escolha dos materiais e equipamentos, à muito relevante entrega atempada da obra, a LeYa encontrou na Transfor mais do que um fornecedor: um verdadeiro parceiro, conhecedor do seu métier e capaz de responder às necessidades da LeYa com as melhores soluções disponíveis. Os colaboradores da LeYa têm num espaço que reconhecem seu e do qual se orgulham da mesma forma que a Transfor se deve orgulhar de um trabalho bem feito!”

    A Transfor Interiores integra o grupo empresarial português que opera no sector da engenharia e construção e que alberga hoje várias áreas de negócio: Transfor Indústria (Carpintaria e Serralharia), a Transfor Interiores (Remodelação e Fit-out), e a por último a Transfor Sustentabilidade (Soluções Energéticas). Entre 2016 e 2022 o volume de negócios acumulado superou os 328 milhões de euros.

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    AIP leva empresa portuguesas à 9ª edição da SENCON da Dakar

    Nesta nova edição do evento, Portugal estará representado com um pavilhão, onde será dado palco a sete empresas portuguesas de pequena e média dimensão que em conjunto apresentam um volume de negócios de mais de 245 M€

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    A Associação Industrial Portuguesa (AIP) vai marcar presença, pelo segundo ano consecutivo, na Feira Internacional de Materiais de Construção e Equipamentos (SENCON), no Dakar, Senegal, que acontece de 8 a 10 de Fevereiro, no Centre des Expositions Diamniadio.

    Nesta nova edição do evento, Portugal estará representado com um pavilhão, organizado e dinamizado pela AIP, onde será dado palco a sete empresas portuguesas de pequena e média dimensão que em conjunto apresentam um volume de negócios de mais de 245 milhões de euros.

    A delegação portuguesa liderada pela AIP é composta por empresas que actuam em diferentes áreas, desde os equipamentos e infraestruturas, aos revestimentos, tintas, iluminação e até ao mobiliário.

    Além da presença numa feira com mais de duas centenas de expositores de 14 países em 4.800 metros quadrados, as empresas portuguesas têm agendadas mais de 40 reuniões com as empresários locais.

    “A SENCON, pela exposição que oferece, mas também pelo potencial de networking que proporciona, assume cada vez maior relevância no papel da AIP enquanto agente dinamizador do tecido empresarial português”, refere Filomena Pina Pires, directora da AIP para a Internacionalização, Empreendedorismo e Cooperação Empresarial. “Marcarmos presença neste evento pelo segundo ano consecutivo é a possibilidade para reafirmarmos a presença das empresas do setor, tanto no Senegal como nos restantes mercados da África Ocidental”.

    A AIP, a mais antiga e representativa associação empresarial de Portugal, tem como missão a defesa dos interesses das empresas portuguesas, a dinamização do tecido empresarial português, contribuir para o fortalecimento do associativismo empresarial e fornecer serviços de qualidade a empresas e associados para que estas possam crescer de forma mais sustentável, ajudando a impulsionar a economia nacional.

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