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    NIPA Capital vende escritórios Latino Coelho 142 à Venture Real Estate Fund

    A Savills representou a NIPA Capital nesta operação, que foi adquirida pela Serris REIM, actuando como Gestor de Investimentos em nome do VRE Fund

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    A NIPA Capital, investidora e promotora sediada nos Países Baixos, concluiu com sucesso a venda do edifício de escritórios Latino Coelho 142 (LC142), no Porto, à Venture Real Estate Fund (VRE Fund).

    Após o seu primeiro investimento (2017) e a abertura de escritórios em Lisboa (2021), depois de, em 2020, ter sido submetida a uma remodelação “abrangente”, esta aquisição marca a entrada da Venture Real Estate Fund no dinâmico mercado imobiliário do Porto, enquanto expande o seu actual portfólio multissetorial em Portugal, que integra uma carteira pan-europeia de 450 milhões de euros em países e regiões como França, Benelux, Portugal, Espanha e Alemanha, gerida pela Serris REIM.

    O LC142, localizado no centro da cidade do Porto, disponibiliza um total de 3.900 m2 de Área Bruta Locável (ABL) e 36 lugares de estacionamento cobertos. Do total da ABL, cerca de 350 m2 encontra-se, actualmente, disponível.

    A Savills, que recentemente expandiu a sua presença no Porto com a aquisição da Predibisa, acompanhou a NIPA Capital no processo de arrendamento, avaliação de sustentabilidade e gestão da transacção. A sociedade de advogados CCSM prestou assessoria jurídica ao vendedor, enquanto a Pbbr, a Watermark e a NewCycle prestaram serviços de assessoria jurídica, fiscal, financeira e técnica ao comprador.

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    Em 2024 a Teka celebra 100 anos

    A Teka comemora o centenário da sua fundação em 2024, o que a torna uma das marcas de electrodomésticos mais antigas da Europa. Durante este ano, a marca celebrará o seu centenário a nível mundial, estando previstos diversos lançamentos e eventos

    Nos seus 100 anos de história, a Teka vendeu mais de 300 milhões de produtos em todo o mundo. A empresa estima que mais de 200 milhões de casas, em todo o mundo possuam algum produto da marca.

    A Teka é uma marca histórica e com uma forte ligação à memória colectiva dos portugueses, contando já com 46 anos de presença no mercado nacional. A fábrica de Ílhavo, onde foram desenvolvidos um sem número de produtos, é ainda hoje um ponto de pesquisa de desenvolvimento de electrodomésticos, nomeadamente microondas, alguns fornos e também exaustores. Conta com um quadro de cerca de 350 colaboradores, desde a fábrica à equipa de desenvolvimento e produção, e à área comercial, tendo um papel activo no desenvolvimento da região.

    A Teka é actualmente o segundo maior fabricante de lava-louças na Europa. Os seus produtos são comercializados em mais de 150 países, nos cinco continentes e possui 10 fábricas espalhadas pela Europa, Ásia e América, 35 centros de distribuição e 6 centros de excelência e pesquisa.

    Uma empresa pioneira

    Fundada por Karl Thielmann em 1924, a Teka iniciou a sua actividade como uma empresa dedicada ao fabrico de máquinas agrícolas. Com a incorporação de Helmut Klein como sócio em 1957, a empresa adquiriu o nome actual das iniciais de ambos os fundadores. Especializada em produtos de aço inox, a empresa foi a primeira a produzir lava-louças com este material, desenvolvendo um produto que revolucionaria as cozinhas. Em 1968 foi pioneira na produção de lava-louças encastrados em aço inox.

    Na área de electrodomésticos, a Teka foi a primeira empresa a produzir placas de cozinha em aço inox, em 1959. Este produto teve ampla aceitação no mercado pela facilidade de limpeza, resistência e durabilidade deste material. Em 1978, a empresa patenteou a primeira placa de cozinha de encastrar, o que representou uma inovação no design de cozinhas. Até então, as placas eram vendidas num conjunto que também incorporava o forno, o que obrigava a ter um espaço maior para a sua colocação. A sua produção iniciou-se simultaneamente em 1983 em fábricas na Alemanha e em Espanha, de forma a responder à grande procura do mercado.

    Em 1984, a Teka foi também pioneira no fabrico de microondas na Europa, o que facilitou o acesso deste electrodoméstico aos consumidores europeus, já que até então, os microondas eram apenas comercializados nos Estados Unidos da América.

    Nos últimos anos, a empresa tem feito uma grande aposta na inovação, com o lançamento de novos produtos como SteakMaster, MaestroPizza ou a série Infinity G1. Todos eles contam com o design como uma peça importante do seu desenvolvimento, e procuram responder às no-vas necessidades do cliente que tem em casa um espaço de convívio e entretenimento, onde a cozinha se torna o verdadeiro coração da casa.

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    Topeca reforça gama de argamassas

    São três os novos produtos que vão reforçar a gama de argamassas de reboco. O seu desenvolvimento foi feito em conjunto com aplicadores profissionais

    A Topeca aliou a sua experiência no fabrico de argamassas, com as mais recentes tecnologias, aplicadas aos novos materiais para fazer crescer a sua gama de rebocos à base de cimento.

    Em conjunto com aplicadores profissionais, foram desenvolvidas três novas argamassas de reboco, que vêm reforçar a gama Rebetop.

    Estas novas argamassas caracterizam-se por terem uma morfologia híbrida, conjugando no mesmo produto os benefícios do ligante cimento com a agregação de materiais 100% naturais, com pegada de carbono reduzida. Para além de mais ecológicos, os novos rebocos de base cimentícia são moldáveis e por isso mais fáceis de regularizar e cortar, mais rentáveis, permitindo rebocar mais área em menos tempo, e apresentando texturas areadas e raspadas.

     

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    Mapei investe 13M€ na nova fábrica de Cantanhede

    Os responsáveis da Mapei defendem que a nova unidade, que ocupa uma área total de 26.500 m² de área total, dos quais 12.000 de área coberta, vai permitir o crescimento do portfolio produzido em Portugal. Para o CEO da companhia italiana, “Portugal é um mercado muito particular e de forte procura, o que motivou a empresa a encontrar soluções que respondessem às limitações existentes na fábrica de Anadia”

    Está avaliado em 13 milhões de euros o investimento realizado pela Mapei na construção da sua nova casa. A nova fábrica da companhia italiana, especialista na área dos adesivos, impermeabilizantes e produtos químicos, está localizada na zona industrial de Cantanhede e coloca a Mapei num patamar privilegiado para responder às necessidades do mercado nacional.

     


    Dotada de tecnologias de vanguarda, a nova unidade fabril dedica-se à colagem de cerâmica, impermeabilização, pavimentos industriais, reparação de betão, revestimentos e apresenta uma área total de 26.500 m² de área total, dos quais 12.000 de área coberta, sendo que o arranque fica marcado pela produção do adesivo Keraflex Zero, com o total das emissões de CO2 emitidas em todo o seu ciclo de vida compensadas através da compra de créditos ambientais certificados.

    Portugal tem mercado importante

    A cerimónia de inauguração contou com a presença do CEO da Mapei Internacional. Marco Squinzi reconhece que pese não ser um dos maiores mercados do grupo, “Portugal é um mercado muito particular e de forte procura, o que motivou a empresa a encontrar soluções que respondessem às limitações existentes na fábrica de Anadia”. O terreno onde agora nasceu a nova fábrica do grupo italiano foi adquirido à Câmara Municipal de Cantanhede, que vê a marca a reforçar o investimento na região, de acordo com a palavras da autarca Helena Teodósio. Squinzi sublinha que os 20 postos gerados pela nova fábrica, aos quais se juntam os 20 outros que transitam da fábrica de Anadia, vão operar numa unidade “muito eficiente, com muita automação, e um consumo de energia muito baixo, na qual teremos capacidade de produção adicional para podermos continuar a crescer neste país”. “Começámos a nossa aventura em Portugal em 2001 como uma pequena empresa, hoje somos uma das empresas líderes no setor dos produtos químicos para a construção. Graças a esta nova e moderna fábrica, seremos capazes de responder às exigências do mercado local e continuar a crescer, oferecendo soluções inovadoras, duradouras e de qualidade, respeitando o ambiente, como a nossa Linha Zero de produtos com emissões de CO2 totalmente compensadas”, acrescentou o CEO da Mapei.  Ao CONSTRUIR, a directora geral da Mapei em Portugal reconhece que “o aumento da capacidade produtiva é muito importante. As limitações da fábrica de Anadia são agora ultrapassadas com uma fábrica moderna que vai permitir o aumento e alargamento do portfolio de produção, algo que era crucial para nós”. Carla Santos acrescenta que “a eficiência e a optimização dos custos são fundamentais para responder a um mercado que consideramos cada vez mais exigente”. “O caminho que temos feito ao nível de especialização, a atenção que temos prestado à prescrição, do pré e do pós-venda, do acompanhamento ao cliente, faz parte desta estratégia de crescimento e a fábrica é um ponto crucial para que a nossa resposta ao cliente e ao mercado seja mais e mais importante”.

    Mão-de-obra é um desafio

    Carla Santos explica também que um dos grandes desafios que empresas como a Mapei têm pela frente prendem-se com a mão-de-obra. “Estamos a viver um momento difícil para encontrar mão de obra qualificada. No sentido das flutuações, quer a nível de matérias-primas, o nosso grupo, o tamanho do grupo também nos dá a capacidade e o poder negocial, não é? E isso é importante para países como o nosso, que são mais periféricos, obviamente. Mas acreditamos que estamos preparados e o grande desafio é, efectivamente, a eficiência. Dotar, dimensionar a nossa estrutura de forma a responder às expectativas que temos do mercado”, defende a directora-geral da Mapei Portugal. Carla Santos reconhece que a importância do mercado português e da estrutura portuguesa da companhia “não se resume seguramente aos 10 milhões de habitantes. Eu acho que nós temos reconhecidamente uma performance elevada. Conseguimos trabalhar todas as linhas de produto lançadas pelo grupo Mapei e eu acho que temos uma empresa muito saudável e somos referência num país que também tem dado passos para ser referência na Europa”.  Já Veronica Squinzi, proprietária do Grupo Mapei Internacional, adiantou que um dos objectivos é “continuar a crescer de forma sustentável, reforçando a nossa presença nos mercados que consideramos estratégicos, uma economia estável, sectores em constante crescimento como as energias renováveis, o imobiliário, o turismo e a tecnologia. Portugal representa uma oportunidade de investimento promissora para o nosso grupo. Graças ao profissionalismo e à visão da nossa equipa local, estamos confiantes de que continuaremos a expandir a nossa presença no país.”

    Alargamento da gama

    Com este investimento a Mapei pretende alargar a gama de produtos produzidos em Portugal e aumentar o orçamento de vendas, ultrapassando o volume de facturação de 2023 na ordem dos 30 milhões de euros, enquanto o grupo internacional facturou 4,2 mil milhões de euros a nível mundial. Em Cantanhede, a Mapei tem uma capacidade de armazenamento em racks superior a 3.500 paletes e uma capacidade de expedição de 30 camiões por turno. Gera mais de 70 guias de remessas emitidas, mais de 250 linhas de produtos preparadas e mais de 250.000 kg de produto expedido, por turno. Neste investimento, a Mapei recorreu a soluções inovadoras, nomeadamente o pavimento de toda a área logística  que recorre, pela primeira vez, ao sistema Concrete Flooring System da Mapei, sistema que permite a construção de um piso sem juntas, com ganhos evidentes na manutenção, mas acima de tudo oferece um piso estável e sem vibrações para a circulação de máquinas com ganhos evidentes na saúde dos operadores”. O grupo Mapei tem mais de 12.000 colaboradores em 57 países com 102 subsidiárias. Em Portugal, a Mapei conta com cerca de 100 colaboradores e tem apresentado uma evolução consistente no mercado nacional com o crescimento de 50% nos últimos dois anos. Situados no Parque das Nações, em Lisboa, os escritórios centrais da empresa portuguesa são dotados do Mapei World Lisboa, um espaço para os projectistas inspirar-se para conceber os projectos do futuro, um conceito do grupo Mapei já implementado em Paris Londres e Milão. Em Cantanhede será produzida a argamassa, uma das soluções centrais no portfólio do fabricante, mas a fábrica está preparada para receber, já em 2025, novas linhas de produção para o fabrico de gamas adicionais. Carla Santos recorda que a Mapei Portugal cresceu 50% nos últimos dois anos, com o mercado da reabilitação a ganhar um peso significativo nas receitas. A fábrica está igualmente voltada para o programa de formação do Grupo. Através da Mapei Academy, que existe em vários países, e agora também em Portugal – quer em Cantanhede, quer nas instalações de Lisboa – a empresa partilha conhecimento com o seu ecossistema externo, mas igualmente com as suas equipas. Manter os colaboradores actualizados e requalificar sempre que necessário contribui, como explica Carla Santos, para colmatar a falta de recursos humanos no sector.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

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    Litehaus quer “imprimir” 100 casas por ano em Portugal

    O arquitecto Rui Barbosa é o vencedor do concurso de arquitectura lançado pela Litehaus para desenhar a casa impressa em 3D na Comporta. Com vários projectos já em carteira a empresa estabeleceu como meta a construção de 100 unidades/ano

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    A Litehaus, lançou em Março o concurso de arquitectura, direccionado a estudantes e profissionais de arquitectura residentes em Portugal para desenhar o projecto de uma casa impressa em 3D para o empreendimento na zona da Comporta, perto de Melides.
    “Sendo a impressão 3D a mais recente tecnologia capaz de revolucionar o sector da construção, foi com grande entusiasmo que participei neste desafio lançado pela Litehaus e sinto-me muito honrado por ver o meu projecto seleccionado como vencedor. Na proposta com a qual concorri, procurei aliar este novo método de construção à repetição modular, fácil de ajustar às várias necessidades dos futuros utilizadores e desafios criados pelo ambiente envolvente. Procurei conjugar elementos contemporâneos com a linguagem arquitectónica tradicional de Melides, respeitando sempre o contexto urbanístico”, comenta Rui Marta Barbosa.
    A unidade destaca-se pelo seu carácter modular. O azulejo da piscina, que confere uma cor avermelhada à água, e os tons acastanhados e beges presentes nos materiais que compõem a volumetria da casa dão um toque convidativo, acolhedor e quente ao edifício. Adicionalmente, a disposição e número das divisões da casa podem ser organizadas e ajustadas de acordo com a vontade dos clientes e condicionantes do terreno, devido aos espaços modulares e ao corredor central que os conecta.

    Esta nova villa vai integrar a rede habitacional zero waste construída com recurso à tecnologia de impressão 3D, desenvolvida pela espanhola Cosmos e que a Litehaus trouxe para Portugal.

    A empresa está já desenvolver vários projectos habitacionais no mercado nacional. “Prevê-se que o mercado da construção com impressão 3D cresça 88%, anualmente, podendo valer 400 mil milhões de dólares em 2030, e nós pretendemos fazer parte dessa evolução, contribuindo para um marco na história da arquitectura portuguesa. O nosso objectivo é o de construir 100 habitações por ano em Portugal. Estamos a construir 13 casas em Torres Vedras e estão mais 50 planeadas, temos 73 apartamentos modulares turísticos contratados em Braga e estamos prestes a fechar um empreendimento de 108 acomodações para estudantes em Famalicão”, afirma Simi Launay, chief creative officer da Litehaus.

    A tecnologia de impressão em 3D desenvolvida pela Cosmos permite que sejam erguidas 45 m2 de paredes em menos de 24 horas. O segredo para tornar estas casas mais amigas do ambiente centra-se, principalmente, na construção das paredes, compostas, maioritariamente, por ECOMortar, um material que substitui o cimento e produz entre 40 a 50% menos de emissões de CO2. Adicionalmente, a tecnologia modular e de impressão 3D aplicadas na fabricação destas paredes reduz o desperdício em 90%.

    A elevada eficiência dos materiais e técnicas de construção utilizados resulta do facto de os módulos serem impressos num local fechado, sob condições ambientais controladas e sem produção em excesso, uma vez que é apenas impressa a quantidade necessária. Nos módulos são, ainda, previamente instalados isolamento, electricidade e canalização, acelerando significativamente a montagem no local.

     

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    IP lança concurso público de 58,3M€ para Variante Nascente de Évora

    No final da semana passada a IP lançou o concurso para a construção da Variante Nascente de Évora. Já esta semana foi lançado concurso público, no valor de 5,5M€ para reabilitação da Ponte da Arrábida

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    A empreitada a contratar visa a construção de uma nova ligação rodoviária alternativa ao actual troço do IP2, com início no Nó de Évora Nascente da A6/IP7, imediatamente após a praça de portagem, e termina na conexão com o actual IP2, em S. Manços.

    A futura Variante terá cerca 12,8 quilómetros de extensão com dupla faixa de rodagem. Ao longo do traçado serão construídos restabelecimentos desnivelados, sendo a interligação com a rede existente assegurada através dos seguintes nós: Nó de Vale de Figueiras; Nó da Fonte Boa do Degebe; Rotunda de Ligação à EN18.

    O empreendimento prevê ainda a construção de 8 Passagens Superiores, duas das quais sobre linhas de caminho de ferro.

    O projecto da Variante Nascente de Évora constitui o maior investimento a executar pela Infraestruturas de Portugal no âmbito do PRR. Integrado na Componente C7 – Infraestruturas, investimentos em Missing Links e Aumento de Capacidade da Rede, este empreendimento irá contribuir decisivamente para a melhoria das ligações rodoviárias na região de Évora, melhorar a segurança rodoviária e promover a competitividade das empresas e a mobilidade das populações da região.

    Concurso público de 5,5 M€ para reabilitação da Ponte da Arrábida
    Já esta segunda-feira foi publicado o concurso público com um preço base de 5,5 milhões de euros para reabilitar a face interior do tabuleiro e pilares da Ponte da Arrábida. O prazo para apresentação de propostas vai até ao dia 17 de Maio e a empreitada tem um prazo de execução de 540 dias.

    Neste concurso público, o preço tem um factor de ponderação de 80% e a qualidade 20%, estando ainda este último ponto dividido em três subfactores de ponderação: programa de trabalhos (60%), memória descritiva e justificativa (30%) e cronograma financeiro (10%).
    Esta operação de manutenção, cuja despesa foi autorizada pela IP, compreende uma dotação de 2,8 milhões de euros a alocar em 2025 e 2,7 milhões de euros em 2026. Ao montante fixado para cada ano pode “ser acrescido do saldo apurado no ano anterior”.

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    O novo EVlink Pro DC 180 kW da Schneider Electric

    Schneider Electric lança estação de carregamento rápido para veículos eléctricos que promove a electrificação dos edifícios, parques de estacionamento e frotas

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    A Schneider Electric, lança EVlink Pro DC 180 kW, uma solução de carregamento rápido para veículos eléctricos (VE) que maximiza a eficiência energética e minimiza os custos eléctricos. Em 2023, Portugal registou um aumento de 69% no número de utilizadores que carregaram os seus veículos em postos de carregamento de redes públicas. Com o carregamento rápido do EVlink Pro DC, que permite que os veículos atinjam os 80% de carga em apenas 20 minutos, é possível optimizar a utilização da energia do edifício e fazer os veículos de frota voltar à estrada mais rapidamente.

    Actualmente, o sector dos transportes representa 23% do consumo mundial de energia, e os edifícios 26%. Para alcançar os objectivos de neutralidade carbónica, é necessário acelerar a transição para a electrificação, de forma a permitir a adopção de mais energia limpa, como é o caso da energia solar nos telhados, para alimentar os edifícios e veículos. Ao combinar soluções eficientes de carregamento de veículos eléctricos e infraestrutura de distribuição eléctrica com software inteligente de gestão de energia – apoiado por uma rede de especialistas certificados em serviços de consultoria, no local e à distância –, os proprietários e operadores podem cumprir os seus objectivos de sustentabilidade, manter a fiabilidade da energia e oferecer uma experiência confortável aos condutores de VE.

    Integração perfeita para maximizar o controlo e a distribuição de energia
    O EVlink Pro DC integra-se perfeitamente com sistemas de gestão de carregamento, como o EcoStruxure EV Charging Expert, para distribuir de forma inteligente a energia do edifício para os postos de carregamento de veículos eléctricos em tempo real, o que garante a máxima eficiência e poupança de custos. O novo equipamento é também interoperável com sistemas de gestão de edifícios como o EcoStruxure Power Monitoring Expert e o EcoStruxure Building Operation, o que simplifica as operações diárias dos operadores de edifícios, consolidando todas as informações numa única solução. A solução também está certificada com múltiplos sistemas de gestão de carregamento de estações (CSMS), o que proporciona aos proprietários de edifícios e operadores de pontos de carregamento a liberdade de integrar e gerir um sistema de carregamento que se adapta às suas necessidades específicas, graças à visibilidade dos dados e à supervisão de back-end necessária para gerir eficientemente o seu sistema.

    “O EVlink Pro DC 180 kW tira partido da nossa longa experiência na distribuição eléctrica e no sector dos edifícios para oferecer uma abordagem inovadora de infraestrutura e carregamento de veículos eléctricos. O nosso compromisso com a interoperabilidade e a integração sem falhas significa que os operadores de edifícios e frotas ganham mais visibilidade, eficiência energética e controlo, enquanto os condutores têm acesso fácil a uma rede de postos de carregamento, uma melhoria muito necessária para a experiência geral de quem tem um VE,” afirma Patricia Pimenta, VP Home & Distribution Iberia da Schneider Electric. “Reforçados por uma rede mundial de técnicos com experiência dedicada, os clientes podem contar com uma experiência de eMobility melhorada em que podem confiar.”

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    Dstgroup abre candidaturas para os estágios de Verão

    Está de regresso a iniciativa que pretende aproximar os estudantes da actividade laboral do universo do grupo DST. A edição 2024 dos cursos de Verão prevê 50 vagas, direccionados para as diferentes áreas onde o grupo actua. Em 2023, o Dstgroup recebeu mais de 300 candidaturas para 32 estágios

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    O Dstgroup vai abrir 50 novas vagas para os estágios de Verão de 2024, que decorrerão de Junho a Setembro, com remuneração 820€/mês. Esta iniciativa tem como objectivo a abertura de portas para o universo da empresa a todos os jovens que estejam a frequentar qualquer tipo de ensino, seja profissional ou superior.

    O grande propósito do grupo liderado por José Teixeira, é potenciar a aproximação de estudantes ao contexto real de trabalho e à cultura da empresa, com o intuito de enriquecer os participantes a um nível pessoal e profissional.

    “A edição de 2024 dos estágios de Verão do Dstgroup conta com o amadurecimento de edições de anos anteriores e com novidades certamente enriquecedoras para todos os seus participantes. Queremos aproximar os estagiários das realidades, dos desafios do mundo do trabalho em pleno séc. XXI, em particular nas áreas em que actuamos, e demonstrar a nossa proposta de valor diferenciada. O nosso ADN assente na arte, na cultura, além da aposta na formação, em estratégias de bem-estar e de conciliação entre vida profissional e pessoal serão pontos chave a ser percepcionados pelos estagiários. Atingiremos o nosso objectivo se criarmos boa memória, para sermos vistos como a melhor escolha quando ingressarem no mundo do trabalho”, esclarece José Machado, director de Recursos Humanos do grupo.

    Os estágios estão direccionados para as seguintes áreas: Engenharias Civil, Electrotécnica, Electrónica Industrial e Computadores, Mecânica, Energias Renováveis, Telecomunicações e Informática; Gestão e Sistemas de Informação; mas também Mecânica Automóvel; Desenho Técnico e Maquinação; Preparação e Gestão de Obra; Soldadura Avançada e Técnico de Manutenção Industrial. Para além destas áreas em destaque, o grupo disponibiliza ainda vagas noutras áreas especializadas.

    Em 2023, o Dstgroup recebeu mais de 300 candidaturas e acolheu 32 estágios. Dos candidatos que já tinham o seu percurso escolar concluído, dois alunos transitaram para estágio curricular, um para estágio profissional e outro para contrato de trabalho.

     

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    Sotecnisol Power lança ferramenta para gestão de centrais fotovoltaicas

    Empresa lança plataforma que permite, entre outros, calcular rácios e comparativos de performance das centrais fotovoltaicas, contribuindo para uma maior poupança e redução na pegada de carbono

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    A Sotecnisol Power, empresa do sector de energia solar fotovoltaica, lançou a plataforma ROMA (Reporting, Operation and Maintenance Application), uma ferramenta que oferece aos clientes um acesso simplificado às informações operacionais das suas centrais fotovoltaicas, permitindo avaliar o seu rendimento e eficiência de uma forma muito intuitiva e prática.

    Com a crescente adopção de tecnologias de produção de energias limpas, como a energia solar, a gestão eficiente das centrais fotovoltaicas torna-se cada vez mais relevante. Neste contexto, a ROMA surge como uma solução eficaz para responder às crescentes necessidades dos clientes, que procuram maior eficiência e rapidez no fluxo da informação, por forma a garantir a melhor utilização das suas centrais fotovoltaicas.

    Através da ROMA, os utilizadores têm acesso a todas as características técnicas dos seus sistemas fotovoltaicos, incluindo dados de produção de energia e de performance, comparativos contratuais, históricos de facturação, gestão das manutenções preventivas, registo e quantificação de incidentes e relatórios de desempenho. Desta forma, os clientes têm a oportunidade de contribuir activamente para a redução das emissões de carbono, ao mesmo tempo que beneficiam de um sistema energético mais sustentável e economicamente vantajoso.

    Em média, os utilizadores de instalações fotovoltaicas equipados com a plataforma ROMA conseguem obter poupanças entre 40% e 70% na sua factura de energia eléctrica tradicional, dependendo do perfil de consumo da instalação.

    “Os sistemas fotovoltaicos são fundamentais para a transição para uma matriz energética mais sustentável e amiga do ambiente”, afirma Filipe Bello Morais, director geral da Sotecnisol Power. “Acreditamos que o acesso facilitado às informações operacionais destes sistemas é crucial para maximizar a produção de energia renovável e promover a sustentabilidade ambiental. Assim, a ROMA foi desenvolvida para que cada utilizador possa gerir, de forma consciente, a energia que produz e aproveite plenamente o potencial da sua central fotovoltaica”, acrescenta o responsável.

     

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    Thomas & Piron com novo investimento de 300M€ em Loures

    Com assinatura do gabinete de arquitectura Saraiva + Associados, de Miguel Saraiva, o início da construção e comercialização, que decorrerá em quatro fases, está previsto para 2025 e o seu término para 2034

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    A promotora belga, Thomas & Piron vai lançar o novo empreendimento Clarissas, numa zona de “elevado potencial urbanístico” de Loures, onde foi construído no séc. XVI o antigo Convento de Nossa Senhora dos Mártires e da Conceição dos Milagres e a atual Igreja Matriz de Sacavém e que, mais tarde, foi ocupado por instalações militares, conhecidas como Quartel de Sacavém.

    O projecto prevê ainda a reabilitação da Praça da República, no centro de Sacavém, a construção de uma rede de infraestruturas, e ainda a criação de espaços verdes na envolvente do empreendimento.

    Com um investimento total superior a 300 milhões de euros, o início da construção e comercialização, que decorrerá em quatro fases, está previsto para 2025 e o seu término para 2034.

    Com assinatura do gabinete de arquitectura Saraiva + Associados, de Miguel Saraiva, e com um conceito de habitação inovador e sustentável incorporado no seu design, todos os apartamentos foram pensados para serem eficientes energeticamente e “amigos” do ambiente, contemplando ainda a criação de 30 mil m2 de áreas verdes.

    O projecto imobiliário Clarissas vai incluir a construção de uma nova urbanização, que contempla uma área residencial com 10 lotes, 37 edifícios, num total de cerca de 760 apartamentos, de tipologias T1 a T5, incluindo penthouses e duplex, com cerca de 83.400 m2 e com valores a partir dos 195 mil euros.

    Todos os apartamentos vão contar com amplas varandas ou terraços, estacionamento privativo e, em alguns dos edifícios terão acesso a piscinas e jardins privativos.

    Serão ainda criados cerca de 9 mil m2 de zonas comerciais e de serviços, 30 mil m2 de zonas verdes, equipamentos sociais e de lazer destinadas a seniores e crianças, uma rede de infraestruturas com a construção de acessos pedonais e rodoviários, e ainda um total de lugares de estacionamento que poderá ascender a 2.400, sendo 1.800 privados e 700 públicos, incluindo um parque de estacionamento subterrâneo com capacidade para 180 lugares.

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    Porto quer integrar nos roteiros turísticos projectos de artistas e criativos locais

    Curated Porto integra, numa primeira fase, 13 projectos. Para a sua selecção foi lançada uma call aberta que considerou diferentes áreas de criatividade, bem como a necessidade de os espaços e ateliers estarem abertos ao público

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    A Câmara Municipal do Porto vai lançar, esta terça-feira, dia 9, um novo projecto municipal para promoção de negócios locais. Chama-se Curated Porto e integra, numa primeira fase, 13 projectos de artesãos, artistas e novos criativos, que se destacam pela criatividade, inovação, sustentabilidade e diversidade cultural.

    Para a selecção dos projectos foi lançada uma call aberta que considerou diferentes áreas de criatividade, bem como a necessidade de os espaços e ateliers estarem abertos ao público.

    Além disso, definiu-se como condição a implantação dos negócios em diferentes quarteirões da cidade, tendo sido privilegiados aqueles que se encontram fora do circuito da Baixa e Centro Histórico do Porto, que se enquadra no espírito da dispersão dos fluxos turísticos pela cidade, que se preconiza nos oito quarteirões turísticos, recentemente apresentados

    “O Curated Porto surge como uma resposta à crescente procura por experiências turísticas autênticas, responsáveis e diferenciadoras. A organização de roteiros que contemplam esta oferta pretende não só responder a novas exigências de residentes e visitantes, mas também contribuir para o desenvolvimento da cidade através de um turismo mais consciente”, assinala Catarina Santos Cunha, vereadora do Turismo e Internacionalização.

    O projecto é apoiado pelo Turismo de Portugal e está acordado uma parceria com o Curated Porto para o lançamento de um episódio por semana, com cada um dos 13 artistas envolvidos no programa.

    Durante a tarde, está agendada uma conferência que versará sobre a influência do Turismo Criativo para a dinamização da economia local, o desenvolvimento sustentável e a captação de novos segmentos.

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