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    Habitação: Preços aceleraram no 3ª trimestre de 2023

    Os dados constam no último relatório do INE que confirmam a subida do preço mediano das habitações em Portugal para 1 641€/m2. Valor que representa mais 10% que no período homólogo e cerca de + 9% face ao trimestre anterior

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    Habitação: Preços aceleraram no 3ª trimestre de 2023

    Os dados constam no último relatório do INE que confirmam a subida do preço mediano das habitações em Portugal para 1 641€/m2. Valor que representa mais 10% que no período homólogo e cerca de + 9% face ao trimestre anterior

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    “O preço mediano da habitação aumentou, face ao período homólogo, em 22 das 26 sub-regiões NUTS III, destacando-se o crescimento na região autónoma da Madeira: +43,0% “, refere o INE no seu boletim “Estatísticas de Preços da Habitação ao nível local”.

    A aceleração dos preços da habitação abrangeu 13 dos 24 municípios mais populosos, com destaque para Barcelos (+9,1 p.p.) e Guimarães (+8,9 p.p.). “As cinco sub-regiões com preços medianos da habitação mais elevados – Grande Lisboa, Algarve, Região Autónoma da Madeira, Península de Setúbal e Área Metropolitana do Porto – apresentaram também os valores mais elevados em ambas as categorias de domicílio fiscal do comprador (território nacional e estrangeiro)”. O município do Porto registou um acréscimo de +5,8 p.p. e o de Lisboa um decréscimo de -5,6 p.p. Os municípios de Lisboa (4 167 €/m2), Cascais (4 045 €/m2), Oeiras (3 216 €/m2) e Porto (3 104 €/m2) apresentaram os preços da habitação mais elevados.

    Os estrangeiros são os que despendem mais com a compra da habitação. No 3º trimestre de 2023, o valor mediano de alojamentos familiares transaccionados em Portugal envolvendo compradores com domicílio fiscal no estrangeiro foi 2 279 €/m2 (+4,5% relativamente ao trimestre homólogo), enquanto que no caso das transacções efectuadas por compradores com domicílio fiscal em território nacional este valor foi 1 602 €/m. “Nas sub-regiões Grande Lisboa e Área Metropolitana do Porto, o preço mediano (€/m2) das transacções efectuadas por compradores com domicílio fiscal no estrangeiro superou, respectivamente em +83,4% e +56,8%, o preço das transacções por compradores com domicílio fiscal em território nacional”, pode ler-se no documento.

    Por outro lado, o INE refere ainda que no 3º trimestre de 2023, ocorreu uma desaceleração dos preços da habitação em 11 dos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes (17 no 2º trimestre de 2023).

     

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    Pipedrive anuncia a abertura de um novo escritório em Lisboa

    A Pipedrive, a plataforma de CRM que está presente em Portugal desde 2017, anuncia um novo escritório em Lisboa para acolher a sua equipa internacional. Com cerca de 200 colaboradores, o escritório da capital portuguesa é o segundo maior da Pipedrive a nível global

    A Pipedrive passa a ocupar um novo edifício localizado na Casal Ribeiro 16, perto do Saldanha, em Lisboa. O novo espaço foi projectado para proporcionar um ambiente de trabalho amplo, confortável e moderno, estrategicamente pensado para melhorar os níveis de satisfação e produtividade. O edifício é composto por cinco pisos no total, sendo que três serão de uso exclusivo da Pipedrive. Um outro piso inclui áreas comuns a todos os outros trabalhadores do edifício. O escritório tem 1.760 m2, incluindo uma zona de ginásio e balneários, uma cozinha partilhada, postos de café e snacks, zonas pet-friendly, um terraço com um pequeno jardim e um parque para bicicletas. Com uma localização privilegiada em termos de acessos, serviços e transportes públicos, o Saldanha está no coração de Lisboa e é um bairro de referência para o sector empresarial.

    Com cerca de 200 colaboradores, o escritório da capital portuguesa é o segundo maior da Pipedrive a nível global e pretende celebrar a diversidade e a inclusão, dois dos valores mais importantes da empresa. Aproximadamente metade da equipa do novo escritório é composta por mulheres, com mais de 50 nacionalidades a trabalhar em conjunto globalmente.

    “Este ano, a Pipedrive celebra o seu 7.º aniversário em Portugal. Agora, com o nosso segundo maior escritório, a nova e vibrante área de trabalho é a manifestação física de valores como: colaboração, a cultura e a inovação, tanto para a nossa equipa como para os nossos valiosos clientes. O que torna o escritório especial é o facto de ter uma representação de todos os departamentos da empresa. Isto reflecte uma grande oportunidade para os membros da equipa, que podem aprender mutuamente, compreender melhor o negócio e obter informações preciosas sobre todas as funções e departamentos” afirma Zahra Jivá, directora de Estratégia Global de Vendas da Pipedrive.

    O novo escritório em Lisboa é a prova da evolução e investimento da marca em Portugal, o que demonstra a determinação da empresa em atingir os objectivos a que se propõe. Esta mudança foi concebida para melhorar a qualidade de vida de toda a equipa, que inclui profissionais de diferentes áreas, desde a engenharia ao customer service e até ao marketing.

    Com as novas instalações em Lisboa, a Pipedrive está numa posição privilegiada para acolher eventos, cursos ou workshops, proporcionando assim um ambiente de trabalho ainda mais atractivo para o crescimento e captação de talento.

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    Maria Ramalho Fontes assume direcção de Design e Marketing da MOME

    Com este reforço da equipa, a empresa gestora profissional de cooperativas de habitação, sedeada no Porto, pretende alavancar os projectos de habitação, que representam actualmente um investimento cooperativo conjunto de cerca de 40M€

    O reforço da equipa faz parte da estratégia de crescimento da empresa gestora profissional de cooperativas de habitação, que visa expandir a equipa a dez pessoas até ao final de 2024. Neste sentido, já este ano a MOME contratou um novo gestor de projectos com foco em toda a jornada de actividade da empresa, desde o planeamento até ao final das respectivas obras de construção.

    Enquanto directora de Design e Marketing, Maria Ramalho Fontes será responsável pela coordenação e conceptualização da área de design da empresa da MOME. Adicionalmente, irá acumular as funções de desenvolvimento da estratégia de marketing e comunicação da empresa, a par da gestão comercial de clientes e fornecedores. O objectivo passará por alavancar os projectos de habitação cooperativa da MOME, como são os casos da Pedras.coop, em Lavadores, Vila Nova de Gaia, e da Hera.coop, no Carvalhido, Porto, representando um investimento cooperativo conjunto de cerca de 40 milhões de euros.
    “A MOME procura a excelência do design aliada a habitações bem construídas, funcionais, confortáveis e ecológicas, com garantia de durabilidade e acima de tudo um custo justo. Esta contratação representa mais um passo no desenvolvimento da nossa estratégia crescimento com o objectivo de reforçar o posicionamento da MOME como referência no mercado da gestão profissional de cooperativas de habitação”, refere Nuno Pimentel, director geral da MOME.

    “O design e a criatividade são ferramentas poderosas no desenvolvimento estratégico de novos modelos de negócio. Estou muito entusiasmada em fazer parte deste colectivo de olhares inquietos. Juntos, acreditamos que é possível transformar o acesso à habitação e repensar o modo como construímos, procurando impactar de forma consciente o bem-estar das famílias, da comunidade e do mundo”, conclui Maria Ramalho Fontes, nova diretora de Design e Marketing da MOME.
    Com experiência focada no ramo imobiliário, após a passagem pela RAR Imobiliária, Maria Ramalho Fontes é também fundadora e directora criativa da [IN]COMUM design. O seu percurso académico inclui a licenciatura em Design de Interiores pela ESAD – Escola Superior de Artes e Design de Matosinhos e a pós-graduação em Marketing Management na Porto Business School. Entre 2015 e 2016, foi docente assistente na disciplina de “Tendências do Habitar”, integrada no mestrado em Design de Interiores da ESAD.

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    Protocolo PRO_MOV e APCC reforça requalificação profissional

    O PRO_MOV e a Associação Portuguesa de Centros Comerciais, APCC, uniram esforços para impulsionar os empregos de futuro, através de um protocolo que visa dinamizar o programa de requalificação profissional junto dos mais de 140 associados. O programa PRO_MOV é já apontado como um exemplo internacional por conseguir juntar Estado e tecido empresarial no âmbito da requalificação

    A conferência ‘Liderar na Era da Disrupção’, realizada esta quarta-feira no Porto, acolheu a assinatura do protocolo entre a APCC, representada pela presidente da associação Cristina Moreira dos Santos e por Telmo Ferreira, membro da direcção, e o PRO_MOV, representado por Domingos Lopes, presidente do IEFP e líder do Steering do programa.

    A entrada da APCC marca o primeiro alargamento do PRO_MOV, após a assinatura do memorando de entendimento no final do ano passado, que formalizou a parceria entre IEFP, Sonae, SAP, Nestlé, Associação Business Roundtable Portugal, BRP, Confederação Empresarial de Portugal, CIP, e dezenas de empresas parceiras, com o propósito de melhorar as competências dos portugueses. A APCC conta com mais de 140 associados, incluindo 90 conjuntos comerciais, que integram 7959 lojas, geram 280 847 postos de trabalho e contam com 475 milhões de visitas por ano.

    “A assinatura deste protocolo permite à APCC promover a dinamização da requalificação profissional e a reintegração no mercado de trabalho de profissionais qualificados e preparados para os desafios actuais e futuros. Enquanto associação representativa de um sector que está na vanguarda do que melhor se faz na Europa e no Mundo, é nosso objectivo promover a prática de políticas sociais responsáveis. A requalificação de recursos humanos e o seu regresso ao mercado de trabalho permite-nos usufruir de uma nova pool de emprego que se revela fundamental para fazer face ao dinamismo e requisitos do sector. Esta parceria ajuda-nos a cumprir esses objectivos”, afirma Cristina Moreira dos Santos, presidente da APCC.

    “Esta adesão constitui mais um reforço do programa que é já uma referência e uma reconhecida boa prática no domínio das políticas públicas de emprego e formação profissional”, sublinha, por sua vez, Domingos Lopes, presidente do IEFP .
    O PRO_MOV é a primeira iniciativa em Portugal do programa R4E, Reskilling 4 Employment, criada pelo European Roundtable for Industry, um fórum de alto nível que junta cerca de 60 CEO e presidentes de empresas entre as quais Sonae, Nestlé e SAP. O programa concentra-se em sete sectores de actividade/laboratórios: Laboratório de Indústria (liderado pela Nestlé), Laboratório de Agricultura (liderado pela Sogrape), Laboratório Digital (liderado pela SAP), Laboratório Green Jobs (liderado pela EDP), Laboratório de Vendas (liderado pela Intelcia e Galp), Laboratório de Healthcare (liderado pela CUF e Hovione) e Laboratório de Business Intelligence (liderado pela Worten). Cada laboratório desenha as formações em colaboração com um conjunto alargado de empresas parceiras, em profissões tão diversas como software developer, electricista de instalações sustentáveis, network & cybersecurity administrator, auxiliar de acção médica, técnico analista ou operador agrícola especializado.

    Para pessoas em idade activa, desempregadas, com profissões em risco ou que simplesmente pretendem mudar o seu rumo profissional, o PRO_MOV é uma oportunidade de regressar ao mercado de trabalho, com perspectivas de um emprego estável por serem profissões necessárias, identificadas pelas empresas e em alta procura no mercado de trabalho.

    O programa PRO_MOV é já apontado como um exemplo internacional por conseguir juntar Estado e tecido empresarial no âmbito da requalificação. A missão de ambos passa por garantir aos candidatos as competências para os empregos de futuro, resilientes a um mercado de trabalho em constante alteração devido às transições digital e ambiental.

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    FEP homenageia arquitecto responsável pelo seu edifício

    Assim, no dia 23 de Fevereiro, às 18 horas, o Salão Nobre da instituição será palco de uma conversa sobre os pormenores arquitectónicos desta obra, com a participação do arquitecto Pedro Martins, responsável pela obra de reabilitação do edifício, Sérgio Fernandez, arquitecto que colaborou com Alfredo Viana de Lima, bem como os professores Ana Paula Delgado e José Varejão

    tagsFEP

    Idealizado pelo arquitecto Alfredo Viana de Lima para ser um espaço propício ao estudo e ensino, a Faculdade de Economia da Universidade do Porto é hoje um edifício reconhecido como Monumento de Interesse Público pela Direcção-Geral do Património Cultural. No âmbito das celebrações do seu 70º aniversário, a FEP vai promover, até Maio de 2024, uma série de eventos, incluindo um ciclo de conferências que abordam diversos temas. A próxima sessão será dedicada ao 50º aniversário do edifício da FEP, inaugurado em junho de 1974.

    A entidade destaca que “a coerência formal e a qualidade arquitectónica são o melhor testemunho da mestria do seu criador, que desenhou aquela que é hoje uma obra de destaque na história da arquitectura moderna portuguesa, que se impõe na cidade, tanto pela escala como, e sobretudo, pela importância institucional”.

    Assim, no dia 23 de Fevereiro, às 18 horas, o Salão Nobre da instituição será palco de uma conversa sobre os pormenores arquitectónicos desta obra. O arquitecto Pedro Martins, responsável pela obra de reabilitação do edifício, juntar-se-á a Sérgio Fernandez, arquitecto que colaborou com Alfredo Viana de Lima, bem como aos professores Ana Paula Delgado e José Varejão.

    Viana de Lima procurou criar um edifício com diversos espaços que permitissem aos estudantes conviverem com colegas ou estarem sozinhos, de acordo com a sua personalidade e vontade. Ana Paula Delgado, professora da FEP, desde a inauguração da obra, afirma que “o edifício é muito confortável, possui amplos corredores e muitas áreas envidraçadas, que servem tanto como espaços de trabalho como de convívio”.

    Ao longo destes 50 anos, foram realizadas algumas alterações para atender a necessidades que não foram previstas no projecto original, como a instalação de equipamentos informáticos ou a substituição do pavimento. A reabilitação concluída no final de 2017 visou melhorar as condições de conforto e dar resposta ao crescimento da FEP, especialmente no que diz respeito à oferta de cursos e alunos.

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    MVGM lança app para garantir “uma gestão ainda mais eficiente”

    Esta aplicação encontra-se em fase de implementação no Centro Via Rápida, Porto e será pioneiro em Portugal. Implementada com sucesso em Espanha, há pouco mais de um ano, esta plataforma oferece uma “gestão inovadora” de activos imobiliários

    A MVGM aposta na inovação com o recente lançamento em Portugal da app AXSET. Projectada para oferecer uma experiência diferenciada facilitando a gestão diária dos clientes, inquilinos, lojistas e outros utilizadores.

    Esta aplicação encontra-se em fase de implementação no Centro Via Rápida, Porto e será pioneiro em Portugal. Implementada com sucesso em Espanha, há pouco mais de um ano, esta plataforma oferece uma “gestão inovadora” de activos imobiliários.

    Organizada em três módulos fundamentais: Comunidade/Social, Controlo e Business Intelligence (BI), a plataforma oferece um sistema simples para controlar o acesso e fazer reservas de espaços, bem como para se inscrever em eventos realizados no próprio ativo. Para além disso, inclui um Gateway de pagamento que permite a comercialização de serviços através da integração com Paypal ou Stripe.

    Ana Santos, directora de Operações da MVGM em Portugal, enfatiza o compromisso da empresa com a inovação, afirmando que a empresa está dedicada a “impulsionar a inovação na gestão de activos” e, nesse sentido, desenvolveu esta ferramenta que permite aos proprietários tomar “decisões informadas baseadas em dados reais, facilita os inquilinos no reporte de incidências e permite aos Property Managers e fornecedores saber em tempo real a existência  das mesmas possibilitando uma célere gestão/resolução”.

    O desenvolvimento da app, foi liderado por uma equipa multidisciplinar composta por profissionais experientes de diversos departamentos, incluindo Inovação e Análise de Dados, Marketing e Experiência do Utilizador, bem como gestores de activos. Esta colaboração transversal garantiu a funcionalidade da aplicação, validando processos quer para os gestores, quer utilizadores finais.

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    Vulcano lança formação sobre Fundamentos de Climatização

    A formação terá lugar nos dias 20 e 21 de Março de 2024, em formato online, em horário pós-laboral e destina-se a instaladores, técnicos-comerciais, recém-licenciados e projectistas

    O Instituto de Formação Vulcano (IFV), espaço de formação e certificação dos profissionais de hoje e do futuro nas áreas de água quente, energia solar térmica e climatização, lança o curso técnico online de fundamentos de climatização.

    A formação terá lugar nos dias 20 e 21 de Março de 2024, em formato online, em horário pós-laboral. Destina-se a instaladores, técnicos-comerciais, recém-licenciados e projectistas que pretendam iniciar-se nesta área ou aprofundar conhecimentos.

    Com uma duração de seis horas, este curso proporcionará aos formandos várias aprendizagens relativamente aos conceitos básicos da climatização, nomeadamente, aquecimento, arrefecimento, ventilação e controlo de humidade, bem como dos tipos de sistemas de climatização.

    Os formandos ficarão capacitados para identificar os parâmetros básicos associados ao estudo do ar, as suas propriedades e implicações no conforto térmico, e também identificar e caracterizar os diferentes tipos de sistemas de climatização, em termos de requisitos.

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    Edificio de escritórios

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    Cushman & Wakefield e Savills / Predibisa comercializam ICON Douro

    As áreas disponíveis para arrendamento variam entre 750 m2 e 1500 m2 e serão entregues em open space. O edifício ICON Douro faz parte do empreendimento ICON, que é composto por dois edifícios de escritórios com a assinatura do arquitecto Luís Pedro Silva

    A Cushman & Wakefield e a Savills/Predibisa foram mandatadas para comercializar dois pisos no edifício ICON Douro, propriedade do Grupo Ageas. As áreas disponíveis para arrendamento variam entre 750 m2 e 1500 m2 e serão entregues em open space, sistema de AVAC em funcionamento, pavimento técnico sobre elevado, instalações sanitárias e tecto falso com iluminação embutida.

    O edifício ICON Douro faz parte do empreendimento ICON, que é composto por dois edifícios de escritórios com a assinatura do arquitecto Luís Pedro Silva, totalizando mais de 22 mil m2, 168 unidades de Service Apartments, nove mil m2 de espaços verdes, assim como espelhos de água, ginásio, restaurantes, cafés e pontos de carregamento de veículos eléctricos.

    Além disso, o empreendimento beneficia de uma localização “estratégica”, “bem servido” a nível de transportes públicos e com acesso directo à VCI e AEP, a cerca de cinco minutos do Nó de Francos.

    De acordo com Maria João Pinto, consultora de escritórios da Cushman & Wakefield no Porto, o ICON Douro oferece “conforto, mobilidade, acessibilidade e sustentabilidade” e que de destaca pela sua “diferenciada e imponente” arquitectura.

    “Pensado no bem-estar de quem o ocupa, existe uma diversidade de serviços que o complementam o que, do ponto de vista da retenção de talento, sabemos que é um factor chave para as empresas que pretendem ver os escritórios em pleno funcionamento”, acrescenta.

    Também Graça Cunha, associate offices, na Savills / Predibisa,destaca o “notável” ICON Douro como um dos locais “mais apreciados para trabalhar, tanto pelo valor acrescentado que o projecto apresenta e oferece às empresas, como pelo conjunto de acessibilidades e características complementares, tais como pisos em open space, bastante luz natural e excelentes acabamentos, praticamente pronto a ocupar”.

    De salientar, que o edifício prima, ainda, pela eficiência e cumpre altos padrões de sustentabilidade, possuindo painéis fotovoltaicos e a certificação BREEAM very good.

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    Um português entre os finalistas ao prémio europeu de Arquitectura Contemporânea

    A Comissão Europeia e a Fundació Mies van der Rohe revelaram os sete finalistas que irão concorrer ao Prémio da União Europeia de Arquitectura Contemporânea 2024 — Prémios Mies van der Rohe, cinco na categoria Arquitectura e dois na categoria Emergente

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    Já estão seleccionados os sete finalistas ao prémio bienal “Mies van der Rohe”, cinco na categoria Arquitectura e dois na categoria Emergente. Portugal tinha três candidatos entre os 40 projectos em shortlist anunciada em Janeiro, entre eles a Praça e Posto de Turismo do Piódão, com assinatura do atelier Branco del Rio, que é agora um dos finalistas na categoria Emergente. Na mesma categoria concorre a Biblioteca Gabriel García Márquez em Barcelona (Catalunha, Espanha), da autoria da SUMA Arquitectura.

    As cinco obras de arquitectura finalistas são a Galeria de Arte Contemporânea Plato em Ostrava (Morávia-Silésia), da autoria do gabinete KWK Promes, o Pavilhão de Estudos no Campus da Universidade Técnica de Braunschweig (Baixa Saxónia), da autoria dos arquitectos alemães Gustav Düsing & Max Hacke, a Escola Reggio em Madrid, da autoria de Andres jaque/escritório de inovação política, o Renascimento do Convento Saint-François em Sainte-Lucie-de-Tallano/Santa Lucia de Tallà (Córsega), da autoria de Amelia Tavella Architectes, e o Hage em Lund (Condado de Scania), da autoria de Brendeland & Kristoffersen Architects.
    O anúncio do vencedor do prémio e do vencedor emergente está previsto para o final de Abril e a cerimónia de entrega dos prémios decorrerá no dia 14 de Maio de 2024, no Pavilhão Mies van der Rohe, em Barcelona.

    O finalista português
    A aldeia de Piódão, na serra do Açor, surge-nos, a concurso com a reabilitação do seu Posto de Turismo e a Praça que lhe é adjacente, num projecto conduzido pela dupla do estúdio de arquitectura de Coimbra Branco Del Rio, criado pelos arquitectos Paula del Rio e José Branco.
    O seu espaço aberto e desafogado é o principal acesso à aldeia de ruas ingremes. Ao longo dos anos a praça foi sendo ocupado para estacionamento e o projecto de reabilitação devolveu o seu uso aos habitantes. A intervenção descrita como “silenciosa”, privilegiou o uso dos materiais e soluções construtivas locais. “As árvores existentes, a estátua, a iluminação pública, foram preservadas. O novo pavimento foi construído com o mesmo material e técnica de toda a aldeia, o xisto, seguindo uma tradição dominada pelos construtores locais.

    As árvores plantadas, na entrada da praça, são cerejeiras autóctones.
    Os dois alpendres, nos acessos ao Posto de Turismo e Sanitários Públicos, foram construídos com uma delicada estrutura de colunas metálicas e vigas de madeira, e cobertos com lajes de ardósia, à semelhança de todas as coberturas da aldeia.
    A abordagem global do design visa contribuir para um arranjo onde é difícil compreender o que é novo e antigo, evitando prejudicar a ligação dos habitantes locais ao local”, justificam os seus autores.

    A ligação entre a sustentabilidade cultural e material concorre para a fixação de novos habitantes neste interior tão recuado do país, assim se espera.

     

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    Atelier espanhol Batlleiroig escolhido para projecto da Quinta do Morgadinho

    Albert Gil Margalef , CEO do atelier, vê o futuro da Quinta do Morgadinho como “um jardim infinito que resulta numa sequência de espaços naturais de grande beleza” e que se irá fundir com as casas de “design único e sustentável”

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    O gabinete espanhol Batlleiroig foi o seleccionado para o desenvolvimento do projecto de arquitectura do empreendimento Quinta do Morgadinho, em Vilamoura, que se encontra a ser promovido pela sociedade gestora de fundos Bondstone.

    Após a celebração do Contrato-Promessa Compra e Venda (CPCV) da Quinta do Morgadinho, em 2023, a Bondstone tem vindo a trabalhar no conceito e no projecto de arquitectura, com o objectivo de disponibilizar ao mercado um produto “residencial de topo, com base em padrões elevados de sustentabilidade, tendo em conta a localização privilegiada do empreendimento e também a evolução do estilo de vida”.

    Assim, para o concurso de ideias foram convidados três gabinetes de arquitectura – Gensler, Studio MK27 e Batlleiroig, que durante seis meses colaboraram com a Bondstone nas propostas apresentadas.

    “Todas as propostas apresentadas eram bastante atractivas, e em linha com o que ambicionávamos, mas o projeto desenvolvido pela Batlleiroig foi o que se destacou pela inovação que trará ao mercado, o respeito pelo ambiente, e pela apresentação de soluções que irão contribuir para a preservação dos recursos naturais durante todas as fases do projeto, e posteriormente, na sua vivência.”, destaca Frederico Pedro Nunes, chief operating officer da Bondstone.

    Naquele que é o primeiro projecto da Batlleiroig em Portugal, Albert Gil Margalef , CEO do atelier destaca o “entusiasmo” por terem sido seleccionados.

    “Na Batlleiroig, vemos o futuro da Quinta do Morgadinho como um jardim infinito que resulta numa sequência de espaços naturais de grande beleza que potenciam as condições naturais do local. Neste jardim infinito, a natureza irá fundir-se com as casas de design único e sustentável, promovendo o bem-estar dos futuros residentes, e um estilo de vida que tira partido da comunidade sem descurar a privacidade”.

    A Quinta do Morgadinho fica localizado numa floresta de 68,5 hectares, a cinco minutos da marina de Vilamoura, das praias e de toda a oferta associada. O projecto será apresentado a 2 de Maio no Salão Imobiliário de Lisboa (SIL).

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    Tiko adquire Housell com o objectivo de criar “a maior agência imobiliária digital” a nível ibérico

    A Tiko assume o controlo da Housell a partir desta terça-feira, dia 20 de Fevereiro, e estende a sua presença a todas as regiões de Espanha. O AVIV Group, que detinha até agora a Housell, passa a ter uma participação minoritária na Tiko

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    A Tiko, a marketplace de compra e venda de casas, acaba de adquirir a Housell, empresa de serviços imobiliários. Esta operação reforça a estratégia de negócio da Tiko e converte-se na “maior agência imobiliária digital a operar em Espanha e Portugal”.

    Assim, e através da aquisição da Housell, a Tiko dá o primeiro passo com vista a multiplicar por 10 o volume das suas transacções imobiliárias e atrair mais de 700 consultores nos próximos 12 meses.

    Sem revelar os valores envolvidos no negócio, a Tiko assume o controlo da Housell a partir desta terça-feira, dia 20 de Fevereiro, e estende a sua presença a todas as regiões de Espanha, tornando-se na maior agência imobiliária digital. O AVIV Group, que detinha até agora a Housell, passa a ter uma participação minoritária na Tiko.

    “Com a aquisição da Housell, a Tiko consolida a sua liderança como a mais importante empresa imobiliária digital de Espanha”, diz Ana Villanueva, cofundadora e CEO Iberia da Tiko. “A Tiko e a Housell colaboram com sucesso desde há vários anos, por isso, estou bastante entusiasmada por dar mais um passo com o Guillermo Llibre e com a sua equipa. Um passo que reforça a nossa estratégia de negócios para 2024”, conclui Ana Villanueva.

    “Estamos muito felizes por nos juntarmos ao projecto Tiko e poder contribuir com toda a nossa experiência para melhorar o processo de compra e venda de casa, algo que faz parte do ADN de ambas as empresas. Por via desta operação vamos redefinir o panorama imobiliário e estamos muito orgulhosos por fazer parte deste conceito”, afirma Guillermo Llibre, CEO da Housell.

    Em Portugal, a Tiko já opera no Porto, Lisboa e Setúbal e com perspectiva de aumentar a sua presença nos próximos meses. Tendo como objectivo “oferecer ao cliente uma experiência de compra e venda fácil e rápida”, a Tiko passa, também, a oferecer um acompanhamento total por parte dos melhores profissionais do sector imobiliário. Para tal, a Tiko criou a Impulsa, uma plataforma criada pela proptech para facilitar o trabalho dos consultores no seu dia a dia, através de múltiplos serviços no mesmo local e em ambiente online.

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