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    Carmo Wood investe na formação e retenção de talento

    A Carmo Academy é um projecto Carmo Wood que visa agregar todas as actividades de formação que ocorrem na empresa, tanto internas quanto externas, num ecossistema unificado. Até ao final do ano, a Carmo Academy terá completado um total de 80 formações, beneficiando, directamente, mais de 300 colaboradores da empresa

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    Carmo Wood investe na formação e retenção de talento

    A Carmo Academy é um projecto Carmo Wood que visa agregar todas as actividades de formação que ocorrem na empresa, tanto internas quanto externas, num ecossistema unificado. Até ao final do ano, a Carmo Academy terá completado um total de 80 formações, beneficiando, directamente, mais de 300 colaboradores da empresa

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    A portuguesa Carmo Wood anuncia o lançamento da Carmo Academy, um projecto de formação e retenção de talentos. Até ao final do ano, a Carmo Academy terá completado um total de 80 formações, beneficiando, directamente, mais de 300 colaboradores da empresa. O investimento na criação deste projecto ascende aos 300.000 euros.

    “A madeira poderá vir a tornar-se no “cimento” do futuro no mercado nacional. Deixou de ser apenas tendência para afirmar-se como alternativa sólida aos métodos tradicionais”, refere Jorge Carmo, Presidente da Carmo Wood. “Queremos estar um passo à frente do mercado e afirmar a nossa liderança no sector com experiência e know-how que nos preparem para sermos, sempre, o parceiro ideal para projectos que envolvam madeira. Para isso é fundamental a continua formação das nossas equipas, razão pela qual lançámos um projecto sustentado de formação, a Carmo Academy”, acrescenta.

    A Carmo Academy é um projecto Carmo Wood que visa agregar todas as actividades de formação que ocorrem na empresa, tanto internas quanto externas, num ecossistema unificado. Através desta abordagem abrangente, a empresa procura não apenas impulsionar o crescimento do negócio, mas também fortalecer e unificar as equipas, promovendo um ambiente de aprendizagem colaborativo e dinâmico.

    “Um dos elementos diferenciadores cruciais da Carmo Academy reside na sua ênfase em formações em grupo, onde toda a equipa participa activamente, trabalhando em simultâneo o desenvolvimento e aprendizagem de competências técnicas, mas também, competências interpessoais e o desenvolvimento dos laços da equipa. Os líderes de equipas têm por missão serem formadores internos garantindo, desta forma, a transferência sustentável de conhecimento e desenvolvimento transversal de todas as equipas”, acrescenta Rita Barroso, responsável por RH e Desenvolvimento.

    No que respeita à formação em Engenharia para Construção em Madeira, a Carmo Academy conta com parcerias com as melhores universidades internacionais especialistas no tema por forma a superar as necessidades internas e capitalizar o seu expertise. Paralelamente, a Carmo Academy oferece programas de formação individual personalizados, adaptados para atender às necessidades específicas de desenvolvimento de cada colaborador, demonstrando assim um compromisso claro com o crescimento pessoal e profissional de cada membro da equipa.

    A Carmo Academy abrange uma ampla gama de áreas de formação, incluindo Liderança, Comercial, Operações, Construção, Financeiro e Administrativo, Segurança, Saúde e Bem-estar, Madeiras, Produtos e Processos Produtivos, TI e Integração, uma abordagem abrangente da empresa no que diz respeito ao desenvolvimento holístico dos seus colaboradores.

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    Rendas descem em Lisboa no 4º trimestre de 2023

    Valores dos novos contratos de arrendamento reduzem pelo segundo trimestre consecutivo, mostra o Índice de Rendas Residenciais apurado pela Confidencial Imobiliário 

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    As rendas dos contratos de arrendamento residencial celebrados em Lisboa no 4º trimestre de 2023 apresentaram uma redução de 2,2% face ao trimestre anterior, mostram os resultados do Índice de Rendas Residenciais apurado pela Confidencial Imobiliário.

    Este é o segundo trimestre consecutivo em que as rendas dos novos contratos descem na capital, consolidando a entrada em terreno negativo registada no 3º trimestre de 2023, quando se observou uma variação em cadeia de -0,5%.

    A segunda metade do ano passado veio, assim, travar o ciclo de fortes aumentos das rendas sentidos desde meados de 2022, com variações em cadeia que se posicionaram entre 5,0% e 10,0% e das quais resultou um crescimento homólogo de 29,6% no 2º trimestre de 2023. Em virtude do comportamento destes dois mais recentes trimestres, a taxa de variação homóloga registou uma significativa desaceleração, fixando-se em 8,7% no 4º trimestre, ou seja, comprimindo em quase 21 pontos percentuais face ao pico do 2º trimestre.

    “A subida vertiginosa das rendas observada a partir de meados de 2022 terá sido, sobretudo, um reflexo da reacção dos proprietários aos limites de actualização então impostos aos contratos vigentes, bem como à crescente incerteza no arrendamento, que se agravou com as medidas anunciadas no âmbito do Mais Habitação. Daí resultou uma subida de quase 30% num ano, escalada após a qual começou a haver a percepção de que o mercado teria atingido o nível máximo de rendas, com um refreamento nos valores praticados nos novos contratos, como é visível nos dois últimos trimestres do ano passado”, explica Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário.

    No Porto, a tendência é igualmente de desaceleração, embora mantendo as variações trimestrais em terreno positivo. No 4º trimestre de 2023, as rendas dos novos contratos neste mercado apresentaram um aumento trimestral de 0,9%, comparando com o incremento de 3,2% registado no 3º trimestre. Também neste mercado há uma evidente travagem das subidas vertiginosas registadas a partir de meados de 2022, comparando-se a taxa de variação homóloga inédita de 30,2% no 4º trimestre de 2022, com a de 11,7% alcançada no final de 2023.

    Sem prejuízo deste abrandamento, as rendas médias contratadas no cômputo de 2023 continuam a evidenciar o incremento acumulado do último ano e meio, atingindo os 19,0€/m2 em Lisboa e 15,1€/m2 no Porto, conforme os dados do SIR-Arrendamento.

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    sublinha José Pedro Barbosa, administrador da PPG Dyrup Ibéria

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    “Não somos uma equipa numerosa mas temos uma forte componente de visão de mercado”

    Portugal é o primeiro mercado europeu, onde o grupo está presente, a testar o “revolucionário sistema universal de afinação de cores”. “Spectron” é o nome do novo sistema tintométrico o qual utiliza já os novos corantes da PPG. A tecnologia Spectron vai entrar em todo o nosso core business, trazendo valor acrescentado aos nossos produtos”, afirma José Pedro Barbosa, administrador da PPG Dyrup

    A PPG Dyrup promete revolucionar o seu sistema tintométrico e o processo já arrancou em Portugal. São vários os benefícios introduzidos, elevada precisão e garantia de qualidade dos produtos, maior e melhor oferta de cores (+41% de cores disponíveis) e o seu software permite uma rápida reprodução de qualquer cor. O “Spectron” permite ainda a utilização dos novos corantes PPG que se distinguem pela “elevada performance” em termos de opacidade, durabilidade e resistência, para além de estarem disponíveis em embalagens “bolsa” mais sustentáveis, que usam menos 20% de plástico incorporado. “O lançamento em Portugal do novo sistema de afinação de cores ‘Spectron’ é um marco significativo na procura contínua pela excelência e inovação”, sublinha José Pedro Barbosa, administrador da PPG Dyrup

    Portugal foi pioneiro no lançamento do ‘Spectron’. Porquê?
    Não somos uma equipa tão numerosa como a que os mercados de França ou Itália têm, mas temos uma forte componente de visão de mercado e para a PPG era também fundamental fazer este lançamento num local onde houvesse uma maior concentração geográfica para conseguir realizar o mais rapidamente possível este lançamento, de forma que outros mercados possam recolher os dividendos desta implementação. Temos previsto até ao final do ano, no máximo primeiro trimestre de 2025, terminar a implementação do sistema em todo o território, o que não seria possível em mercados de maior dimensão fazê-lo num tão curto espaço de tempo.

    Quando é que o processo iniciou e qual será o valor do investimento?
    Estamos com este processo há um ano e tínhamos previsto, e conseguimos, fazer o lançamento agora durante a convenção. O investimento em Portugal só em máquinas tintométricas que serão colocadas nos clientes, substituindo o anterior equipamento, ronda os dois milhões de euros. Depois temos todos os outros custos inerentes, especialmente em I&D e no próprio desenvolvimento dos corantes que são de facto muito superiores e que é o resultado da aquisição, pela PPG, há cerca de dois anos, de uma empresa do norte da Europa que desenvolve esta tecnologia.

    O processo irá continuar em 2024?
    2024 é o ano de lançamento. A tecnologia Spectron vai entrar em todo o nosso core business, trazendo valor acrescentado aos nossos produtos.

    A certificação ao nível dos produtos ETICS é outra das apostas para 2024.
    Em mercados como a França e Itália somos líderes de mercado neste domínio. Temos fábricas próprias de massas, que não temos cá, e estamos num processo de aprendizagem, de recolher a experiência destes mercados e temos ido a Lyon e a Milão, onde estão localizados os centros de desenvolvimento ETICS, para recolher este conhecimento para adaptá-lo ao nosso mercado. Há aqui um processo de sinergias dentro da multinacional. O processo está a decorrer com o apoio do LNEC e contamos em breve ter novidades. A certificação dos produtos irá permitir a entrada em concursos públicos, por exemplo. Este não é o nosso target o nosso target é estar ao lado dos nossos agentes revendedores, ajudar a desenvolver o negócio e ir à obra com eles para proporcionar que eles sim efectuem negócio. Esta é a nossa postura estratégica.

    Prevêem novos investimentos na estrutura em Portugal?
    Para já temos todo este investimento com o lançamento da ‘Spectron’. Estamos sempre com melhorias na fábrica, ou seja, há continuamento investimentos que visam uma melhoria contínua, mas para este ano não prevemos mais investimentos em maquinaria que não seja esse. O próximo ano será um novo ano. Vamos focar-nos no que temos que fazer bem e logo virão outros investimentos

    Como correu 2023 para a PPG Dyrup em Portugal?
    Correu bem. Portugal obteve o melhor rating entre os países da Europa da Sul. Conseguimos ultrapassar os nossos objectivos em praticamente 10%. Foi um ano muito interessante, e recebemos os parabéns de todo o board do Sul da Europa relativamente aquilo que foi a performance em Portugal e em Espanha.

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

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    Investimento será de “retoma gradual no segundo semestre”

    Depois de quebras significativas na actividade de investimento imobiliário comercial, assim como no mercado ocupacional, particularmente no sector de escritórios na Grande Lisboa, 2024 deverá registar um crescimento de 7%

    Cidália Lopes

    O mercado imobiliário antecipa, para 2024, uma “evolução distinta” ao longo do ano e “influenciada pelas expectativas de redução das taxas de juro de referência pelo BCE” na Primavera”. De acordo a consultora da Cushman & Wakefield, “o primeiro semestre continuará a ser ainda caracterizado por alguma estagnação, seguido de uma retoma gradual no segundo semestre”.

    É, por isso, expectável que depois do “abrandamento” verificado em 2023, que “todos os sectores registem aumentos homólogos durante este ano”, indica o 42ª edição do Marketbeat Primavera, realizado pela consultora.

    O estudo destaca, ainda, a importância da sustentabilidade e dos critérios de ESG, transversais a todos os segmentos, que vão continuar a ser o maior enfoque dos intervenientes no mercado, aumentando a disponibilidade para pagar um valor green premium.

    “Efectivamente, ocorreram quebras significativas na actividade de investimento imobiliário comercial, assim como no mercado ocupacional, particularmente no sector de escritórios na Grande Lisboa, onde se atingiu o valor mais baixo de absorção da última década. Ainda assim, houve sectores a demonstrar uma evolução positiva, nomeadamente retalho, que registou uma retoma moderada, e hotelaria, com aumentos transversais para valores acima dos registados em 2019 (pré-pandemia)”, afirma Eric van Leuven, director geral da consultora em Portugal.

    Em 2023, a actividade de investimento imobiliário comercial registou uma “quebra homóloga expressiva” de 44%, com um volume de 1.690 milhões de euros, “em linha com outros mercados europeus” e caracterizado por uma “maior prevalência de transacções de menor dimensão, com o valor médio a reduzir para os 18 milhões de euros”.

    Dada a menor disponibilidade do capital estrangeiro, os investidores domésticos aumentaram a sua quota de mercado para 33% do volume total investido. A maioria do capital foi alocado aos sectores de hotelaria e retalho, que agregaram 38% do volume total investido cada.

    As estimativas actuais reflectem a expectativa de retoma gradual generalizada do investimento em imobiliário comercial na segunda metade de 2024, com o volume associado às transacções actualmente em diversas fases de negociação, e com conclusão prevista para este ano, na ordem dos 1, 8 mil milhões de euros, o que reflectirá um crescimento homólogo de 7%.

    O sector de escritórios deverá ser aquele que irá registar uma maior recuperação, agregando 47% do volume total, seguido da hotelaria com 27%.

    A este valor, a Cushman & Wakefield, antecipa, ainda, um valor acrescido de 1,1 mil milhões em transações, actualmente suspensas, mas com possibilidade de conclusão até ao final de ano, assim como as usuais operações off-market.

    Desta forma, apesar de as yields de referência de mercado poderem ainda sofrer alguma correção em alta durante o início do ano, no final de 2024 deve registar-se uma estabilidade homóloga, possivelmente com redução de yields, e consequente aumento de valor.

    Antecipa-se, ainda, uma retoma progressiva do protagonismo dos grandes investidores internacionais, assim como algum alívio no acesso à dívida bancária e refinanciamento.

    Sobre o autorCidália Lopes

    Cidália Lopes

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    Schneider Electric anuncia evolução do ecossistema Wiser

    O ecossistema foi enriquecido especialmente no controlo do aquecimento, oferecendo soluções mais inteligentes para casas com radiadores ou sistemas de piso radiante quente e/ou frio

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    A Schneider Electric acaba de lançar a mais recente evolução do seu ecossistema Wiser, que transforma o conceito de casa conectada num sistema abrangente de gestão ativa da energia doméstica. Esta evolução permite aos utilizadores monitorizar e otimizar a sua produção e consumo de energia, o que torna as casas mais eficientes, resilientes e sustentáveis, sem nunca perder o conforto.

    O ecossistema foi enriquecido especialmente no controlo do aquecimento, oferecendo soluções mais inteligentes para casas com radiadores ou sistemas de piso radiante quente e/ou frio. Para além disto, através do reconhecido sensor de energia PowerTag Resi9, é possível aceder a funcionalidades de monitorização de energia solar em tempo real ou de forma histórica, conseguindo assim dados relativos à autossuficiência e às poupanças.

    Até agora, a aplicação principal do sistema era a Wiser by SE. Com esta plataforma e o gateway da Wiser by SE, era possível gerir funções como o controlo da iluminação e das persianas, a monitorização e o controlo da energia, os sensores e alarmes e o carregamento de veículos elétricos.

    A nova geração do ecossistema Wiser introduz mais produtos e funcionalidades centrados na gestão eficiente da energia em casa. Agora, a principal aplicação é o Wiser Home, e o utilizador pode escolher entre dois hubs: o Wiser Hub de 2ª geração ou o HubR, que tem relé de caldeira incluído, para casas que começam este processo com o controlo do aquecimento e podem depois melhorar o seu sistema com outras ferramentas.

    Para além de enriquecer o domínio da gestão da energia e do controlo do aquecimento, a evolução do Wiser mantém as funcionalidades características que fazem dele um sistema intuitivo para qualquer utilizador, como os horários, a criação de momentos e as automações. O ecossistema evoluído acrescenta novas funcionalidades, como o Modo Conforto Verão, em que os estores são regulados automaticamente em função das temperaturas exterior e interior da casa para isolar o calor.

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    Vulcano promove curso técnico de modos de preparação de Águas Quentes Sanitárias

    Com uma duração de 6 horas, este curso proporcionará aos formandos várias aprendizagens acerca de conceitos de calor, energia e potência, conhecimento sobre os sistemas de produção de A.Q.S., sistemas instantâneos, sistemas de acumulação, bombas de calor A.Q.S, contribuição dos sistemas solares térmicos para a produção das A.Q.S., bem como a legislação aplicável

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    O Instituto de Formação Vulcano (IFV), espaço de formação e certificação dos profissionais de hoje e do futuro nas áreas de água quente, energia solar térmica e climatização, divulga o seu curso técnico online de Modos de Preparação de Águas Quentes Sanitárias.

    A formação terá lugar nos dias 28 e 29 de fevereiro de 2024, em formato online, em horário pós-laboral. Destina-se a instaladores, técnicos-comercias recém-licenciados e projetistas que têm o objetivo de dar os primeiros passos na área ou aprofundar conhecimentos.

    Com uma duração de 6 horas, este curso proporcionará aos formandos várias aprendizagens acerca de conceitos de calor, energia e potência, conhecimento sobre os sistemas de produção de A.Q.S., sistemas instantâneos, sistemas de acumulação, bombas de calor A.Q.S, contribuição dos sistemas solares térmicos para a produção das A.Q.S., bem como a legislação aplicável.

    Os formandos ficarão capacitados para identificar e caracterizar os diferentes modos e preparação de A.Q.S., selecionar o sistema de produção A.Q.S. que melhor se adequa a cada instalação, através da estimativa de consumos e custos energéticos, e ainda a valorizar a integração dos sistemas solares térmicos na produção das A.Q.S.

    Atualmente, tendo em conta a crescente competitividade verificada no mercado laboral, é cada vez mais valorizada a qualificação de um profissional do setor, sobretudo vinda de um instituto de excelência.

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    Leiria investe 8M€ em plano de drenagem para resolver inundações

    A Câmara Municipal de Leiria vai investir mais de oito milhões de euros no plano de reabilitação e beneficiação do sistema de drenagem pluvial da cidade, que prevê intervenção em várias zonas em leito de cheia e pretende reduzir os episódios de inundação em diversos pontos da malha urbana

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    Esta estratégia do Município vem na sequência dos problemas de inundação registados nas últimas décadas, que resultam da falta de escoamento das águas pluviais, devido principalmente à limitação dos colectores, à escassez de energia gravítica, à falta de protecção eficaz, ao assoreamento e obstrução de colectores, com construção sob edifícios, e à não separação do sistema de drenagem das águas residuais domésticas.

    A executar até 2030, o documento define que são sete as áreas mais críticas que necessitam de intervenção a curto prazo: Rua da Restauração e Rua Dr. António Costa Soares, Rua de São Miguel e Rua Emídio Agostinho Marques, Urbanização de São Romão, Rua D. José Alves Correia da Silva e Rua dos Romeiros, Rotunda D. Dinis, Telheiro e centro histórico.

    No centro da cidade, está prevista a reabilitação do caneiro e a construção de colectores em pressão e de uma estação elevatória no Largo Papa Paulo VI, que irão conduzir e bombear a água directamente para o Rio Lis, sempre que se registar um caudal demasiado elevado.

    Além disso, o plano prevê também a criação de um dique de protecção, o desvio de caudais e o reforço da rede de águas pluviais na zona junto ao Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa.

    Para além deste planeamento, estão também definidas as boas práticas no desenvolvimento do espaço público, nomeadamente o controlo dos caudais na origem, cujo retorno é de longo prazo.

    É disto exemplo a criação de bacias de retenção (depressões no solo para retenção da água), a colocação de pavimento permeáveis, o aproveitamento das águas pluviais nos edifícios (construção sustentável), a instalação de coberturas e fachadas ajardinadas e a criação de poços e trincheiras que retêm a água antes de entrar no sistema de drenagem.

    Uma das outras medidas é a criação de um sistema de monitorização da precipitação, um projecto piloto que irá instalar dispositivos e medidores de caudal no caneiro, que atravessa o centro histórico.

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    Keller Williams Portugal fecha 2023 com aumento da quota de mercado

    Em ano de quebra global no sector, a empresa de formação, coaching e tecnologia manteve a facturação alcançada em 2022 , 56 milhões de euros, e registou um aumento de 20% no número de angariações. Dezembro de 2023 foi o melhor mês de sempre para a KW Portugal 

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    Prestes a assinalar a primeira década em território nacional, a Keller Williams Portugal fechou o ano de 2023 com uma facturação de 56 milhões de euros, valor que iguala 2022, o melhor ano de sempre da KW no nosso país. 2023 foi também de crescimento no negócio dos seus consultores, com um aumento do número de angariações em 20%.

    “Num ano em que o mercado decresceu, a Keller Williams Portugal manteve a faturação e aumentou as angariações em 20%” começa por explicar Marco Tairum, CEO da Keller Williams Portugal. “Um desempenho de que muito nos orgulhamos e que só é possível graças ao nosso modelo de negócio e a uma minuciosa preparação junto dos nossos consultores. Um modelo que assenta nas pessoas e no seu valor, que prospera em tempos de crise e que aposta na antecipação – estamos a preparar este cenário há mais de dois anos através da formação, do aperfeiçoamento tecnológico e da permanente monitorização do sector”, continua.

    Dos 30 Market Centers KW dispersos pelo país, cinco fecharam o ano com uma facturação superior a três milhões de euros e 10 ultrapassaram a marca dos dois milhões. Para tal terá contribuído o aumento do número médio de consultores por market center, actualmente nos 88, e o crescimento em número de associados em territórios como Faro e Aveiro, ou a Região Autónoma da Madeira, onde é líder de mercado, quer em número de associados, quer em facturação.

    Os resultados do programa de distribuição de rendimentos Growth Share voltaram a ser uma mais-valia para todos os que contribuíram para o crescimento da rede. Terminado o ano fiscal de 2023, foram distribuídos mais de um milhão de euros pelos associados Keller Williams Portugal. Implementado em 2014, o programa Growth Share já distribuiu 5.2 milhões de euros no nosso país, dois dos quais nos últimos dois anos.

    Marco Tairum reforça ainda que “este será, uma vez mais, um ano desafiante para o sector e por isso mantemos o compromisso de entregar cada vez mais valor aos nossos consultores, criando condições para que reforcem e consolidem os seus negócios. A experiência em outros territórios, nomeadamente nos Estados Unidos, ensina-nos que momentos de mudança são uma oportunidade de crescimento e de ganho de quota de mercado. Estes nossos resultados são a prova de que é possível!”

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    Em cima: Pedro Pinto (Imobiliário), Tânia Ferreira Osório (Urbanismo),
    Em baixo: Catarina Ruivo Rosa (Imobiliário) e Mário Silva Costa (Fiscal)

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    PBBR presta assessoria à RE Capital na aquisição de um terreno no Cabanas Golf

    A pbbr prestou assessoria jurídica à RE Capital na aquisição de um dos terrenos incluídos na carteira Eleanor do Novobanco

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    Inserido no empreendimento Cabanas Golf, localizado junto ao TagusPark, em Oeiras, o terreno conta com uma área bruta para construção de 82 mil metros quadrados, tendo já um projecto aprovado, onde se prevê que sejam construídos apartamentos turísticos, espaços comerciais, e ainda, um campo de golfe.

    A assessoria prestada pela pbbr contou com a intervenção de Pedro Pinto (Imobiliário), Tânia Ferreira Osório (Urbanismo), Mário Silva Costa (Fiscal) e Catarina Ruivo Rosa (Imobiliário).

    A RE Capital é uma empresa pan-europeia de investimento, desenvolvimento e gestão de activos imobiliários, com presença em Londres, Lisboa, Luxemburgo e Genebra.

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    Relatório final da CTI apresentado depois das eleições

    A Comissão Técnica Independente (CTI) vai apresentar, no próximo dia 22 de Março, o relatório final a remeter ao Governo

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    Segundo o jornal Publituris, a Comissão de Acompanhamento dos trabalhos da Comissão Técnica Independente (CTI) agendou para o dia 22 de Março a realização da sua 4.ª Reunião Ordinária. 

    O encontro, que acontecerá já depois das eleições legislativas, agendadas para 10 de Março, servirá para apreciação da versão final do “Relatório Ambiental” elaborado pela CTI e emissão do parecer escrito da Comissão de Acompanhamento a remeter ao Governo conjuntamente com o Relatório Final da Comissão Técnica Independente.

     

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    Mondim de Basto recupera edifício devoluto para arrendamento acessível

    O concurso público para a reabilitação e reconversão do edifício foi lançado com um preço base de 2,3 milhões de euros, e os interessados têm 15 dias para apresentar propostas

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    Um imóvel devoluto e inacabado desde a década de 80 do século passado, no centro da vila de Mondim de Basto, conhecido localmente como “Hotel das Rãs”, foi adquirido pelo município. Neste local irão nascer 18 novas habitações para arrendamento acessível.

    Em comunicado, a autarquia do distrito de Vila Real informou que o projecto promove a “inclusão social e territorial de pessoas e agregados familiares” e resolverá um “problema urbanístico já antigo, localizado no centro da vila”.

    O concurso público para a reabilitação e reconversão do edifício foi lançado com um preço base de 2,3 milhões de euros, e os interessados têm 15 dias para apresentar propostas. Após a adjudicação, o prazo de execução da obra é de 18 meses.

    A intervenção de “Reabilitação de Edifício de Habitação Multifamiliar — Edifício S. Tiago no âmbito do Programa 1.º Direito” realiza-se no âmbito da Estratégia Local de Habitação de Mondim de Basto.

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