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    Ondina Afonso, Presidente para a Comissão e Igualdade de Género na Engenharia

    Engenharia

    Ordem dos Engenheiros dedica 2024 à Igualdade de Género na Engenharia

    A conferência inaugural do Ano OE para a Igualdade de Género na Engenharia decorrerá em Coimbra, no dia 22 de Março. Seguir-se-ão outras iniciativas, desenvolvidas com entidades parceiras a nível nacional e internacional

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    Ondina Afonso, Presidente para a Comissão e Igualdade de Género na Engenharia

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    Ordem dos Engenheiros dedica 2024 à Igualdade de Género na Engenharia

    A conferência inaugural do Ano OE para a Igualdade de Género na Engenharia decorrerá em Coimbra, no dia 22 de Março. Seguir-se-ão outras iniciativas, desenvolvidas com entidades parceiras a nível nacional e internacional

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    A Ordem dos Engenheiros (OE) declarou 2024 como Ano OE para a Igualdade de Género na Engenharia. Esta decisão, tomada pelo Conselho Directivo Nacional, pretende contribuir para “impulsionar uma maior participação das mulheres nas áreas de conhecimento ligadas às Engenharias”, bem como “promover práticas que assegurem a igualdade de género em todas as esferas da actividade da OE”, nomeadamente a dinamização da representação de mulheres em órgãos de gestão, a conciliação entre a vida profissional e familiar, a prevenção do assédio moral e sexual e o combate à discriminação com base no género.

    Além disso, é também objectivo estratégico a captação de talentos femininos para as áreas da engenharia, em especial para as STEAM (áreas de conhecimento Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática), bem como a sensibilização para eventuais diferenças salariais e de progressão na carreira por parte das mulheres engenheiras.

    Como forma de arranque das atividades que marcarão este ano, a Ordem dos Engenheiros iniciou, a 18 de Novembro de 2023, um processo que visa a sua certificação no sistema GEEIS – “Gender Equality-European & International Standard”. O processo será auditado pela Bureau Veritas e deverá estar concluído até Novembro de 2024, pretendendo-se a atribuição pública daquela certificação durante as celebrações do Dia Nacional do Engenheiro 2024, em Lisboa.

    A conferência inaugural do Ano OE para a Igualdade de Género na Engenharia decorrerá em Coimbra, no dia 22 de Março. Seguir-se-ão outras iniciativas, desenvolvidas com entidades parceiras a nível nacional e internacional.

    A Comissária do Ano OE 2024 Igualdade de género na Engenharia, Ondina Afonso, assegura que se trata de um “enorme motivo de orgulho” que iremos valorizar através de diversas iniciativas a anunciar em breve. “Queremos igualdade e o devido reconhecimento das engenheiras nas empresas, nas instituições e na sociedade”.

    Ondina Afonso é Engenheira Química, membro sénior da Ordem dos Engenheiros e Especialista em Engenharia Alimentar e, actualmente, é directora da Qualidade e Investigação acumulando com o cargo de presidente do Clube de Produtores Continente na MC Sonae.

    Desde 2002, colabora com a Comissão Europeia como perita independente, na avaliação de candidaturas de projectos de I&D e, mais recentemente, contribuindo para a definição de conceitos de sistemas alimentares sustentáveis.

    Recentemente, ingressou no Grupo de Discussão da EFSA – Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos – sobre Riscos Emergentes, em representação do retalho europeu.

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    Novo projecto em Marvila pode ser adquirido através de criptomoedas

    O projecto Atelier resulta da combinação de elementos industriais e da “delicadeza” do design a partir da “reimaginação” da antiga casa criativa do artista português Tomaz Hipólito num imóvel de oito lofts. A fase de vendas deverá arrancar ainda este ano

    O antigo espaço criativo do artista português Tomaz Hipólito, em Marvila, vai ser transformado em habitação. Promovido pelos franceses LFV des Vosges, o Atelier, que vai ser colocado à venda ainda este ano, vai poder ser adquirido com criptomoedas.

    Segundo a promotora, o projecto, que resulta da remodelação de um antigo estúdio em oito apartamentos, apresenta traços de arquitectura japonesa e uma fachada de dupla camada, de vidro e malha.

    Situado na Rua Afonso Annes Penedo, os apartamentos, em estilo loft com até quatro assoalhadas, contam com uma sala de estar, uma cozinha e um estacionamento subterrâneo privativo com capacidade para doze veículos. O rés do chão e o primeiro andar vão diferenciar-se pela coexistência de duas realidades complementares: uma varanda na fachada principal, com acesso à casa, e um jardim privativo de 100 m2, nas traseiras, que se vai assemelhar a um casulo verde. Adicionalmente, o edifício vai ser totalmente ecológico, com uma certificação energética de B+.

    “Este equilíbrio entre a dureza dos elementos industriais e a delicadeza do design levou à reimaginação da antiga casa criativa do famoso artista português Tomaz Hipólito num elegante refúgio de oito casas com uma configuração que ecoa o seu passado artístico” comenta Stanislas Maistre, CEO do LFV des Vosges.

    Com desenho da SIA Arquitectura, os apartamentos são marcados por um “design cuidado e uma estética simples”, que confere “calor e textura” a cada espaço. Paralelamente, os pavimentos em madeira natural e os tecidos “suaves e orgânicos” transmitem uma sensação de “tranquilidade” e “simplicidade” que funcionam como “uma tela em branco” para os moradores.

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    Portugal pode entrar na metade de países mais ricos da UE em 2033 com reformas pró-crescimento

    Contudo, sem mudança de políticas, podemos, em contrapartida cair para antepenúltimo em nível de vida em 2033 e ter uma perda significativa de população, refere estudo da faculdade de Economia da Universidade do Porto

    O Gabinete de Estudos Económicos, Empresarias e de Políticas públicas (G3E2P) da faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP) apresenta o 2º capítulo do 1º número da publicação “Economia e empresas: tendências, perspectivas e propostas”.

    O capítulo mostra os principais resultados de um modelo de dinâmicas relativas de nível de vida e população na União Europeia, com projecções em retrospectiva e em perspectiva para Portugal. Conclui-se que é a criação de condições de crescimento económico que retém e atrai população (e capitais) para gerar riqueza, dado o nível de vida relativo de partida.

    Aponta-se como objectivo ambicioso, mas realizável, que Portugal atinja a 13ª posição em nível de vida na União Europeia (UE) em 2033, entrando assim na metade de países mais prósperos (com a actual configuração de 27 países), o que levará ainda a uma população superior.

    Para tal, o nosso crescimento económico anual terá de superar a média simples dos valores de crescimento dos países da UE – o novo referencial estratégico proposto no estudo – entre 1,4 e 1,7 pontos percentuais (p.p.), consoante os cenários, o que corresponde a valores absolutos entre 3,1% e 3,8%, mas as metas em diferencial são mais robustas. Diferenciais entre 0,4 a 0,6 p.p. acima da média apenas permitem alcançar a metade de países mais ricos da UE em 2043.

    Sem alteração de políticas, Portugal pode cair para a 25º posição em nível de vida em 2033 e registar uma perda bastante significativa de população (superior à prevista no Ageing Report).

    Apostar em reformas estruturais que elevem o potencial de crescimento da economia, incluindo aproveitar melhor os apoios europeus disponíveis (cujo impacto é reduzido e temporário, atendendo às projecções da Comissão Europeia para o nosso crescimento potencial), é crucial para melhorar o nosso nível de vida relativo e preservar a dimensão populacional – bem como a soberania do País, que não existe sem povo –, preparando o fim previsível desses apoios.

    “Há uma necessidade urgente de adoptar reformas estruturais conducentes a um maior crescimento económico. A sua não adopção resultou numa economia pouco mais que estagnada, em empobrecimento (queda de posições em nível de vida na UE) e numa perda relativa de população entre 1999 e 2022, que se tornará em perda absoluta nas próximas décadas devido ao baixo nível de vida a que chegamos”, destaca o director da FEP, Óscar Afonso.

    Quanto às projecções em retrospectiva, se a nossa economia tivesse crescido ao ritmo da média simples dos países da UE desde 1999 (ou seja, 2,4% ao ano, em vez de 0,9%), em 2022 teríamos alcançado a 12ª posição em nível de vida (em vez da 20ª, a 7ª pior), claramente na metade de países mais ricos, e teríamos mais um milhão de pessoas. Crescendo ao ritmo da UE (1,5%), teríamos ficado na 19ª posição, pouco melhor.

    A média simples de crescimento dos países da UE, o novo referencial estratégico base proposto, em que cada país pesa o mesmo, continuará a ser mais ambicioso nas próximas décadas do que crescer ao ritmo da UE e (pior ainda) a Área Euro, os referenciais dos nossos governos, cuja dinâmica é travada pelo forte peso das três maiores economias da UE (Alemanha, França e Itália), há muito estagnadas, como é demonstrado neste segundo capítulo.

    A substituição de referencial de crescimento é uma reforma estrutural, apontando para um novo rumo em termos de nível de vida e dimensão populacional, como proposto. Se o novo referencial tivesse sido seguido desde 1999, bastaria para ficarmos consistentemente na metade dos mais ricos até 2043, ao contrário do referencial UE, que nos colocaria sempre perto do fundo da tabela.

    Dado o baixo desempenho passado (o nosso crescimento económico de 0,9% ao ano em 1999- 2022 foi o 3º pior entre os países da UE), crescer em linha com o novo referencial estratégico base proposto após 2022 apenas trava a perda de posições em nível de vida até 2033, pelo que atingir a metade de países mais ricos exige os diferenciais adicionais acima apontados.

    “Alcançar um nível de vida e uma população mais elevados requer políticas ambiciosas e consonantes em matéria de crescimento económico, o que implica, desde logo, escolher um referencial com uma dinâmica mais ambiciosa para nos compararmos. As metas de crescimento e nível de vida, de fácil escrutínio, elevarão a exigência dos cidadãos”, revela Óscar Afonso.

    O estudo conclui ainda que o recente surto de crescimento económico não é estrutural, mas um resultado de impulsos temporários do turismo e do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    Por fim, salienta-se que os resultados do modelo inovador apresentado são muito significativos e as projecções incorporam vários cenários, o que lhes confere uma elevada robustez.

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    Crédito: José Campos

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    Obra de Raulino Silva conquista prémios internacionais de arquitectura

    A casa com uma piscina interior e um generoso terraço sobre a copa dos grandes pinheiros, está localizada nas proximidades do Mosteiro de Pedroso, em Vila Nova de Gaia e é uma das mais recentes obras concluídas do premiado atelier de arquitetura de Vila do Conde

    Uma habitação unifamiliar, em Pedroso, está a merecer destaque em reconhecidos prémios internacionais de arquitetura, com cinco distinções nos últimos meses, no Canadá, Estados Unidos da América, França e Suíça.

    A casa com uma piscina interior e um generoso terraço sobre a copa dos grandes pinheiros, está localizada nas proximidades do Mosteiro de Pedroso, em Vila Nova de Gaia e é uma das mais recentes obras concluídas do premiado atelier de arquitetura de Vila do Conde, com fotografias de José Campos.

    No IDA Design Awards 2023 em Los Angeles, a obra foi premiada com o Gold Winner na categoria arquitectura residencial, no Grands Prix du Design 2023 no Quebec, venceu o Gold Winner na categoria edifício residencial/casa privada, no Architecture MasterPrize 2023 de Los Angeles, foi distinguida com uma Menção Honrosa na categoria habitação unifamiliar, no Paris Design Awards 2023 foi Winner na categoria habitacional/casas e no BLT Awards 2023 em Lucerna venceu na categoria de arquitectura residencial.

    O arquitecto Raulino Silva esteve presente nas duas últimas galas de entrega dos prémios realizados em locais emblemáticos da arquitetura mundial, em Paris no Espaço Oscar Niemeyer do arquitecto brasileiro que deu nome à obra e em Lucerna no Centro de Congressos KKL do arquitecto Jean Nouvel, tendo sido uma oportunidade para conhecer alguns dos melhores arquitectos da actualidade e os mais recentes projectos internacionais na área da Arquitetura, Design de Interiores, Design Gráfico e Design de Produto.

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    Kronos Homes lança ZEN

    Chama-se ZEN, é o quarto empreendimento residencial da Kronos Homes na capital, representa um investimento de 65 milhões de euros e irá adicionar ao mercado residencial mais 169 apartamentos, mais de 40% dos quais já está vendido

    A Kronos Homes, marca de promoção imobiliária residencial da Kronos, anuncia o lançamento de um novo projecto em Telheiras, ZEN, o quarto empreendimento residencial da empresa na região de Lisboa, que inicia agora construção, com 70 apartamentos já reservados.

    No âmbito de um investimento de 65 milhões de euros, este edifício exclusivo promete dinamizar e inovar o mercado imobiliário numa das áreas familiares mais cobiçadas de Lisboa, estabelecendo uma nova referência de qualidade e design, garantindo a integração estética e o respeito pelo meio ambiente envolvente.

    “Este é o nosso quarto projecto de primeira habitação em Lisboa e mais um passo na consolidação da nossa marca em Portugal. A preocupação por encontrar espaços que prezam o conforto e o equilíbrio aumentou e o ZEN é o lugar ideal para proporcionar essas experiências. Direccionado sobretudo a jovens famílias, é um edifício que vai procurar respeitar a natureza e transparecer os pontos mais fortes da sua envolvente, sem abdicar do design arquitectura especial da Kronos”, sublinha Rui Meneses Ferreira, CEO da Kronos Homes. “A localização central, a estética vanguardista e o conceito inovador, complementados por um maravilhoso jardim central e a zona social com piscina e ginásio, fazem deste um projecto único para quem procura um ambiente calmo e harmonioso apesar de urbano”, acrescenta.

    Com disposição por blocos paisagísticos, o ZEN vai reinventar a rede urbana tradicional com 3 blocos de 169 apartamentos de design distintivo e acabamentos de excelência, de tipologias T1 a T4, ao longo de 7 pisos. Os preços das casas variam entre 300.000€ e 850.000€. Para além disso, o empreendimento terá ainda um simpático pátio paisagístico, com uma grande piscina que funcionará como o centro da vida comunitária, assim como um ginásio totalmente equipado. A comercialização é co-exclusiva da Porta da Frente Christie’s e da JLL.

    Pertencente à freguesia do Lumiar, Telheiras é o local ideal para quem procura casa num centro urbano, sem renunciar à riqueza natural dos parques e zonas verdes. Num bairro próximo de comércio, escolas e equipamentos culturais, o ZEN terá acessos privilegiados, graças às linhas verde e amarela do Metro, bem como à estação de Campo Grande, a cerca de cinco minutos. Além disso, oferece diversas soluções de actividades para as pessoas com uma vida mais activa, sendo uma zona privilegiada para a prática de desporto ao ar livre, com um campo de golfe e um clube de ténis ao virar da esquina.

    A Kronos Homes conta, também em Lisboa, com três empreendimentos residenciais em desenvolvimento: The One, localizado na Avenida de João XXI, Distrikt, no Parque das Nações e Native, no Belas Clube de Campo.

    O portefólio de activos inclui ainda a gestão e desenvolvimento imobiliário de Vale do Lobo Golf & Beach Resort e a gestão das vendas imobiliárias do Salema Beach Village, Cascade Wellness Resort, Monte Santo Resort, Conrad Algarve, Salgados Palm Village e Salgados Dunas Suites. Este negócio representa um potencial de mais de 1.000 milhões de euros em vendas de propriedades, localizadas maioritariamente na região do Algarve. Um portefólio que coloca a Kronos Real Estate entre os principais gestores de resorts e promotores imobiliários em Portugal.

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    Vicaima aponta novidades e tendências do design para 2024

    Vicaima abre portas às tendências e novas perspectivas que a arquitectura, a construção e o design podem revelar este ano. Do poder transformador da Inteligência Artificial, à sustentabilidade, muitos são os drivers da evolução

    Como um dos maiores players europeus no design e produção de soluções de vanguarda para portas de interior, portas técnicas, aros, roupeiros, painéis e peças para mobiliário, a Vicaima lista algumas das principais apostas que já estão a ser seguidas pelos profissionais da área e cuja relevância deverá aumentar durante este ano.

    Um ponto será comum a qualquer sector: o poder transformador da inteligência artificial (IA). Seja no design e decoração de interiores, seja nos processos e softwares de construção, as tecnologias disruptivas irão desempenhar influência na eficiência das diferentes fases de um projecto, desde a geração de modelos 3D, gestão integrada de projectos ou selecção de elementos decorativos, elevando a criatividade e unicidade dos espaços ao agregar a capacidade analítica das ferramentas digitais com a sensibilidade estética e funcional da vertente humana.

    Sustentabilidade vai continuar a desempenhar um papel essencial

    Este ano, o factor da sustentabilidade será um ponto desdobrado em mais do que a escolha de um produto decorativo, através de elementos que reflictam a valorização da cultura local, da proximidade de comunidades e da consideração perante gerações vindouras.

    No sector da construção, permanecerá relevante em projectos distintos a inclusão de produtos com certificação FSC (Forest Stewardship Council), a entidade que promove a gestão responsável das florestas, enquanto é mantida a atractividade estética e performance exigidas.

    Além disso, ganhará ainda mais relevância a reabilitação de edifícios existentes, acrescidos do valor que a recuperação do património histórico pode trazer. Nos seus interiores, destacar-se-á o isolamento térmico como um dos factores chave para reduzir o consumo energético, simultaneamente garantido conforto para os utilizadores, mantendo-se a constante prioridade da iluminação natural pelos utilizadores ao proporcionar um ambiente acolhedor e convidativo.

    A par, ganhará igualmente pertinência o isolamento acústico, factor preponderante quando o silêncio é a resposta mais audível à exigência actual pela tranquilidade e conforto.

    As portas como elemento fundamental da personalização

    A selecção de estilos, tonalidades e relevos elevada a um arquétipo que promete tornar-se na próxima revolução do design. Hoje, regista-se uma crescente procura por portas com designs e acabamentos personalizados adaptadas a necessidades e estéticas específicas, um factor alavancado pela IA no que toca à análise de dados, estilos de vida e preferências.

    Desde a maleabilidade de formas suaves e orgânicas às colaborações arrojadas entre marcas de indústrias opostas, 2024 surge no horizonte como o ano ideal para utilizadores que anseiam o inesperado, numa era em que a liberdade é total e a mutação diária.

    Neste panorama, a autenticidade das escolhas promete revelar-se na opção de revestimentos para as portas, desenvolvendo superfícies em que o relevo pode ser o factor diferenciador. Entre as vastas opções da Vicaima, esta onda criativa já se reflecte na gama de revestimentos portas Dekordor 3D, que marca a diferença pelo seu look moderno e textura pronunciada. No total, disponibiliza uma paleta requintada de quinze designs tendência, em tons claros e escuros.

    Aliás, é precisamente o efeito do tom e da cor a reinar em projectos altamente personalizados, tal como traduz em toda a sua essência a eleição da Pantone para 2024, o Peach Fuzz, que pode destacar-se como diferenciador em qualquer décor.

    A abordagem ecologicamente consciente na construção dos espaços será uma continuação daquilo que os anos recentes têm mostrado, revelando-se na arquitectura através dos materiais naturais, dos sistemas de reutilização e no compromisso ambiental. Um rumo definido pelas escolhas sustentáveis, abre caminho a uma construção mais bem preparada para adaptações às exigências ambientais e aos fenómenos climatéricos. Na camada anterior à estética, resistência e durabilidade integrarão o núcleo de qualquer projecto multifuncional.

    Além da segurança, poupança energética e isolamento assumem-se, desta forma, como requisitos construtivos decisivos nas habitações e que se reflectem na performance técnica do Portaro de Segurança RC2 da Vicaima, uma solução de elevado desempenho que garante, num só produto, resistência à intrusão, excelente capacidade de isolamento térmico, elevada performance ao nível da resistência ao fogo e isolamento acústico, estando certificada por entidades internacionais acreditadas.

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    Construção

    Largos dias têm 500 edições

    Em quase 21 anos de edições ininterruptas, muito coube nas páginas do CONSTRUIR. 500 edições do jornal de negócio da fileira da Construção, um marco histórico na imprensa especializada. Repassámos alguns dos temas em destaque na primeira edição e, por coincidência, há matérias que ainda hoje continuam na ordem do dia

    Atingir as 500 edições não é, garantidamente para todos. E não o escrevo por soberba, antes pelo contrário. Sublinho, sim, que atingir número tão redondo, em 21 anos de existência, e considerando que falamos de uma publicação de negócio sectorial, exposta aos altos e baixos da economia numa fileira tão particular, é um marco histórico.
    Recuperando algumas das ideias que constam do primeiro número do CONSTRUIR, lançado em Abril de 2003, não deixa de ser curioso que alguns dos artigos publicados então continuam, mais de 20 anos volvidos, a fazer parte do quotidiano do Sector.

    Arco ‘até hoje’
    O Jornal CONSTRUIR nasce num período em que Durão Barroso liderava o XV Governo Constitucional, um executivo que resultou de um entendimento entre PSD e Partido Popular. Uma semana antes da publicação do nº1 do jornal, então dirigido por Ruben Obadia, António Carmona Rodrigues assumia a pasta das Obras Públicas, Transportes e Habitação, sucendendo a Luís Valente de Oliveira que, alegando motivos de saúde, deixa o Governo, poucos dias antes de se assinalar um ano de mandato. Na primeira página, destaque para a proposta do Governo que pretendia colocar nas mãos da Parque Expo a reabilitação urbanística dos terrenos industriais da Margem Sul do Tejo, criando para o efeito uma empresa conjunta entre o Fundo Margueira, a Quimiparque e a Siderurgia Nacional. À margem dos planos de urbanização que foram feitos entretanto, nomeadamente dos terrenos da Quimiparque, no Barreiro, pouco mais que nada foi feito. Aliás, o ambicioso projecto motivou, em 2023, um novo impulso com a aprovação em Conselho de Ministros do investimento para a requalificação urbana que nasce da vontade de revitalizar e requalificar as zonas ribeirinhas entre os concelhos de Almada, Seixal, Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete, que pretende “devolver a este território um ambiente seguro, sustentável e atractivo para quem visita a região e para quem nela habita e cresce”. Além da construção de um passeio Arco Ribeirinho Sul, numa via junto ao rio, pedonal e ciclável, com estrutura verde e uma extensão de 38 quilómetros que ligará, sem interrupções, Almada a Alcochete, do reforço das condições de oferta de transporte fluvial e da expansão da operação do Metro Sul do Tejo a todos os concelhos do Arco Ribeirinho Sul, o projecto prevê ainda a criação de um Plano Geral de Mobilidade, a construção de habitação pública com arrendamento acessível e a criação de um novo Pólo de emprego qualificado que beneficie toda a Área Metropolitana de Lisboa. Os projectos previstos ascendem a 350 milhões de euros.

    A reforma do 73/73
    Pelo primeiro número do CONSTRUIR, num artigo sobre a apresentação do Ano Nacional da Arquitectura, onde o programa procurava reflectir sobre a revolução urbanística por que passou a cidade brasileira de Curitiba e a forma como o modelo podia ser seguido em Portugal, a presidente da Ordem, Helena Roseta, manifestava interesse em promover “o direito à arquitectura”, sensibilizando os cidadãos para a importância da arquitectura na qualidade de vida, decorrente do espaço construído e do ordenamento do território, no quadro dos direitos consagrados na Constituição. Na altura, Roseta sublinhava a importância da revogação do decreto 73/73 e a sua reforma por um quadro normativo que considerasse que os actos próprios da profissão fossem feitos ‘exclusivamente por arquitectos’. O decreto em causa, surgido numa altura em que eram pouco mais de 500 os arquitectos inscritos na Ordem, estabelecia que as autarquias aceitassem projectos assinados por técnicos não qualificados. A lei acabaria por ser revogada com a aprovação da Lei 31/2009.

    Às voltas com a habitação
    Na primeira de 500 edições do CONSTRUIR, o grande destaque foi dado ao então secretário de Estado da Habitação. Em entrevista, Jorge Magalhães Costa assumia o compromisso do Executivo para com a reabilitação de edifícios, procurando inverter os baixos índices de recuperação de edifícios, preteridos em detrimento da construção nova. “Isto levou a um processo de abandono do que estava construído nomeadamente nos centros das nossas cidades, com consequentes fenómenos paralelos de desertificação, abandono, insegurança e vandalismo”, dizia o governante. Dados oficiais apresentados pelo Instituto Nacional de Estatística registam que número de fogos concluídos no país em 2003 registou um decréscimo de 34% relativamente ao ano anterior. Olhando para o número deo fogos concluídos em obras de construção nova e reabilitação, 2003 terminaria com 93 mil fogos concluídos em construção nova e ‘apenas’ 5964 em operações de reabilitação. Jorge Costa explicava, na altura, que cabia, também, às associações profissionais a missão de alertar os seus associados [leia-se ‘as construtoras’] da importância de diversificar actividade e não concentrar as estratégias apenas na construção nova. “Há lugar para tudo”, explica Jorge Costa em entrevista ao CONSTRUIR, acrescentando que “há lugar para a construção nova com mais qualidade, mas o grande nicho de mercado será o da reabilitação. As empresas de construção vão também dar mostras de que é possível redimensionarem-se para apostar nesta área da reabilitação, seguindo aquilo que se fez noutras cidades europeias, com sucesso”.

    Crise na Construção
    O primeiro número do CONSTRUIR fica igualmente marcado pelo pontapé de saída numa profícua relação com a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas, hoje liderada por Manuel Reis Campos mas que, na altura, era presidida por Rui Viana. Em artigo de opinião, o responsável da associação chamava a atenção para uma “crise profunda, tanto no segmento da construção civil como no das obras públicas. Se no que ao primeiro concerne a crise está, de alguma maneira, à vista de todos, por força da estagnação reinante no mercado imobiliário, já no que toca às obras públicas poderá não passar tão facilmente para a generalidade das pessoas”. Para Rui Viana, “no que toca ao imobiliário, a crise tem, naturalmente várias motivações. E se o fim do crédito bonificado é uma das mais óbvias, é igualmente verdade que o clima de incerteza e mesmo de angústia que se apoderou da generalidade dos portugueses travou muitas decisões de aquisição de habitação própria. Ora, se o que está construído não se vende ou se vende pouco, naturalmente não há investimento em novas edificações, logo não há obras para executar”, acrescentava o então presidente da AICCOPN. “Tal não significa, porém, que não haja inúmeras famílias a necessitar de uma nova habitação. E é aqui que entra a necessidade de se criar em Portugal um verdadeiro mercado de arrendamento destruído há mais de 30 anos – primeiro com o congelamento das rendas – e assim mantido, depois, pela falta de coragem política de alterar profundamente a legislação que regula este mercado”. Contudo, Rui Viana destaca a importância da recuperação deste importante sector. No entender do presidente da AICCOPN, “o grande impulso à recuperação do sector e da economia nacional tem de ser dado pela via das obras públicas”. “É vital e urgente”, acrescenta, “uma aposta forte neste domínio, já que sem infraestruturas de qualidade, sem boas estradas, sem uma ferrovia moderna e capaz de receber comboios rápidos, sem melhores portos e aeroportos, Portugal será incapaz de ser competitivo na economia global em que vivemos”. C

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

    Director Editorial
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    AG8, em Domingos de Benfica

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    Savills comercializa Edifício Alfredo Guisado 8

    A Savills apresenta o Alfredo Guisado 8 (AG8), um edifício de escritórios totalmente renovado, situado no animado bairro de São Domingos de Benfica, em Lisboa.

    Submetido a uma extensa remodelação antes da pandemia, o AG8, que era pouco utilizado, oferece agora um espaço de trabalho contemporâneo e confortável para os seus ocupantes. A sua comercialização foi entregue à Savills.

    Com uma área bruta total de 5.265 m2 distribuídos por dois blocos, o AG8 destaca-se pela sua versatilidade comercial. Disponível no 3º trimestre deste ano, este edifício pode ser comercializado como uma unidade única ou dividido em dois blocos independentes, proporcionando a opção de uma ocupação exclusiva por um único inquilino para todo o edifício ou duas ocupações distintas por dois inquilinos.

    “O edifício de escritórios AG8 é um excelente exemplo do nosso compromisso de integrar no portfólio Savills, soluções imobiliárias que satisfaçam as mais diversas necessidades dos clientes. Este activo não só oferece um espaço de trabalho moderno e flexível que responde à actual tendência de flight to quality, como também goza de uma localização estratégica em Lisboa. Acreditamos que o AG8 é uma excelente solução para as empresas que procuram centralidade e identidade, com valores de renda associados que não se encontram no segmento prime”, refere José Baptista, Offices Consultant da Savills Portugal.

    O AG8, com os seus 9 pisos, é o edifício ideal para atender aos requisitos exclusivos de uma única empresa, proporcionando espaços personalizáveis de acordo com as suas necessidades, ao oferecer grandes áreas por piso, incluindo terraço e rooftop. O  activo está equipado com 4 elevadores para garantir uma maior acessibilidade. O AG8 disponibiliza 39 lugares de estacionamento, oferecendo opções de estacionamento convenientes tanto para funcionários como para visitantes.

    Localizado em São Domingos de Benfica, o AG8 ocupa uma posição estratégica e é facilmente acessível a partir de vários pontos da cidade, seja de carro ou transportes públicos. Este bairro lisboeta oferece uma ampla variedade de comodidades e comércio local, incluindo restaurantes, supermercados, ginásios e instituições de ensino.

     

     

     

     

     

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    Sector da Construção termina 2023 em alta

    O sector da Construção registou em 2023 um acréscimo do valor bruto da produção de 3,4%, enquanto a actividade económica nacional terá registado, segundo o INE, um crescimento de de 2,3%. Para este crescimento terá sido decisivo o aumento de 65,3% do volume total de concursos de empreitadas de obras públicas promovidos

    Segundo a análise da Conjuntura, publicada pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas, AICCOPN, o segmento das obras públicas, no ano de 2023 registou-se um crescimento significativo, quer no que concerne aos concursos de empreitadas de obras públicas abertos, quer relativamente aos contratos de empreitadas de obras públicas, objecto de celebração e registo no Portal Base. Efectivamente, em 2023, o volume total de concursos de empreitadas de obras públicas promovidos registou um aumento de 65,3%, para 6.048 milhões de euros. Relativamente ao volume total dos contratos de empreitadas de obras públicas celebrados e objecto de reporte no Portal Base, o mesmo situou-se em 3.699 milhões de euros, o que representa uma subida de 48,2%, em termos de variação homóloga temporalmente comparável.

    No que concerne ao licenciamento municipal de obras, nos primeiros onze meses de 2023, verificou-se uma redução de 8,8% nas licenças para edifícios novos e de 6,3% nas licenças para reabilitação e demolição, em termos homólogos. No entanto, apesar desta evolução negativa no número de edifícios licenciados, apuraram-se crescimentos de 5,8% no número de alojamentos licenciados em construções novas, que totalizaram 29.821, e de 5,7% na área licenciada para edifícios não residenciais, neste período.

    Ao nível da avaliação bancária na habitação, ao longo de 2023, manteve-se uma trajetória valorização, que culminou com um crescimento de 5,3%, no mês de dezembro, face a igual mês do ano anterior, em resultado de variações de 4,3% nos apartamentos e de 5,4% nas moradias.

    Relativamente, ao consumo de cimento no mercado nacional, no ano de 2023, totalizou 3.904 milhares de toneladas, o que corresponde a um aumento de 1,8%, face ao ano anterior, e ao melhor registo desde 2011, ano em que o consumo de cimento ascendeu a 4.552 milhares de toneladas.

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    Grupo Klépierre integra ‘A List’ da ONG ambiental CDP

    Jean-Marc Jestin, presidente do Conselho de Administração da Klépierre salienta que esta classificação “é um reconhecimento” do trabalho que temos feito, que tem como objectivo, “construir a plataforma de comércio mais sustentável até 2030”

    A especialista no desenvolvimento de centros comerciais, Klépierre, foi novamente reconhecida pela “liderança em transparência” e pelos “resultados ao nível das alterações climáticas” pelo Carbon Disclosure Project (CDP).

    A ONG ambiental incluiu o Grupo Klépierre pelo terceiro ano consecutivo na sua “A List”, que reúne as empresas com as práticas mais avançadas do mundo neste domínio.

    Desde 2018, a Klépierre reduziu o consumo de energia dos seus centros comerciais em mais de 40% e as emissões directas e indirectas de gases com efeito de estufa em 80%, em linha com os compromissos ambientais estabelecidos.

    Em Fevereiro de 2023, o Grupo deu um mais passo no compromisso com o lançamento do Act4Good, um programa que tem o objectivo de construir uma plataforma comercial mais sustentável com base em acções concretas contra as alterações climáticas, o desenvolvimento da actividade ao serviço das comunidades e territórios onde se situam os seus centros comerciais, a promoção da formação e do desenvolvimento de competências de colaboradores, parceiros e clientes e a promoção de estilos de vida sustentáveis.

    Jean-Marc Jestin, presidente do Conselho de Administração da Klépierre salienta que esta classificação “é um reconhecimento do trabalho que temos feito para reduzir a pegada de carbono gerada pela nossa actividade”, cujo objectivo, apresentado no programa de Responsabilidade Social Corporativa, Act4Good, visa “construir a plataforma de comércio mais sustentável até 2030”.

    A Klépierre Iberia também obteve a certificação ISO 50001 pelo seu compromisso com a eficiência energética, que reconhece os esforços da empresa para optimizar o consumo de energia e reduzir o impacto ambiental.

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