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    Poupe TEMPO E DINHEIRO com a nova membrana impermeabilizante MORCEM DRY FIX do GRUPO PUMA

    Impermeabilizante cimentício monocomponente, fibrado, elástico e de secagem rápida

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    O GRUPO PUMA apresenta um novo produto que vai revolucionar as pequenas reformas nas nossas casas. A nova membrana impermeabilizante MORCEM DRY FIX é aplicada de forma fácil, rápida e seca em tempo recorde, o que otimiza a instalação e nos ajuda a economizar no orçamento.

    MORCEM DRY FIX apresenta inúmeras vantagens, a começar pelo seu preço económico e pela sua boa trabalhabilidade, seguindo-se a sua secagem rápida, que nos permite uma óptima colocação ao uso e a possibilidade de o utilizar como adesivo, bem como membrana de impermeabilização. É o produto ideal para realizar pequenas reformas em casas de banho, terraços ou varandas.

    A instalação do MORCEM DRY FIX é muito simples:

          Suportes novos e estáveis:

          1º Tratamento de pontos críticos com a nossa BANDTEC.

          2º Uma camada de Morcem Dry Fix, aplicado com rolo ou trincha.

          3º Aplicamos uma segunda camada de Morcem Dry Fix.

          4º Após apenas 3 horas, podemos aplicar o adesivo escolhido. Se utilizarmos um adesivo da gama Pegoland Fast(S1), a superfície poderá ser transitável em menos de 6 horas

          Suportes antigos, fissurados ou renovação de revestimentos:

          1º Tratamento de pontos críticos com a nossa BANDTEC.

          2º Embutimos a Malha Drypool nesta primeira camada do Morcem Dry Fix

          3º Aplicamos uma segunda camada de Morcem Dry Fix.

          4º Após apenas 3 horas, podemos aplicar o adesivo escolhido. Se utilizarmos um adesivo da gama Pegoland Fast (S1), a superfície poderá ser transitável em menos de 6 horas.

    Desta forma, a nossa pequena reforma estaria pronta para uso em 24 horas, economizando tempo e dinheiro e alcançando os melhores resultados.

    Além disso, o consumo do produto durante a sua aplicação foi otimizado para economizar ainda mais e sua capacidade de realizar o trabalho de vários tipos de produtos ao mesmo tempo, confere-lhe uma categoria mais sustentável, pois requer menos processos produtivos, menos embalagens e gera menos resíduos durante a sua instalação em obra.

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    Savills e Cushman & Wakefield comercializam centro logístico Panattoni Park Lisbon-City

    Com 85 mil m2, distribuídos por diversos espaços de armazém e de escritórios, o projecto visa “responder à actual necessidade logística” e significa a expansão do operador no mercado português

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    É em Santa Iria da Azóia que irá nascer o Panattoni Park Lisbon-City, um dos maiores projectos logísticos da Grande Lisboa e que se encontra em comercialização pelas consultoras Savills e Cushman & Wakefield.

    Com conclusão prevista para o final de 2025, o Panattoni Park Lisbon-City, em Loures, visa responder à actual necessidade logística que o País atravessa, oferecendo uma área de 85 mil metros quadrados (m2), distribuídos por diversos espaços de armazém e de escritórios.

    “Estamos muito satisfeitos em anunciar a nossa expansão no mercado português. Portugal oferece excelentes condições de investimento no nosso sector e crescer lado a lado com as empresas locais e internacionais que operam em Portugal. O Panattoni Park Lisbon City é a demonstração de um claro compromisso em continuar a crescer nos diferentes mercados da Península Ibérica, com um forte foco em Portugal nos últimos anos,” afirma Gustavo Cardozo, director-geral da Panattoni para Espanha e Portugal.

    Localizado numa zona que integra um dos mais importantes eixos logísticos, este activo encontra-se localizado às portas da cidade e contará com diversas unidades de armazéns para operações de cross-docking e logística com diversas opções de áreas disponíveis.

    O parque logístico terá uma área de escritórios total de cinco mil metros quadrados e 122 cais de carga e descarga, distribuídos pelos quatro edifícios, enquanto os armazéns terão um pé direito mínimo de 10,5 metros, nível de risco de incêndio 2, sprinklers e uma sobrecarga de laje de 6T/m2. Este complexo logístico terá, também, uma área total de estacionamento destinada a mais de 300 veículos e furgões, carregadores para veículos eléctricos e parque para bicicletas em cada um dos quatro armazéns.

    Em linha com a estratégia de sustentabilidade da Panattoni “Go Earthwise with Panattoni”, o projecto terá, ainda, o certificado de construção sustentável BREEAM “Excellent”, que garante o cumprimento dos mais elevados padrões de sustentabilidade.

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    Dubai Wood Show 2024 recebe empresas portuguesas

    Através do projecto Inter Wood & Furniture, a Associação das Indústrias da Madeira e do Mobiliário de Portugal (AIMMP) leva à feira internacional de madeira uma delegação com 12 empresas nacionais

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    Através do projecto Inter Wood & Furniture, a Associação das Indústrias da Madeira e do Mobiliário de Portugal (AIMMP) tem vindo a contribuir para uma maior internacionalização das empresas nacionais com a participação em inúmeras feiras internacionais.

    Prova disso, é evento que acontece no Dubai entre 5 a 7 de Março e que vai contar com uma delegação portuguesa composta por 12 empresas, nomeadamente, a Almavilla, Arq Tailor’s, Delivering Nature by Granorte, K Nobre, Lumber, MainGuilty, MBN Industry, MF Timber, Ribadao Wood Boutique, Toronobre, Trading Timber e X8 Solutions Group.

    O Dubai Wood Show é o principal destino para especialistas em madeira que se realiza nos Emirados Árabes Unidos, e conhecido dar a conhecer as principais tendências do mercado, tornando-se, por isso, uma “vantagem competitiva” para as empresas portuguesas presentes e uma forma de “abrirem horizontes neste mercado”.

    De acordo com Vítor Poças, presidente da AIMMP, “a presença portuguesa em mercados fora da Europa vem validar e confirmar a assertividade da estratégia de promoção internacional do sector seguida nos últimos 10 anos pela AIMMP.”

    Integrado no programa, Portugal vai, ainda, mostrar o seu património e demonstrar a sua visão inovadora para o futuro através de uma pequena exposição de peças em madeira contando a história do que é o saber fazer em Portugal.

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    Ano arranca “estável” relativamente a preços de venda de casas

    Em Janeiro, os preços de venda das casas em Portugal Continental registaram uma variação de 0,9% face a Dezembro de 2023, dando, assim, continuidade ao ciclo que predominou na segunda metade do ano passado, segundo os dados apurados pela Confidencial Imobiliário

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    Em Janeiro, os preços de venda das casas em Portugal Continental registaram uma variação de 0,9% face a Dezembro de 2023, dando, assim, continuidade ao ciclo de valorizações mensais suaves que predominou na segunda metade do ano passado.

    Os dados são apurados pela Confidencial Imobiliário no âmbito do Índice de Preços Residenciais, o qual acompanha a evolução dos preços de transacção de habitação no território continental.

    Em termos homólogos, os preços apresentam um crescimento de 12,1% de Janeiro, mantendo os níveis de valorização neste horizonte temporal estáveis em torno dos 12,0%.

    Relembre-se que em Dezembro de 2023, a taxa de variação homóloga foi de 11,8%, coroando um ano marcado pelo abrandamento no ritmo de subida dos preços da habitação. Em resultado desse arrefecimento, a valorização homóloga registada no último mês de 2023 ficou 6,9 pontos percentuais abaixo da observada no final de 2022 (18,7%).

    De acordo com os dados do SIR-Sistema de Informação Residencial, as casas foram transaccionadas em Portugal Continental por um preço médio de 2.396€/m2 em Janeiro de 2024, considerando um período acumulado de três meses. Os fogos novos atingiram um valor médio de 3.656€/m2 nas transacções realizadas nesse período, enquanto nos fogos usados o valor foi de 2.243€/m2.

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    Mais de 80% das transacções da Remax em 2023 foram de habitação

    Lisboa, Porto e Setúbal somaram cerca de 60% da actividade da rede neste período, no que diz respeito à habitação. Sobre o perfil do comprador, forma os investidores nacionais os responsáveis, em 2023, por 73,5% das transacções da rede imobiliária

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    tagsRE/MAX

    Lisboa foi o distrito que concentrou mais de um terço das transacções da rede Remax (35,4%) no ano transacto, particularmente em habitação, os quais representaram mais de 80% do total nacional. Já os distritos do Porto e Setúbal ocuparam a segunda e terceira posição, com 13,2% e 10,1%, respectivamente. Estes três distritos somaram cerca de 60% da actividade da rede neste período. Continuam a ser os portugueses quem mais estão a adquirir ou a arrendar casa. Os investidores nacionais foram responsáveis, em 2023, por 73,5% das transacções da rede imobiliária.

    Quanto ao investimento internacional, os profissionais da Remax transaccionaram no ano passado com 116 nacionalidades estrangeiras, com destaque para os brasileiros que, pelo sétimo ano consecutivo, são quem mais negoceia imobiliário com a mediadora, representando já 7,8% do total do volume transacções. Seguiram-se os clientes angolanos (2,2%), norte- americanos (1,7%), ingleses (1,2%) e franceses (1,1%) que fecham o top 5 das nacionalidades estrangeiras que mais imóveis negociaram de Janeiro a Dezembro de 2023.

    Os dados mostram, ainda, que os apartamentos e as moradias foram os dois tipos de propriedade que a rede mais comercializou no ano passado, representando 52,1% e 28,4% do total, respectivamente. As tipologias mais procuradas nos apartamentos vendidos continuam a ser os T2 (43,6%); seguindo-se os T3 (34,2%) e os T1 (14,4%). Nas moradias o destaque vai para as tipologias T3 (39,3%), T2 (25,2%) e os T4 (19,2%), por esta ordem de preferência. Dos imóveis negociados neste período, de salientar ainda que 9,4% foram referentes a terrenos, 3,1% a lojas e 1,4% a quintas. Outros representarem 5,6%.

    Para 2024, Beatriz Rubio, CEO da Remax, salienta que “apesar das incertezas provocadas pela instabilidade internacional, as perspectivas para o mercado imobiliário em 2024 são positivas, com a concretização das previsões de descida das taxas de juro de referência, a descida da inflação e consequente subida do poder de compra dos portugueses, um ligeiro arrefecimento da procura e um maior dinamismo da oferta. Mas é também certo que esta evolução não será uniforme em todos os concelhos do País, por conta das realidades específicas de cada região e do comportamento das diversas entidades nela intervenientes”.

    “2024 será um ano de desafios, mas como sempre existirão imensas oportunidades de crescimento e desenvolvimento a que não devemos estar alheios e apesar da escassez da oferta (em número e diversidade), destacamos um conjunto de indicadores positivos que permitem ao sector imobiliário reforçar a confiança e prever uma evolução positiva”, reforça a responsável.

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    Recém inaugurada Ala Álvaro Siza recebe primeiras exposições

    As exposições C.A.S.A Colecção Álvaro Siza – Arquivo e Anagramas Improváveis abrem ao público este Sábado, dia 24 de Fevereiro

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    A Fundação de Serralves inaugura esta semana um conjunto de exposições que inauguram a Ala Álvaro Siza. Assim, a partir deste Sábado, dia 24 de Fevereiro, ficam patentes a Colecção Álvaro Siza – Arquivo e Anagramas Improváveis.

    A exposição C.A.S.A – Colecção Álvaro Siza – Arquivo, centra-se, assim, no Arquivo Álvaro Siza da Fundação de Serralves, particularmente nas experiências seminais das primeiras casas, bem como nos projectos de habitação social do pós-revolução que arrebataram a Europa, e na criação de uma espécie de Casa para a Cidade, na inacabada Avenida da Ponte, ou de uma Casa para a Nação, no então vazio Pavilhão de Portugal. Mais tarde, Siza proporia Casas para a própria Arquitectura, uma não construída na sua terra natal, Matosinhos, outra recentemente concluída no Parque de Serralves.

    A mostra incluirá um amplo espectro de projectos para lá dos muros de Serralves, outras Casas de Cultura, Casas de Conhecimento, Casas de Fé, Casas de Lazer, Casas de Comércio, Casas de Família, Casas do Povo, Casas de Trabalho. O escritório de Siza é, por vezes, mais a sua casa do que o apartamento onde habita e por isso os noves segmentos da exposição, um para cada década da sua vida, serão complementados pela arte que o arquitecto produz à parte, por puro prazer, e que generosamente doou à Colecção de Serralves.

    Já ‘Anagramas Improváveis’ é a primeira exposição apresentada na recém-inaugurada extensão do Museu, a Ala Álvaro Siza, dedicada a acolher no futuro todas as mostras da colecção, ou dedicadas à arquitectura e aos vários arquivos depositados na Fundação de Serralves.

    Embora concebido pelo arquitecto que desenhou o Museu de Serralves inaugurado há 25 anos, este novo edifício propõe uma experiência de circulação muito diferente, na medida em que a permite aos curadores pensarem numa exposição que desafia quaisquer percursos ou ideias pré-definidas sobre a Colecção de Serralves, apostando em relações inéditas e intrigantes entre obras de artistas de diferentes gerações e nacionalidades.

    A partir da figura do anagrama, pensou-se uma exposição que contivesse em si mesma uma grande pluralidade de possibilidades de escrita e de leitura. Ao mesmo tempo, o seu título remete para uma das características principais da arte contemporânea portuguesa – a relação com a linguagem – e para um grupo de artistas (nomeadamente Ana Hatherly e E.M. de Melo e Castro) que tiveram, através da Poesia Experimental, um papel fundamental na eclosão e desenvolvimento da contemporaneidade artística portuguesa.

    ‘Anagramas Improváveis’ contempla a ancoragem da Colecção de Serralves nestes movimentos artístico-literários dos anos 1960–70 – bem como na mítica exposição portuguesa Alternativa Zero (1977) e na exposição-manifesto que inaugurou o Museu e Serralves, Circa 1968 (1999), mas olha para o passado com os olhos do presente, nomeadamente, através de diálogos entre obras produzidas em tempos e geografias muito distantes.

    Assim, além de uma encomenda (a artista portuguesa Luísa Cunha produziu uma peça sonora especificamente para o novo edifício), apresenta-se uma série de obras adquiridas recentemente de artistas relativamente jovens (Martine Syms, Juliana Huxtable, Korakrit Arunanondchai, Zanele Muholi, Julie Mehretu, Arthur Jafa, João Pedro Vale & Nuno Alexandre Ferreira, João Maria Gusmão & Pedro Paiva, Alexandre Estrela, Trisha Donnelly, entre outros), algumas adaptadas ao espaço com a cumplicidade dos seus autores, lado a lado com obras de artistas pertencentes a gerações mais antigas, ou considerados históricos (exemplos de Joan Jonas, Lourdes Castro, Lothar Baumgarten, Cabrita, Julião Sarmento, Paula Rego, Lygia Pape, Ana Jotta e Marisa Merz, entre muitos outros).

    Recorde-se que a Ala Álvaro Siza, constitui um marco na história da Fundação de Serralves, ao mesmo tempo que presta uma merecida homenagem ao seu autor, assinalando a relação próxima entre Serralves e o genial arquitecto, há mais de três décadas. Tendo-se iniciado com a construção do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, em 1999, que celebra este ano o seu 25º aniversário, a que se seguiram, a construção da Casa do Cinema Manoel de Oliveira, em 2019, a recuperação da Casa de Serralves, em 2021, a construção da Casa dos Jardineiros, também em 2021 entre muitos outros projectos realizados em estreita colaboração.

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    Alerta de crise na Construção na Alemanha

    Segundo peritos da ZIA (German Property Federation, em inglês), a Alemanha já não é competitiva no sector da construção. A crise no sector da construção está instalada e pode piorar, avança o jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung

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    “Em vez dos 400.000 edifícios concluídos por ano previstos pelo Governo alemão, o mercado está a caminhar para apenas 150.000, alertaram os especialistas. Em 2023, apenas cerca de 270.000 projectos foram concluídos”, adianta o jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung.
    O país tem um défice de 600 apartamentos, que deverá aumentar para 720 000 no próximo ano e para 830 000 unidades até 2027. “Com os níveis actuais das taxas de juro, dos preços dos terrenos para construção, dos custos de construção e das rendas, a construção de novos apartamentos não compensa”, afirmam os especialistas ouvidos pelo jornal. O Instituto Ifo também espera que o número de novas casas construídas anualmente caia em mais de um terço entre 2023 e 2026.

    “A crise é mais profunda do que a conclusão e as licenças de construção mostram”, resume o relatório da Primavera da ZIA. O sector público “é parcialmente responsável porque cobra taxas demasiado elevadas, aprova muito lentamente e exige demasiada burocracia”, sublinham os especialistas.

    A situação foi desvalorizada pela ministra da Construção Klara Geywitz, sublinhando o investimento “recorde” de cerca de 18 MM€ que o governo prevê canalizar para a habitação social até 2027. Para a previsão do governo alemão contribui ainda a diminuição das taxas de juro e dos preços dos materiais de construção e o aumento dos rendimentos reais da população. Argumentos aos quais Andreas Mattner, responsável máximo da ZIA, contrapõe com a fraca prestação da economia alemã, no geral. “Já não somos competitivos na Alemanha no que à construção diz respeito”, cita o jornal alemão. A indústria que represente 19% da produção económica total é “mais crítica do que nunca na história do pós-guerra”, sublinha Mattner.

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    Escritórios: O regresso das grandes operações a Lisboa

    Mais de 70% do take-up mensal na capital está concentrado em três transacções com mais de 1.000 m2, apura a JLL no Office Flashpoint de Janeiro. Apesar do take-up apresentar um volume pouco robusto face aos registos mensais nos anos mais fortes do mercado, é indicador de uma retoma importante da actividade

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    A consultora imobiliária JLL acaba de divulgar os resultados do seu boletim mensal dedicado ao desempenho do mercado de escritórios, concluindo que Janeiro foi um mês de recuperação da ocupação em Lisboa, com reactivação das operações de grandes áreas. No primeiro mês do ano, foram ocupados 6.800 m2 de escritórios na capital, dos quais 72% estão concentrados em três negócios que envolvem a tomada de áreas superiores a 1.000 m2. No total, estas operações somam 4.800 m2, a maior das quais ascende a cerca de 2.400 m2, outra a 1.400 m2 e uma outra a 1.000 m2. De realçar ainda que o volume total mensal apresenta um crescimento da ordem dos 73% face ao mês homólogo.

    “Pese embora o take-up de Janeiro apresentar um volume pouco robusto face aos registos mensais nos anos mais fortes do mercado, é indicador de uma retoma importante da actividade. Obviamente tem de ser visto à luz de um mês de arranque de ano, naturalmente menos forte, mas abre perspectivas positivas para 2024 não só pelo crescimento de 70% face ao ano passado, mas também pelo regresso das operações a envolver grandes áreas”, começa por comentar Sofia Tavares, Head of Office Leasing da JLL.

    A mesma responsável acrescenta ainda que “a melhoria das expectativas relativas à inflação e às taxas de juro faz-nos acreditar que a procura que adiou as suas decisões devido à incerteza macroeconómica, voltará ao mercado mais activamente. Além disso, começam a surgir também mais espaços adequados aos novos requisitos das empresas em termos de adaptação aos modelos de trabalho, sustentabilidade e modernidade. Isso vai também reactivar procura que não estava a encontrar resposta para as suas necessidades”.

    No mês de Janeiro, foram concretizadas 12 operações em Lisboa, sendo o total da área tomada para ocupação imediata. O Prime CBD foi a zona mais dinâmica, com uma quota de 45% do take-up, enquanto as empresas de TMT’s & Utilities foram as mais dinâmicas, gerando 44% da ocupação.

    No Porto, Janeiro foi um mês brando, com 1.300 m2 de ocupação no total de quatro transacções. Este volume está 59% abaixo de Janeiro de 2023 e foi maioritariamente (70%) colocado na zona do CBD Boavista. Também no Porto foram as empresas de TMT’s & Utilities que se mostraram mais dinâmicas, com 70% do take-up mensal. Nota destaque para o facto de a totalidade das operações ter sido para ocupação imediata.

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    Câmara de Oliveira do Hospital investe 2,5M€ em Centro de Saúde com recurso ao PRR

    O futuro Centro de Saúde de Oliveira do Hospital, cujo projeto foi apresentado em reunião de Câmara pelo gabinete de arquitetura responsável pela sua conceção, o arquitecto Carlos Santos, contemplará a ampliação (a norte) daquele equipamento, através da construção de um novo edifício com três pisos

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    A Câmara Municipal de Oliveira do Hospital aprovou, em reunião de Câmara, a abertura de um concurso público para a empreitada de ampliação e requalificação do edifício do Centro de Saúde, um investimento na área da saúde de cerca de 2,5 milhões de euros, que será financiado na totalidade pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    O presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, José Francisco Rolo, destaca, em comunicado, o importante papel da Câmara Municipal nas negociações com o Ministério da Saúde, porque – conforme explica – o financiamento deste equipamento, que inicialmente era de sensivelmente 1,2 milhões de euros, foi aumentado em mais de 1 milhão de euros.

    “Estamos a dar um passo muito importante para a concretização de um investimento altamente estratégico na área da saúde, pois o projeto de modernização e ampliação do Centro de Saúde criará novas condições de atendimento aos utentes e melhores condições de trabalho para os profissionais de saúde”, sublinha o autarca.

    O futuro Centro de Saúde de Oliveira do Hospital, cujo projeto foi apresentado em reunião de Câmara pelo gabinete de arquitetura responsável pela sua conceção, o arquitecto Carlos Santos, contemplará a ampliação (a norte) daquele equipamento, através da construção de um novo edifício com três pisos.

    Com esta empreitada, que tem um prazo de execução de 548 dias, vão ser criadas novas condições de conforto e segurança para os utentes e profissionais de saúde, assim como o aumento da eficiência energética do edifício e a melhoria dos aspetos relacionados com a acessibilidade.

    Um outro aspeto importante está relacionado com o facto de estas obras de remodelação e ampliação do Centro de Saúde cumprirem com as normas de dimensionamento e organização definidos pelo Ministério da Saúde. E nesse sentido, conforme frisa o Presidente da Câmara, passará a ser possível, no âmbito das novas políticas de saúde programadas para a ULS Coimbra, acolher em Oliveira do Hospital, médicos estagiários e em fase de internato para a especialidade.

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    MAP Engenharia adere ao Business Council for Sustainable Development

    A missão da BCSD Portugal é ajudar as empresas associadas na sua jornada para a sustentabilidade, promovendo o impacto positivo para os seus stakeholders, para a sociedade e para o ambiente

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    A MAP Engenharia já faz parte do Business Council for Sustainable Development (BCSD) Portugal, organização sem fins lucrativos que agrega e representa mais de 170 empresas de referência em Portugal, que se comprometem activamente com a transição para a sustentabilidade.

    A empresa, liderada por José Rui Meneses Castro, adere assim à Carta de Princípios como forma de compromisso de “implementação de medidas que permitam a manutenção da sua actividade criando alternativas que sejam vantajosas para todos os agentes, e acima de tudo para o planeta”, como se lê em comunicado.

    Ana Estrócio, directora da Qualidade, Segurança e Ambiente da MAP Engenharia, afirma que “este é um caminho que não conseguimos alcançar sozinhos, é fundamental que os governos desenvolvam políticas e legislações inovadoras, e que forneçam incentivos económicos para promoverem a adopção de práticas mais sustentáveis na indústria da construção, que é agora mais do que nunca, uma prioridade do nosso país. Acreditamos que a orientação da BCSD nos permitirá traçar de uma forma mais objectiva e eficiente este caminho que assumimos percorrer.”

    A missão da BCSD Portugal é ajudar as empresas associadas na sua jornada para a sustentabilidade, promovendo o impacto positivo para os seus stakeholders, para a sociedade e para o ambiente.

    De acordo ainda com Adriana Coutinho, directora de Marketing da MAP Engenharia “no sector da construção, estamos sempre sujeitos aos critérios e decisões dos nossos clientes, mas sabemos ser influenciadores e consultores activos em soluções sustentáveis alternativas. Tendo eu a responsabilidade de comunicar ao mercado as práticas sustentáveis da MAP, fico satisfeita que a nossa adesão à Carta de Princípios da BCSD, nos permita a partir de agora a sermos mais informados e autênticos na transição para o ESG. Sabemos que não é um desafio fácil, mas estamos a dar o nosso melhor.”

    O BCSD Portugal integra a Rede Global do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), a maior organização internacional empresarial a trabalhar a área do desenvolvimento sustentável. Esta adesão garante a dedicação incessante da MAP Engenharia à melhoria contínua e à entrega consistente de soluções e ferramentas inovadoras que permitam responder aos desafios do negócio da construção na transição para a sustentabilidade.

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    Forbes Global Properties realiza parceria exclusiva com Quinta do Lago  

    Desta forma, as propriedades desta zona do Algarve vão começar a ser comercializadas na plataforma de imobiliário de luxo. Uma parceria que realça a “confiança da Quinta do Lago na experiência da Forbes, reforçando a posição no sector imobiliário de luxo na Europa”, segundo Sean Moriarty, CEO do resort

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    A Forbes Global Properties em Portugal acabou de concluir o negócio de parceria com a Quinta do Lago Real Estate. Esta parceria reúne o “reconhecimento global” e o “prestígio” da Forbes Global Properties com o conhecimento local da Quinta do Lago Real Estate. Desta forma, as propriedades de luxo desta zona do Algarve vão começar a ser comercializadas na plataforma de imobiliário de luxo.

    De referir que no início deste ano, a Forbes Global Properties expandiu a sua presença internacional a Portugal, através da Modern, uma agência imobiliária focada em serviços de aconselhamento a indivíduos e promotores imobiliários no segmento residencial de luxo. Concentrando-se especificamente no 1% mais alto do mercado, a Forbes Global Properties representa as propriedades mais cobiçadas em Portugal, nomeadamente em zonas como Cascais, Comporta e Quinta do Lago.

    De acordo com Sean Moriarty, CEO da Quinta do Lago, “esta parceria com a Forbes é a prova do nosso compromisso inabalável com o luxo, com a exclusividade e com a oferta de propriedades sem paralelo. A reputação da marca e o grau de exigência dos clientes high end da rede Forbes alinham-se na perfeição com a nossa visão de lifestyle”.

    O responsável acrescenta, ainda, que “esta parceria realça a confiança na nossa experiência, reforçando a nossa posição no sector imobiliário de luxo na Europa. Juntos, estamos preparados para redefinir o estilo de vida no Algarve e elevar a Quinta do Lago a novos patamares de reconhecimento global.”

    Para Pedro Teixeira Santos, representante da Forbes Global Properties em Portugal, “a Quinta do Lago é dos melhores resort da Europa, onde clientes locais e internacionais são atraídos pela qualidade das propriedades e pelo estilo de vida exclusivo proporcionado pelo resort”.

    Com um mercado imobiliário em contínuo desenvolvimento, a Quinta do Lago apresenta uma variedade de propriedades de luxo, que incluem não só revendas, mas também novos empreendimentos, com comodidades de topo de gama e interiores de alta qualidade, mantendo-se destacada no topo das prioridades de interesse imobiliário no Triângulo Dourado do Algarve.

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