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    Fercopor prepara conjunto de investimentos no Algarve

    A comercialização do primeiro empreendimento em Vilamoura, ainda em planta, foi iniciada a 31 de Agosto. A construção está previsto para o início de 2024

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    Pela primeira vez fora do Grande Porto, a promotora imobiliária Fercopor vai desenvolver em Vilamoura o projecto Serenity. Com 53 apartamentos, o empreendimento tem já em comercialização o primeiro de dois dos condomínios privados.

    Sobre a entrada num novo mercado para a promotora imobiliária, Mário Almeida, encara-a como “uma prova do crescimento que a Fercopor alcançou, nos últimos anos, mas também como um desafio que aumenta a abrangência territorial da empresa e abre mais oportunidades a novos mercados, junto de compradores internacionais”.

    A comercialização do empreendimento, ainda em planta, foi iniciada a 31 de Agosto, com o início da construção previsto para o primeiro trimestre de 2024.

    O projecto de arquitetura do atelier Saraiva + Associados apresenta uma linguagem “simples e minimalista”, cujos vãos envidraçados marcam a fachada. “Através das aberturas ao exterior e da vista para o mar, estabeleceu-se uma forte relação visual entre o interior e as zonas verdes centrais do Serenity”, refere o arquitecto Miguel Saraiva.

    As amplas áreas interiores (até 234 m2) e exteriores (até 139 m2) das tipologias T0 a T4 são alguns dos principais destaques apontados pela Fercopor. Entre os 53 apartamentos disponíveis para venda, conta-se ainda uma T4 Penthouse com 246 m2 interiores e 306 m2 exteriores, que incluem um terraço com piscina privativa.

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    Certif com mais 250 clientes em 2023

    Crescimento da actividade reflectiu-se num aumento de 5,4% da facturação e mais de 250 novos clientes, dos quais 38% corresponde à facturação directa no estrangeiro

    A Certif terminou mais um ano com crescimento da actividade, reflectido num aumento de 5,4% da facturação e com mais cerca de 250 novos clientes.

    Com clientes em 25 países, a facturação directa no estrangeiro representa 38% do volume. Grande percentagem dos certificados emitidos para clientes nacionais serve de suporte a exportações de produtos, graças aos acordos que a Certif subscreve.

    Com o seu core business na certificação de produtos, a certificação de serviços manteve a tendência crescente, no caso 8%, o ano de 2023 mostrou uma total fidelização dos seus clientes, muitos dos quais estenderam o âmbito das suas certificações.

    A actividade da certificação de produtos cresceu 3%, com relevo para os produtos de construção que cresceram 13%, uma área que, em conjunto com a Marcação CE, representa 72% da facturação. Neste âmbito, o maior peso recai na construção, com 78%, seguindo-se a área eléctrica com 13%.

    Com um crescimento de 8%, os serviços, além do Fim do Estatuto de Resíduo, tem o seu principal foco nas empresas que trabalham com gases fluorados, com mais de 1700 certificados válidos e com cerca de 80% do mercado.A certificação conjunta, com produto ou serviço, justifica os cerca de 160 certificados emitidos.

    A Certif actua, também, ao nível do Sistema DAP (Declarações Ambientais de Produto) Habitat, que inclui 35 certificações ao nível de produtos como betão, agregados, argamassas, cerâmicas, cimentos, pavimentos e revestimentos. Em 2023 foram concluídas três novas DAP, estando em curso mais de uma dezena.

    Membro de várias associações europeias e internacionais a CERTIF é subscritora de acordos de reconhecimento que permitem aos seus clientes aceder a várias marcas de outros organismos, bem como a mercados onde a certificação é exigida.

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    Casais vai construir residências universitárias em dois projectos de obra pública

    A construtora portuguesa será responsável pela concepção e construção das Residências Universitárias de Beja e de Valença. Ambos os projectos serão concretizados com base em soluções industrializadas como o sistema híbrido CREE Buildings e outras soluções off-site

    O Grupo Casais foi seleccionado, em concurso público, para a concepção e construção de duas residências de estudantes, em Beja e em Valença, com soluções próprias industrializadas off-site.

    O projeto da residência universitária de Beja, junto à Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico, prevê uma área de construção de quase 11 mil metros quadrados, com claustro para pátio interior e zona verde não coberta, onde se insere o piso térreo e cerca de três pisos elevados. Esta obra, que arrancou no início de 2024 e assenta na industrialização total, tem um prazo de execução previsto de 510 dias e um valor de empreitada que ronda os 17 milhões de euros. Em termos de áreas, representará espaço para 503 residentes, distribuídos por 327 alojamentos, entre quatros e estúdios, duplos e individuais.

    Já a futura residência universitária de Valença, terá uma estrutura semelhante à de Beja e ficará situada na Avenida Pinto Mota. Com uma área de construção de mil e duzentos metros quadrados, este projeto, também de construção híbrida, tem um prazo de conceção e execução de empreitada previsto de 300 dias. Composta por quartos duplos e individuais, salas de estudo, cozinha, espaços de refeições e espaços de convívio, esta residência possui 24 quartos duplos e 8 quartos individuais e representa um valor de empreitada que ronda os 2 milhões de euros.

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    Conjuntura da Construção: Consumo de cimento atinge máximo de 12 anos

    Relativamente, ao consumo de cimento no mercado nacional, no ano de 2023, totalizou 3.904 milhares de toneladas, o que corresponde a um aumento de 1,8%, face ao ano anterior, e ao melhor registo desde 2011, ano em que o consumo de cimento ascendeu a 4.552 milhares de toneladas

    A recente divulgação da estimativa rápida do PIB em 2023, pelo INE, aponta para um aumento de 2,3% da atividade económica nacional. No Setor da Construção, e de acordo com a analise à conjuntura divulgada pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), o ano de 2023 foi igualmente positivo, tendo-se estimado um acréscimo do valor bruto da produção de 3,4%. Com efeito, no segmento das obras públicas, no ano de 2023 registou-se um crescimento significativo, quer no que concerne aos concursos de empreitadas de obras públicas abertos, quer relativamente aos contratos de empreitadas de obras públicas, objeto de celebração e registo no Portal Base.

    Efetivamente, em 2023, o volume total de concursos de empreitadas de obras públicas promovidos registou um aumento de 65,3%, para 6.048 milhões de euros. Relativamente ao volume total dos contratos de empreitadas de obras públicas celebrados e objeto de reporte no Portal Base, o mesmo situou-se em 3.699 milhões de euros, o que representa uma subida de 48,2%, em termos de variação homóloga temporalmente comparável.

    No que concerne ao licenciamento municipal de obras, nos primeiros onze meses de 2023, verificou-se uma redução de 8,8% nas licenças para edifícios novos e de 6,3% nas licenças para reabilitação e demolição, em termos homólogos. No entanto, apesar desta evolução negativa no número de edifícios licenciados, apuraram-se crescimentos de 5,8% no número de alojamentos licenciados em construções novas, que totalizaram 29.821, e de 5,7% na área licenciada para edifícios não residenciais, neste período.

    Ao nível da avaliação bancária na habitação, ao longo de 2023, manteve-se uma trajetória valorização, que culminou com um crescimento de 5,3%, no mês de dezembro, face a igual mês do ano anterior, em resultado de variações de 4,3% nos apartamentos e de 5,4% nas moradias.

    Relativamente, ao consumo de cimento no mercado nacional, no ano de 2023, totalizou 3.904 milhares de toneladas, o que corresponde a um aumento de 1,8%, face ao ano anterior, e ao melhor registo desde 2011, ano em que o consumo de cimento ascendeu a 4.552 milhares de toneladas.

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    Câmara de Anadia e IHRU assinam acordo para habitação no valor de 3M€

    Esta intervenção tem como objetivo a construção de habitações para resolver situações de pessoas e agregados familiares que vivem em condições habitacionais indignas, promovendo a melhoria da sua qualidade de vida

    O Município de Anadia celebrou um protocolo com o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU)para a concessão de um apoio financeiro não reembolsável, no valor de mais de três milhões de euros, destinado a financiar a construção de 21 fogos, em Sangalhos, no âmbito da Estratégia Local de Habitação, comparticipada pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência. No seguimento deste protocolo, o Município de Anadia irá lançar, brevemente, o concurso público para a empreitada de construção.

    Esta intervenção tem como objetivo a construção de habitações para resolver situações de pessoas e agregados familiares que vivem em condições habitacionais indignas, promovendo a melhoria da sua qualidade de vida.

    De acordo com a Estratégia Local de Habitação de Anadia, aprovada em Fevereiro de 2021 e atualizada em junho de 2023, a Câmara Municipal assumiu o compromisso de construir 37 fogos para disponibilizar a agregados que vivem em condições habitacionais indignas e que não dispõem de capacidade financeira para suportar o custo do acesso a uma habitação adequada.

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    Nuno de Sousa Lider Coach Operacional

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    Leroy Merlin investe em nova loja em Guimarães

    A Leroy Merlin investe 1 milhão de euros numa nova loja de construção de Guimarães, que conta com 1.200m2 . A pensar nas necessidades do cliente profissional, a nova loja de construção apresenta serviços diferenciadores, como entrega em obra com camião-grua e drive-in, facilitando a logística e rapidez do processo de compra

    Se até agora os clientes de Guimarães apenas contavam com um espaço de 400 m2 dedicados à construção dentro da loja principal, neste momento dispõem de um novo espaço de construção com 1.200 m2 de área, contíguo à loja principal e localizado no mesmo Retail Park, que lhes permitirá encontrar uma oferta alargada e superior à existente anteriormente e onde encontrarão produtos indispensáveis à concretização de uma grande ou pequena obra como: gesso cartonado, massas e perfis, isolamento, cobertura, escoamento de água, impermeabilização, ferramentas de construção, cimento, areia e brita, reboco, gesso, ou cimentos cola.

    Com um investimento de 1 milhão de euros, a nova loja LEROY MERLIN de materiais de construção em Guimarães, abre com o objectivo de oferecer um espaço mais preparado para responder às necessidades e especificidades do cliente profissional, tendo igualmente, serviços distintos e pensados para esse fim, como: entrega em obra com camião-grua em 24h, disponibilidade de stock imediato, drive in, que permitirá aos clientes a possibilidade de entrar na loja com o carro e sair com a mercadoria carregada.

    “A nossa aposta numa loja de materiais de construção em Guimarães, vem no seguimento da elevada procura dos nossos clientes por esta tipologia de produtos, e também para dar um melhor serviço aos nossos clientes profissionais. Houve assim, a necessidade de assegurar uma maior oferta, que vai ao encontro das necessidades desta tipologia de clientes, com um espaço que lhes permitirá beneficiar de uma melhor experiência de compra e de um atendimento e aconselhamento especializados. Queremos continuar ao lado dos nossos clientes e melhorar a nossa oferta para que a Leroy Merlin continue a ser a resposta para os desafios destes profissionais”, refere Nuno Sousa, líder coach operacional da Leroy Merlin Portugal.

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    Bank of Guangzhou

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    Resultados de 2023 da Schindler indicam “melhoria do desempenho e aumento da rentabilidade”

    O aumento tanto de encomendas, como de receitas, permitiu alcançar um crescimento de 1,7% e 7,45%, respectivamente

    Em 2023, a Schindler registou um aumento tanto de encomendas, como de receitas, alcançando os 11.439 milhões de francos suíços e 11.494 milhões de francos suíços (CHF), respectivamente. Em moeda local, o crescimento foi de 1,7% e 7,45%, para ambas as situações.

    Também o lucro operacional aumentou para 1.188 milhões CHF, correspondendo a um EBIT de 10,3% (EBIT ajustado de 10,9% vs. 9,2% em 2022). O lucro líquido aumentou significativamente para 935 milhões de CHF, correspondendo a uma margem de 8,1%. O cash-flow operacional aumentou 84,7%, para os 1.271 milhões de CHF.

    “Apesar do enfraquecimento dos mercados de construção e da persistente pressão da taxa de câmbio, continuamos no nosso caminho de melhorar a rentabilidade e o crescimento sustentável”, declarou Silvio Napoli, presidente e CEO da Schindler. “Com a nossa estratégia reorientada, construída em torno de um serviço dedicado ao cliente, nas fortes capacidades do nosso pessoal da primeira linha e em medidas de melhoria da eficiência, estamos determinados a continuar neste caminho e a melhorar ainda mais a nossa competitividade, passo a passo, ano após ano”.

    Ao nível das encomendas o negócio das Novas Instalações registou um decréscimo, embora inferior ao do mercado global. Já os Serviços registaram um forte crescimento, enquanto as Modernizações começaram a recuperar no último trimestre.

    Quanto às receitas, todas as linhas de negócio cresceram devido à sólida execução do volume de encomendas. As regiões EMEA, América e Ásia-Pacífico registaram um forte crescimento, enquanto as receitas da China diminuíram ligeiramente.

    Ainda em 2023, e em matéria de sustentabilidade, a Schindler foi reconhecida pelo Carbon Disclosure Project (CDP) pelos seus “esforços em combater as alterações climáticas”, mantendo-se na lista CDP A, que integra o grupo de empresas que operam de acordo com os mais elevados padrões ambientais.

    Para 2024, ano em que a Schindler comemora o seu 150º aniversário, a empresa continua a rota de crescimento de receitas, na ordem de um dígito em moeda local, com uma margem EBIT de 11%. Olhando para o futuro, em linha com o compromisso de alcançar uma maior competitividade, o objectivo da Schindler é atingir um EBIT reportado de 13% a médio prazo.

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    IP avança com investimento na modernização da Linha do Oeste

    A empreitada, que vai intervir no troço Caldas da Rainha – Louriçal, tem um valor base de 7,5 milhões de euros. A fase de entrega de propostas encontra-se a decorrer

    O concurso público para o projecto de execução da Electrificação e Modernização da Linha do Oeste, que serve directamente os concelhos de Caldas da Rainha, Alcobaça, Nazaré, Marinha Grande, Leiria e Pombal, já foi lançado. Com um valor base de 7, 5 milhões de euros, decorre, actualmente, a fase de entrega de propostas.

    Promovido pela Infraestruturas de Portugal (IP), no âmbito do Programa Nacional de Investimentos – PNI2030, este projecto dá continuidade aos investimentos actualmente em execução e procura dotar a Linha do Oeste de uma infraestrutura “mais moderna e eficiente”, assim como mais “competitiva”.

    A empreitada, que vai intervir no troço Caldas da Rainha – Louriçal, prevê um conjunto de intervenções que irão permitir o aumento de velocidade para o patamar de referência de 160 km/h, duplicar os troços para articulação com a Linha de Alta Velocidade na zona de Leiria, a electrificação a 25kV-50Hz, a instalação de sistemas de sinalização e telecomunicações mais modernos, a supressão de Passagens de Nível e, ainda, a reabilitação em pontes metálicas.

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    Câmara de Lisboa avança com cooperativas de habitação

    A Câmara Municipal de Lisboa (CML) aprovou a proposta para a realização de operações no novo programa de “Cooperativas 1ª Habitação Lisboa” para habitação sem fins lucrativos

    O programa identifica património imobiliário com capacidade e potencial habitacional por desenvolver, no sentido de garantir preços acessíveis à habitação e aproveitando, em muitos casos, pequenos terrenos municipais.

    “A habitação é e continuará a ser a grande prioridade do nosso mandato. Nunca existiu na história da Câmara de Lisboa um valor que se comparasse de investimento nesta área e que irá alcançar os 800 milhões de euros até 2028. Tudo temos feito para procurar também novos caminhos e soluções para responder ao problema. Foi precisamente o que fizemos hoje ao aprovar uma proposta para o modelo de cooperativas na cidade”, salienta o presidente da CML. “Este é mais um caminho que queremos trilhar para aumentar a oferta de habitação acessível na cidade. O primeiro passo está dado e irá avançar na freguesia do Lumiar” acrescenta Carlos Moedas.

    A produção de habitação acessível por via da cedência de património municipal ao abrigo da figura jurídica do direito de superfície a cooperativas de habitação é uma solução que permite prosseguir o objectivo de alargar e acelerar a oferta habitacional acessível com base em património e apoio público.

    Foram já identificados terrenos vazios em património municipal com potencial de habitação em pequena escala e adequados a este programa de habitação sem fins lucrativos. Os terrenos estão mapeados na Carta Municipal de Habitação de Lisboa, estando alguns já com projectos de arquitectura em curso.

    Neste modelo a “CML assume os encargos dos projectos de arquitectura, licenciamento e execução retirando este encargo financeiro às cooperativas e procurando garantir assim uma diminuição considerável do prazo de execução da obra. As cooperativas que se candidatem e sejam seleccionadas podem de imediato iniciar a construção. Sabemos que o desafio é difícil, mas não baixamos os braços para procurar todas as respostas e soluções de habitação para quem vive ou ambiciona viver na nossa Lisboa”, defende o autarca.

    O modelo proposto dá a oportunidade a que as famílias possam participar ou organizarem-se em cooperativas para concorrem a terrenos municipais, com o direito de superfície por 90 anos, e assim terem acesso às suas casas, assumindo apenas os custos da construção.

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    Adesivo Extremo PENOSIL Polímero Híbrido TURBO-tack 701

    No mundo da construção, fabrico e bricolagem, a chave do sucesso reside na escolha do adesivo certo. Neste contexto, os adesivos híbridos estão a assumir um papel central.

    O poder dos Adesivos Híbridos

    Nos últimos tempos, os adesivos híbridos conquistaram a preferência de profissionais e amadores, substituindo outras opções no mercado. A sua popularidade baseia-se numa fusão única de versatilidade e resistência, combinando as melhores propriedades de tecnologias adesivas como o silicone, o poliuretano e os polímeros.

    Adesivos Penosil

    Dentro da vasta gama de Adesivos Penosil, destaca-se o Adesivo Extremo Penosil TURBO-tack 701. Este adesivo é a escolha superior para projectos que exigem juntas rápidas e sólidas em interiores e exteriores. O seu bico em forma de V não só facilita a aplicação, como também assegura uma distribuição óptima e uma aderência inicial excecional.

    Adesivo multi-superfície TURBO-tack 701

    O PENOSIL Polímero Híbrido TURBO-tack 701 é excelente em aplicações que requerem ligações elásticas e duradouras. Desde a união de painéis de isolamento a placas e perfis de construção, a sua formulação única permite-lhe acomodar o movimento e a expansão sem comprometer a integridade da união. Consegue imaginar a sua utilização na indústria automóvel? Desde a colagem de painéis de caravanas, autocaravanas, veículos comerciais… O Turbo-tack 701 prova o seu valor com a sua excecional aderência e propriedades de amortecimento de choques e ruídos.

    Segurança e Sustentabilidade

    O TURBO-tack 701 é isento de silicones, isocianatos e solventes. Está certificado com o rótulo EC1+, que garante uma utilização segura em interiores sem emissões nocivas para o ar.

    O teu parceiro perfeito, quer sejas um profissional ou um amador.

    Quer estejas a enfrentar um projeto de construção em grande escala ou um projeto de melhoramento da casa, o PENOSIL Polymer Hybrid TURBO-tack 701 foi concebido para satisfazer qualquer necessidade de colagem com uma eficiência e fiabilidade inigualáveis.

    O Futuro da Tecnologia Adesiva

    Com uma colagem extraforte e rápida, o TURBO-tack 701 representa o futuro da tecnologia adesiva.

    Descobre a gama completa de Adesivos Penosil.

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    Novo projecto em Marvila pode ser adquirido através de criptomoedas

    O projecto Atelier resulta da combinação de elementos industriais e da “delicadeza” do design a partir da “reimaginação” da antiga casa criativa do artista português Tomaz Hipólito num imóvel de oito lofts. A fase de vendas deverá arrancar ainda este ano

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    O antigo espaço criativo do artista português Tomaz Hipólito, em Marvila, vai ser transformado em habitação. Promovido pelos franceses LFV des Vosges, o Atelier, que vai ser colocado à venda ainda este ano, vai poder ser adquirido com criptomoedas.

    Segundo a promotora, o projecto, que resulta da remodelação de um antigo estúdio em oito apartamentos, apresenta traços de arquitectura japonesa e uma fachada de dupla camada, de vidro e malha.

    Situado na Rua Afonso Annes Penedo, os apartamentos, em estilo loft com até quatro assoalhadas, contam com uma sala de estar, uma cozinha e um estacionamento subterrâneo privativo com capacidade para doze veículos. O rés do chão e o primeiro andar vão diferenciar-se pela coexistência de duas realidades complementares: uma varanda na fachada principal, com acesso à casa, e um jardim privativo de 100 m2, nas traseiras, que se vai assemelhar a um casulo verde. Adicionalmente, o edifício vai ser totalmente ecológico, com uma certificação energética de B+.

    “Este equilíbrio entre a dureza dos elementos industriais e a delicadeza do design levou à reimaginação da antiga casa criativa do famoso artista português Tomaz Hipólito num elegante refúgio de oito casas com uma configuração que ecoa o seu passado artístico” comenta Stanislas Maistre, CEO do LFV des Vosges.

    Com desenho da SIA Arquitectura, os apartamentos são marcados por um “design cuidado e uma estética simples”, que confere “calor e textura” a cada espaço. Paralelamente, os pavimentos em madeira natural e os tecidos “suaves e orgânicos” transmitem uma sensação de “tranquilidade” e “simplicidade” que funcionam como “uma tela em branco” para os moradores.

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