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    Lagoas Park produzirá a sua própria energia nos próximos dois anos

    Esta medida insere-se no plano de investimentos de 25 milhões de euros que pretende tornar o Lagoas Park não só “o maior parque empresarial de Portugal, mas também um dos mais sustentáveis” da Europa

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    A Henderson Park, gestora de fundos de investimento imobiliários privados, que adquiriu o Lagoas Park em 2020, anunciou que nos próximos dois anos pretende desenvolver o seu próprio sistema de produção de energia.

    Esta medida insere-se no plano de investimentos de 25 milhões de euros que pretende tornar o Lagoas Park não só “o maior parque empresarial de Portugal, mas também um dos mais sustentáveis” da Europa. O plano tem vindo a ser implementado em várias áreas do parque, centrado na reabilitação dos edifícios de escritórios, na melhoria das infraestruturas existentes e na criação de novos sistemas e equipamentos que optimizem a gestão e a eficiência operacional global e que tem como objectivo reposicionar a oferta do parque, melhorando a experiência dos milhares de colaboradores que ali trabalham, mas também atrair e reter inquilinos nacionais e internacionais.

    Entre as principais medidas destinadas a esta optimização em termos de sustentabilidade, o Lagoas Park passará a dispor de um novo e mais eficiente sistema de rega, cujo objectivo é atingir o mínimo consumo de água necessário. A fonte de água a utilizar neste sistema será através de água de furo e do reaproveitamento de águas pluviais.

    No âmbito desta missão de criar um parque mais sustentável, está também em projecto a instalação de painéis fotovoltaicos no interior do parque, de modo que parte da energia consumida pelos edifícios provenha de fontes renováveis.

    Os projectos de eficiência energética em curso no parque estão a progredir de forma constante e têm sido bem recebidos pelos ocupantes que reconhecem a importância, tanto a nível comercial como de reputação, ao fazer parte de um parque empresarial empenhado em atingir objectivos ambientais ambiciosos. O investimento em iniciativas de sustentabilidade para nos tornarmos cada vez mais autossuficientes em termos energéticos e minimizarmos o consumo de recursos, enquanto fornecemos as melhores instalações, serviços e ambiente para os nossos ocupantes, garantirá que o Lagoas Park se mantenha entre os parques empresariais líderes na Europa no futuro”, considera Ronan Webster, director de Gestão de Activos da Henderson Park.

    A implementação destas medidas, em paralelo com uma estratégia de sustentabilidade, alinhada com os requisitos da avaliação BREEAM In-Use, desenvolvida entre a equipa de consultoria de ESG da CBRE e a Henderson Park permitiu a obtenção desta certificação para os primeiros dois edifícios, com um resultado de Excellent no final de 2023.  A intenção é concluir as certificações de mais quatro edifícios, até ao final de 2024.

    No âmbito deste projecto de intervenção, o Lagoas Park já implementou uma série de medidas para melhorar o seu desempenho e eficiência ambiental, incluindo a transformação de toda a iluminação em LED (interior e exterior), a instalação de painéis fotovoltaicos na cobertura de alguns dos edifícios (o que permite uma poupança de mais de 20% no consumo anual de energia), a substituição da utilização de gás para aquecimento em todos os edifícios de escritórios por equipamentos de origem energética mais eficientes, a instalação de torneiras de baixo consumo para reduzir o consumo de água, incluindo um sistema de alarme para monitorizar o consumo e evitar fugas, monitores para o consumo de energia, a redução da utilização de fontes e lagos decorativos, a substituição completa da rede de irrigação, a realização de estudos de biodiversidade e de impacto ambiental e, finalmente, a contabilização das taxas de resíduos e de reciclagem, bem como a avaliação e melhoria das questões relacionadas com o bem-estar.

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    CCDR-Norte apresenta Prémio Arquitectura do Douro 2024

    A apresentação da iniciativa acontece por ocasião do Dia Internacional dos Monumentos e Sítio, no Museu do Douro, no Peso da Régua. Podem concorrer intervenções de construção, conservação ou reabilitação de edifícios ou conjuntos arquitectónicos, bem como intervenções de desenho urbano em espaço público

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Norte apresenta, esta quinta-feira, dia 18 de Abril, a oitava edição do Prémio Arquitectura do Douro.

    A apresentação da iniciativa acontece por ocasião do Dia Internacional dos Monumentos e Sítio, marcado pela entidade com uma conferência dedicada ao tema “Economia, Paisagem e Arquitectura: O Alto Douro vinhateiro, património e futuro”, no Museu do Douro, no Peso da Régua.

    Podem concorrer intervenções de construção, conservação ou reabilitação de edifícios ou conjuntos arquitectónicos, bem como intervenções de desenho urbano em espaço público.

    Lançado em 2006 por ocasião das comemorações dos 250 anos da Região Demarcada do Douro, o Prémio de Arquitectura do Douro tem uma periodicidade bienal e destina-se a promover a “cultura arquitectónica e as boas práticas” do exercício da arquitectura numa “paisagem cultural evolutiva e viva” como o Douro vinhateiro. A atribuição das distinções nas edições anteriores distingue intervenções arquitectónicas exemplares num território dinâmico classificado pela UNESCO.

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    IHG Hotels & Resorts duplica presença na Alemanha

    IHG Hotels & Resorts e Novum Hospitality assinam acordo que duplica a presença hoteleira da IHG na Alemanha, lança a colaboração Holiday Inn – the niu e estreia as marcas Garner e Candlewood Suites na Europa

    A IHG Hotels & Resorts (IHG) e a Novum Hospitality anunciam um acordo de longo prazo que duplicará a presença da IHG na Alemanha para mais de 200 hotéis em quase 100 cidades, através de uma colaboração com a marca Holiday Inn – the niu e da estreia na Europa das marcas Garner e Candlewood Suites da IHG.

    O acordo com a Novum Hospitality, um dos maiores operadores hoteleiros privados da Alemanha, propriedade de David Etmenan, tornará a IHG num dos principais intervenientes nos segmentos midscale e upper midscale.

    Assim, entre 2024 e 2028, deverão juntar-se ao sistema da IHG 108 hotéis Novum Hospitality (15.334 quartos) e 11 hotéis em desenvolvimento (2.369 quartos). A conversão dos hotéis para o sistema da IHG ocorrerá por fases, com início em 2024, sendo que a maioria terá lugar nos próximos 24 meses. Com esta operação, o tamanho do sistema global da IHG aumentará em até 1,9% nos próximos anos.

    Outros 52 hotéis abertos e em projecto juntar-se-ão à IHG através de uma colaboração distinta entre o Holiday Inn e a the niu, a elegante e emblemática marca de gama média-alta da Novum Hospitality.

    Esta colaboração combinará a presença doméstica da the niu com a reputação de confiança da Holiday Inn e o reconhecimento global da marca para construir uma posição de liderança num mercado alvo fundamental. As outras marcas da Novum Hospitality, Yggotel, Select e Novum, com 56 hotéis abertos e em projecto, serão convertidas na nova marca de conversão de gama média da IHG, Garner, e a marca acora Living the City, com 11 hotéis abertos e em projecto, será convertida na marca de estadia prolongada de gama média da IHG, Candlewood Suites.

    O acordo inclui uma parceria de exclusividade para que os futuros hotéis da Novum Hospitality se juntem às marcas líderes e ao portfolio de hotéis da IHG, com a ambição de desenvolver conjuntamente mais hotéis ao longo do tempo

    O acordo tem um prazo de 30 anos e a opção de renovação por prazos adicionais.

    A Novum Hospitality adoptará as marcas e os sistemas da IHG para todo este portfólio, tornando-se um dos maiores franchisados da IHG a nível mundial, com acesso ao poderoso motor comercial e às plataformas tecnológicas da IHG para impulsionar o desempenho do hotel, melhorar a eficiência das operações hoteleiras e a experiência do cliente.

    “Estamos muito satisfeitos por colaborar com um grupo tão respeitado como a Novum Hospitality e duplicar a presença da IHG na Alemanha, um dos maiores mercados hoteleiros da Europa e uma prioridade de crescimento para o nosso negócio. Este acordo demonstra quão atractivo é o nosso empreendimento para os proprietários e o sucesso da IHG em atrair excelentes oportunidades de conversão para aumentar a dimensão do seu portfolio. Também cria uma forte plataforma doméstica na Alemanha para aumentar a procura e o conhecimento da marca, bem como captar uma maior parte dos milhões de viagens de saída efectuadas todos os anos na Europa e não só”, afirmou Elie Maalouf, director executivo da IHG Hotels & Resorts.

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    Efacec acelera inovação na mobilidade eléctrica

    A Efacec apresenta o novo carregador eléctrico de alta potência QC180, o primeiro de um leque de novos produtos que serão apresentados em 2024 e 2025, marcando o ritmo de uma fase de impulso à inovação na mobilidade eléctrica

    Já disponível para a encomenda, o QC180 é a uma solução all-in-one de carregamento de alta potência (high power charging) assente nos princípios modulares da Efacec (Modular Systems), desenvolvida com foco total na garantia de disponibilidade ao cliente através da incorporação de um sistema de monitorização activa e upgrade remoto, viabilizando uma operação mais eficiente e fiável.

    Mais potente, mais compacto, mais sustentável e com um novo design, o novo carregador da Efacec integra a tecnologia Plug and Charge, possibilita uma carga simultânea de 180kW que disponibiliza até 350A (dry cable) e inclui ligação remota independente para manutenção e gestão de ativos, bem como um terminal de pagamento com cartão de crédito. Pode ainda ser integrado com o Load Management System (LMS) da Efacec, ferramenta que permite aos operadores gerir as potências das estações no local das instalações.

    Adicionalmente, o novo carregador de alta potência oferece mais suporte ao cliente e à operação da rede, optimizando a manutenção da base instalada, indo também ao encontro das necessidades do utilizador final em termos de potência, disponibilidade de carga e simplicidade na gestão (manuseamento) de cabos.

    Mais de 140 colaboradores estiveram envolvidos no desenvolvimento de um novo produto que vem ampliar a actual gama de soluções de mobilidade eléctrica neste segmento, que já inclui o QC60, QC90 e QC120, alavancando a expansão da actividade em mercados europeus fulcrais e contribuindo tanto para a descarbonização da electrificação como para uma maior circularidade.

    “O nosso roadmap tecnológico é uma demonstração inequívoca do compromisso da Efacec em responder aos maiores desafios de um desafio vital para as sociedades do futuro. Não só reforça o nosso portefólio actual, como evidencia que a empresa tem as competências técnicas adequadas para desenvolver produtos e soluções inovadoras na mobilidade eléctrica, e que continuamos totalmente comprometidos com projectos de I&D, nos quais investimos 18% das receitas nos últimos anos”, afirma Nuno Delgado, director da Mobilidade Eléctrica da Efacec.

    Com novos lançamentos previstos para 2024 e 2025, a Efacec reafirma a sua aposta no desenvolvimento de soluções que contribuam activamente para a criação de um futuro mais sustentável, reforçando o seu perfil de marca pioneira no sector da mobilidade eléctrica e de player fundamental na descarbonização da economia.

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    Grupo Mercan reforça posição no Algarve com aquisição do Hotel Califórnia Urban Beach

    O grupo adquiriu o Hotel Califórnia Urban Beach, na praia dos Pescadores, em Albufeira, por 13 M€. A unidade vai operar sobre a gestão da Ace Hospitality Management, AHM, empresa do universo Mercan

    O Grupo Mercan reforça o seu investimento no Algarve com a aquisição do Hotel Califórnia Urban Beach, localizado na Praia dos Pescadores em Albufeira, e que está desde o início de Abril sob a gestão da  Ace Hospitality Management, AHM, empresa que pertence ao Grupo Mercan, responsável pelo investimento e desenvolvimento de activos hoteleiros.

    A aquisição do Hotel Califórnia Urban Beach pelo Grupo Mercan foi concretizada no final do último mês de 2023, mas só agora, com a conclusão do período de transição, o hotel da Praia dos Pescadores passa a ser oficialmente gerido pelo Grupo Mercan.

    Este investimento do Grupo Mercan, no valor superior a 13M€, que incluem as obras de reabilitação do edifício e que permitem ao Califórnia Urban Beach consolidar 31 postos de trabalho, reforça a presença do grupo no potencial hoteleiro da região do Algarve, onde já detém em desenvolvimento o Hotel Indigo Faro Ribeirinha, o Lagos Marina Hotel, Curio Collection by Hilton e Hilton Garden Inn Lagos, o Marriott Lagos e o Hard Rock Hotel Algarve, localizado em Portimão, e cuja abertura está prevista para 2026.

    Localizado centro de Albufeira, a cerca de 15 minutos a pé da Marina de Albufeira, o Hotel Califórnia Urban Beach privilegia a envolvência da cidade algarvia, com as típicas varandas voltadas para a cidade, permitindo aos hóspedes desfrutarem do ambiente vibrante da Praia dos Pescadores.

    Desde a piscina exterior com vista para a cidade de Albufeira, à piscina interior aquecida do spa com circuito de águas e serviço de massagens e tratamentos de beleza, os hóspedes do Hotel Califórnia Urban Beach têm acesso a uma ampla oferta para desfrutar de um tempo de descanso em terras algarvias.

    Em Portugal o Grupo Mercan conta actualmente com 31 empreendimentos em diversas localidades do país como Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Lisboa, Amarante, Santiago do Cacém, Évora, Beja, Algarve e Madeira.

     

     

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    Bondstone investe cerca de 70 M€ em novo conceito “rural-city lovers”

    Bloomia, com 123 apartamentos, está integrado no Belas Clube de Campo. A comercialização está a cargo da própria Bondstone, Castelhana e JLL

    A gestora de fundos portuguesa Bondstone anuncia o lançamento de um novo empreendimento residencial. Localizado no Belas Clube de Campo, o Bloomia, com 16,260 metros quadrados (m2), irá trazer para o mercado 123 apartamentos, num investimento de cerca de 70 milhões de euros. O empreendimento está a ser comercializado pela Bondstone, Castelhana e JLL.

    Direccionado para a classe-média alta, o projecto irá contar com tipologias que vão desde o T1 ao T4 e com valores de lançamento desde os 280.000€ a 890.000€.

    Com assinatura de Capinha Lopes, esta nova aposta da Bondstone destina-se aos “the rural-city lovers” que procuram combinar um estilo de vida urbano com o cenário “inspirador e tranquilo” do campo.

    Todas as fracções têm espaços exteriores privativos e dispõem de estacionamento com infraestuturas para carregamento de automóveis. O condomínio privado irá contar com piscina exterior, ginásio, sala multiusos, zona para lavagem de carros, pet care station e cacifos para entregas

    A sua localização, dentro do Belas Clube de Campo, possibilita ainda o acesso a um conjunto de condições e facilities do próprio empreendimento, tais como, segurança, espaços verdes, parques infantis, campo de golf, ginásio, campos de ténis e padel, supermercado com entregas em casa, comércio de serviços, parafarmácia, restaurante/club house, café e um colégio à porta de casa.

    Uma das características inovadoras deste projecto, é o envolvimento do cliente na criação da sua casa de sonho, através da possibilidade de personalizar os acabamentos do seu apartamento, em três modalidades à sua escolha: Pure, que privilegia linhas contemporâneas em tons claros; Timeless, de design intemporal elegante em tons quentes; e Urban, para um estilo mais citadino com inspiração industrial.

    Para Frederico Pedro Nunes, chief operating officer da Bondstone, este projecto reflecte o “compromisso com o mercado imobiliário nacional e com o desenvolvimento de projectos que aportam valor e dão resposta às necessidades dos nossos clientes”, pensado  para “famílias e para empresários que valorizam o sossego depois de um dia intenso, ou até para nómadas digitais, que podem encontrar no Bloomia o seu retiro de eleição”.

    A sustentabilidade foi também tinha em conta no projecto e, como tal, o Bloomia irá contar com Certificação BREEAM.

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    RE Capital anuncia joint venture para investimento de 66 M€ no Algarve

    Com 43 unidades, o Villas Lobo apresenta-se como um projecto sustentado pelo “compromisso com o design ecológico” e que trará conceitos de habitação “inovadores” ao Algarve. A sua construção está prevista iniciar ainda este ano

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    A RE Capital, empresa pan-europeia de investimento, desenvolvimento e gestão de activos imobiliários, em parceria com o Real Estate Investment Group (REIG ) anunciam a venda de uma participação maioritária no seu projecto Villas Lobo a um experiente fundo local de capital privado. A equipa de Desenvolvimento de Capital de Mercados da JLL actuou em nome da RE Capital sob um mandato exclusivo. As partes irão desenvolver o projecto em conjunto, com previsão de início ainda em 2024.

    A venda cria uma nova joint venture centrada num projecto residencial de luxo de 66 milhões de euros, Villas Lobo, localizado em Vale do Lobo, no Algarve e que representa a entrada da promotora no Sul do País.

    “Temos um histórico de sucesso em Lisboa e estamos ansiosos por criar um empreendimento residencial de classe mundial no coração do Algarve. É considerado um dos destinos mais exclusivos de Portugal e o projecto dá-nos a oportunidade de trazer ao mercado um desenvolvimento escalável e diferente de qualquer outro na área”, afirmou Newman Leech, CEO da RE Capital.

    Com 43 unidades, o Villas Lobo apresenta-se como um projecto sustentado pelo “compromisso com o design ecológico” e que trará conceitos de habitação “inovadores” ao Algarve, marcando “uma nova era no imobiliário residencial na região”.

    “Esta colaboração incorpora uma partilha de conhecimentos e capacidades, culminando num empreendimento residencial único. Com o início das obras de infraestrutura, esperamos trazer um novo produto ao mercado, um oásis dentro do já consolidado Villas Lobo Resort”, destaca Nuno Santos, head of Portugal da RE Capital.

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    Seguradora AXA adquire participação maioritária de novos escritórios junto ao Colombo

    A transacção envolve 74% da participação da Sonae Sierra no futuro edifício de escritórios em construção junto ao Centro Comercial Colombo e que será concretizada no próximo mês de Maio

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    A Sonae Sierra vai vender parte maioritária do novo edifício de escritórios em construção junto ao Centro Comercial Colombo à seguradora francesa AXA Investment Managers.

    A aquisição, que abrange 74% do veículo que está a promover o edifício, vai ser concretizada no próximo mês de Maio.

    Fruto de um investimento de 118 milhões de euros, a futura ‘Torre Norte’ somará 35 mil metros quadrados (m2) de área bruta de construção dividida em nove pisos, sendo, por isso, o edifício de escritórios com maior área disponível por pisos, o que “permite ir à procura dos grandes arrendatários”, destacou o administrador Alexandre Fernandes, responsável pela área de development da Sonae Sierra

    Com conclusão prevista para o final de 2025, as obras deste edifício arrancaram há cerca de um ano e meio.

    O Centro Comercial Colombo foi inaugurado m 1997 e tem vindo a expandir a sua área de escritórios, com a construção da Torre Este em 2009 e da Torre Oeste em 2011. Já em 2015, o Grupo anunciou a construção de mais duas torres, contudo, depois do projecto ter sido revisto pela autarquia de Lisboa acabaria por ser apenas aprovada a construção de um novo edifício.

    Com negócios em diferentes áreas, recentemente, a Sonae Sierra a realização de uma joint-venture com a PGIM para a industria hoteleira, cujo primeira unidade será no Porto.

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    ERA Portugal regista crescimento no 1º trimestre de 2024

    A ERA Portugal acaba de divulgar os resultados da operação referentes ao 1º trimestre de 2024. Os principais indicadores mostram uma tendência de crescimento face a 2023, mas falta de oferta pode condicionar a actividade

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    Nos primeiros três meses de 2024 a ERA Portugal facturou 21 milhões de euros, significa um crescimento +5% face ao período homólogo e uma estabilização em relação ao último trimestre do ano em que o valor foi o mesmo.

    “A incerteza do contexto macroeconómico que marcou o início do ano de 2023 teve, na época, consequências naturais no negócio. Contudo, 2024, como é possível constatar através dos vários indicadores, já aponta para um crescimento em linha com o que se começou a registar logo a partir do 2º semestre de 2023. Os dados vêm, assim, reforçar as nossas expectativas de atingirmos um crescimento a dois dígitos até ao final do ano”, antecipa Rui Torgal, CEO da ERA Portugal.

    O número de negócios efectuados (2.753) nos primeiros três meses aumentou em comparação com o mesmo período do ano passado (+2,7%) e com os últimos três meses de 2023 (+3,2%).

    Em relação ao valor dos negócios transaccionados, neste 1º trimestra rondou os 411 milhões euros (+5% face ao período homólogo e mais 0,4% em relação ao último trimestre de 2023).
    O valor médio das casas vendidas no 1º trimestre rondou os 171 mil euros, o que significa um aumento +2.4% face ao valor registado no período homólogo e um decréscimo de -2% em relação ao último trimestre de 2023.

    Oferta limitada continua a ter impacto
    A oferta disponível ainda é muito limitada e esta realidade traduz-se numa quebra nas angariações. No 1º trimestre foram conseguidas 9.809 angariações, o que representa um decréscimo de -14% face aos primeiros três meses de 2023. Em sentido inverso, verifica-se uma subida de +25% em relação ao último trimestre do ano.

    Contabilizando-se 17.562 novos clientes vendedores, este 1º trimestre do ano registou um decréscimo de -27% face ao período homologo. Contudo, o cenário inverte-se quando a comparação é feita com o último trimestre de 2023 ao verificar-se um crescimento de +22%.

    Já em relação aos novos clientes compradores, a ERA contabilizou 73.247 (-2% face ao período homologo e +24% em relação ao último trimestre de 2023). Em linha com o histórico mais recente, os principais clientes da ERA em 2024 continuam a ser os portugueses, brasileiros, franceses e alemães.

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    Soluções ‘agrivoltaicas’ para um futuro sustentável

    O ‘agrivoltaico’ combina a produção de energia solar fotovoltaica com actividades agrícolas na mesma área e emerge como uma solução promissora para enfrentar os desafios globais da energia e da alimentação

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    O ‘agrivoltaico’, conceito que tem ganho destaque nos círculos científicos e empresariais, é uma abordagem integrada que procura optimizar o uso do solo, permitindo a coexistência harmoniosa de sistemas agrícolas e de geração de energia renovável. Além de maximizar a eficiência do uso da terra, também oferece vários benefícios ambientais, como a redução da erosão do solo, o fornecimento de sombra para as plantas e a diminuição da evaporação da água.

    A Image4All tem desempenhado um papel relevante na promoção e implementação do ‘agrivoltaico’ em Portugal, sendo responsável pelo desenvolvimento e gestão de diversas iniciativas nesta área. Um exemplo é a recente criação da Horta Solar, projecto inovador em colaboração com a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL)

    Este projecto tem ainda uma dimensão de investigação para a qual a Image4All contribui com o objetivo de potenciar e desenvolver o setor científico do país, com o objetivo de otimizar o uso da energia e um exemplo concreto do potencial do ‘agrivoltaico’, onde os sistemas de energia solar fotovoltaica são integrados com sistemas agrícolas para criar um ambiente sinérgico e simbiótico.

    Para além disso, o projecto da Horta Solar demonstra a viabilidade do ‘agrivoltaico’ tanto em ambientes rurais quanto urbanos, abrindo portas para futuras aplicações em diversas áreas.
    Um dos aspectos mais notáveis do ‘agrivoltaico’, é a capacidade de resolver dilemas complexos, como a competição entre terra e agricultura e a produção de energia renovável.

    Ao aproveitar terrenos agrícolas para a instalação de sistemas fotovoltaicos, o ‘agrivoltaico’ oferece uma solução elegante que promove a sustentabilidade ambiental e económica.
    Todos os projectos de âmbito ‘agrivoltaico’ têm modelos contratuais associados e na agricultura o autoconsumo faz todo o sentido, uma vez que a montagem de projetos de autoconsumo de energia exponencia uma maior resiliência face a eventos climatéricos extremos que danificam as culturas e acarretam um maior consumo de energia, também nas estufas e nas instalações associadas.

    O autoconsumo, quer individual quer colectivo, vai permitir uma autonomização do consumo de energia eléctrica e é ainda importante também em relação a eventuais falhas da rede pública de energia, para além de permitir a uma exploração agrícola ter uma fonte de energia mais barata.

    “O potencial do agrivoltaico é vasto e versátil”, afirma o CEO da Image4All. “Desde logo com inúmeras vantagens competitivas na utilização desta tecnologia, que passam pela redução de custos operacionais da exploração, pelo aumento da resiliência das culturas e aumento da produtividade agrícola, a que se associa ainda a redução do consumo de água e redução do consumo energético”, resume João Loureiro.

    O responsável sustenta que “a optimização energética nas suas múltiplas vertentes é estrutural para o futuro”. A Image4All trabalha para a potenciar e desenvolver essa optimização, inovando nas respostas e alargando o leque de soluções, como ‘agrivoltaico’.

    O ‘agrivoltaico’ representa uma abordagem inovadora que visa equilibrar a crescente procura de energia renovável com a necessidade de preservar recursos agrícolas e salienta a importância de encontrar soluções sustentáveis e integradas para enfrentar os desafios globais relacionados à energia e agricultura.

    Com um compromisso contínuo com a inovação e a sustentabilidade, a Image4All trilha um futuro onde a energia renovável e a agricultura podem coexistir em harmonia, impulsionando o desenvolvimento económico e a preservação ambiental.

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    Imovendo: A proptech portuguesa que é uma imobiliária

    A agência imobiliária digital portuguesa nasceu há cinco anos. Lutou com as desconfianças inicias numa actividade que vive de relações humanas e tem vindo a afirmar-se num mercado onde o digital e o negócio online estão a crescer

    “Se posso encomendar um Uber Eats às 10 horas da noite, porque não posso também começar a transaccionar o meu imóvel às 10 horas da noite de um domingo?”. A questão é de Miguel Mascarenhas, CEO da Imovendo e um dos fundadores da consultora proptech portuguesa que actua no ramo imobiliário e na sua mediação. Na prática, é isso que a Imovendo vem acrescentar ao mercado a possibilidade de, de forma digital, tratar de todo o processo de compra/venda do imóvel.

    Miguel Mascarenhas, CEO e fundador da Imovendo

    Como funciona e qual o modelo de negócio da Imovendo?
    Somos uma agência imobiliária digital, com todos os requisitos legais como todas as outras. O que nos diferencia no modelo de actuação face a uma agência imobiliária fixa é, do lado do cliente, o termos uma comissão fixa de 5000€, com iva incluído, ao invés da tradicional 5% sobre o valor transaccionado do imóvel. Ou seja, um valor que há de ser 3 a 5 vezes mais baixo do que o praticado pelo mercado. Do lado dos agentes/colaboradores estes estão na Imovendo a full-time e o seu rendimento está menos dependente dos negócios se concretizarem. Isto permite-nos, com crescimento e escala, reduzir custos. O nosso foco é servir o cliente e garantir o melhor preço dos seus imóveis.

    Como é que estão estruturados?
    Temos três equipas principais. Uma equipa operacional que angaria os imóveis e explica o conceito da Imovendo. Não fazemos visitas ao imóvel, mas apoiamos os proprietários nessa tarefa. Uma segunda equipa qualifica as leads, agenda as visitas, está presente na negociação e na escritura. Outra equipa mais processual/compliance garante que toda a informação está correcta e certificada, em cumprimento dos requisitos legais. E depois temos uma quarta equipa, se quiser usar o termo, que faz o desenvolvimento da plataforma. A Imovendo faz cinco anos e estamos permanentemente a desenvolver e a optimizar o processo.

    Como lutaram com a desconfiança inicial numa actividade que vive muito das relações humanas?
    Quando nos lançámos no mercado foi em 2019 foi difícil conseguir os primeiros imóveis. Mas depois com a pandemia as pessoas começaram a perceber que podiam tratar as coisas por telefone e online, e começaram a confiar mais nestes processos. Actualmente, temos cerca de uma centena de propriedades na nossa carteira.

    Lisboa e Porto no centro da actividade
    Quem é o vosso cliente tipo e que tipo de imóveis passam pela Imovendo?
    Principalmente apartamentos em Lisboa e do Porto do segmento médio/alto, com valores entre os 300 e os 600 mil euros. A maioria dos nossos clientes são pessoas com instrução, que compreendem o mercado e sabem como funciona o processo. Nestes cinco anos transaccionámos cerca de 400 imóveis, temos uma boa performance. Fizemos o estudo o ano passado e num ano geramos uma poupança para os nossos clientes de cerca de dois milhões de euros em comissões.

    Como é que sentem a evolução do mercado imobiliário?
    Nos últimos 10 anos o valor dos imóveis em Portugal teve aumentos insustentáveis do valor do m2. Só o ano passado o mercado começou a estabilizar o que faz com que os valores anunciados e os valores a que os imóveis são de facto transaccionados estão muito próximos. Mas continua a haver uma falta generalizada de “produto” e sem nova construção não haverá um verdadeiro equilíbrio do mercado.

    Qual o vosso plano de expansão, como pretendem crescer no futuro?
    Como proptech que somos temos um pouco o ADN de ser uma empresa tecnológica, uma empresa de internet. É importante garantirmos que a nossa plataforma criada in-house tenha capacidade para absorver e acompanhar o crescimento, sejamos capazes de passar de 100 para 200 ou para 1000 imóveis, enquanto em termos de modelo de negócio mantemos os custos controlados. Estamos permanentemente a melhor o sistema e continuamos a investir na marca e a dá-la a conhecer a um cada vez maior número de proprietários. Trabalhamos de forma diferente e acreditamos que o mercado se está a adaptar. Se olharmos muito para a geração (a que compra e a que vende), daqui a uns anos esta população vai estar ainda mais confortável em usar este modelo online.

    Não há o risco da IA surgir e tornar o que existia antes obsoleto?
    Não vemos a IA como um risco. Mais como uma oportunidade. Como eu falei há pouco, temos uma plataforma central em que temos os inputs todos, todos os dados, todos das transacções, o que nos vai permitir criar modelos de futuro e estarmos melhor preparados para o mercado vir para o online. Estamos numa boa posição.

    Portugal tornou-se o país dos unicórnios. Como é que vêm o mercado do ponto de vista da tecnologia?
    Muitas dessas empresas não estão focadas em Portugal. Normalmente têm âmbitos globais. O nosso objectivo é estarmos focados em Portugal e crescer consoante o mercado nacional.

     

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

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