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    Luís Rebelo de Andrade

    Arquitectura

    Luís Rebelo de Andrade recebe Prémio Rafael Manzano 2023

    O prémio será entregue no âmbito do IV Congresso Internacional de Construção, Arquitectura e Urbanismo Tradicionais, no próximo dia 16 de Novembro, em Cascais, no Palácio da Cidadela, a partir das 18h30

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    O prémio será entregue no âmbito do IV Congresso Internacional de Construção, Arquitectura e Urbanismo Tradicionais, no próximo dia 16 de Novembro, em Cascais, no Palácio da Cidadela, a partir das 18h30

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    No âmbito do IV Congresso Internacional de Construção, Arquitectura e Urbanismo Tradicionais, o Prémio Rafael Manzano 2023 vai ser entregue a Luís Rebelo de Andrade no próximo dia 16 de Novembro, em Cascais, numa cerimónia que decorre no Palácio da Cidadela em Cascais, a partir das 18h30.

    O IV Congresso Internacional de Construção, Arquitectura e Urbanismo Tradicionais prevê, ainda, um conjunto de conferências com a participação de diversos arquitectos portugueses. A começar, no dia 16, estão previstas três conferências em Porto Brandão, na Rua Bento de Jesus Caraça, 43 e, no dia 17, o Congresso prossegue com mais conferências na sede nacional da Ordem dos Arquitectos, em Lisboa, entre as 9h30 e as 13 horas. A conferência de Luís Rebelo de Andrade, “Lugar e Identidade” encerra os trabalhos.

    O Prémio distingue o percurso profissional do arquitecto, no seu contributo para a continuidade da tradição arquitectónica, tanto em obras de reabilitação do património arquitectónico e urbano como em obras novas, que sendo baseadas nas tradições locais, sejam capazes de integrar-se harmoniosamente nos respetivos conjuntos.

    O Prémio é convocado pela Fundação Culturas Construtivas Tradicionais, com o apoio da International Network for Traditional Building, Architecture and Urbanism (INTBAU), Kalam, Fundação Serra Henriques e Real Academia de Bellas Artes de San Fernando e conta com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República de Portugal.

    Atribuído pela primeira vez em Outubro de 2012, em Espanha, o Prémio Rafael Manzano de Nova Arquitetura Tradicional foi, em 2017, ampliado a Portugal com o apoio da Ordem dos Arquitectos. Entre os arquitectos portugueses, foram anteriormente distinguidos, em 2017, José Baganha, e em 2019, António Maria Braga e Alberto Castro Nunes.

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    Lisboa realiza o 2.º Encontro do Laboratório de Dados Urbanos

    Este segundo encontro contempla a apresentação de 23 projectos que incluem trabalhos realizados pela comunidade científica em resposta aos desafios LxDataLab, O objectivo é traçar um “retracto real” da capital em áreas como a mobilidade, o ambiente, a economia, ou a governança

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    A Câmara Municipal de Lisboa (CML) vai realizar o 2.º Encontro do Laboratório de Dados Urbanos de Lisboa (LxDataLab), amanhã 28 de Maio. Esta iniciativa é desenvolvida pelo Centro de Gestão e Inteligência Urbana de Lisboa (CGIUL), departamento do município que impulsiona iniciativas Smart Cities, em parceria com 19 universidades e instituições de ensino superior e investigação científica, no âmbito de protocolos de colaboração estabelecidos entre o município e as diferentes instituições parceiras.

    O evento tem como objectivo apresentar os projectos desenvolvidos por alunos para resolução de desafios apresentados pelo município, tais como: indicadores de tráfego, movimentação de pessoas em zonas de diversão, detecção de coberturas verdes em edifícios da cidade, entre outros. A academia beneficia do acesso a dados reais sobre a cidade e a CML tem a oportunidade de testar soluções analíticas capazes de promover a inovação, eficácia e proatividade nos serviços prestados ao cidadão.

    Este segundo encontro contempla a apresentação de 23 projectos que incluem trabalhos realizados por alunos em resposta aos desafios LxDataLab, outros trabalhos realizados nas universidades parceiras com relevância para o município e trabalhos de analítica dinamizados pelas equipas internas da autarquia. Algumas das áreas em destaque são a mobilidade, o ambiente, a economia, a governança, entre outras.

    Mais de 230 investigadores e alunos universitários participaram nos 34 desafios lançados pelo município, até ao momento.

    Para a vereadora Joana Almeida, responsável pelo pelouro da Cidade Inteligente do município, “a colaboração com a academia é muito importante para alcançarmos o retracto fidedigno da capital, resultante da analítica de dados, e encontrarmos soluções para uma gestão eficaz e inteligente que corresponda às necessidades dos cidadãos”.

     

     

     

     

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    António Carias de Sousa, presidente OERS e Gil Azevedo, diretor executivo Startup Lisboa

    Engenharia

    OE e StartUP Lisboa criam Hub de inovação

    A criação deste novo Hub, na sede da OERS visa a promoção de projectos nas diversas áreas da engenharia e o fomento da inovação e apoio ao empreendedorismo jovem

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    A Ordem dos Engenheiros – Região Sul (OERS) assinou um memorando de entendimento com a StartUp Lisboa, com o objectivo de desenvolver um conjunto de sinergias com vista à promoção de projectos inovadores, nas diversas áreas da engenharia, entre as quais a dinamização de um HUB de inovação, a nascer na sede da Região Sul, em Lisboa.

    Este novo HUB de Inovação vai possibilitar o desenvolvimento de sinergias com vista à promoção e incentivo de um ecossistema empreendedor, ao mesmo tempo que apoia o desenvolvimento e crescimento de novos projectos inovadores ligados aos diversos ramos de engenharia.

    “Este novo espaço tem como objectivo servir de plataforma para os membros da OERS desenvolverem projectos inovadores com uma forte componente de engenharia, facilitando a troca de conhecimentos e experiências, do mesmo modo que potencia o desenvolvimento de tecnologias de ponta que beneficiem a sociedade”, refere António Carias de Sousa, presidente da OERS.

    Acrescenta ainda que “estamos comprometidos em proporcionar aos nossos membros as ferramentas e o ambiente necessários para transformar ideias em realidade, contribuindo para o progresso da engenharia e da sociedade como um todo”.

    Para Gil Azevedo, director executivo da Unicorn Factory Lisboa, “uma das nossas prioridades é apoiar o empreendedorismo jovem, essencial para a expansão do ecossistema de inovação em Portugal”.

    O memorando de entendimento entre a OERS e a StartUp Lisboa foi assinado no passado dia 11 de maio, durante as celebrações do Dia Regional do Engenheiro, onde foram galardoados três engenheiros com o Prémio Inovação Jovem Engenheiro (PIJE).

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    Prata Riverside (Créditos: Ricardo Oliveira Alves)

    Imobiliário

    Quintela e Penalva e VIC Properties apresentam em Londres oportunidades de investimento imobiliário

    Esta acção, que ocorreu na sede da Knight Frank, em Londres, contou com a presença das equipas especializadas no segmento prime, onde a procura por parte dos clientes passa principalmente pela identificação de factores como segurança, estabilidade social e económica, estilo e custo de vida, e ainda sustentabilidade do mercado imobiliário

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    Foi a pensar no interesse dos mercados internacionais, sobretudo no segmento premium e super premuim, que a Quintela e Penalva e a promotora Vic Properties fizeram em Londres uma apresentação do mercado português e das oportunidades de investimento.

    Esta acção, que ocorreu na sede da Knight Frank, em Londres, e que foi coordenada pelo Private Office, contou com a presença das equipas especializadas no segmento prime, onde a procura por parte dos clientes passa principalmente pela identificação dos seguintes factores como elementos-chave para a escolha de Portugal para investimento: segurança, estabilidade social e económica, estilo e custo de vida, e ainda sustentabilidade do mercado imobiliário.

    “A alavancar estas qualidades já reconhecidas, está a capacidade do mercado português em surpreender a nível de produto, reposicionando a sua oferta com novos conceitos e uma qualidade de execução ao nível do melhor que se faz no mundo, mas com uma identidade muito nossa – que conquistam novos clientes estrangeiros, mas também o cliente nacional dos segmentos mais altos, sempre muito exigente e conhecedor”, afirma Marcos Drummond, sales director da VIC Properties.

    Por sua vez, Francisco Quintela salienta que “com a crescente sofisticação dos investimentos imobiliários, a internacionalização do mercado e o acompanhamento de clientes cada vez mais exigentes, esta apresentação, em Londres, permite-nos mostrar soluções à medida de cada cliente que procura no nosso País uma alternativa segura para si e para a sua família, bem como um destino de investimento maduro e com potencial de crescimento”.

    Para a VIC Properties “esta visita, em parceria com Quintela e Penalva | Knight Frank permitiu apresentar um portfolio de projectos adequados a uma cultura internacional garantida pelo know-how do serviço private das duas consultoras, que oferecem uma proposta inovadora de consultoria na construção de portfolios e identificação/tracking de clientes de elevado envolvimento financeiro, que não está condicionado às flutuações das taxas de juro”, afirma, ainda, Marcos Drummond.

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    Fonte: site da ABB

    Construção

    Facturação do sector do Betão Pronto cresce 31% em 2023

    Os dados revelados pela APEB representam um crescimento de 31% em relação a 2022, mantendo a tendência de crescimento sustentado que se verifica desde 2013 e que revela o “esforço e a resiliência das empresas do sector”

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    Em 2023, a indústria do betão pronto em Portugal atingiu uma facturação de 770 milhões de euros e uma produção de 7,3 milhões de metros cúbicos de betão. Os dados agora divulgados pela Associação Portuguesa das Empresas de Betão Pronto (APEB), constam dos resultados preliminares da Estatística Sectorial do Betão Pronto em Portugal.

    Estes dados representam um crescimento de 31% e 10%, respectivamente, em relação a 2022, mantendo a tendência de crescimento sustentado que se verifica desde 2013 e que revela o “esforço e a resiliência das empresas do sector”, com destaque para a “significativa contribuição do sector do betão pronto para a economia”, afirma Jorge Reis, director geral da APEB.

    Do total do betão pronto produzido em 2023, estima-se que aproximadamente 65% tenham sido destinados à construção de edifícios residenciais e não residenciais, 17% para pavimentos, enquanto 13% foram empregues em infraestruturas como pontes, barragens, túneis e ferrovias.

    Para Jorge Reis “estes números constituem uma base sólida para análises e tomadas de decisão futuras e que permitem às empresas manterem-se competitivas, adaptar-se às mudanças do mercado e garantir o seu crescimento sustentável a longo prazo”.

    Os mesmos dados estatísticos, obtidos através das informações fornecidas pelos associados da APEB, revelam, ainda, um aumento de cerca de 10% no número de trabalhadores directos e indirectos no setor, quando comparado com o período homologo, distribuídos por 230 centros de produção.

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    Ponte D. Luis I (Porto)
    Créditos : DR

    Imobiliário

    Mercado imobiliário no Porto acelera mas oferta condiciona crescimento

    Mercado imobiliário no Porto regista novos máximos históricos, revela “Porto Market Update” da Cushman & Wakefield. As perspectivas da consultora apontam para um acelerar da actividade imobiliária na região, em linha com as perspectivas de recuperação económica apontadas para a região durante 2024 e 2025

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    A mais recente edição do “Porto Market Update”, estudo desenvolvido pela Cushman & Wakefield, veio revelar que o mercado imobiliário na região do Grande Porto registou novos valores recorde em vários segmentos, com destaque para o sector residencial (venda/arrendamento de imóveis) e sector do retalho, com as rendas prime a serem corrigidas “em alta” desde 2023 e durante o primeiro trimestre de 2024, em todos os segmentos, nomeadamente no comércio de rua. Estudo destaca a resiliência do sector, que se mantém condicionado pela escassez de oferta na região.

    As perspectivas da consultora, no entanto, apontam para um acelerar da actividade imobiliária na região, em linha com as perspectivas de recuperação económica apontadas para a região durante 2024 e 2025.

    De acordo com Andreia Almeida, associate director, head of Research & Insight, Cushman & Wakefield “à semelhança da tendência verificada a nível nacional, assim como em todos os mercados europeus, o investimento imobiliário institucional na Área Metropolitana do Porto (“AMP”) registou quebras homólogas em 2023 e início de 2024. Apesar disso, numa geografia em que acresce a maior escassez de oferta de activos para este tipo de investimento, a quebra homóloga de 17% nos últimos 16 meses demonstra uma maior resiliência da região comparativamente com o mercado a nível nacional, que registou neste período uma contracção de 36%”, afirma.

    Escritórios com tendência de recuperação
    Por influência da conjuntura económica vivida em 2023 e do impacto do trabalho híbrido na ocupação de espaços de escritórios, o mercado de escritórios do Grande Porto registou uma quebra de 14% dos volumes de ocupação no ano transacto, tendo sido transaccionados 50.050 m². Contudo, é de notar que, por um lado, este valor foi atingido apesar de uma significativa falta de oferta nova de qualidade; e, por outro, esta quebra foi significativamente inferior à registada na Grande Lisboa (- 59%). Adicionalmente, e à semelhança da capital, o Porto registou, já nos primeiros quatro meses de 2024, uma tendência de recuperação, com a absorção a atingir os 21.280 m², um crescimento homólogo de 82%.
    O maior negócio dos últimos 16 meses correspondeu à ocupação integral dos 7.820 m² do Boavista Office Center (BOC) pelo operador nacional de flex offices LACS. Seguiram-se dois pré- arrendamentos confidenciais, nomeadamente de 5.650 m² no projecto ICON Offices e de 4.300 m² no Lionesa Business Hub. Relativamente a 2024, a maior transacção até ao momento corresponde ao arrendamento da totalidade (3.950 m²) do Matosinhos Office Centre a uma empresa de consultoria.

    Desde meados do ano passado, a taxa de desocupação tem vindo a registar ligeiros aumentos, encontrando-se actualmente nos 9,3%, 0,2% pontos percentuais (p.p.) acima de 2023. Para isso, tem contribuído a conclusão de alguns edifícios que contam ainda com alguma área disponível para ocupação. Desde 2023 foram concluídos 53.700 m², dos quais 35% ainda se encontram por ocupar.

    Retalho com escassez de oferta
    A Área Metropolitana do Porto agrega o segundo maior volume de oferta de conjuntos comerciais em Portugal, contando com mais de 30 projectos e 848.000 m² de ABL. Este valor representa 29% da área total nacional, somente ultrapassada pela Área Metropolitana de Lisboa com 48%. Os concelhos de Vila Nova de Gaia e Matosinhos têm a maior concentração de oferta da região, com
    220.000 m² de ABL cada; sendo o formato de centros comerciais o mais representativo, com 86%. Recentemente, foi inaugurado o único projecto previsto para os para os próximos 3 anos nesta região, o Arcos Retail Park (Santo Tirso) com 6.600 m² de ABL.

    Apesar da procura de retalho agregada pela Cushman & Wakefield evidenciar uma evolução díspar entre 2023 e os primeiros quatro meses de 2024, em termos agregados registaram-se 235 novas aberturas, 22% acima do período homólogo; antecipando-se que as recentes aberturas nos projectos Arco Retail Park e Time Out Market Porto venham a contribuir para inverter a quebra registada em 2024 já durante a primeira metade do ano. Durante o período em análise o comércio de rua manteve a primazia, contabilizando 71% das aberturas, das quais um quinto na zona da Baixa; seguindo-se os centros comerciais com 14%. Por seu lado, o sector de restauração continuou a dominar, representando perto de metade do número de transacções, destacando-se as expansões da Padaria Portuguesa e da Jeronymo com três lojas cada; com o retalhista alimentar My Auchan a ser o mais ativo, contabilizando 5 novas aberturas no concelho nos últimos 16 meses.
    Por influência do aumento da procura e escassez de oferta, as rendas prime de retalho têm vindo a ser corrigidas em alta em todos os segmentos desde 2023.

    Industrial & Logística com projectos “à medida”
    Após um máximo histórico em 2021, a actividade ocupacional do mercado de industrial & logística no Grande Porto estabilizou nos dois últimos anos, tendo em 2023 sido transaccionados 113.500 m², 1% acima do ano anterior. Contudo, o primeiro trimestre de 2024 evidenciou um expressivo aumento do volume de absorção, nomeadamente de 79% em termos homólogos, para os 58.500 m².
    Entre os maiores negócios registados no período em análise encontra-se a futura ocupação pelo Aldi de uma unidade logística com 41.400 m², em Santo Tirso; a aquisição dos 29.000 m² do edifício Itron em Vila Nova de Famalicão; e o pré-arrendamento integral dos 16.600 m² do Gandra North Green Logistics Park pela Olicargo. Adicionalmente, manteve-se a maior prevalência de operações de venda ou arrendamento, com 63%, comparativamente com projectos à medida do ocupante.
    O maior dinamismo do sector continua a fomentar o desenvolvimento de novos projectos, com as principais conclusões recentes a corresponderem ao Ermida Park da Logicor, com 30.600 m², e ao Invicta Park, com 24.300 m².

    Hotelaria em recuperação
    Durante o ano 2023, a actividade turística no Grande Porto observou índices de recuperação alinhados com a tendência nacional, os quais se mantiveram no início do ano corrente.
    Em 2023, o número de dormidas no segmento hoteleiro aumentou em 22%, para 4,5 milhões; com o RevPAR a situar-se nos €86,8 e a taxa de ocupação nos 69,9%. O primeiro trimestre de 2024 indicia uma manutenção desta tendência, com novos crescimentos homólogos, nomeadamente 12% nas dormidas, 8% no RevPAR e 1 p.p. na taxa de ocupação.
    A cidade do Porto conta actualmente com mais de 170 estabelecimentos hoteleiros, num total de 10.800 quartos. Face ao maior investimento em projectos de categoria superior ao longo dos últimos anos, perto de metade das unidades de alojamento encontra-se em projectos de 4 estrelas, seguindo- se os 5 estrelas com 24%.
    Desde 2023 a cidade conta com 20 novas unidades hoteleiras, num total de 1.200 quartos, com as categorias de 4 e 5 estrelas a manterem o domínio, nomeadamente com 37% e 33%. A oferta futura estimada para os próximos 3 anos totaliza 6 hotéis num total de 500 quartos, não havendo visibilidade sobre a categoria da maioria.

    Residencial
    Num enquadramento de aumento das taxas de juro e deterioração do poder de compra, ao longo dos últimos 12 meses o mercado de compra e venda de apartamentos no Porto verificou uma retracção do volume de transacções, embora com aumento dos preços médios, segundo os dados do SIR / Confidencial Imobiliário.
    Comparativamente com o mesmo período do ano anterior, o preço médio pedido subiu 20%. Quanto à procura, houve uma nova queda acentuada de 18% no número de fogos vendidos, contraposta por um aumento nos valores transaccionais, que aumentaram 15% para €3.240/m². Todas as zonas registaram incrementos homólogos, com a zona da Foz a retomar a liderança, com um novo máximo histórico2 de €4.060/m². Apesar de manterem o preço médio mais baixo, também as zonas Periféricas registaram um novo recorde, com €2.780/m².

    Durante o período analisado, foram transaccionados, no Grande Porto, 226 milhões euros em imobiliário comercial, dos quais 38 milhões de euros entre Janeiro e Abril de 2024. À semelhança da tendência verificada em Portugal, o mercado contou com um peso dos investidores internacionais de 66% do volume transaccionado.
    Com uma dezena de negócios registados nos últimos 16 meses, o se tor de retalho retomou a liderança, representando 41% do total investido com 93 milhões de euros. Seguiu-se o segmento de alternativos, que atraiu 24% do volume transaccionado com 55 milhões de euros; e o sector de hotelaria, que contabilizou 20% do total transaccionado. Por seu lado, o sector de industrial & logística manteve um peso reduzido (9%); ainda assim seguido do sector de escritórios, que atraiu somente 5% do valor total investido, com uma única transacção.

    Face ao enquadramento económico internacional, as yields prime registaram aumentos transversais em 2023, tendo-se mantido estáveis no primeiro trimestre de 2024, encontrando-se actualmente nos 5,75% no comércio de rua, 6,00% em industrial & logística, e 6,75% nos centros comerciais e escritórios.

     

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    Governo quer estudos para a ‘terceira travessia’ concluídos até Março de 2026

    A terceira travessia do Tejo deve ser tendencialmente desenvolvida num modelo rodoferroviário, não obstante a necessidade de avaliar a inclusão da componente rodoviária na nova travessia, pesando as suas vantagens e desvantagens em termos ambientais, financeiros e de acessibilidade, equidade territorial e coerência, e procedendo-se para tal à atualização dos estudos já realizados pela Rede Ferroviária de Alta Velocidade

    Ricardo Batista

    O Governo pretende que os estudos de viabilidade e técnicos sobre a construção da Terceira Travessia sobre o Tejo estejam concluídos até Março de 2026, tendo mandatado a Infraestruturas de Portugal para a execução dos trabalhos que vão sustentar a contratação e a gestão tanto da ponte como da linha de alta velocidade Lisboa-Poceirão-Évora.

    A resolução do Conselho de Ministros, publicada em Diário da República, determina que a IP “apresente ao Governo, até final do segundo trimestre de 2026, uma proposta fundamentada [sobre terceira travessia do Tejo e linha de alta velocidade Lisboa-Poceirão-Évora] que permita uma tomada de decisão relativamente ao modelo de contratação e de gestão a adotar, que assegure um desenvolvimento eficaz e eficiente do projeto, com elevado nível de qualidade e, simultaneamente, comportável num quadro de boa gestão de finanças públicas”.

    Já antes, até ao final do primeiro trimestre de 2026, a IP deve “fazer os estudos de procura, resiliência às alterações climáticas, as análises de custo-benefício, os estudos prévios e os estudos de impacte ambiental” sobre terceira travessia do Tejo e linha de alta velocidade Lisboa-Poceirão-Évora.

    A terceira travessia do Tejo deve ser tendencialmente desenvolvida num modelo rodoferroviário, não obstante a necessidade de avaliar a inclusão da componente rodoviária na nova travessia, pesando as suas vantagens e desvantagens em termos ambientais, financeiros e de acessibilidade, equidade territorial e coerência, e procedendo-se para tal à atualização dos estudos já realizados pela Rede Ferroviária de Alta Velocidade.

    A resolução cria ainda um grupo de trabalho conjunto entre Infraestruturas de Portugal, Instituto da Mobilidade e dos Transportes e ANA – Aeroportos de Portugal para analisar as acessibilidades rodoviárias e ferroviárias ao novo aeroporto de Lisboa, incluindo os municípios abrangidos no troço Lisboa-Poceirão-Évora.

    Para estes estudos, para o triénio 2025-2028, é autorizado um gasto máximo global de 4,0 milhões de euros (a que acresce IVA), sendo que há limitações aos gastos em cada ano (2,2 milhões de euros em 2025, 1,1 milhões de euros em 2026, 350 mil euros em 2027 e outros 350 mil euros em 2028). Estes encargos, diz o Governo, deverão ser financiados por fundos europeus em 1,98 milhões de euros, sendo o restante suportado pelo orçamento da Infraestruturas de Portugal.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

    Director Editorial
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    Coldwell Banker lança nova solução build-to-rent no centro de Lisboa

    O Palma Lofts, composto por 14 unidades habitacionais de tipologias T0, T0 duplex (studios) e T1, começa com preços desde os 1,250 euros e áreas entre os 30 e os 44 m2, totalmente equipadas e mobiladas

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    A Coldwell Banker Portugal, através da sua franquiada Coldwell Banker Luxus, acaba de lançar os Palma Lofts, um build to rent da imobiliária em Portugal. Fruto da reabilitação de um edifício histórico, este será o primeiro de outros projectos que a rede pretende adicionar ao seu portfólio.

    O Palma Lofts, localizado na Cidade Universitária, é o resultado de um trabalho de reabilitação de um edifício cuja vestígios de construção remontam a 1208, que foi  “cuidadosamente” renovado para preservar o seu espírito de comunidade e manter elementos arquitectónicos originais, como os tons de amarelo e azul típicos que identificam a zona.

    O projecto, composto por 14 unidades habitacionais de tipologias T0, T0 duplex (studios) e T1, começa com preços desde os 1,250 euros e áreas entre os 30 e os 44 m2. Todas as propriedades são entregues totalmente equipadas e mobiladas, incluindo um serviço de limpeza. Inicialmente, estarão disponíveis três imóveis para arrendamento, com as restantes unidades a serem disponibilizadas progressivamente.

    Frederico Abecassis, CEO da Coldwell Banker Portugal, destaca a importância destes novos modelos de habitação afirmando que, “acreditamos firmemente que todos os operadores do sector imobiliário devem trabalhar em conjunto para encontrar soluções que aumentem a oferta de habitação, como é o built-to-rent. Estamos a assistir a uma mudança de paradigma, onde os clientes procuram soluções prontas a habitar para arrendamento, como os Palma Lofts, que oferecem apartamentos totalmente equipados e mobilados, com serviços associados”.

    O modelo built-to-rent, já estabelecido em países como Inglaterra, Suíça, Áustria e Alemanha, começa agora a ganhar terreno em Portugal, como resposta à “crescente necessidade de habitação”, atraindo a atenção de investidores privados e grandes entidades públicas.

    No que diz respeito à sua actividade, a Coldwell Banker Portugal registou o seu melhor trimestre no início de 2024 desde que iniciou actividade em Portugal, tendo já alcançado 50% dos objectivos a nível de aberturas para este ano.

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    Empreendimento ‘Vivva Setúbal’

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    Primeiro projecto do The Edge Group em Setúbal já está em comercialização

    ‘Vivva Setúbal’ com uma área total de construção de cerca de 20 mil metros quadrados (m2), contempla 237 apartamentos de tipologias T1 a T4 e penthouses, com valores entre os 237 mil euros e os 660 mil euros

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    O empreendimento ‘Vivva Setúbal’, com uma área total de construção de cerca de 20 mil metros quadrados (m2), contempla 237 apartamentos de tipologias T1 a T4 e penthouses, com áreas entre 62 m2 a 165 m2 e com valores entre os 237 mil euros e os 660 mil euros.

    Com uma arquitectura contemporânea e um design “sofisticado”, com linhas limpas e uma palete de cores neutras, os apartamentos destacam-se pelas “amplas” janelas panorâmicas, terraços, varandas e jardins privativos que “optimizam” a entrada de luz natural, onde se pode contar, ainda, com estacionamento privativo e piscina.

    A empreitada estará a cargo da empresa Ageiron, uma empresa do universo da promotora, com um prazo de conclusão para o final do segundo trimestre de 2026. Dividida em três fases, a primeira consiste na construção do arruamento intitulado de ‘Rua Particular’, infraestruturas viárias, acessos ao terreno, passeios, ciclovias, muros periféricos, construção dos edifícios 1 e 2, respectivas caves e, espaço lúdico correspondente à área da cave desses edifícios.

    A segunda fase inicia com a construção dos edifícios 3 e 4, respectivas caves, espaço lúdico correspondente à área da cave desses edifícios e a terceira fase prossegue com a construção dos edifícios 5, 6 e 7.

    Além do empreendimento, serão, também, feitas alterações ao nível rodoviário. Neste sentido, está prevista a implantação de uma “praça de ligação entre a rotunda dos quatro caminhos e a Avenida do Alentejo” e um “passeio pedonal/ciclovia e faixa verde, do lado nascente da Avenida Pedro Álvares Cabral”.

    Além da componente residencial, o novo espaço vai contar com uma zona central onde vão poder encontrar-se áreas de “piscina exterior, espelho de água, parque infantil, zona de fitness e jardins”, explica o documento da proposta.

    Apresentado pela primeira vez em 2012, enquanto ‘Setúbal Center’, o projecto sofreu, entretanto, algumas alterações, nomeadamente a redução de área de construção e do número de apartamentos, além de, obviamente, ter adoptado uma nova designação. Neste sentido, o empreendimento passou de quase 30 mil m2 para 20 mil m2 e de 277 apartamentos para os actuais 237.

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    Saint-Gobain lança no mercado sistema de divisórias com menor pegada de carbono

    Chama-se futuRE e é uma solução composta por materiais Isover e Placo com reduzida pegada de carbono, ao mesmo tempo que assegura elevados níveis de desempenho

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    A multinacional lança no mercado nacional o seu primeiro sistema de divisórias com uma pegada de carbono mais reduzida: o sistema futuRE. A inovação é fruto de uma sinergia das marcas do grupo Isover e Placo, traduzindo-se num sistema completo para paredes e divisórias que reduz em 20% a pegada de carbono, em comparação com sistemas standard, mantendo um elevado desempenho térmico e acústico, bem como as exigências de protecção contra o fogo exigidas.

    A solução combina duas placas de gesso laminado Placo Planet 13 futuRE compostas por 28% de conteúdo reciclado, os painéis de lã mineral Arena Apta futuRE, que incorporam na sua composição 78% de vidro reciclado, e os perfis Placo Planet futuRE que apresentam uma pegada de carbono de apenas 1,09 kg de CO2, apresentando uma redução de 69% face aos produtos standard semelhantes.

    Este sistema é fruto da estratégia da insígnia em apostar na integração das várias actividades das suas marcas que se complementam no sector da construção, conseguindo agregar um maior valor aos seus clientes e reiterar o seu compromisso de construir melhor para as pessoas e para o planeta.

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    Home Tailors comercializa projecto Casa dos Azulejos

    Em fase de construção, o projecto conta com seis moradias e são parte integrante do empreendimento Corte-Real, localizado numa área rural e ribeirinha de baixa densidade com cerca de 20 hectares e onde metade é constituída por uma floresta de sobreiros e pinheiros

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    O Departamento de Development and Corporate da Home Tailors Real Estate encontra-se a comercializar o projecto Casa dos Azulejos situado em Sarilhos Pequenos, na Moita.

    Em fase de construção, o projecto conta com seis moradias T4 com 160 metros quadrados (m2) de área bruta, terraço, jardim, dois lugares de garagem e arrecadação e são parte integrante do empreendimento Corte-Real, localizado numa área rural e ribeirinha de baixa densidade com cerca de 20 hectares e onde metade desta superfície é constituída por uma floresta de sobreiros e pinheiros.

    “As Casas dos Azulejos são moradias verdadeiramente únicas com um design contemporâneo muito diferenciador. Trata-se de um projecto com qualidade de excelência, situado num local verdadeiramente paradisíaco e muito próximo de Lisboa”, segundo David Carapinha, CEO & Founder da Home Tailors Real Estate.

    A funcionalidade das moradias Casas dos Azulejos foi pensada ao pormenor apresentando soluções como acesso directo desde o hall de entrada ao escritório e acesso individual para a cave, separando-se assim as áreas mais funcionais dos espaços sociais e privativos.

    A área social de cada moradia foi projectada em formato open space de forma a maximizar a ligação entre este espaço e o exterior. Todas as moradias apresentam design contemporâneo com amplas janelas e acabamentos e materiais de alta qualidade.

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