Edição digital
Assine já
    PUB
    Arquitectura

    “O CCB foi fundamental na construção da nossa identidade”

    A “Cidade aberta” preconizada pelos arquitectos Vittorio Gregotti e Manuel Salgado há 30 anos, vai ser finalmente concluída. Falamos do Centro Cultural de Belém, hoje Monumento Classificado, e cujo projecto moldou e ainda hoje exerce influência sob a arquitectura do atelier Risco, fundado por Manuel Salgado. Falámos com Tomás Salgado, arquitecto e coordenar geral do atelier português, sobre o projecto e o impacto do legado de Gregotti na definição do que é o Risco

    Manuela Sousa Guerreiro
    Arquitectura

    “O CCB foi fundamental na construção da nossa identidade”

    A “Cidade aberta” preconizada pelos arquitectos Vittorio Gregotti e Manuel Salgado há 30 anos, vai ser finalmente concluída. Falamos do Centro Cultural de Belém, hoje Monumento Classificado, e cujo projecto moldou e ainda hoje exerce influência sob a arquitectura do atelier Risco, fundado por Manuel Salgado. Falámos com Tomás Salgado, arquitecto e coordenar geral do atelier português, sobre o projecto e o impacto do legado de Gregotti na definição do que é o Risco

    Sobre o autor
    Manuela Sousa Guerreiro
    Artigos relacionados
    Nova Loja Online Gyptec
    Arquitectura
    Matosinhos recebe investimento de 12 M€ da Thomas & Piron
    2ª edição do ArchiRevi já conhece os primeiros 10 finalistas
    Arquitectura
    Grupo Zehnder adquire espanhola Siber por 86 M€
    Empresas
    Lisboa: Programa ‘Morar Melhor’ reabilita mais três bairros municipais
    Construção
    HAPA.Design e LX Capital juntas na reabilitação do Palácio Condes de Caria
    Empresas
    Carlos Cardoso é o novo CEO da JLL Portugal
    Empresas
    SunEnergy instala 1.700 painéis solares na Cimentaçor
    Empresas
    Certif marca presença em Assembleia do Comité de Gestão da Certificação
    Empresas
    Sandra Zárate assume direcção Digital & Marketing da Brico Depôt Iberia
    Empresas

    30 anos volvidos sobre a inauguração do equipamento cultural que é hoje Monumento Classificado, apenas três módulos foram efectivamente construídos: o Centro de Congressos e Reuniões, Centro de Espectáculos e Centro de Exposições. Faltam dois, os módulos 4 e 5, que vão dar origem a duas unidades hoteleiras (um hotel com 161 quartos e um aparthotel com 126 unidades), com comércio e serviços. Um programa em linha com o que foi preconizado pela dupla de arquitectos que concebeu o projecto original, Vittorio Gregotti e Manuel Salgado. Mas há ainda muito para desenvolver como conta ao CONSTRUIR o arquitecto Tomás Salgado.

    30 anos depois a conclusão do Centro Cultural de Belém poderá estar para breve. Será desta?

    Esperamos que sim! Estamos com muita esperança de que o processo se desenvolva, mas o mesmo já teve muitos avanços e recuos e enquanto não houver um vencedor do concurso de subcessão dos direitos de superfície lançado pela Fundação Centro Cultural de Belém (FCCB) não temos a certeza de nada. Eu não estava aqui [no atelier] em 1988 nem em 1992, mas desde 1995 até hoje já acompanhei muitos desenvolvimentos deste processo com diferentes administrações da FCCB e com muitos programas funcionais.

    Este processo tem se estendido no tempo com muitas alterações…

    Fizemos um caderno aqui há uns tempos com as várias propostas e resultou num trabalho bastante interessante. Houve uma fase em que o programa para os módulos 4 e 5 era totalmente dedicado a actividades culturais. Inclua uma biblioteca dedicada às artes do espectáculo, residências para artistas, etc. Mais tarde, com António Mega Ferreira [2006/2012] o programa mudou novamente e pensou-se num terceiro auditório para o CCB. Um auditório de dimensão intermédia entre o grande e o pequeno auditório. Depois, mais à frente, com o professor António Lamas [2012-2016] voltou-se ao programa hoteleiro. Ou seja, houve, ao longo destas décadas, uma série de diferentes opções por parte das diferentes administrações do CCB. Mas a determinada altura tudo aquilo esbarrou em questões administrativas sobre a titularidade dos terrenos que não estavam resolvidas. Só, de facto, com esta última administração [presidida por Elísio Summavielle] estas questões ficaram resolvidas de uma vez por todas e houve uma concretização do programa que vinha de trás, do professor Lamas, que era um programa fundamentalmente de hotelaria. E só agora estão reunidas as condições, até políticas, para este processo avançar em definitivo.

     

    Mas quando foi concebido o programa original para os módulos 4 e 5 era voltado para a hotelaria? 

    Sim, sim. Aliás, em 1988 o programa de concurso já previa que estes últimos módulos fossem dedicados a hotelaria e ao comércio. É interessante que agora, passados 30 e tal anos e muitos programas diferentes, se tenha completado o círculo, tendo-se voltado ao início. A volumetria é um bocadinho diferentes daquela que estava prevista na nossa proposta inicial, em 1988, mas o programa é fundamentalmente o mesmo.

    Quais são as diferenças entre o programa original e este novo traçado?

    Em termos de traçado, quando se olha para a maqueta ou para os desenhos de 1988, os módulos 4 e 5 tinham uma frente virada para a Avenida da Índia, um muro baixinho que fazia de sucalcamento, como acontece nos módulos 1, 2, 3 e que suportam os jardins hoje existentes nestes módulos. Nos módulos 4 e 5, esse muro, na proposta original, era contínuo, muito comprido, com um terraço ajardinado. Por imposição da Câmara Municipal de Lisboa (CML) esse muro teve de ser interrompido por duas vezes, para não haver uma frente com comprimento superior a 100 metros, e isso introduz ali um fraccionamento que não existia na proposta original. Por outro lado, o corpo construído que está em cima dessa plataforma e que, na proposta de 1988, era um corpo baixinho e muito comprido, agora é um corpo partido em três e um pouco mais alto, que vai buscar umas cotas e uns alinhamentos do modulo 3 do CCB, resultando num corpo mais gordo e mais alto, que permite acomodar mais área de construção. Vamos ser claros: esta intervenção, neste momento, também tem o objectivo de ajudar a financiar a FCCB, pretendendo-se com este concurso que está em curso maximizar a renda anual que o subcessionários irá pagar à FCCB e para isso era preciso criar condições para se tornar um negócio interessante, do ponto de vista do investidor.  Esta concepção financeira da operação não era tão clara em 1988.

     

    Mas do ponto de vista do projecto essa alteração faz sentido?

    Acho que do ponto de vista volumétrico não há nada de chocante, não sabemos se vai ser uma unidade ou se vai ser uma, partida em duas. Isso agora vai depender daquilo que os investidores pretenderem.

    DCIM100MEDIADJI_0104.JPG

    À espera da proposta vencedora

    Quanto do projecto destes módulos está feito e quanto é que vai depender da proposta que vier a vencer o concurso?

    Aquilo que existe neste momento para os módulos 4 e 5 é um Pedido de Informação Prévia (PIP) e um estudo preliminar que foi apresentado à CML, que foi aprovado e que fixa as volumetrias dos módulos 4 e 5, as alturas, os alinhamentos, as profundidades de empena, a posição dos estacionamentos. Isso está fixo. Agora, é preciso haver um vencedor deste concurso que irá herdar o contrato com a Gregotti Associati International e o Risco e, a partir desse momento, iremos começar a trabalhar para adaptar da melhor forma possível o que está determinado neste estudo preliminar àquilo que são as necessidades e os objectivos de negócio do vencedor do concurso. Sabendo que há limites, especificados no PIP, há muita coisa para desenvolver e isso irá permitir fazer “um fato à medida” de quem venha a operar e a explorar aquele empreendimento.

    Olhando de forma crítica para o projecto do CCB neste momento. O projecto continua a fazer sentido? 

    Absolutamente! O CCB tem exactamente essa virtude que é ser quase inquestionável na sociedade portuguesa. Aliás, é curioso que se olhar para os jornais da época e se ler tudo aquilo que se escreveu na altura e as críticas que recebeu…que o projecto era “um atentado” … “que ia destruir a Praça do Império”, “que era uma coisa inconcebível” … e tudo o que se escreveu de negativo. Hoje, há poucos edifícios que se tenham integrado de uma forma tão clara como o CCB. Neste momento serão poucas as pessoas que passam por ali e sintam que aquilo é um corpo estranho. Acho que para a maior parte das visitantes o CCB esteve sempre ali. E isso é o maior elogio que se pode fazer ao projecto. Os módulos 4 e 5 têm a mesma natureza, foram desenhados da mesma forma, pelas mesmas pessoas, pelas mesmas cabeças. Aliás, a sua ausência é uma falha já que estes são fundamentais para garantir a transição entre a Praça do Império e o Bairro do Bom Sucesso que, até hoje, permanece por fazer pelo facto destes módulos nunca terem sido construídos.

     

    O que se sucede agora em termos de calendarização?

    O concurso tem uma série de procedimentos com prazos legais. Eu tenho ideia de que este processo não vai estar concluído em menos de um ano. Nós iremos trabalhar com quem ganhar.

     

    Um projecto que moldou o atelier  

    Este projecto foi determinante para aquilo que é hoje o Atelier?

    Sem dúvida. O Risco, em 1988, quando o meu pai [Manuel Salgado] foi convidado pelo professor Vittorio Gregotti para fazer o concurso, era uma estrutura muito pequena e fazia mais projectos de urbanismo do que projectos de arquitectura, embora tivesse já alguns projectos desenvolvidos. O CCB foi o grande salto do Risco. Estes foram anos de formação extremamente importantes para o meu pai e para o próprio Gabinete.

    Como se dá esta ligação do professor Gregotti ao arquitecto Manuel Salgado?

    Eles conheceram-se depois do 25 de Abril em algum momento.  Depois, tiveram muitos anos sem se ver e em 1988 o professor Gregotti convidou o meu pai a participar neste concurso e seguiram-se anos de uma formação que foi extremamente importante para ele. Foram ensinamentos, uma maneira de ver o território e de fazer a arquitectura que depois passou para uma geração mais nova dentro do Risco, no qual eu me incluo, e na qual se incluem também o Nuno Lourenço, o Jorge Estriga e o Carlos Cruz. Fomos todos, de alguma forma, beber desta fonte de sabedoria que era o professor Gregotti. Muito do que fazemos hoje, em certa medida, é influenciado por esses anos.

     

    E a preferência pela definição de traçados urbanos, pela geometria e a forma e por projectos públicos?

    Olhamos para os desafios na lógica da cidade. Ou seja, por mais encaixado numa zona consolidada que esteja o projecto, procuramos sempre perceber o contexto envolvente, perceber como é que a cidade, como é que o território envolvente, funcionam. Seja ele mais construído ou menos construída, há sempre essa procura de perceber o lugar e de como o edifício em projecto pode ajudar à sua composição. Esta forma de ler os edifícios do ponto de vista da cidade é transversal a tudo o que fazemos e isso é, claramente, um dos ensinamentos do professor Gregotti. E depois há um outro exercício que é o de olhar para topografia, quer seja a existente quer seja a que vai resultar da nossa intervenção, que também é claramente um dos legados do professor. E o CCB nisso é muito evidente. A forma como se criaram aquelas plataformas, a forma como estas se relacionam para fora, a vista que proporcionam em direcção ao rio, mas também a forma como foram construídos os jardins elevados. Tudo isso está relacionado com esta maneira de ver.

    Há um outro tema que é muito comum aos nossos projectos e que, de certa forma, pode encontrar raízes no CCB, que é o rigor do desenho, a procura de uma geometria forte, ter regras de desenho que ajudam a estruturar o projecto é uma coisa que é muito evidente no CCB e que também está muito presente nos projectos que desenvolvemos. O CCB foi fundamental na construção da nossa identidade.

    Quando o concurso foi apresentado foi referido o impacto do projecto na reabilitação desta zona da cidade. É assim?

    Actualmente existe uma quantidade de visitantes na zona de Belém que percorre o passeio da Avenida da Índia para ir desde o Mosteiro dos Jerónimos até à Torre de Belém. Um dos objectivos do projecto inicial é que esse percurso fosse feito pelo CCB, iniciando por baixo do módulo 1, passando à frente das bilheteiras do módulo 3, subindo as escadas em direcção à praça do museu, depois passando por baixo de um arco que há no fim da praça e, por ali fora, atravessando depois o Bairro do Bom Sucesso. O que acontece hoje é que a praça do museu, onde se acede ao MAC CCB, está tamponada, tem uma tenda e ninguém faz esse percurso. A construção destas peças finais do projecto vai viabilizar esse percurso e dar uma nova vida não tanto para o interior dos módulos 1, 2 ou 3, mas para o espaço a poente do CCB, que hoje em dia é um descampado vedado e que vai passar a ter ruas, lojas, cafés, esplanadas e ser um acesso a tudo o que se prolonga a seguir ao CCB. Toda essa zona tem vindo a ser requalificada e com esta abertura vai ganhar uma dinâmica extraordinária.

     

    Este para si é um projecto especial?

    São todos especiais, mas este, em particular, permite honrar a memória do professor Gregotti, que era uma pessoa por quem todos tínhamos uma enorme admiração e que infelizmente já cá não está. Tem essa componente mais sentimental, se quiser. Agora, também vai ser especial porque vai envolver pessoas, como o meu pai, que ainda cá está e de boa saúde, embora já não faça parte da estrutura e do dia-a-dia do atelier há 15 anos. É natural que se este trabalho de facto acontecer, como esperamos que aconteça, que ele venha a estar envolvido porque, ele sim, teve uma participação no projecto muito profunda e vai ser um momento muito importante para ele voltar a trabalhar neste projecto.

     

    O Risco tem em mãos outros trabalhos. O que estão neste momento a desenvolver?

    As coisas mudaram um pouco porque a natureza dos projectos tem sido um pouco diferente daquela que tínhamos no passado. Em termos de projectos de maior dimensão estamos a finalizar um projecto de habitação e escritórios para um promotor privado. Um projecto para a zona do Lumiar, Alameda das Linhas de Torres, que irá criar 450 fogos de habitação e dos edifícios de escritórios. Tem uma escala bastante importante, embora seja um projecto em que não fomos responsáveis pelo desenho urbano porque o nosso cliente, quando adquiriu a propriedade, já existia um projecto de loteamento aprovado. Portanto, estamos a projectar os edifícios previamente concebidos em termos volumétricos pelo autor do projecto de loteamento, Não é a mesma coisa que começar a folha em branco. Estamos a finalizar um projecto muito interessante que já dura há muitos anos que é o Convento do Beato.

    Esse é um projecto com várias fases

    Sim, fizemos o centro de eventos e estamos a concluir a obra da primeira fase residencial, depois vai seguir-se uma segunda fase residencial e a Igreja. É um projecto também bastante importante para o atelier. Estamos a desenvolver a Academia de Futebol do Futebol Clube do Porto, na Maia, para as camadas jovens do FCP.

     

    Que, segundo o FCP está quase pronto…

    É um projecto bastante interessante que está a caminho mais ainda tem ali algum trabalho para fazer. Depois há já alguns anos que temos vindo a desenvolver um trabalho muito interessante com o grupo Luz Saúde, que vai variando entre os hospitais do grupo e as clínicas, variando entre projectos de média e grande dimensão. E temos mais alguns desafios pela frente que o grupo ainda não tornou público, mas é um trabalho interessante porque acaba por ter uma logica sequencial, até nas soluções que se levam de uns para os outros e que se vão melhorando. Também em execução está a fase 3 da Cidade do Futebol para a Federação Portuguesa de Futebol e que engloba um pavilhão de futsal, as instalações definitivas do canal 11, e as instalações da Portugal Futebol School. Ganhamos o concurso para o HUB do Mar (Lisboa) e estamos à espera do visto do Tribunal de Contas para arrancar em força.

     

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

    Mais artigos
    Artigos relacionados
    Nova Loja Online Gyptec
    Arquitectura
    Matosinhos recebe investimento de 12 M€ da Thomas & Piron
    2ª edição do ArchiRevi já conhece os primeiros 10 finalistas
    Arquitectura
    Grupo Zehnder adquire espanhola Siber por 86 M€
    Empresas
    Lisboa: Programa ‘Morar Melhor’ reabilita mais três bairros municipais
    Construção
    HAPA.Design e LX Capital juntas na reabilitação do Palácio Condes de Caria
    Empresas
    Carlos Cardoso é o novo CEO da JLL Portugal
    Empresas
    SunEnergy instala 1.700 painéis solares na Cimentaçor
    Empresas
    Certif marca presença em Assembleia do Comité de Gestão da Certificação
    Empresas
    Sandra Zárate assume direcção Digital & Marketing da Brico Depôt Iberia
    Empresas
    PUB

    Nova Loja Online Gyptec

    A Gyptec renovou e melhorou a sua loja online, e oferece agora uma experiência de compra completamente nova aos seus clientes.

    A nova loja conta com um novo design e uma navegação mais rápida, foram também adicionadas novas funcionalidades e simplificada a gestão de encomendas. O objetivo desta atualização é simplificar as rotinas dos clientes, poupando-lhes tempo no processo de compras.

    Entre as várias novidades, destacam-se:

    • Consulta / modificação / cancelamento das propostas na área de clientes;
    • Possibilidade de descarregar os documentos da conta corrente
    • Gerir pagamentos na área dos documentos por regularizar
    • Cálculo do volume das cargas
    • Atualização do catálogo de prémios

    Estas novas funcionalidades permitem aos clientes consultar as propostas que já foram inseridas no sistema (ativas), as que foram canceladas / modificadas e ainda as que passaram a encomendas. Por outro lado, poderão também descarregar as faturas em conta corrente, e os restantes documentos.

    Poderão ainda consultar a conta corrente, documentos por regularizar e emitir referências MB de um lote de pagamentos que se pretenda liquidar ou efetuar o pagamento por transferência bancária.

    A Gyptec fortalece assim a sua presença digital, dando mais um passo na modernização e simplificação dos processos de gestão. Com a nova loja online nunca foi tão fácil fazer compras.

    Saiba tudo em: https://gyptec.eu/nova-loja-online-gyptec/

    Sobre o autorBrand SHARE

    Brand SHARE

    Mais artigos

    Matosinhos recebe investimento de 12 M€ da Thomas & Piron

    Com assinatura do atelier Mofase, o Docks Matosinhos destaca-se pela sua arquitectura moderna, que recupera o carácter industrial desta zona da cidade. A construção, a cargo da Gabriel Couto, está prevista para o segundo semestre de 2024

    CONSTRUIR

    A promotora belga Thomas & Piron anuncia novo investimento de cerca de 12 milhões de euros num empreendimento em Matosinhos. O inicio da construção, que está a cargo da empresa Gabriel Couto, está previsto para o segundo semestre de 2024 e conclusão apontada para o início de 2026.

    Com assinatura do atelier Mofase, o Docks Matosinhos destaca-se pela sua arquitectura moderna, que recupera o carácter industrial desta zona da cidade, onde prevaleceram durante algum tempo actividades industriais e comerciais ligadas à pesca.

    Com um conceito loft e com áreas generosas, todos os apartamentos foram projectados com salas de estar com cozinha em open space e com amplas janelas, maximizando o espaço e a luz natural para proporcionar maior conforto e bem-estar.

    Em comercialização desde 17 de Junho, o edifício de cinco pisos irá acolher 31 fracções residenciais, com tipologias T1 e T2 e com áreas que variam entre os 53 metros quadrados (m2) e os 114 m2, todos com varandas e estacionamento subterrâneo.

    O empreendimento conta, ainda, com um espaço que será dedicado exclusivamente para a instalação de um coworking com aproximadamente 1.500 m2.

    Com um design funcional e acabamentos modernos, o Docks Matosinhos incorpora princípios de sustentabilidade que visam minimizar o seu impacto ambiental e promover um estilo de vida eco responsável, com a aposta na utilização de materiais de construção sustentáveis, de origem local ou, no mínimo, transformados em território nacional, para garantir uma maior eficiência energética.

    Estas medidas são complementadas pela criação de espaços verdes, que também contribuem para a biodiversidade local, de acordo com os padrões e necessidades de habitação actuais.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos

    Alunos da Universidade de Évora

    Arquitectura

    2ª edição do ArchiRevi já conhece os primeiros 10 finalistas

    Aveiro, Cascais, Castelo Branco, Matosinhos e Vila Nova de Famalicão foram alguns dos pontos do País de onde chegaram os projectos que responderam ao desafio da Revigrés e do Archi Summit

    CONSTRUIR

    O júri já elegeu os 10 melhores projectos da primeira fase da segunda edição do ArchiRevi Challenge. Aveiro, Cascais, Castelo Branco, Matosinhos e Vila Nova de Famalicão foram alguns dos pontos do País de onde chegaram os projectos que responderam ao desafio da Revigrés e do Archi Summit: criar um projecto sustentável inspirado no minimal space design, através da aplicação dos materiais cerâmicos da Revigrés.

    De Dezembro a Abril, foram quase três centenas os alunos de Arquitectura, Design e Engenharia Civil que assistiram às masterclasses sobre as características e contributo da cerâmica para a sustentabilidade da construção.

    Desde estabelecimentos comerciais e espaços de restauração, a apartamentos e pequenas divisões, foram variadas as propostas apresentadas, aos quais os futuros profissionais deram uma nova vida com combinações de cores, formatos e efeitos estéticos, soluções alternativas e, nalguns casos, disruptivas do uso tradicional da cerâmica.

    Para Victor Ribeiro, CEO da Revigrés, “a crescente adesão ao ArchiRevi vem comprovar que marcas como a Revigrés podem e devem continuar a contribuir para a formação das novas gerações de profissionais do sector da construção, sensibilizando-os para a utilização de materiais mais sustentáveis”.

    Os 10 finalistas vão estar em exposição no Archi Summit 2025 juntando-se aos que serão apurados na segunda fase do ArchiRevi Challenge, a partir de setembro de 2024.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Empresas

    Grupo Zehnder adquire espanhola Siber por 86 M€

    Esta operação permite reforçar a posição da Zehnder no sector da ventilação residencial em Espanha e Portugal, na medida em que a carteira de produtos da Siber está “perfeitamente adaptada às necessidades dos clientes no Sul da Europa e cobre o segmento de preços competitivos”

    CONSTRUIR

    O Grupo Zehnder, especialista internacional em soluções para um clima interior confortável e energeticamente eficiente e saudável, adquiriu a empresa espanhola de ventilação Siber por cerca de 86 milhões de euros. Uma operação que permite reforçar a posição da Zehnder no sector da ventilação residencial em Espanha e Portugal.

    A carteira de produtos da Siber está perfeitamente adaptada às necessidades dos clientes no Sul da Europa e cobre o segmento de preços competitivos. Este facto ajudará o Grupo a expandir o seu crescimento nos países do Sul da Europa, em linha com a sua estratégia de expansão.

    “A partir de uma equipa que trabalha no Sul da Europa, estamos a trabalhar intensamente num ambicioso plano de desenvolvimento. Para manter a nossa liderança europeia no sector da ventilação, o Grupo Zehnder necessita de uma presença mais forte no Sul da Europa, que é um objectivo de crescimento a médio prazo. Acreditamos que a Siber pode dar um contributo significativo para este crescimento nesta região. Na Europa Central, a Zehnder é o actor mais forte no mercado da ventilação residencial. Em Espanha, somos líderes em inovação, qualidade e serviço, e a Siber complementará o nosso grupo com uma gama de produtos mais competitiva”, afirmou Josep Castellà, director-geral do Grupo Zehnder em Espanha e Portugal.

    Outro pilar “fundamental” para a Zehnder se manter “competitiva e relevante” no mercado é a inovação. Anualmente, a marca lança cerca de 10 inovação de produtos a nível global na área de ventilação, além de melhorias e evoluções significativas, graças ao trabalho contínuo do nosso Centro de Competências.

    Sobre este aspecto, Carlos Rico, director técnico e de produto, dá como exemplo as soluções ComfoVar Aero, uma solução para edifícios multifamiliares com máquinas centralizadas de caudal médio e elevado, e o ComfoAir Fit, a máquina mais versátil e económica do seu segmento para o mercado multifamiliar, entre outros.

    “Acreditamos que esta aquisição pode perfeitamente complementar e reforçar algumas das soluções que a Zehnder já está a lançar em mercados como o da habitação em altura e aumentar a nossa capacidade de inovação na região do Sul da Europa”, acrescentou Carlos Rico.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos

    Avenida de Berlim (Lisboa)

    Construção

    Lisboa: Programa ‘Morar Melhor’ reabilita mais três bairros municipais

    As obras serão realizadas nos Bairros da Avenida de Berlim, Quinta dos Ourives e Boavista, com vista ao aumento das condições térmicas, de segurança, das condições de habitabilidade e de conservação, num total de 25 lotes 

    CONSTRUIR

    O Programa de Reabilitação ‘Morar Melhor’, criado em virtude dos contratos celebrados entre a Gebalis e a Câmara Municipal de Lisboa (CML), terá novas empreitadas em três bairros da capital. Desta feita, as obras serão realizadas nos Bairros da Avenida de Berlim, Quinta dos Ourives e Boavista, totalizando-se a conservação de 25 lotes.

    Todas as obras que agora iniciam têm como objetivos principais promover o aumento das condições térmicas dos edifícios, de segurança, das condições de habitabilidade e do tempo de conservação dos lotes. Para tal, serão intervencionadas as coberturas e beirais, portas, fachadas dos lotes, caixilharias, além da requalificação de espaços interiores comuns e exteriores.

    Segundo Fernando Angleu, presidente do Conselho de Administração da Gebalis, “o início de três novas empreitadas materializam, uma vez mais, o compromisso assumido pela Gebalis para com o Município e, sobretudo, para com os residentes nos bairros municipais, no sentido de aumentar o conforto habitacional e melhorar a sua qualidade de vida.”

    Fernando Angleu acrescenta que as três intervenções descritas “fazem já parte de um novo leque de intervenções previstas para 2024 que Programa Morar Melhor realizará em Lisboa”.

    Na zona Norte da cidade, o Bairro da Avenida de Berlim, situado nos Olivais, receberá obras de reabilitação em seis lotes, correspondentes a 87 fracções, num investimento de cerca de um milhão de euros. A intervenção, que se prevê concluída no primeiro trimestre de 2025, engloba a remodelação e conservação dos lotes, conferindo-lhes maior qualidade e funcionalidade em matérias de eficiência térmica e de segurança.

    Por sua vez, no Bairro dos Ourives, no Beato, o Programa ‘Morar Melhor’ será responsável pela conservação de cinco lotes, com 104 fogos habitacionais, sendo para tal investidos cerca de 1,1 milhão de euros numa empreitada que se estima concluída também no primeiro trimestre de 2025.

    Um ano após o início da intervenção no Bairro da Boavista, localizado na freguesia de Benfica, nas franjas do Parque Florestal de Monsanto, a Gebalis regressa para novas operações de reabilitação. Esta nova empreitada, com dotação orçamental superior a 2,5 milhão de euros e com prazo para conclusão previsto para o segundo trimestre de 2025, incluirá 14 lotes, com impacto em 168 fogos habitacionais.

    Considerado o maior investimento realizado na habitação municipal desde o Programa Especial de Realojamento (PER), o Programa Morar Melhor inclui intervenções de fundo em 478 edifícios, impactando 8614 frações, e reabilitação directa de 1545 fogos habitacionais.

    As próximas empreitadas, que deverão começar durante o Verão, terão lugar no Bairro Casalinho da Ajuda, Bairro Alta de Lisboa – PER 3, Bairro Alta de Lisboa – PER 4, Bairro Alto da Faia, Bairro Padre Cruz e Bairro Carlos Botelho.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Empresas

    HAPA.Design e LX Capital juntas na reabilitação do Palácio Condes de Caria

    Para este projecto foram escolhidas as torneiras da colecção C35 em dourado da HAPA.Design, equipadas com limitadores de caudal e que representam o compromisso da HAPA.Design com a inovação e a sustentabilidade

    CONSTRUIR

    A HAPA.Design, marca de torneiras e acessórios de banho, participa na reabilitação do histórico Palácio Condes de Caria, em Lisboa, promovido pela LX Capital. Situado numa das zonas mais nobres de Lisboa, este projecto é um “marco importante” na união de esforços para promover a “sustentabilidade e a excelência” no design.

    “Estamos muito entusiasmados por colaborar com a LX Capital no projecto do Palácio Condes de Caria. Este é um exemplo perfeito de como o design inovador pode ser aliado à sustentabilidade, criando espaços incríveis e ambientalmente responsáveis”, afirmou Adriana Pacheco Carneiro, directora de Marketing da HAPA.Design.

    Para este projecto foram escolhidas as torneiras da colecção C35 em dourado da HAPA.Design, equipadas com limitadores de caudal. Estas torneiras representam o compromisso da HAPA.Design com a inovação e a sustentabilidade, ao mesmo tempo que promovem um design elegante.

    A reabilitação do Palácio Condes de Caria está a cargo da equipa de arquitectos da Saraiva e Associados, com vista a restaurar a beleza e a grandiosidade do edifício, mas também a incorporar práticas de construção sustentáveis que garantem a redução do impacto ambiental e a preservação dos recursos.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Empresas

    Carlos Cardoso é o novo CEO da JLL Portugal

    Carlos Cardoso vai liderar uma equipa de 450 colaboradores assumindo funções com efeitos imediatos. O responsável mantém as suas funções como managing director da Tétris, cargo que assumiu em 2021

    CONSTRUIR

    Carlos Cardoso vai conduzir os destinos da JLL em Portugal, anunciou a consultora imobiliária. O novo CEO da empresa vai liderar uma equipa de 450 colaboradores e está focado em consolidar o percurso da JLL no mercado nacional, no qual a consultora actua há 27 anos, assumindo funções com efeitos imediatos.

    Carlos Cardoso integra a JLL há 13 anos e foi responsável pelo desenvolvimento da Tétris, o departamento de arquitectura e construção da consultora, que sob a sua direcção passou de uma equipa de 2 para 95 pessoas, e se transformou num dos motores do volume de negócios em Portugal. Em 2023, a Tétris registou um crescimento de 12% face ao ano anterior, reforçando a trajectória de evolução positiva que tem vindo a traçar, além do seu posicionamento enquanto líder no mercado nacional.

    “O Carlos desenvolveu um percurso notável na JLL, dinamizando uma das áreas de negócio mais bem-sucedidas em Portugal desde o início. É um líder por natureza, com uma visão inovadora de negócio e um compromisso ímpar com os clientes, e, por isso, está em excelente posição para conduzir a evolução da JLL em Portugal. Dou os parabéns ao Carlos por esta nomeação, que é também a prova de que a JLL é uma empresa que reconhece a excelência dos seus talentos”, refere Marie-Laure Leclercq de Sousa, CEO France, BeLux & Southern Europe da JLL.

    Carlos Cardos ingressou na JLL em 2010 como director do departamento de Arquitectura, que passou a designar-se Tétris em 2012. Em 2015 é nomeado director Comercial da Tétris e em 2017 foca-se na área de escritórios desta linha de negócio, no cargo de Head of Office, onde esteve até 2020. Em 2021 foi nomeado managing director da Tétris em Portugal, assumindo o negócio a nível nacional. Com uma vasta experiência no mercado de escritórios, desenvolveu um percurso nas áreas arquitectura e gestão de projectos, particularmente na área de Fit-out e também na área de Retalho e Hotelaria.

    “Agradeço antes de mais o desafio que me foi lançado, neste caminho que tenho feito na JLL/Tétris. É um orgulho poder fazer parte do crescimento desta empresa, que conta já com 450 pessoas e onde vou ter a oportunidade de trabalhar ainda mais perto com todas as nossas áreas de negócio. Estou entusiasmado para assumir este novo desafio e iniciar um novo ciclo na JLL, reforçando o meu contributo para todos os dias construirmos um mundo melhor para as nossas pessoas, os nossos clientes, e as nossas cidades”, afirma o novo CEO da JLL Portugal.

    Casado e pai de cinco rapazes, Carlos Cardoso é arquitecto de formação, licenciado pela Universidade Lusíada. Assume o cargo de CEO da JLL, mantendo as suas funções como managing director da Tétris.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Empresas

    SunEnergy instala 1.700 painéis solares na Cimentaçor

    Este é um dos maiores projectos de autoconsumo realizados nos Açores, e contempla a instalação de 1.700 painéis solares fotovoltaicos de 550W. O projecto de 935 kW de potência vai permitir à Cimentaçor uma redução significativa do valor do seu consumo energético, de aproximadamente 200 mil euros por ano

    CONSTRUIR

    A SunEnergy, especialista em soluções de produção de energia eléctrica a partir do sol, acaba de concluir um projecto na ilha de São Miguel, nos Açores, na empresa Cimentaçor, empresa do Grupo Cimpor. Este é um dos maiores projectos de autoconsumo realizados nos Açores, ao contemplar a instalação de 1.700 painéis solares fotovoltaicos de 550W.

    O projecto de 935 kW de potência vai permitir à Cimentaçor uma redução significativa do valor do seu consumo energético, de aproximadamente 200 mil euros por ano. Além disso, o projecto traz também uma importante poupança nas emissões de CO2, estimando-se uma diminuição na ordem das 200 toneladas/ano.

    “A sustentabilidade ambiental é uma prioridade para a Cimpor. Estamos conscientes do nosso impacto como indústria com um consumo energético elevado e regular e, por isso, a instalação de painéis solares para o autoconsumo é um passo natural a dar no sentido de reforçar a preocupação da marca com a economia circular”, afirma Sandro Conceição, director de Coprocessamento e Ambiente da Cimpor.

    Para Paulino Oliveira, CTO da SunEnergy, “as empresas continuam a apostar fortemente na transição energética, sobretudo, ao nível da energia fotovoltaica, não só para reforçarem os seus compromissos de sustentabilidade, mas também porque permite uma grande poupança anual de energia. Mais uma vez, a SunEnergy está ao lado dessas empresas, independentemente do seu sector e da sua localização geográfica. Queremos continuar a apostar em projectos de referência no panorama nacional de autoconsumo e ajudar as empresas a serem mais sustentáveis”, refere o responsável.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Empresas

    Certif marca presença em Assembleia do Comité de Gestão da Certificação

    A Certification Management Committee teve a sua Assembleia Geral em Ljubljana. Em causa estava a certificação de equipamentos eléctricos, desde cabos a aparelhos de baixa tensão e electrodomésticos, com interesse para as empresas exportadoras portuguesas

    CONSTRUIR
    tagsCertif

    A Certif, na dupla qualidade de Member Body e de National Certification Body, participou na Assembleia Geral do Comité de Gestão da Certificação (CMC) do IECEE, o sistema internacional que agrupa os esquemas de avaliação da conformidade para os equipamentos e componentes eléctricos.

    Na reunião, que teve lugar em Ljubljana, na Eslovénia, foram, entre muitas outras decisões, aprovadas actualizações de vários procedimentos e analisado acompanhamento dos peer-assessments. De registar que foram suspensos alguns países e mantidas outras suspensões, não podendo os seus NCB emitir certificados, uma vez que os respectivos Governos não aceitam as regras do reconhecimento.

    O interesse para as empresas portuguesas nesta participação da Certif resulta da possibilidade de emissão de certificados CB – Scheme, o que permite a aceitação directa dos certificados de ensaio em todos os membros do acordo.

    A Certif é o único Organismo de Certificação membro quer dos Acordos Internacionais do IECEE quer dos Acordos Europeus do ETSI para a área elétrica.

    A certificação de equipamentos eléctricos, desde cabos a aparelhos de baixa tensão e eletrodomésticos, é hoje uma exigência em todos os mercados mais competitivos, não sendo já, em muitos casos, factor diferenciador, mas condição necessária imposta pelos clientes na relação B2B.

    A certificação do produto requer a realização de ensaios em laboratórios acreditados e uma auditoria e acompanhamento do respectivo processo pelo Organismo de Certificação. Para as empresas exportadoras é de grande importância o acesso a marcas de conformidade reconhecidas e aceites pelo mercado e é nesse sentido que a Certif participa nos Acordos Europeus e Internacionais da área eléctrica.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Empresas

    Sandra Zárate assume direcção Digital & Marketing da Brico Depôt Iberia

    A nomeação prende-se com a decisão de dividir o departamento de Customer & Trading em duas áreas estratégicas: Comercial e Digital & Marketing

    CONSTRUIR

    Kingfisher Group nomea Sandra Zárate, até agora directora de Digital e Marketplace, como nova directora do departamento de Digital & Marketing da Brico Depôt Iberia. Apresentada pelo CEO da empresa, Chris Bargate, há alguns dias, a nomeação prende-se com a decisão de dividir o departamento de Customer & Trading em duas áreas estratégicas: Comercial e Digital & Marketing.

    Sandra Zárate, tem uma sólida experiência como actual diretora de Digital & Marketplace, tendo liderado com sucesso a área de comércio eledtrónico nos últimos três anos. O seu contributo tem sido fundamental para consolidar o crescimento e desenvolvimento do negócio digital da Brico Depôt, destacando-se, entre outras conquistas, o lançamento com sucesso do Marketplace da marca, em Espanha e Portugal.

    “Assumo esta nova etapa com muito entusiasmo e estou ansiosa por assumir este novo desafio na Brico Depôt como directora do Departamento de Digital & Marketing. Ao longo dos últimos anos, tive o privilégio de liderar a área de comércio electrónico e de fazer parte de uma equipa altamente talentosa e empenhada. Como tal, continuaremos a conduzir a nossa estratégia omnicanal, aproveitando as oportunidades e superando os desafios que forem surgindo. Neste sentido, o nosso principal objectivo é oferecer uma experiência de compra superior e reforçar o nosso posicionamento como uma referência no sector da bricolage e da construção”, afirma Zárate.

    Sandra irá liderar um departamento de marketing centrado no cliente, com o objectivo de impulsionar a empresa através do desenvolvimento de um negócio de comércio eletrónico consolidado e líder de mercado. A sua visão estratégica, as suas competências digitais e o seu profundo conhecimento do mercado serão fundamentais para garantir o crescimento actual e futuro da empresa.

    “A experiência, o conhecimento e a liderança da Sandra vão fortalecer a marca Brico Depôt no mercado ibérico. Estamos muito confiantes de que a sua visão vai trazer novas perspectivas e estratégias que vão permitir impulsionar o crescimento da empresa e melhorar a experiência do cliente em todos os nossos canais”, declara Chris Bargate, CEO da Brico Depôt Ibéria. Além disso, também fará parte da equipa de gestão da Brico Depôt Iberia, como membro da direcção-geral. A sua incorporação neste órgão de decisão reforça o compromisso da empresa com a inovação e a transformação digital, e irá permitir tirar o máximo partido do seu conhecimento estratégico.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB

    Navegue

    Sobre nós

    Grupo Workmedia

    Mantenha-se informado

    ©2024 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.