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    Vítor Poças, presidente AIMMP. foto de Nelson Garrido

    Arquitectura

    Paixão pela Madeira [c/galeria de imagens]

    Em vésperas da cerimónia de entrega de mais uma edição, a sétima, do Prémio Nacional de Arquitectura em Madeira, PNAM’23 falámos com Vítor Poças, presidente da Associação dos Industriais da Madeira e Mobiliário Nacional (AIMMP) sobre a crescente utilização da madeira na construção. O 7º vencedor do PNAM será conhecido no próximo dia 22 Setembro

    Manuela Sousa Guerreiro

    Vítor Poças, presidente AIMMP. foto de Nelson Garrido

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    Paixão pela Madeira [c/galeria de imagens]

    Em vésperas da cerimónia de entrega de mais uma edição, a sétima, do Prémio Nacional de Arquitectura em Madeira, PNAM’23 falámos com Vítor Poças, presidente da Associação dos Industriais da Madeira e Mobiliário Nacional (AIMMP) sobre a crescente utilização da madeira na construção. O 7º vencedor do PNAM será conhecido no próximo dia 22 Setembro

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    Manuela Sousa Guerreiro
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    Nunca se falou tanto da utilização da madeira na construção em Portugal como agora. O actual contexto ambiental, económico e social leva à procura por outras soluções que rompem com a que tem sido a construção tradicional portuguesa das últimas décadas. Acrescem as exigências europeias mais apertadas no domínio ambiental para criar um contexto propício à expansão da construção em madeira no país. Mas esta “paixão pela madeira”, enfrenta ainda estigmas e exige compromissos… com a floresta e com ensino, só para referir alguns. Por entre a muita desconfiança do mercado, há quem vá abrindo o caminho para que se acelere em Portugal a utilização deste material. Sendo certo que não estamos a “inventar a roda”, este é o início de um caminho já há muito traçado por outros países onde a construção predominantemente em madeira permite viver melhor e com um menor custo ambiental.

    “As empresas nossas associadas nunca tiveram tanto trabalho como agora”, afirma a propósito Vítor Poças, presidente da Associação dos Industriais da Madeira e Mobiliário Nacional. É claro que seria leviano um paralelismo directo entre este crescimento industrial e a utilização da madeira na construção, já que a associação abrange toda a fileira – desde o corte e abate de árvores, à sua transformação e comercialização, incluindo aqui o mobiliário e as carpintarias interiores – mas não há dúvida que se assiste a uma maior utilização da madeira “enquanto elemento estrutural”, assegura Vítor Poças. Uma tradição que Portugal foi perdendo nos últimos 50 anos, inclusivamente “no ensino e desenvolvimento do conhecimento das universidades, a favor da construção em betão e em ferro. Curioso é que podemos aplicar aqui o provérbio que o meu pai me dizia… ‘atrás do Tempo, tempo vem’ para o que se passa actualmente”. O presidente da AIMMP sublinha que se assiste a “um novo impulso, uma nova corrente que vem dar peso à madeira naquilo que é a sua utilização como elemento estrutural, hoje começamos a ter o uso da madeira na construção doméstica e na construção industrial e na construção pública, noutro tipo de equipamentos, passadiços, bares de praia, restaurantes, nos parques de diversão, nos parques infantis… mas também uma maior utilização na construção de infraestruturas de hotelaria e turismo”.

    A montra da arquitectura nacional em madeira
    Uma visão de quem acompanha o sector “por dentro”, e que se tornará talvez mais evidente para o público geral em mais uma edição, a 7ª, do Prémio Nacional de Arquitectura em Madeira, PNAM. Este que já se tornou uma montra da arquitectura em madeira no País, premeia obras com carácter permanente, realizadas em Portugal, que evidenciem o uso da madeira como material relevante na arquitectura e que sejam da autoria de arquitectos inscritos na Ordem dos Arquitectos. A iniciativa, que arrancou em 2011, tem periodicidade bienal, e já premiou nomes como Carlos Castanheira, Francisco Vieira de Campos, ou mais recentemente, João Mendes Ribeiro.
    No dia 22 de Setembro, serão conhecidos os vencedores desta edição, numa cerimónia que terá lugar na Casa da Arquitectura, em Matosinhos. A organização do PNAM incluí a realização de um catálogo com uma short list das obras candidatas e seleccionadas pelo júri, de entre as cerca de três dezenas de candidatas o Júri, presidido pelo arquitecto João Mendes Ribeiro, vencedor da última edição do PNAM, 2022, com o projecto “Casa no Castanheiro”, 16 foram seleccionadas para integrar o catálogo da 7ª edição.
    “Cada edição do PNAM é um case study, ou um conjunto de case study´s, de exemplos de construção em madeira que são um contributo para enriquecer o conhecimento em torno deste tema. Neste conjunto de 16 obra que foram pré-seleccionadas temos exemplos de construção nova, de equipamentos, de obra pública. A cada edição do prémio nota-se uma evolução onde a madeira assume um papel estrutural num conjunto de projectos que vão sendo cada vez mais diversificados”, refere Vítor Poças.
    A este propósito o responsável sublinha o envolvimento das universidades nesta iniciativa. “Enquanto polo de saber, estas têm que acompanhar as necessidades do mercado e, de facto, temos vindo a assistir nos últimos anos ao intensificar do ensino do uso da madeira e das suas capacidades, domínios e estruturas. Estou convencido que esta procura pela construção em madeira irá continuar e com ela a procura de formação. E por terem este importante papel temos a preocupação de incluir em cada edição duas universidades na comissão organizadora do concurso”.

    Valorizar a floresta nacional é obrigatório
    Falar da Madeira e do seu uso crescente na construção, é falar de recursos e da floresta nacional. Um tema que “nos leva para outro tipo de discussão”, mas que é importante referir, tal como é importante referir “o estado débil da floresta portuguesa, quer em quantidade quer em qualidade. A floresta portuguesa não produz madeira que seja amiga à construção estrutural, mas, no entanto, hoje em dia, estamos a recorrer à madeira reciclada, ao uso dos painéis, dos aglomerados e dos painéis de CLT, que é possível produzir com madeiras portuguesas. Hoje estamos a recorrer às madeiras vindas dos países do Leste e dos países nórdicos, mas isso não me faz desacreditar, nem do material, nem do recurso, nem da tendência que vamos continuar a assistir de crescimento da construção em madeira, independentemente da sua origem”, afiança Vítor Poças.

    Os números mais recentes dão lhe razão. Em 2022 as exportações do sector bateram o recorde ao atingir os 3039 milhões de euros e os primeiros seis meses de 2023 reforçam a tendência de crescimento. “Até Junho as exportações globais do sector cresceram 8%, tendo sido exportados 1646 milhões de euros no primeiro semestre, mais 110 milhões de euros face ao período homólogo”, revela Vítor Poças. “Naturalmente que a construção em madeira, nacional e internacional, irá catapultar a utilização de outros produtos de madeira em complemento ao impulso da construção”. Aqui realçando o esforço e o investimento em inovação e design das empresas de mobiliário nacional. Depois de em 2022 as vendas ao exterior terem crescido 450 milhões de euros a perspectiva é de que as vendas do sector cresçam 300 milhões de euros no final de 2023.

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    Sandra Zárate assume direcção Digital & Marketing da Brico Depôt Iberia

    A nomeação prende-se com a decisão de dividir o departamento de Customer & Trading em duas áreas estratégicas: Comercial e Digital & Marketing

    Kingfisher Group nomea Sandra Zárate, até agora directora de Digital e Marketplace, como nova directora do departamento de Digital & Marketing da Brico Depôt Iberia. Apresentada pelo CEO da empresa, Chris Bargate, há alguns dias, a nomeação prende-se com a decisão de dividir o departamento de Customer & Trading em duas áreas estratégicas: Comercial e Digital & Marketing.

    Sandra Zárate, tem uma sólida experiência como actual diretora de Digital & Marketplace, tendo liderado com sucesso a área de comércio eledtrónico nos últimos três anos. O seu contributo tem sido fundamental para consolidar o crescimento e desenvolvimento do negócio digital da Brico Depôt, destacando-se, entre outras conquistas, o lançamento com sucesso do Marketplace da marca, em Espanha e Portugal.

    “Assumo esta nova etapa com muito entusiasmo e estou ansiosa por assumir este novo desafio na Brico Depôt como directora do Departamento de Digital & Marketing. Ao longo dos últimos anos, tive o privilégio de liderar a área de comércio electrónico e de fazer parte de uma equipa altamente talentosa e empenhada. Como tal, continuaremos a conduzir a nossa estratégia omnicanal, aproveitando as oportunidades e superando os desafios que forem surgindo. Neste sentido, o nosso principal objectivo é oferecer uma experiência de compra superior e reforçar o nosso posicionamento como uma referência no sector da bricolage e da construção”, afirma Zárate.

    Sandra irá liderar um departamento de marketing centrado no cliente, com o objectivo de impulsionar a empresa através do desenvolvimento de um negócio de comércio eletrónico consolidado e líder de mercado. A sua visão estratégica, as suas competências digitais e o seu profundo conhecimento do mercado serão fundamentais para garantir o crescimento actual e futuro da empresa.

    “A experiência, o conhecimento e a liderança da Sandra vão fortalecer a marca Brico Depôt no mercado ibérico. Estamos muito confiantes de que a sua visão vai trazer novas perspectivas e estratégias que vão permitir impulsionar o crescimento da empresa e melhorar a experiência do cliente em todos os nossos canais”, declara Chris Bargate, CEO da Brico Depôt Ibéria. Além disso, também fará parte da equipa de gestão da Brico Depôt Iberia, como membro da direcção-geral. A sua incorporação neste órgão de decisão reforça o compromisso da empresa com a inovação e a transformação digital, e irá permitir tirar o máximo partido do seu conhecimento estratégico.

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    limehome entra em Portugal e quer chegar às 500 unidades no Porto

    A actividade em Portugal arranca com 48 apartamentos, no Porto e em Évora, mas o objectivo é alcançar rapidamente as 500 unidades no Porto e expandir para o resto do país. No primeiro trimestre do ano a carteira europeia da operadora de apartamentos turísticos ascendeu a 800 unidades

    A limehome, operadora de apartamentos turísticos na Europa, anuncia a sua actividade em Portugal com cinco propriedades no Porto e em Évora, numa oferta total de 48 apartamentos. “Continuamos em busca de parceiros, tal como de novas propriedades em Portugal e, especificamente, na área metropolitana do Porto. Prosseguimos o ambicioso objectivo de alcançar rapidamente as 500 unidades aqui e queremos crescer no país”, refere Xulio Rey, responsável pela expansão da limehome em Portugal e Espanha. “Com a maior popularidade de alojamentos alternativos à oferta hoteleira tradicional, há um aumento da procura por este tipo de estadia, especialmente por quem prefere uma experiência mais autêntica e local.”, sublinhou o responsável.

    No Porto uma majestosa casa tipicamente portuguesa, no nº 204 da Rua de Dom Manuel II, integra 8 unidades numa localização estratégica, a poucos minutos a pé do centro histórico da cidade. A renovação do edifício foi meticulosamente coordenada para manter elementos arquitectónicos distintivos, como tectos e janelas, preservando a sua essência, ao mesmo tempo que oferece todo o conforto de um apartamento contemporâneo. A Limehome está, também, na Rua Conceição 55, com um total de 17 apartamentos.

    A sul estão contratadas três novas propriedades em Évora, num total de 23 unidades. Dois destes projectos têm lugar na Rua de Machede, e o terceiro é no Largo dos Penedos.

    A nível internacional, a limehome aumentou a sua carteira em quase 14% no primeiro trimestre de 2024. No final de Março, a empresa tinha assinado contratos relativos a um total de 800 novos apartamentos, elevando assim a sua carteira europeia a ultrapassar os 6.800 apartamentos. Além de Portugal, a maioria dos novos contratos de arrendamento estão em Espanha, Áustria e Itália.

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    “Food Halls”: tendência mantém-se firme em toda a Europa

    Relatório da Cushman & Wakefield destaca o crescimento do subsector de Alimentação e Bebidas e a expansão que os mercados de restauração (“food halls”) estão a ter um pouco por toda a Europa, Portugal incluído 

    O número de mercados de restauração (food halls, no seu termo em inglês) na Europa aumentou quase 50% nos últimos sete anos, estando actualmente abertos 133 espaços deste género e pelo menos nove deverão abrir em breve, de acordo com o último relatório da Cushman & Wakefield (C&W) sobre os Food Halls na Europa

    O total actual representa um aumento em relação aos 90 espaços abertos ou em desenvolvimento em 2017, altura em que a empresa de serviços imobiliários, que prestou consultoria em mais de 1100 negócios no sector da alimentação e bebidas (F&B) na Europa nos últimos três anos, produziu pela primeira vez o seu estudo aprofundado sobre o subsector. Na altura, os mercados de restauração, que ofereciam comida e bebida autênticas, diversificadas e preparadas na hora, num ambiente comum, estavam a ganhar popularidade junto de uma geração mais jovem que procurava experiências únicas e esperava-se que o crescimento continuasse.

    Apesar dos confinamentos provocados pela pandemia e dos aumentos de custos imprevistos que obrigaram ao encerramento de alguns food halls, a tendência geral tem sido a adaptabilidade e o crescimento. O conceito tem vindo a ganhar força no Reino Unido e em França, onde 42 e 20 food halls, respectivamente, estão abertos/previstos, e entrou em novos países, incluindo a Bélgica (4), a República Checa e a Irlanda.

    Com algumas excepções, em que os proprietários lidam directamente com os comerciantes de produtos alimentares, a maioria dos food halls envolvem um operador que arrenda o espaço a um proprietário, normalmente por 10-15 anos. O operador é então responsável: pelo arrendamento aos comerciantes de produtos alimentares; pelos espaços de bar, de convívio e de lazer; pelos serviços de gestão, como a segurança e a limpeza; e pela criação da identidade do food hall. Para além disso, existem numa grande variedade de tamanhos – de 300 m2 a 10.000 m2 – e localizações.

    Catherine Stevenson, da equipa EMEA Cross Border Retail & Leisure da Cushman & Wakefield e coautora do relatório, afirmou: “Um food hall de sucesso é, naturalmente, aquele em que a qualidade da comida é uma prioridade. Os melhores aproveitam também as características únicas da história, da arquitectura e da cultura do seu local. Esta autenticidade transforma uma área de restauração de um local num ponto de referência, atraindo visitantes e desempenhando um papel fundamental na construção de um local. Isto é mais evidente no Time Out Market Lisboa, que se tornou uma das atracções mais populares e frequentemente visitadas em Portugal, transcendendo o seu papel de local para comer para um destino internacionalmente significativo que atrai visitantes de todo o mundo.”

    O relatório destaca vários temas-chave que a Cushman & Wakefield espera que influenciem o crescimento dos mercados de restauração nos próximos anos. Entre estes o crescimento do modelos multiusos, com oferta diversificada de actividades culturais, eventos ou actividades empresariais, novos formatos “é provável que estes formatos incluam locais de centros de transporte, oferecendo uma maior escolha e experiência aos viajantes, e versões mais pequenas em locais de bairro. A localização é fundamental, sendo necessária uma afluência suficiente de pessoas para apoiar as refeições durante todo o dia, sete dias por semana”, refere a consultora. A reconversão de uma antiga estação ferroviária em Nice que foi transformada num pavilhão alimentar com 2 400 m2 é um exemplo de reaproveitamento de edifícios. O efeito “regenerador” destes projectos é a terceira tendência identificada pela Cushman & Wakefield que dá ainda como exemplo o Cambridge Street Collective que inaugurou recentemente em Sheffield como o maior food hall construído para o efeito na Europa, com 2 500 m2, no âmbito de um projecto financiado pela autarquia e centrado na comunidade da cidade.

    “Os mercados de restauração continuam a ser o melhor local para se ir sem fazer reserva, com a garantia de qualidade e diversidade. Embora a comida continue a ser o centro das atenções, existe um interesse crescente nestes espaços como um destino de lazer para clientes de várias nacionalidades. Com o aumento dos custos, os mercados de restauração / food halls evoluíram para se tornarem centros sociais, fomentando um ambiente que incentiva o convívio e conexões significativas”, sublinha Sandra Belo, Associate de Retalho na Cushman & Wakefield, Portugal.

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    Ângelo Ramalho deixa Efacec a 31 de Julho

    O gestor esteve à frente da Efacec Power Solutions nos últimos 9 anos. Ângelo Ramalho será substituído por Christian Kingler, actual Chairman do Grupo Efacec que irá acumular, interinamente, a função de CEO

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    Em Outubro de 2015 Ângelo Ramalho iniciou o mandato de CEO da Efacec, tendo assegurado a liderança e a continuidade da empresa em três fases particularmente distintas e com três accionistas diferentes.

    Sob a sua liderança, a Efacec enfrentou e superou um dos maiores desafios da sua história de 75 anos, na sequência dos impactos decorrentes da crise accionista. Durante os seus 9 anos em função, a Efacec reorientou o negócio para segmentos de maior valor e para mercados mais desenvolvidos e de menor risco, promovendo uma cultura de eficiência e sustentabilidade. Simultaneamente, continuou a inovar, sendo publicamente reconhecida por isso, através do desenvolvimento do seu portefólio de tecnologias e de produtos.

    “A visão e liderança de Ângelo Ramalho à frente dos destinos da Efacec, foram fundamentais para manter a empresa viva em alguns dos seus momentos mais desafiadores, permitindo-lhe ter um futuro promissor. O seu apoio durante todo o processo de transição, que estamos a concluir, foi igualmente fundamental para o seu sucesso, agora que começamos a ver resultados operacionais positivos”, afirmou em comunicado Christian Klingler, Chairman EPS.

    “Foi um privilégio servir na Efacec. Foi um caminho com inúmeros desafios, entre os quais um período de grande incerteza e turbulência, que conseguimos, em conjunto, ultrapassar. E com isso ficámos mais fortes. Com o novo accionista, criámos as condições de base para o futuro da empresa. Agora o tempo é outro, de novos estímulos e de novos desafios para a Efacec e para mim”, sublinhou na mesma nota enviada à comunicação social Ângelo Ramalho, ainda CEO EPS.

    Christian Klingler irá acumular, interinamente, a função de CEO, com a de Chairman do Grupo Efacec.
    Na mesma nota o Conselho de Administração da Efacec “agradece, profundamente, a Ângelo Ramalho o compromisso, competência, determinação e capacidade de liderança demonstradas ao longo do seu tempo na empresa, desejando-lhe o maior sucesso no seu futuro pessoal e profissional”.

    Licenciado em Engenharia Mecânica pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), e com formação executiva pela AESE Business School e pelo INSEAD, Ângelo Ramalho conta com um sólido percurso profissional nos setores da energia e da mobilidade. Passou por empresas como a Shell, a Gás de Portugal, a Galp Energia e a Alstom em negócios B2B (business to business) e B2C (business to consumer), onde desempenhou funções de liderança nas áreas de distribuição, de projecto, de desenvolvimento de tecnologias, de produtos e de soluções.

     

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    Já abriram as candidaturas para o Prémio Inovação Jovem Engenheiro

    As candidaturas para a 34ª edição do Prémio Inovação Jovem Engenheiro (PIJE) 2024, uma iniciativa promovida pela Ordem dos Engenheiros – Região Sul (OERS), decorrem até 31 de Dezembro

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    Encontram-se abertas, até 31 de Dezembro, as candidaturas para a 34ª edição do Prémio Inovação Jovem Engenheiro (PIJE) 2024, uma iniciativa promovida pela Ordem dos Engenheiros – Região Sul (OERS) que, desde 1990, galardoa anualmente trabalhos nos diversos ramos da área, que se evidenciam pelo seu carácter “inovador e aplicabilidade prática”.

    Podem candidatar-se ao PIJE os jovens engenheiros, estagiários ou efetivos com idade até 35 anos, inscritos na Ordem dos Engenheiros, em qualquer região, com trabalhos individuais ou em coautoria. Esta iniciativa pretende “potenciar” futuros profissionais, através da divulgação de trabalhos “diferenciadores” e “reconhecer e celebrar” o desempenho dos membros da Ordem dos Engenheiros.

    “Valorizar o talento dos jovens é essencial para o futuro da engenharia. Este prémio pretende promover as capacidades que acreditamos que tantos jovens engenheiros têm, mas também proporcionar a oportunidade de estabelecerem conexões com o mundo profissional e impulsionar o seu crescimento e desenvolvimento”, comenta António Carias de Sousa, presidente da Ordem dos Engenheiros Região Sul.

    Adianta ainda que “a iniciativa não só celebra as conquistas individuais, mas também reforça a importância da engenharia na construção de um futuro mais sustentável e tecnologicamente avançado”.

    Para o primeiro, segundo e terceiro classificados será atribuido um prémio pecuniário no valor de 10 mil euros, cinco mil euros e 2.500 euros, respectivamente, com a possibilidade de serem ainda atribuídos diplomas de menção honrosa. Já o valor dos prémios atribuídos a trabalhos de coautoria será dividido pelos respectivos autores.

    Com um investimento de aproximadamente 500 mil euros ao longo destas 33 edições, a OERS reconheceu e premiou mais de 100 jovens, sendo esta uma oportunidade única para demonstrarem a sua criatividade e contribuírem para o avanço da engenharia em Portugal.

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    Decorhotel 2023 (@Exposalão)

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    Decorhotel 2024 já contabiliza 85% dos espaços vendidos

    De regresso à Exponor, depois do ano passado ter estado na FIL, em Lisboa, a Decorhotel promete “maior abrangência”, uma área de exposição “fortificada” e uma vasta gama de produtos e serviços inovadores

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    A Decorhotel regressa à Exponor no próximo mês de Outubro. Com 85% dos espaços de exposição já vendidos, a feira confirma o seu “sucesso” e o “forte interesse” do mercado, demonstrando a “relevância e a confiança” que o sector deposita no evento.

    Mais de 60% das empresas que participaram na última edição já confirmaram a sua presença na nova edição, mostrando a sua satisfação com os resultados obtidos e a importância da feira como plataforma de negócios e networking.

    Para 2024, a organização da Decorhotel promete “maior abrangência”, com uma área de exposição “fortificada”, e uma vasta gama de produtos e serviços inovadores, desde tecnologias de última geração a soluções sustentáveis para o sector hoteleiro e um programa de conferências e seminários.

    Ao longo das últimas semanas, a organização tem vindo a revelar diariamente algumas das empresas já confirmadas e a partir de Setembro, a comunicação da feira será reforçada com a divulgação diária de entrevistas com os expositores.

    Tal como aconteceu o ano passado, irá decorrer em simultâneo com a Decorhotel, a Expoalimenta, a feira profissional da alimentação, maquinaria, equipamentos e produtos para a indústria alimentar, potenciado as oportunidades geradas pelo certame.

    Entretanto, mantém-se abertas as inscrições para expositores.

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    Livo e Bling Energy estabelecem parceria

    A Livo, do Grupo Ageas Portugal, e a Bling Energy juntam-se para oferecer soluções de tecnologia fotovoltaica. São dois os modelos de venda disponibilizados:  subscrição e aquisição  

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    A Livo, marca do Grupo Ageas Portugal, lança a sua mais recente solução de tecnologia fotovoltaica. Este método oferece alta eficiência energética, um investimento sustentável a longo prazo, controlo por smartphone e, ainda, uma necessidade de baixa manutenção.

    De acordo com dados da SolarPower Europe, Portugal é considerado o quinto país da Europa que mais se desenvolveu em potência fotovoltaica. As energias solar e hídrica foram as energias renováveis que mais cresceram no país, sendo que metade da potência instalada em 2023 foi para unidades de produção em autoconsumo directamente nas casas e empresas.

    “Na Livo, cada passo é uma demonstração do compromisso em superar os desafios energéticos que moldam o panorama nacional. A nossa missão vai muito além de fornecer soluções para a produção de energia; oferecemos uma experiência diferenciadora para iluminar casas e aquecer os corações das nossas pessoas”, afirma João Jerónimo, director geral da Livo. “Este lançamento marca um momento importante no objectivo de sermos uma referência em soluções sustentáveis para as casas dos portugueses, oferecendo aos Clientes a melhor experiência-benefício e, evidentemente, uma melhor qualidade de vida”, conclui.

    Em parceria com a Bling Energy, uma empresa portuguesa dedicada a democratizar o acesso à energia do futuro, a marca do Grupo Ageas Portugal garante um processo de instalação fácil, rápido e com suporte técnico especializado em todas as etapas. Adicionalmente, disponibiliza dois modelos de venda: o primeiro é a subscrição, que permite começar a poupar desde a primeira fatura de electricidade com uma mensalidade fixa, sem qualquer investimento inicial. Após vinte anos, o sistema torna-se propriedade do Cliente. Num segundo modelo, a compra, paga-se a instalação das soluções fotovoltaicas no momento da aquisição, com uma estimativa de recuperação do investimento entre quatro a seis anos.

    “Esta parceria representa um marco importante no nosso objectivo de levar sustentabilidade e poupança ao maior número de famílias portuguesas”, refere Bernardo Fernandez, fundador e director geral da Bling Energy. “A energia solar descentralizada pertence a um leque de soluções que estão a tornar as casas mais confortáveis e esta é uma visão que partilhamos com a Livo desde o início”, acrescenta. A Livo disponibiliza também uma avaliação personalizada às necessidades de cada cliente, analisando o consumo da casa e proporcionando a solução mais adequada para maximizar a poupança através dos painéis solares, mas também das baterias e dos carregadores de veículos eléctricos. Desta forma, a Livo visa posicionar-se no mercado do sector das soluções domésticas mais competentes e sustentáveis, destacando-se pela combinação de tecnologia avançada, suporte especializado e compromisso com a sustentabilidade ambiental.

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    Aroa Ruzo é a nova Country Manager da Schneider Electric em Portugal

    Com uma carreira de mais de 16 anos na Schneider Electric, a executiva era até agora VP Home & Distribution & E-commerce para a América do Sul

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    A Schneider Electric anuncia a nomeação de Aroa Ruzo como nova Country Manager de Portugal, tendo iniciado funções no dia 1 de Julho.

    Com mais de 16 anos de experiência na indústria, Aroa Ruzo juntou-se inicialmente à equipa da Schneider Electric na Galiza, em 2007. Após diversas funções na área de vendas, em 2013 mudou-se para o Chile onde, depois de diferentes posições na área de marketing, assumiu a direção das divisões de Digital Energy, Power Products e Home & Distribution para o país.

    No início de 2022, foi promovida para o comité de liderança da Schneider Electric na América do Sul, e a sua função mais recente foi a de VP Home & Distribution e e-Commerce, sendo responsável por liderar esta unidade de negócio na região e impulsionar a transformação digital dos parceiros.

    “Estou muito entusiasmada com esta nova etapa da minha carreira, continuando a trabalhar para fortalecer as nossas relações com clientes, parceiros e colaboradores. Portugal é um mercado muito competitivo e com um grande potencial de crescimento de inovação, o que oferece as bases necessárias para impulsionar eficazmente a nossa missão de digitalização, electrificação e sustentabilidade no país,” comentou Aroa Ruzo. “Estou altamente motivada para, juntamente com a equipa, fazer crescer ainda mais a Schneider Electric em Portugal!”

    Aroa Ruzo substitui assim Victor Moure enquanto Country Manager de Portugal. Victor ocupou esta posição desde setembro de 2021 e dará agora continuidade à sua carreira dentro da empresa regressando a Espanha para assumir o cargo de Vice-President, Power Products & Digital Energy Iberia.

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    Lumare

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    Fercopor lança segundo projecto de luxo em Vilamoura

    O novo empreendimento Lumare conta com 62 apartamentos, com tipologias de T1 a T4 Penthouse, com assinatura do arquitecto João Vieira, do Studio JV

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    Menos de um ano depois do lançamento do projeto Serenity, a promotora imobiliária Fercopor reforça a aposta em Vilamoura no segmento da habitação de luxo. O novo empreendimento Lumare conta com 62 apartamentos T1 a T4 Penthouse, com assinatura do arquitecto João Vieira. No conjunto dos dois empreendimentos, a promotora prevê um investimento de 100 milhões de euros.

    “O mercado imobiliário do Algarve sempre foi dinâmico, mas sente-se uma crescente procura nacional e internacional por projectos de habitação, em que os critérios são diferentes, como o conforto ou a dimensão das áreas. Por isso, a nossa aposta tem sido de criar empreendimentos para quem procura residir ou passar longas temporadas nesta região, um perfil diferenciado no Algarve e em que vemos enorme potencial de crescimento”, afirma Mário Almeida, administrador da Fercopor.

    O novo projecto contempla quatro edifícios, onde se destacam as seis penthouses (duas T4 e quatro T3). Identificadas como Sky Residences, todas têm um amplo terraço e piscina com vista para o mar, em áreas exteriores que chegam aos 358 metros quadrados (m2). Os interiores são também os maiores de todo o empreendimento, chegando aos 195 m2.

    O projecto conta ainda com outros dois conceitos de habitação distintos: as Garden Residences, com jardins privativos no apartamento e as Essence Residences, que reforçam a tónica na dimensão dos espaços interiores e exteriores.

    Em comum, todas as fracções seguem características consideradas “chave” no perfil de habitação desenvolvido pela Fercopor em todos os seus projectos: áreas generosas, acabamentos de qualidade superior e ainda uma forte ligação entre o interior e exterior, que ganhou especial relevância numa região onde o sol e o mar marcam a paisagem.

    “A disposição em diferentes layers proporciona uma variedade de espaços, como terraços e saliências, oferecendo diversas experiências de luz e sombra, garantindo áreas tanto de privacidade quanto de exposição e vista”, explica o João Vieira, responsável pelo projecto.

    “Como resultado, as variações nas tipologias dos apartamentos em cada piso conferem ao edifício uma identidade única”, acrescenta o responsável do Studio JV, que fez valer neste projecto a sua experiência de mais de 20 anos e com projectos na Europa, América do Norte e América do Sul.

    Todas as fracções têm igualmente acesso exclusivo a um leque de comodidades, incluindo sala de massagem, sauna, ginásio e lounge. Do total de 7.794 m2 de terreno, mais de 30% são dedicados a espaços verdes do condomínio, onde se destaca o jardim central com piscina exterior que unifica todos os edifícios.

    O desenvolvimento do Lumare envolveu, por isso, um cuidadoso trabalho de arquitetura paisagista, a cargo do portuense Oh!Land Studio, que assumiu como prioridade a diversidade ecológica e climática, traduzida através da vegetação.

    Ainda este ano, a Fercopor prevê lançar mais dois novos projectos no Norte do Pais: um na Avenida da Boavista, junto ao Parque da Cidade do Porto, e outro em Vila do Conde. Actualmente, encontra-se em fase de construção dos empreendimentos Enlight, Pure e Prisma, na Boavista e o projecto Casa Verde, em Vila do Conde.

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    Nova edição do Guia Placo reflecte “compromisso” com a inovação e a sustentabilidade

    Além das diferentes soluções em gesso do universo da marca, o documento inclui, ainda, a nova gama de produtos que compõe o sistema de divisórias futuRE, uma solução com uma pegada de carbono mais reduzida

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    Com o objectivo de “inspirar e auxiliar” a tomada de decisão dos profissionais do sector para os diferentes projectos, a Saint-Gobain Portugal acaba de lançar, no mercado nacional, uma nova edição do Guia Placo. Este documento conta com diversas soluções que “reflectem as tendências de mercado” e o “compromisso” da Saint-Gobain com a inovação e a sustentabilidade.

    Desta forma, são apresentadas no Guia Placo diversas soluções inovadoras em gesso do universo da marca, como placas, tratamento de juntas e produtos prontos a aplicar, perfilaria e acessórios metálicos, ou tectos e gessos.

    Este documento inclui, ainda, a nova gama de produtos Placo, que compõe o sistema de divisórias futuRE, uma solução com uma pegada de carbono mais reduzida. A solução combina duas placas de gesso laminado Placo Planet 13 futuRE compostas por 28% de conteúdo reciclado, os painéis de lã mineral – da marca Isover – Arena Apta futuRE, que incorporam na sua composição 78% de vidro reciclado, e os perfis Placo Planet futuRE que apresentam uma pegada de carbono de apenas 1,09 kg de CO2, apresentando uma redução de 69% face aos produtos standard semelhantes.

    Paralelamente aos serviços apresentados no guia, a Saint-Gobain fornece suporte transversal em qualquer fase de projecto com informação técnica, cálculo de soluções, ensaios ao fogo e certificações de produto e construção digital.

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