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    “Famílias portuguesas estão cada vez mais despertas para a importância do consumo de energias limpas”

    Até 2025, a Otovo espera atingir as 10 000 vendas no mercado português e os resultados obtidos em 2023, cumprido o primeiro ano de actividade no país, ajudam a alcançar essa meta. Portugal destaca-se como um dos quatro melhores entre os 13 mercados onde a Otovo opera, a nível de performance de vendas. Mas ainda há muito para crescer já que, apesar das condições naturais, Portugal tem uma taxa de penetração do solar entre 4% a 5%, refere Manuel Pina director geral da empresa em Portugal

    Manuela Sousa Guerreiro
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    “Famílias portuguesas estão cada vez mais despertas para a importância do consumo de energias limpas”

    Até 2025, a Otovo espera atingir as 10 000 vendas no mercado português e os resultados obtidos em 2023, cumprido o primeiro ano de actividade no país, ajudam a alcançar essa meta. Portugal destaca-se como um dos quatro melhores entre os 13 mercados onde a Otovo opera, a nível de performance de vendas. Mas ainda há muito para crescer já que, apesar das condições naturais, Portugal tem uma taxa de penetração do solar entre 4% a 5%, refere Manuel Pina director geral da empresa em Portugal

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    O marketplace fechou 2023 acima do previsto e com previsões “muito positivas” para o ano que agora arranca, como nos conta Manuel Pina, director geral da Otovo em Portugal. O seu modelo de subscrição ajudou a democratizar o acesso à energia fotovoltaica, por um lado, mas também a dinamizar o negócio das empresas instaladoras.

    Como correu este primeiro ano de actividade? Os números alcançados corresponderam às metas traçadas inicialmente?
    O balanço do primeiro ano de operação da Otovo em Portugal é claramente positivo. Uma das métricas que nos permite chegar a esta conclusão é o facto de termos atingido a meta das 1000 vendas a um ritmo mais acelerado do que inicialmente projectado. Fechámos, por isso, 2023 acima do previsto e acredito que 2024 será também um ano muito positivo para nós. Como já referimos publicamente, o objectivo até 2025 passa por atingir as 10.000 vendas. Este será o nosso foco, reforçando ao mesmo tempo a importância do modelo de subscrição, que representa mais de 2/3 de todas as vendas efectuadas em Portugal.

    Quais os principais desafios que se colocaram à empresa durante este primeiro ano e meio de actividade?
    Os principais desafios foram os inerentes à entrada de uma empresa num mercado novo. Em Portugal foi necessário começar uma estrutura do zero, dar a conhecer a Otovo ao mercado e ganhar a confiança dos consumidores nacionais. Este é um desafio grande, sobretudo numa realidade muito dominada por grandes empresas que operam no país há dezenas de anos.
    O modelo de subscrição Otovo tem sido fundamental para marcar a diferença, uma vez que fomos os primeiros a trazer este modelo para o nosso país.
    Adicionalmente, apesar de Portugal ter uma posição geográfica privilegiada para a produção de energia solar, a penetração de sistemas residenciais de produção de energia ainda está atrás de outros países europeus. Neste sentido, o esforço tem sido o de trazer mais informação e de ajudar as famílias a perceberem quanto podem poupar na sua factura de electricidade.

    Enquanto marketplace, o vosso crescimento está muito dependente de quem instale as soluções. Como vai o relacionamento com as empresas deste sector?
    Sendo um marketplace, é tão importante para nós oferecer uma boa experiência aos consumidores que nos procuram como também aos instaladores que encontram na Otovo uma oportunidade para expandir o seu negócio. A nossa experiência de outros mercados ajuda-nos a perceber quais são as melhores práticas que os instaladores devem seguir para garantir a máxima segurança durante as obras, a maior qualidade das instalações e os melhores materiais a usar. Partilhamos este conhecimento de forma continuada, assim como as opiniões que os nossos clientes nos passam. No final, a nossa proposta de valor para os instaladores passa por oferecer um canal de vendas com projectos “chave na mão” que lhes permite chegar a mais clientes e assim aumentar a sua facturação. Neste primeiro ano, chegámos a trabalhar com quase 100 empresas. No entanto, nem todas se mantêm na plataforma. É importante destacar que a Otovo dá preferência apenas às empresas que oferecem os mais altos padrões de qualidade e segurança.

    Estamos a iniciar 2024 e poucas coisas são certas como a urgência da descarbonização do sector eléctrico. As empresas estão a fazer o seu caminho a nível dos particulares há ainda um percurso para percorrer ao nível da adopção de energia renovável. É assim?
    É um facto que, considerando todas as condições naturais, Portugal tem uma taxa de penetração baixa do solar (4% a 5%) e tem uma boa margem de progressão. Mas é também verdade que as famílias portuguesas estão cada vez mais despertas para a importância do consumo de energias limpas e para conceitos como o autoconsumo. Os números indicam que a taxa de adesão aumenta de ano para ano, tendo sido o mercado residencial um dos que mais tem crescido no que diz respeito à adopção de sistemas de produção de energia solar.

    Um mercado com muito para crescer

    Que avaliação fazem do mercado português, quanto aos players que nele operam, à legislação que regulamenta o sector e à percepção que o consumidor tem da produção de energia para auto-consumo?
    O mercado português tem sido tradicionalmente dominado por duas grandes marcas que, como normalmente acontece em cenários semelhantes, disponibilizam aos consumidores uma oferta de serviços muito similar.
    Com a nossa entrada, nomeadamente com a introdução do modelo de subscrição, os consumidores tiveram acesso a um serviço diferente e que se destaca por não obrigar a um investimento inicial por parte das famílias para aderirem ao autoconsumo. O modelo de subscrição, por apresentar esta simplicidade, despertou o interesse das famílias portuguesas para a transição energética. Tal como referi antes, considero que, apesar da baixa taxa de penetração, todos os anos se regista um maior número de adesões a sistemas de painéis solares fotovoltaicos em Portugal e este facto prova que os portugueses estão cada vez mais atentos para os benefícios do fotovoltaico.

    Como vai a evolução do mercado português em comparação com outros mercados onde a OTOVO está presente?
    Tal como temos tornado público aquando da apresentação de resultados, o mercado português continua a destacar-se como um dos quatro melhores dos 13 da Otovo a nível de performance de vendas. Muita da responsabilidade por estes números prende-se com o modelo de subscrição, que, em média, apresentou uma adesão 20% acima dos restantes mercados europeus.

    No plano global qual o vosso sentimento e perspectiva para 2024?
    Os factores que têm contribuído para o crescimento da procura por sistemas de painéis solares fotovoltaicos são o aumento dos custos com a energia da rede, uma redução dos preços dos equipamentos de produção e o aparecimento de novos modelos de aquisição, tais como o modelo de subscrição. Acredito que, caso se mantenham inalterados, o crescimento do autoconsumo de energia solar tenderá a manter-se.
    2024 será também um ano de eleições e, apesar das metas estabelecidas pela União Europeia, será importante perceber se o futuro governo dará continuidade ao trabalho já iniciado. Convém relembrar que ainda existem verbas atribuídas à transição energética das famílias que não foram alocadas e é fundamental não deixar passar esta oportunidade para ajudar os consumidores nacionais a pouparem na sua conta de electricidade e a reduzirem a respectiva pegada de carbono.

     

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

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    Escola Secundária du Bocage (foto retirada do site da União das Freguesias de Setúbal)

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    Governo aprova estudo para requalificação do ‘Liceu’ em Setúbal

    O investimento estimado superior a 21 milhões de euros incluiu a reabilitação do edifício e dos espaços exteriores. A Câmara Municipal está agora a preparar o lançamento do concurso para a realização dos projectos de arquitectura e de especialidades

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    O estudo prévio, que prevê a requalificação da Escola Secundária du Bocage, o denominado ‘Liceu’, em Setúbal, foi aprovado pela Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, estando agora os serviços municipais a preparar o lançamento do concurso para a realização dos projectos de arquitectura e de especialidades.

    A obra, com um investimento estimado superior a 21 milhões de euros, inclui a reabilitação do edifício e dos espaços exteriores, assim como a construção de um auditório, uma biblioteca e uma nova portaria. Deste montante cerca de 15 milhões destina-se à requalificação do edifício, um milhão, 843 mil e 500 à construção das novas portarias, biblioteca e auditório e cerca de quatro milhões e 500 mil à requalificação dos espaços exteriores.

    Carla Guerreiro, vice-presidente da Câmara Municipal, adiantou, ainda, por outro lado, que na última reunião da comissão de acompanhamento da transferência de competências, realizada em 3 de Junho, a DGEstE comprometeu-se a realizar uma intervenção na cobertura do edifício, para resolver um problema de infiltrações.

    Em reunião com a comunidade educativa realizada no auditório da escola, na qual estiveram presentes André Martins e Carla Guerreiro, respectivamente, presidente e vice-presidente da Câmara Municipal, e Fátima Silveirinha, do executivo da União das Freguesias de Setúbal, deram a conhecer o projecto e avançaram estar a aguardar agora que o Governo tome decisões relativamente às fontes de financiamento, para que o processo avance em definitivo.

    Isto porque dado o grau de “complexidade” do levantamento do estado actual da escola, que acabou por ser “demorado”, inviabilizou que se avançasse mais cedo para a execução dos projectos de arquitectura e de especialidades, limitando a possibilidade de se apresentar uma candidatura ao PRR.

    Esta foi uma das sete escolas transferidas pelo Estado para a Câmara Municipal em 1 de Abril de 2022, no âmbito da transferência de competências na área da Educação.

    Além da Secundária du Bocage, também a EB 2,3 de Aranguez necessitam de “obras importantes”, assim como as escolas básicas 2,3 Barbosa du Bocage e de Azeitão têm de ser alvo de “uma grande requalificação”, uma intervenção que “não estava inicialmente prevista e só foi incluída após grande pressão da Câmara Municipal”, conclui André Martins.

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    Remax: Transacções de imóveis de luxo entre Janeiro e Abril movimentam 484 M€

    Portugueses foram os que mais adquiriu casa, com cerca de 73%. Entre os investidores estrangeiros, são os brasileiros, norte-americanos e ingleses quem mais negoceiam em imobiliário

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    A Remax Collection fechou os primeiros quatro meses do ano com um volume de preços de cerca de 484 milhões de euros, relativos a 1579 transacções e que dá conta de um aumento de 14,70% face ao mesmo período homólogo de 2023.

    Tal como em ciclos anteriores, foram os portugueses quem mais adquiriu casa, cerca de 73%. Entre os investidores além-fronteiras, são os brasileiros, norte-americanos e ingleses quem mais negoceiam em imobiliário.

    No que diz respeito ao peso por tipo de imóvel, os apartamentos continuam a representar mais de metade das transacções do segmento (82,52%), uma subida percentual (14%) face a 2023.

    Em relação à tipologia, os dados agora apresentados revelam que foram os T2 aqueles que maiores índices de procura registaram de janeiro a abril, com um total de 40,6% imóveis movimentados.

    Para Beatriz Rubio, CEO da Remax, “os números que traduzem a actividade nos primeiros meses do ano da RE/MAX Collection em 2024 foram os melhores de sempre neste período, reflectindo o crescimento face ao ano de 2023, o que demonstra o dinamismo do mercado imobiliário de luxo. Acreditamos que o aumento do portefólio de imóveis de luxo, sobretudo de empreendimentos exclusivos, cada vez mais procurados pelo segmento premium, e a aposta contínua na formação especializada dos nossos consultores seja um factor decisivo para a concretização de negócio”, sublinha.

    Tal como verificado em anos anteriores, a maior fatia do mercado Collection situa-se no distrito de Lisboa, que manteve assim a sua preponderância no conjunto do segmento. O grande destaque vai para o distrito de Coimbra que, pela primeira vez, surge no top 7 dos distritos com mais movimentos, ocupando a sexta posição.

     

    Numa análise mais detalhada, por distrito, é possível constatar que continuam a ser predominantes três concelhos: Lisboa, Porto e Setúbal. As variações mais significativas foram as registadas no Porto, com um aumento a rondar os 13%. Já o distrito de Setúbal reforçou o seu peso, mantendo o terceiro lugar entre os distritos mais importantes.

    De acrescentar que a atribuição da categoria “imóvel de luxo” da Remax Collection baseia-se em critérios de localização, preço, tipologia, design e arquitectura, pelo que excluí, por exemplo, terrenos e lojas da sua lista, contudo, contemplados por outras imobiliárias.

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    Hotel ‘Flor de Sal’, em Viana do Castelo

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    The Editory Collection Hotels adiciona mais uma unidade ao seu portefólio

    O Hotel Flor de Sal, em Viana do Castelo, passa assim a ser a 11ª unidade hoteleira da marca da Sonae. Enquanto “referência no Norte do País e perfeitamente estabelecido no destino” era estratégia integrar no Grupo esta unidade”, segundo Isabel Tavares, directora geral de Vendas e Marketing da Editory Collection Hotels

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    O Grupo The Editory Collection Hotels acaba de integrar mais uma unidade no portfólio de hotéis: o Hotel Flor de Sal, em Viana do Castelo, sendo a 11ª unidade a juntar-se à operação do Grupo a nível nacional.

    Localizado mesmo em frente ao mar e a poucos minutos do centro da cidade de Viana do Castelo, o hotel começou a sua actividade em 2004, tendo, recentemente, sido alvo de investimentos de renovação e reconversão energética.

    “O Hotel Flor de Sal é uma referência no Norte do País e perfeitamente estabelecido no destino, e para a nossa marca, é estratégico integrar esta unidade em Viana do Castelo”, afirmou Isabel Tavares, directora geral de Vendas e Marketing da Editory Collection Hotels.

    O Flor de Sal, uma unidade de 4* Estrelas, dispõe de 60 quartos, dos quais oito são suites e uma penthouse, com uma decoração “moderna e sofisticada” na qual imperam os tons claros e as madeiras, a par de muita luz natural e de janelas que permitem “apreciar a vista-mar ou a vista de montanha”.

    Vocacionado para lazer, a unidade apresenta, também, uma forte componente corporativa ao disponibilizar quatro salas de reuniões, uma delas com capacidade até 200 pessoas em plateia, com vista-mar e luz natural, assim como um ginásio e um heath club Solinca, com piscina interior.

    O restaurante Saleiro, com 40 lugares sentados, é, também, uma “referência” da gastronomia tradicional e dos sabores do Alto-Minho. Com serviço de almoços e jantares à Carta, apresenta, ainda, um menu executivo durante a semana e, ao jantar, há condições para refeições de grupos empresariais ou familiares. No bar encontra-se disponível a carta de snacks e de vinhos de várias Regiões Demarcadas.

    O Grupo The Editory Collection Hotels, detido a 100% pela SC Investments, que por sua vez é detida na quase totalidade pela Efanor, em resultado da reestruturação do portfolio da ex-Sonae Capital e agrega os negócios de Hotelaria, Fitness, Tróia e Real Estate que pertenciam à Sonae Capital.

    As restantes unidades da marca são o Porto Palácio Hotel by The Editory (Boavista, Porto), The Editory Artist (Baixa, Porto), The Editory House (Ribeira, Porto), The Editory Boulevard (Aliados, Porto), The Editory Riverside (Santa Apolónia, Lisboa), The Editory Garden (Baixa, Porto), The Editory by The Sea (Troia), Aqualuz Troia Mar & Rio by The Editory (Troia), Troia Residence by Editory (Troia) e Aqualuz Lagos by The Editory (Lagos).

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    LIV Santa Catarina

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    Antigo edifício da CGD transformado em 13 apartamentos de “charme”

    Com promoção da Oxy Capital e da Zaphira Capital, o LIV Santa Catarina está a ser comercializado pela Quintela e Penalva l Knight Frank, em parceria com a Bloom Lifestyle

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    O projecto, da Oxy Capital e da Zaphira Capital, comercializado pela Quintela e Penalva l Knight Frank, em parceria com a Bloom Lifestyle, resulta da transformação de um edifício histórico em 13 apartamentos de “charme”.  A renovação integral inspirou-se na “alma tradicional portuguesa” e no “espírito boémio” de bairro.

    Localizado no centro de Santa Catarina, em Lisboa, entre os bairros da Bica, Bairro Alto, Santos-o-Velho e Chiado, o LIV Santa Catarina, no antigo número 5 da Rua Marechal Saldanha, onde em tempos funcionou uma das dependências da Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a ser alvo de uma reabilitação que combina a “rica história da arquitectura do século XIX com um design de interiores contemporâneo e a solidez estrutural de uma nova construção”.

    “Assistimos a um momento especial assente na notoriedade que Lisboa foi granjeando ao longo dos últimos anos um pouco por todo o mundo. A intenção do comprador internacional já não está condicionada apenas pelo preço. A qualidade da habitação, assim como a oferta de um conjunto de valências que se estendem além das fachadas de um imóvel, tem um papel decisivo na escolha da propriedade e, cada vez mais, terão que estar alinhados com os padrões internacionais de luxo e de vivência das principais capitais do mundo”, salienta Francisco Quintela, sócio fundador da Quintela e Penalva.

    A procura por produtos de excelência é “uma tendência que se irá manter”, não só pelo “conhecimento que os mercados internacionais vão tendo da cidade de Lisboa, mas igualmente pela constante procura de casas no tradicional triângulo associado ao luxo em Lisboa (Chiado-Príncipe Real-Avenida da Liberdade) e face à escassez de produto”, acrescentou Francisco Quintela.

    Foi a pensar neste cliente, “que conhece Lisboa e procura uma arquitectura tradicional sem descurar da qualidade esperada num produto imobiliário ao nível das principais cidades europeias e mundiais”, que foi concebido o LIV Santa Catarina.

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    Câmara de Sintra avança para construção de Multiusos em Fitares por 2,5M€

    Para o presidente da autarquia de Sintra, Basílio Horta, este investimento é “a cara de uma estratégia de descentralização e de proximidade e vem humanizar o território. Com esta obra pretendemos servir milhares de pessoas e famílias, satisfazendo as suas necessidades culturais, fortalecendo assim o sentido de comunidade.” 

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    A Câmara Municipal de Sintra assinou o auto de consignação que marca o arranque da construção do Multiusos de Fitares, num investimento de 2,5 milhões de euros. 

    Segundo adiantam os responsáveis municipais em comunicado, o valor desta empreitada corresponde à criação, de raiz, de um edifício multiusos em Fitares, na freguesia de Rio de Mouro, com dois pisos e implantado num lote com cerca de 6.800 m2, sendo que a sua área total de construção será de 1.034 m2 (incluindo zonas técnicas). 

    Para o presidente da autarquia de Sintra, Basílio Horta, este investimento é “a cara de uma estratégia de descentralização e de proximidade e vem humanizar o território. Com esta obra pretendemos servir milhares de pessoas e famílias, satisfazendo as suas necessidades culturais, fortalecendo assim o sentido de comunidade.” 

    O edifício Multiusos de Fitares, com uma lotação prevista até 270 lugares, pretende, como o nome indica, ter um carácter polivalente e permitir a realização de eventos de várias naturezas tais como espetáculos, conferências, exposições e outras atividades coletivas, constituindo um contributo importante para aumentar a oferta cultural nesta freguesia. 

    O edifício será constituído no R/C por um foyer que integra a recepção com zona para bengaleiro, pequena cafetaria, instalações sanitárias e acesso à cabine de som. O foyer tem acesso direto à sala multiusos onde decorrerão todos os espetáculos e atividades. Do outro lado da sala multiusos existe a área destinada aos artistas com acessos independentes a partir do exterior. Essa zona será constituída por camarins masculinos e femininos incluindo instalações sanitárias, zonas de arrumos de material de cena e posto de socorro. O 1º piso é constituído apenas por áreas técnicas interditas ao público. 

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    Greenvolt e Finançor celebram parceria no solar fotovoltaico

    Este projecto de “grandes dimensões” prevê a instalação de painéis solares fotovoltaicos em nove espaços distintos, desde hotéis a supermercados, mas também em fábricas do Grupo, o que permitirá acelerar o plano de descarbonização e sustentabilidade da empresa açoriana

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    O Grupo Greenvolt, através da Greenvolt Next Portugal, prossegue o seu crescimento na Região Autónoma dos Açores, desta vez em parceria com o Grupo Finançor, para a instalação de um total de 3880 painéis solares através de um contrato de compra e venda de energia de longo prazo (Power Purchase Agreement ou PPA), num modelo de partilha de risco e benefícios.

    Este projecto de “grandes dimensões”, que prevê a instalação de painéis solares fotovoltaicos em nove espaços distintos, desde hotéis a supermercados, mas também em fábricas do Grupo, permitirá acelerar o plano de descarbonização e sustentabilidade da empresa açoriana.

    Numa capacidade instalada de 2,1MW, permitindo gerar 2,6 GWh de energia limpa anualmente, serão abrangidas diversas instalações do Grupo Finançor, desde as unidades hoteleiras, como o Azoris Royal Garden, o Azoris Angra Garden e o Azoris Faial Garden, as lojas Sol-Mar, Pingo Doce e Recheio, assim como as várias unidades fábris que detém na região, como a fábrica de rações, a moagem ou a fábrica de bolachas Mulata.

    “Esta parceria, que se materializa na implementação de soluções de geração de energia fotovoltaica, é representativa das oportunidades que as empresas portuguesas têm numa gestão proactiva das suas necessidades energéticas, optando por modelos eficientes e de partilha de risco. Estamos muito satisfeitos por contribuirmos para um incremento da competitividade do Grupo Finançor, ao mesmo tempo que aceleramos a descarbonização das suas actividades”, adiantou João Manso Neto, CEO da Greenvolt.

    Já o Grupo Finançor vê nesta parceria a oportunidade de “acelerar o seu plano de descarbonização e sustentabilidade”, cuja ambição é “reduzir expressivamente a nossa pegada ecológica nos vários sectores de actividade em que estamos presentes, sendo que esta parceria com a Greenvolt, num modelo de partilha de risco e benefícios, permite-nos avançar de forma mais rápida e estruturada nestes grandes projectos, ainda sujeitos a uma grande burocracia e apertados requisitos técnicos nos Açores que dificultam a sua implementação”, conclui Romão Braz, presidente executivo do Grupo Finançor.

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    Avelino Oliveira, presidente da Ordem dos Arquitectos

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    Arquitectos apresentam estratégia de actuação para a próxima década

    Num documento intitulado Plano 2034, a Ordem dos Arquitectos define um conjunto de acções que antecipam o impacto que obras como o novo aeroporto, a terceira travessia sobre o Tejo e a Alta Velocidade vão ter em diferentes sectores

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    Tendo em conta os desafios que Portugal vai enfrentar na próxima década em termos de intervenções no território, onde se incluem o novo aeroporto, a terceira travessia sobre o Tejo ou o comboio de Alta Velocidade, os arquitectos defendem uma “estratégia conjunta de actuação”, que envolva especialistas, universidades e centros de investigação.

    Num documento intitulado Plano 2034, a Ordem dos Arquitectos define um conjunto de acções que antecipam o impacto que as obras vão ter em diferentes sectores e que foi já entregue a Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e Habitação.

    Criar equipas especializadas de arquitectos com experiência relevante em matérias como infraestruturas, urbanismo, planeamento e instrumentos de gestão territorial, mobilidade urbana, transportes ou interfaces é um dos primeiros pontos do documento.

    No âmbito da arquitectura, criar um ‘Think Tank’ com diferentes personalidades que permita reflectir e desenvolver “pensamento estratégico” sobre as diferentes implicações na sustentabilidade urbana e do território nacional.

    Envolver as universidades nacionais de arquitectura e respectivos centros de investigação na introdução imediata de conteúdos para que os seus alunos, os seus docentes e os seus investigadores produzam conhecimento e reflexão já a partir do ano lectivo de 2024/2025 é outro dos pontos em destaque.

    O documento agora apresentado ao Governo será também entregue às entidades públicas envolvidas nestes projectos e aos partidos políticos.

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    Corpo Santo 13 comprado por investidores privados

    Investidores privados compram edifício de escritórios junto ao Cais do Sodré. O imóvel, com 4.020 m2, situa-se numa das esquinas mais movimentadas da zona ribeirinha da capital e é actualmente ocupado pelo Tribunal de Relação

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    A zona ribeirinha junto ao Cais do Sodré, Lisboa, foi palco de uma nova transacção, com a compra do edifício de escritórios Corpo Santo 13 por um conjunto de investidores privados, representados pela consultora imobiliária JLL. O imóvel foi vendido com o apoio da consultora imobiliária Cushman & Wakefield enquanto assessor da parte vendedora.

    Em tempos sede da Companhia de Seguros Fidelidade, o icónico imóvel situa-se numa das esquinas mais movimentadas deste eixo do Cais do Sodré, em pleno Largo do Corpo Santo, e distingue-se, entre outros factores, pela sua visibilidade, ao dispor de três frentes de rua. O edifício é actualmente ocupado pelo Tribunal da Relação.
    Outro ponto forte do edifício agora transaccionado é a sua localização privilegiada, próxima de pontos de transporte de metro, comboio e barco, além de estar no epicentro de um bairro muito apelativo para trabalhar, viver ou usufruir em lazer e turismo, onde a oferta de hotéis, retalho e serviços tem vindo a crescer e qualificar-se.

    Para João Sacadura, co-head of commercial real estate investment na JLL, “este imóvel é um activo muito apetecível com um ocupante de excelência. Mas evidencia-se também pelo potencial de reconversão que tem. Dada a sua excelente localização numa das zonas de Lisboa mais dinâmicas em termos de requalificação urbana, é um imóvel com inúmeras possibilidades no futuro”.

    “Foi com enorme prazer que assessorámos o vendedor nesta transacção. Esta demonstra mais uma vez o interesse de investidores por edifícios de escritórios bem localizados, com inquilinos de qualidade, e que têm ainda a plasticidade de poder eventualmente ser convertidos para outros usos”, acrescenta, por sua vez, Cristina Machado, head of office investment da Cushman & Wakefield.

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    Lisboa recebe 61ª Capital do Móvel

    Arranca hoje a 61ª edição da “Capital do Móvel, uma iniciativa da Associação Empresarial de Paços de Ferreira (AEPF). O certame, que começou por se realizar no Porto, decorre este ano em Lisboa e junta 30 marcas nacionais

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    Pedro Reis, ministro da Economia, vai marcar presença na sessão de abertura da 61ª Capital do Móvel, que se realiza esta quarta-feira, 12 de junho, no Pavilhão Carlos Lopes. A abertura da feira conta ainda com a presença de Humberto Brito, presidente da Câmara Municipal de Paços de Ferreira, e Rita Pacheco, presidente da Associação Empresarial de Paços de Ferreira. O certame de mobiliário e decoração do país decorre até dia 16 de Junho e junta 30 grandes marcas para ditar todas as tendências do sector.

    Nos 40 anos da marca Capital do Móvel, o já emblemático certame vai contar com expositores de tamanho reforçado para melhorar a experiência do visitante.

    Este ano, o sector ultrapassou a recorde de 2 mil milhões de euros em vendas internacionais, e prepara-se para lançar a campanha “Portuguese Capital of Furniture”, que pretende levar o epicentro do mobiliário nacional além-fronteiras.

    A nível nacional o sector conta com 4 487 empresas de fabrico de mobiliário e de colchões, dando emprego a cerca de 36 268 pessoas.

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    Mota Engil – Eng. Carlos Mota Santos

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    Mota-Engil ganha nova obra de mais de 135M€ no Brasil

    Com este contrato, a Mota-Engil destaca continuar “a reforçar a sua presença na América Latina, através do sucesso na contratação de novos projetos de grande dimensão nos mercados ‘core’ na região”

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    A Mota-Engil anunciou ter celebrado um novo contrato no Brasil, em consórcio com duas empresas, num valor superior a 135 milhões de euros.

    Num comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o grupo português de construção e engenharia avança que o novo contrato assinado pela sua sucursal no Brasil, no valor de cerca de 791 milhões de reais, está relacionado com a implantação do Veículo Ligeiro de Transporte ferroviário (VLT) de Salvador e Região Metropolitana trecho Águas Claras – Piatã, de 10,52 quilómetros (km) de extensão e com um prazo de execução de 50 meses.

    “O novo contrato […] tem por objeto a elaboração e o desenvolvimento dos Projetos Básico, Executivo e ‘As Built’, execução das obras civis e de urbanização, fornecimento e implantação dos sistemas de energia (rede aérea de tração e subestações) e trabalho Técnico Social para fins de desapropriação, visando a implantação do VLT” detalha.

    Com este contrato, a Mota-Engil destaca continuar “a reforçar a sua presença na América Latina, através do sucesso na contratação de novos projetos de grande dimensão nos mercados ‘core’ na região”.

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