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    IWG anuncia nova expansão em Portugal

    A IWG anuncia três novas aberturas em Portugal para o primeiro semestre de 2024: Regus Porto Bom Sucesso, Regus Lisboa D. João V e Spaces Oriente

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    A abertura destas novas localizações surge logo após a IWG registar a maior receita trimestral de sempre, e um crescimento acelerado da sua rede, com cerca de novas 900 localizações a nível global, em 2023.

    O Spaces Oriente, em Lisboa, vai proporcionar 3.000m² de espaço de trabalho flexível, com coworking, escritórios privados, salas de reuniões e espaços criativos. A IWG irá inaugurar também em Lisboa a Regus Dom João V, um espaço de trabalho com 1.00m² alcançando, assim, um total de 15 localizações na região Sul. Mais a norte do país, abrirá o Regus Porto Bom Sucesso, com 1.00m² de comodidades de vanguarda para empresas de todas as dimensões. Com abertura no início de 2024, as novas unidades irão proporcionar aos trabalhadores das regiões de Lisboa e Porto espaços de trabalho sofisticados, com áreas de coworking, escritórios privados e salas de reuniões.

    Com a crescente procura de soluções de trabalho híbridas, a IWG tem vindo a adicionar novas localizações em Portugal a um ritmo acelerado. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), o modelo de trabalho híbrido já é o preferido entre os trabalhadores portugueses, com 40% dos colaboradores a conseguirem alternar entre a sede da empresa, o escritório local e a residência. Este modelo de trabalho continua a inspirar as multinacionais, bem como as pequenas empresas que procuram trabalhar de forma mais inteligente, melhorar a sua produtividade e evitar deslocações desnecessárias.

    “Com estas inaugurações, estamos a estabelecer uma presença mais forte e muito necessária em Portugal. Este ano estamos a trabalhar para abrir em novas cidades e arredores e para nos expandirmos em todo o país. Sendo importantes pólos de negócios, Lisboa e Porto são locais fantásticos para impulsionarmos os nossos planos de expansão. A necessidade de espaços de trabalho flexíveis de alta qualidade continua a aumentar à medida que o trabalho híbrido se torna o novo normal. Estamos muito satisfeitos por trabalhar com os nossos parceiros para desenvolver as marcas Regus e Spaces sob acordos de gestão que irão acrescentar espaços de trabalho de vanguarda aos seus edifícios”, afirma Mark Dixon, CEO e fundador do IWG.

    A IWG está a trabalhar com proprietários e investidores para expandir o seu modelo de parceria e procura activamente novos parceiros em todo o país. As parcerias permitem que proprietários e investidores aumentem o retorno dos seus imóveis, capitalizando a rápida expansão da procura de soluções de trabalho híbrido. A IWG oferece apoio ao longo de todo o processo, incluindo a utilização da sua plataforma tecnológica, o acesso a expertise em design e adaptação, bem como a recursos de vendas e de marketing, onde são gerados mais de 100.000 pedidos todos os meses em termos globais.

    Com o crescimento expectável do mercado à medida que as empresas de todas as dimensões adoptam o trabalho híbrido a longo prazo, prevê-se que 30% de todos os imóveis comerciais sejam espaços de trabalho flexíveis até 2030. Segundo a IWG, o modelo de trabalho híbrido permite reduzir significativamente os custos fixos das empresas, gerando, em média, uma poupança de 10 mil euros por colaborador. Além disso, este modelo de trabalho tem vindo a ganhar apoio nos últimos anos devido à sua relevância na agenda ESG – Environmental, Social and Corporate Governance (Ambiente, Sociedade e Governança Empresarial).

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    Exportações de cortiça ascendem 1.232 M€ em 2023 e batem novo recorde

    As exportações portuguesas de cortiça atingiram o valor histórico de 1.232M€ em 2023, um novo recorde do sector, correspondendo a um crescimento de cerca de 2%, face a 2022. Vendas para os EUA sobem 10%, consolidando a posição do país como segundo melhor mercado nacional, depois da França

    A balança comercial ultrapassou pelo terceiro ano consecutivo os 900 milhões de euros, tendo atingido os 938 milhões de euros, graças a uma taxa de cobertura das importações pelas exportações de 4,2 vezes, um desempenho sólido que demonstra a importância e a competitividade do sector no mercado internacional e o grande valor acrescentado para a economia portuguesa.

    As exportações para os EUA cresceram para 214 milhões de euros, tendo ultrapassado pela primeira vez na história a barreira dos 200 milhões. Consolidou assim o segundo lugar na hierarquia depois de França e à frente de Espanha, Itália e Alemanha respectivamente 3º, 4º e 5º do ranking.

    As rolhas de cortiça continuam a ser o principal produto exportado em valor tendo crescido 2,1% e tendo ultrapassado pela primeira vez os 900M€. De acordo com João Rui Ferreira, secretário-geral da APCOR, “estes resultados confirmam a resiliência das nossas empresas, suportada pela performance dos seus produtos e pela estratégia de valorização de toda a fileira”. “Enquanto sector que exporta mais de 90% da sua produção, a conjuntura internacional continua a ser um factor preponderante no nosso desempenho, não estando o sector imune ao ajustamento das cadeias de abastecimento e ao abrandamento significativo na procura. Este facto foi evidente ao longo do ano, marcado por um primeiro trimestre de forte crescimento e os restantes de equilíbrio com os períodos homólogos do ano anterior.”, explica João Rui Ferreira.

    A APCOR destaca o facto de a cortiça ser um material único do ponto de vista das suas credenciais, técnicas e ambientais, ter uma clara preferência de profissionais e de consumidores e o sector estar alinhado com os grandes desafios globais, seja na sustentabilidade seja num modelo de economia circular.

    “É por tudo isto que apesar da actual conjuntura, encaramos o futuro com optimismo. Num sector estratégico para o país, nas diferentes dimensões da sustentabilidade: ambiental, económica e social e de forma a consolidar a liderança mundial, será necessário reforçar e activar rapidamente os programas de promoção internacional, bem como dar continuidade ao desenvolvimento tecnológico do sector”, conclui o secretário-geral.

     

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    STET lança novo website de máquinas usadas

    A Cyclica representa uma aposta firme na economia circular, ao prolongar os ciclos de vida dos equipamentos, reduzindo substancialmente a utilização de matérias-primas e os gastos energéticos no fabrico de novos componentes

    tagsSTET

    O Grupo Tesya, empresa mãe da STET, anunciou o lançamento da Cyclica, uma plataforma internacional que pretende ser uma “referência global para o desenvolvimento sustentável na indústria”.

    A nova plataforma dispõe de um stock de milhares de máquinas, motores, peças e outros equipamentos industriais à disposição dos clientes, que possibilita aos clientes a oportunidade de dar uma segunda vida útil aos seus equipamentos, estabelecendo assim uma nova forma de entender a venda de unidades usadas baseada na sustentabilidade e na confiança dos nossos usuários.

    “As pessoas que compõem a Cyclica trabalham todos os dias para oferecer informações precisas sobre o estado dos equipamentos publicados. Esta experiência e conhecimento do sector representa um elemento diferenciador que faz da plataforma o portal mais confiável para aquisição de máquinas, equipamentos industriais e peças de reposição recondicionadas”, indica Felipe Fernández-Urrutia, director de equipamentos usados do Grupo Tesya.

    A Cyclica representa, também, uma aposta firme na economia circular, ao prolongar os ciclos de vida dos equipamentos, reduzindo substancialmente a utilização de matérias-primas e os gastos energéticos no fabrico de novos componentes. Desta forma, a STET reforça o seu papel como “referência e líder inovador na transformação positiva da indústria”, desenvolvendo soluções que promovem a “eficiência e a vanguarda” no sector.

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    Knauf Insulation integra Cluster Habitat Sustentável

    O Cluster Habitat Sustentável é gerido em Portugal pela Associação Plataforma para a Construção Sustentável, uma entidade sem fins lucrativos que envolve em rede instituições de I&D, municípios e a comunidade empresarial da fileira do Habitat

    A Knauf Insulation é, desde início do ano, membro do Cluster Habitat Sustentável, reconhecido pelo Governo Português como ‘Cluster de Competitividade’, reforçando assim o seu papel nas “entidades que promovem activamente a construção sustentável”.

    O Cluster Habitat Sustentável é gerido em Portugal pela Associação Plataforma para a Construção Sustentável, uma entidade sem fins lucrativos que envolve em rede instituições de I&D, municípios e a comunidade empresarial da fileira do Habitat, na afirmação de uma especialização em construção sustentável. Foi reconhecida pelo Governo como ‘Cluster de Competitividade’, pela primeira vez, em 2007, abrangendo todas as fileiras dos materiais de construção, da construção e do imobiliário.

    O objectivo do Cluster é desenvolver uma “dinâmica concertada” que procure, através da inovação, da qualificação e da modernização das empresas, o reforço da sua competitividade, mobilizando para tal um conjunto de entidades, das quais a Knauf Insulation faz agora parte.

    Para a Knauf Insulation, enquanto empresa, é “extremamente relevante” poder integrar os diálogos que envolvem a criação de soluções e sinergias que contribuam na prática para a sustentabilidade na construção, sabendo-se de antemão que este é um dos sectores que mais contribui para as emissões de CO2 e que tem por isso um papel fulcral na saúde, na eficiência energética e no ambiente.

    Internacionalmente, neste momento, dentro da categoria “Construção”, apenas dois Cluster na Europa possuem o Gold Label, sendo um deles o Cluster Habitat Sustentável

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    Lagoas Park produzirá a sua própria energia nos próximos dois anos

    Esta medida insere-se no plano de investimentos de 25 milhões de euros que pretende tornar o Lagoas Park não só “o maior parque empresarial de Portugal, mas também um dos mais sustentáveis” da Europa

    A Henderson Park, gestora de fundos de investimento imobiliários privados, que adquiriu o Lagoas Park em 2020, anunciou que nos próximos dois anos pretende desenvolver o seu próprio sistema de produção de energia.

    Esta medida insere-se no plano de investimentos de 25 milhões de euros que pretende tornar o Lagoas Park não só “o maior parque empresarial de Portugal, mas também um dos mais sustentáveis” da Europa. O plano tem vindo a ser implementado em várias áreas do parque, centrado na reabilitação dos edifícios de escritórios, na melhoria das infraestruturas existentes e na criação de novos sistemas e equipamentos que optimizem a gestão e a eficiência operacional global e que tem como objectivo reposicionar a oferta do parque, melhorando a experiência dos milhares de colaboradores que ali trabalham, mas também atrair e reter inquilinos nacionais e internacionais.

    Entre as principais medidas destinadas a esta optimização em termos de sustentabilidade, o Lagoas Park passará a dispor de um novo e mais eficiente sistema de rega, cujo objectivo é atingir o mínimo consumo de água necessário. A fonte de água a utilizar neste sistema será através de água de furo e do reaproveitamento de águas pluviais.

    No âmbito desta missão de criar um parque mais sustentável, está também em projecto a instalação de painéis fotovoltaicos no interior do parque, de modo que parte da energia consumida pelos edifícios provenha de fontes renováveis.

    Os projectos de eficiência energética em curso no parque estão a progredir de forma constante e têm sido bem recebidos pelos ocupantes que reconhecem a importância, tanto a nível comercial como de reputação, ao fazer parte de um parque empresarial empenhado em atingir objectivos ambientais ambiciosos. O investimento em iniciativas de sustentabilidade para nos tornarmos cada vez mais autossuficientes em termos energéticos e minimizarmos o consumo de recursos, enquanto fornecemos as melhores instalações, serviços e ambiente para os nossos ocupantes, garantirá que o Lagoas Park se mantenha entre os parques empresariais líderes na Europa no futuro”, considera Ronan Webster, director de Gestão de Activos da Henderson Park.

    A implementação destas medidas, em paralelo com uma estratégia de sustentabilidade, alinhada com os requisitos da avaliação BREEAM In-Use, desenvolvida entre a equipa de consultoria de ESG da CBRE e a Henderson Park permitiu a obtenção desta certificação para os primeiros dois edifícios, com um resultado de Excellent no final de 2023.  A intenção é concluir as certificações de mais quatro edifícios, até ao final de 2024.

    No âmbito deste projecto de intervenção, o Lagoas Park já implementou uma série de medidas para melhorar o seu desempenho e eficiência ambiental, incluindo a transformação de toda a iluminação em LED (interior e exterior), a instalação de painéis fotovoltaicos na cobertura de alguns dos edifícios (o que permite uma poupança de mais de 20% no consumo anual de energia), a substituição da utilização de gás para aquecimento em todos os edifícios de escritórios por equipamentos de origem energética mais eficientes, a instalação de torneiras de baixo consumo para reduzir o consumo de água, incluindo um sistema de alarme para monitorizar o consumo e evitar fugas, monitores para o consumo de energia, a redução da utilização de fontes e lagos decorativos, a substituição completa da rede de irrigação, a realização de estudos de biodiversidade e de impacto ambiental e, finalmente, a contabilização das taxas de resíduos e de reciclagem, bem como a avaliação e melhoria das questões relacionadas com o bem-estar.

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    Paços de Ferreira vai ter nova ETAR; obra ascende a 22M€

    “Será aberto um aviso para a construção desta nova ETAR. Será um projeto de conceção e construção, não será o município a fazer o desenho, nem o projeto dessa construção”, acentuou, acrescentando que “haverá no concurso a prévia qualificação das empresas, que têm de ser com uma demonstração inabalável de conhecimentos nesta matéria, para que não possa haver aqui qualquer erro”

    Paços de Ferreira vai construir uma nova estação de tratamento de águas residuais (ETAR), num investimento que pode chegar aos 22 milhões de euros, para resolver definitivamente os problemas do equipamento existente, foi esta segunda-feira anunciado.

    O presidente da Câmara, Humberto Brito, sinalizou, em conferência de imprensa, que aquele investimento foi priorizado pelo Governo, seguindo-se, agora, a preparação de um concurso público internacional de conceção e construção do equipamento ambiental, ficando a futura exploração a cargo da concessionária do serviço de saneamento naquele concelho do distrito do Porto.

    “Esta priorização em termos de resolução do Conselho de Ministros identifica a ETAR de Arreigada como uma necessidade de intervenção para tratar definitivamente este problema”, disse o autarca.

    Em declarações aos jornalistas, Humberto Brito acrescentou que a obra vai ser realizada em terrenos contíguos à atual ETAR, na localidade de Arreigada, junto ao rio Ferreira.

    O autarca recordou que a remodelação da atual estação de tratamento, concluída em 2020, num investimento de 5,1 milhões de euros, não correspondeu às necessidades, o que obrigou o município a ponderar a construção de raiz de uma ETAR, seguindo um modelo diferente do adotado quando se realizou a remodelação da estação original de 1993.

    “Será aberto um aviso para a construção desta nova ETAR. Será um projeto de conceção e construção, não será o município a fazer o desenho, nem o projeto dessa construção”, acentuou, acrescentando que “haverá no concurso a prévia qualificação das empresas, que têm de ser com uma demonstração inabalável de conhecimentos nesta matéria, para que não possa haver aqui qualquer erro”.

    A atual estação de tratamento continuará em atividade, em complementaridade à nova que se pretende construir. Até lá, prometeu, continuarão a ser cumpridos “os requisitos mínimos que a Agência Portuguesa de Ambiente (APA) impõe, para que as águas residuais possam ir para o rio”.

    Essa situação ocorre, anotou, porque, a 06 de outubro de 2022, quando foi possível constatar que a ampliação e remodelação não resolvia completamente o problema do tratamento dos efluentes drenados para o rio, foi instalado na estação um sistema de tratamento biológico.

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    Siemens implementa “Sustainable & Smart Campus” em Alfragide

    Neste Campus é possível acompanhar, em tempo real, a concretização do objectivo da neutralidade carbónica até 2030. Considerado um laboratório vivo, onde clientes e parceiros podem experienciar as soluções da Siemens, está estruturado em quatro pilares: sustentabilidade energética, experiência do utilizador, protecção do meio-ambiente e segurança e conforto

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    Nos últimos anos, a Siemens Portugal têm adoptado soluções sustentáveis na sua sede, nomeadamente tecnologias para infraestruturas inteligentes, que incluem, por exemplo, mais de uma centena de carregadores para veículos eléctricos ou uma central fotovoltaica que cobre os telhados de praticamente todos os edifícios, tornando-a num projecto pioneiro em Portugal, de descarbonização, maior independência energética e reduzido impacto ambiental.

    Neste sentido, a empresa desenvolveu em Alfragide o “Sustainable & Smart Campus” que materializa os compromissos da empresa tecnológica com a “sustentabilidade e com a premissa de criar tecnologia com propósito”.

    Neste Campus é possível acompanhar, em tempo real, a concretização de um objectivo mundial da Siemens, o da neutralidade carbónica até 2030. Os resultados registados entre 2019 e 2022 indicam já uma redução das emissões de CO2 em 60% e dos consumos energéticos em 20%.

    O projecto, considerado um laboratório vivo no qual os clientes e parceiros da empresa podem experienciar as soluções da Siemens a operar e a interagir, está estruturado em quatro pilares: sustentabilidade energética, experiência do utilizador, protecção do meio-ambiente e segurança e conforto. Além disso, inclui, por exemplo, um sistema inteligente de controlo da microrrede que integra e optimiza a produção de energia da central fotovoltaica, a ligação à rede eléctrica nacional, a gestão dos vários edifícios, o sistema de armazenamento de energia, o sistema de segurança integrado, bem como a infraestrutura de carregamento de veículos eléctricos, disponível no Campus para todos os colaboradores e visitantes.

    Além disso, 100% da energia consumida em todas as instalações da Siemens Portugal tem origem em fontes renováveis e está em curso a electrificação da frota automóvel da empresa, que conta actualmente com cerca de 40% dos automóveis elétricos ou plug-in.

    Noutra vertente, a sede da Siemens conta ainda com 10 mil metros quadrados (m2) de espaços verdes, com 50 espécies de árvores e arbustos, assim como com uma horta biológica, mantida por colaboradores-voluntários, que já permitiu doar à Refood mais de 500 quilogramas de legumes e fruta.

    “A Siemens tem as tecnologias necessárias para tornar as empresas e as economias mais produtivas, eficientes, flexíveis, sustentáveis e resilientes. Então porque não aplicá-las às nossas próprias instalações? Acreditamos veemente que ‘sem tecnologia não há sustentabilidade’, por isso estamos orgulhosos do ecossistema tecnológico que implementámos no nosso Campus e que pode ser adaptado a outras empresas, independentemente do sector onde operam. Aliás, se pensarmos que a indústria, infraestruturas e transportes são responsáveis por cerca de 75% das emissões globais, o potencial de melhoria e o impacto que as nossas tecnologias podem ter no processo de descarbonização da economia é, portanto, muito significativo”, afirma Fernando Silva, presidente executivo da Siemens Portugal.

    Projectos como este contribuíram para que, a nível global, a Siemens tenha sido incluída pelo CDP (Climate Disclosure Project) na sua Climate Change A List anual, a classificação de performance mais elevada possível.  

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    Osborne+Co e Adriparte desenvolvem novo projecto de escritórios do Porto

    A CBRE e a JLL estão instruídas para comercializar em regime de co-exclusividade o novo projecto de escritórios Mutual, desenvolvido pela Osborne+Co e a Adriparte. O projecto de arquitectura tem a assinatura da Openbook

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    O projecto de escritórios Mutual – Campo Alegre Offices nascerá na Rua do Campo Alegre (central business district da Boavista) através da reabilitação integral de um edifício de serviços com 10.300 metros quadrados (m2) distribuídos por sete pisos, desenvolvido através da joint-venture entre a Osborne+Co e a Adriparte. A CBRE e a JLL estão instruídas para comercializar o projecto em regime de co-exclusividade.

    Além da sua localização e dimensão, entre outras ammenities, destacam-se mais de 1.300m² de zonas exteriores, serviços de concierge, 144 lugares de estacionamento em cave e um amplo rooftop com uma vista panorâmica que permitirá momentos de lazer e bem-estar às equipas que diariamente viverão o novo lifestyle.

    A sustentabilidade é outro dos eixos centrais do projecto: A obra iniciou no final de 2023 e à data da sua conclusão, o edifício reunirá diferentes certificações, entre elas LEED e WELL, sustentadas pelo foco do projecto na saúde e bem-estar dos utilizadores bem como pela ambição de diminuir a sua pegada ecológica colocando a estratégia ESG no centro da intervenção. Neste âmbito, o projecto contará com a instalação de painéis solares, pontos de carregamento e estacionamento de bicicletas, incentivando a mobilidade sustentável e a ecologia.

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    Interdecoração está de regresso de 22 a 25 de Fevereiro

    A Feira Interdecoração está de regresso entre os dias 22 e 25 de Fevereiro, na Exponor. Este é um projecto que proporciona ao sector um espaço privilegiado para a apresentação de novas propostas de interiores, decoração e gift. O evento regressa com a estrutura habitual e um nome que transporta 20 edições, apesar da última ter sido realizada em 2019

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    O certame vai explorar o tema “My Mind. My Home”, que pretende afirmar que a casa é um reflexo da personalidade e bem-estar de cada pessoa. Para atrair os entusiastas do sector, das dinâmicas apresentadas vão destacar-se a “Makers Showcase”, que lança à nova geração de marcas e designers o desafio de apresentarem conceitos criativos. Além disso, também se afirma a dinâmica “Pure Edition”, que apresenta um exercício de criatividade protagonizado pelas empresas representantes e editoras de tecidos. Vai ainda ser apresentada a 2ª edição do Concurso “Interdecoração – A Melhor Loja”.

    Em 2019 o certame passou por uma restruturação ao adoptar a assinatura IDF by Interdecoração. A Exponor volta a rever a proposta que oferece dentro do universo do Design e Decoração. Na edição de 2024 a Interdecoração vai criar um cenário que reúne as principais empresas fornecedoras destes sectores. Entre os dias 22 e 25 de fevereiro, a Feira de Decoração, Design e Gift promete conduzir os visitantes a uma viagem pelos novos conceitos de modernidade e inovação.

    “A nossa intenção foi dar destaque a um nome amplamente reconhecido no mercado, que se mantém presente nos expositores e visitantes. Neste regresso, pretendemos transmitir mudança, recuperar conceitos e trazer à superfície novas realidades. Apesar da actual realidade cada vez mais digital, acreditamos que o concreto e o físico importam, por isso queremos transformar a Interdecoração num momento único de fortalecimento de relações e negócios”, descreve Amélia Estevão, directora de Marketing da Exponor.

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    Simon Mood & Loop: uma composição de luz personalizada

    Simon lança dois Mood & Loop. Estas luminárias podem concentrar a luz ou distribuí-la uniformemente, assegurando um equilíbrio entre o aspecto visual e o desempenho

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    Actualmente, a iluminação desempenha um papel fundamental tanto em ambientes comerciais como residenciais, influenciando tanto a funcionalidade como a estética do espaço. Os modelos Mood & Loop, lançados pela Simon, conferem versatilidade ao design e adaptabilidade à iluminação. Estas luminárias podem concentrar a luz ou distribuí-la uniformemente, assegurando um equilíbrio entre o aspecto visual e o desempenho. Desta forma, a Simon responde eficazmente às necessidades dos utilizadores, proporcionando ambientes que aliam estilo, funcionalidade e bem-estar.

    Luz que oferece infinitas possibilidades de expressão
    Simon Mood transcende os limites convencionais da iluminação, transformando os planos verticais e horizontais em elementos arquitectónicos dinâmicos. Concebida por Ricard Vila, esta luminária oferece uma vasta gama de formatos e elementos decorativos que permitem uma personalização sem precedentes do cenário luminoso. Desde versões que emanam uma luz pura e subtil até opções mais arrojadas em cores fluorescentes.

    A tecnologia de Simon Mood não só transforma a estética dos espaços, como proporciona um excepcional conforto visual. Os utilizadores podem ajustar a tonalidade da luz de acordo com as suas preferências, simulando os ciclos naturais da luz para criar ambientes dinâmicos e acolhedores.

    Iluminação de 360 graus
    Concebido pelo famoso Antoni Arola, Simon Loop representa, por sua vez, uma interpretação contemporânea da tecnologia OLED. O seu design elegante e minimalista cria espaços de formas e luz, conferindo um carácter único a qualquer ambiente. Com uma gama de elegantes acabamentos em preto e branco, estas luminárias integram-se harmoniosamente em qualquer ambiente. É uma solução escalável que pode ser autónoma ou prolongar-se sobre a parede em composições complexas e repletas de matizes.

    Com a capacidade de direccionar a luz a 360 graus, Simon Loop oferece uma vasta gama de possibilidades criativas, desde iluminar áreas específicas até à distribuição em grupos para criar efeitos de iluminação deslumbrantes. A sua luz suave e difusa contrasta com as sombras, criando um ambiente acolhedor e sofisticado.

    Ambos os modelos de iluminação incluem o inovador sistema de instalação X-Less da Simon, que garante uma integração perfeita na parede e uma qualidade de iluminação excepcional. Estas luminárias oferecem ainda a possibilidade de controlar e regular a intensidade da luz, sem necessidade de elementos adicionais. Para quem procura um controlo mais avançado, estão também disponíveis versões compatíveis com equipamentos DALI.

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    Antigas instalações do Arco Têxtil dão lugar a um novo Retail Center

    Localizado em Santo Tirso, o novo retail center irá contar com seis lojas, totalizando 6.600 m² e mais de 150 lugares de estacionamento. A Garcia Garcia será responsável pelo projecto de design and build

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    Em pleno centro de Santo Tirso, nas antigas instalações da Fábrica do Arco Têxtil, surge um novo retail center, desenvolvido pela Garcia Garcia. A construtora é a responsável pelo projecto de design & build, com intervenção ao nível da arquitectura, engenharia e execução da obra.

    A requalificação das antigas instalações do Arco Têxtil, que já proporcionou novas áreas de comércio e de serviços à cidade, dá agora origem a um novo retail center, que irá contar com seis novas lojas, totalizando uma área de 6.600 m² e mais de 150 lugares de estacionamento. O retail irá contar com lojas da Sport Zone, Homa, Rádio Popular, Tienda Animal, Action e KiK, e tem abertura prevista para o final de Abril.

    O empreendimento caracteriza-se por uma localização privilegiada no centro de Santo Tirso, nas proximidades do tribunal e da estação de camionagem e insere-se numa zona em forte desenvolvimento, com instalação de novos espaços de comércio e serviços. Na mesma área está também previsto um projecto habitacional para finais de 2024.

    Ao nível da arquitectura, o projecto vai buscar inspiração às antigas fábricas, com linhas sóbrias onde se destaca o shed industrial, por forma a manter os traços originais e respeitando a estética histórica do local.

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