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    Bondstone anuncia projecto imobiliário de 700M€ no Algarve

    Chama-se Arcaya e irá desenvolver-se por várias fases, a primeira das quais irá arrancar com a construção de 48 vilas com uma área de 240m2, inseridas em lotes com áreas entre os 1.000m2 e os 2.000m2. As vilas de 4 quartos com preços de lançamento a partir de 1,9M€ estarão concluídas em 12 meses

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    Bondstone anuncia projecto imobiliário de 700M€ no Algarve

    Chama-se Arcaya e irá desenvolver-se por várias fases, a primeira das quais irá arrancar com a construção de 48 vilas com uma área de 240m2, inseridas em lotes com áreas entre os 1.000m2 e os 2.000m2. As vilas de 4 quartos com preços de lançamento a partir de 1,9M€ estarão concluídas em 12 meses

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    A Bondstone, sociedade gestora de fundos portuguesa, anuncia o lançamento do Arcaya, um projecto residencial localizado nos terrenos da Quinta do Morgadinho, em Vilamoura, com mais de 68 hectares. Este novo projecto da Bondstone representa um investimento na ordem dos 700 milhões de euros no Algarve e, numa fase inicial, irá trazer ao mercado imobiliário residencial 48 vilas com uma área de 240m2, inseridas em lotes com áreas que variam entre os 1.000 e os 2.000m2, com preços de lançamento a partir de 1,9M€.

    Inseridas numa floresta de 68 hectares, as Arcaya Homes, desenhadas pelo gabinete de arquitectura espanhol Battleiroig, são construídas seguindo práticas inovadoras com foco na preservação dos ecossistemas, com estrutura em madeira e construção off-site.

    “Estamos muito orgulhosos por apresentar ao mercado o Arcaya, um projecto que reflecte a visão e ambição da Bondstone e pretende aportar ao mercado imobiliário nacional uma nova perspectiva sobre sustentabilidade e arquitectura. Com uma abordagem pioneira, redefinimos os padrões de sustentabilidade no sector imobiliário e a pegada carbónica no sector da construção”, refere Frederico Pedro Nunes, Chief Operating Officer da Bondstone
    Terracotta, Timber e Sand são as três casas de assinatura da primeira fase de lançamento do projecto. Com 240m2 de área bruta de construção, cada tipologia é composta por 2 pisos, tem até quatro quartos e conta com a opção de personalização de acordo com as preferências dos futuros moradores. As vilas combinam harmoniosamente o espaço interior com o exterior, sendo compostas por amplas áreas exteriores, com jardins e terraços, piscina privada, zona de estar e de refeições, garantindo as condições ideais para desfrutar da natureza envolvente. A primeira fase de construção deverá estar concluída nos próximos 12 meses.

    O projecto contará ainda com um clube, restaurantes, wellness center e uma oferta alargada de serviços essenciais para o quotidiano: mercearia, lavandaria, concierge e passeios de bicicleta.

    “O Arcaya é o local perfeito para viver em pleno a natureza, nos passeios pelos caminhos naturais e jardins de água pura, ou nas inúmeras amenities que integram o projecto paisagístico excepcional. Viver no Arcaya será como viver num oásis natural no Algarve, onde casas únicas de design sustentável se misturam harmoniosamente num jardim infinito, e onde temos tudo ao nosso alcance”, acrescenta Frederico Pedro Nunes.
    O design de interiores das 3 vilas, projectado pela Andrez Andrez Interiors e explora linhas minimalistas acolhedoras e combina harmoniosamente tons orgânicos suaves com o cenário natural envolvente.

    O Arcaya está a ser comercializado pela Bondstone, Quinta Properties e Sothebys.

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    Barómetro: Velux aponta medidas urgentes para melhorar qualidade de ar interior e iluminação natural

    A saúde e o conforto interior nos edifícios europeus estão seriamente comprometidos. Um em cada quatro europeus vive em edifícios onde a qualidade do ar interior é inferior às normas nacionais e mais de 30 milhões de cidadãos são afectados por viverem em espaços demasiado escuros, com um impacto negativo na saúde mental e física. O Barómetro de Edifícios Saudáveis, que a marca dinamarquesa de janelas promove desde 2015, coloca não apenas em evidência estes indicadores como aponta medidas emergentes para inverter tendência

    A tónica do estudo deixa antever que a necessidade de mudança é manifestamente evidente. “O contexto é de urgência”. A conclusão consta do Barómetro de Edifícios Saudáveis, uma análise elaborada pelo Instituto Europeu de Desempenho de Edifícios (BPIE) e promovida pela Velux, que se dedica, desde 2015, a identificar a necessidade de acções significativas rumo a edifícios saudáveis e apontar caminhos a seguir, incluindo uma definição e enquadramento para edifícios saudáveis, sustentáveis e resilientes. A urgência mencionada é, até, vertida em números: 1 em cada 4 europeus vive em edifícios onde a qualidade do ar interior está abaixo dos valores padrão europeus. Pior: um em casa seis adultos europeus vivem num ambiente, numa casa, cujo ambiente interior é insalubre, sendo que no caso das crianças estamos a falar de uma em cada três crianças.

    Em Madrid, numa iniciativa dedicada à imprensa e que contou com a presença do CONSTRUIR, a fabricante dinamarquesa de janelas promoveu uma conferência dedicada à apresentação das principais conclusões desta análise. “Os edifícios saudáveis e acessíveis deviam ser o único tipo de edifícios em que as pessoas vivem, aprendem, trabalham, se divertem ou recuperam. Acreditamos que este relatório pode servir tanto de inspiração como de ferramenta concreta para os decisores políticos, apresentando recomendações e exemplos concretos,” afirma Fleming Voetmann, vice-presidente de Relações Externas e Sustentabilidade do Grupo VELUX. Os edifícios saudáveis também beneficiam a economia e o clima, pois os estudos apresentados mostram um retorno do investimento de 11,5% na renovação de um edifício público, e uma redução de 30% do impacto climático. Além disso, os locais de trabalho mais saudáveis poderiam gerar um valor acrescentado bruto adicional de 40 mil milhões de euros por ano para a economia europeia por cada 1% de melhoria no desempenho dos trabalhadores.

    Almudena López, Specification Manager da Velux Espanha, explica que “começar um projecto de arquitectura ou fazer uma remodelação é uma enorme oportunidade para criar um espaço que não seja apenas sustentável para o planeta, mas que também favoreça os seus ocupantes. É da responsabilidade do arquitecto zelar pelo bem-estar dos utilizadores em cada momento do dia e dos legisladores estabelecer critérios de saúde e de energia.” O estudo BPIE/VELUX não se limita a diagnosticar o estado do edificado, mas recomenda soluções e a aplicação de boas práticas para ultrapassar o problema que atinge uma dimensão preocupante.

    UE longe das metas
    O contexto é de urgência já que a União Europeia está longe de atingir os objectivos climáticos para 2050 em matéria de energia e renovação. O mesmo se passa quando se trata de melhorar a saúde do parque imobiliário, como mostra o presente relatório. Para fazer face a esta situação, o Barómetro dos Edifícios Saudáveis introduz não só um quadro para monitorizar os edifícios saudáveis e sustentáveis na Europa, mas também um conjunto de recomendações políticas para alinhar colectivamente os esforços em matéria de edifícios saudáveis com os objectivos de descarbonização do Acordo de Paris para 2050. As políticas climáticas devem colocar as pessoas em primeiro lugar. Estabelecer um novo quadro em que a sustentabilidade, a resiliência e a acessibilidade económica possam ser alcançadas ao mesmo tempo.

    Os números revelados pelo estudo são inquietantes. Em termos de reabilitação e renovação, o atraso é enorme: “As renovações têm de ser aumentadas em 1400% para atingir os objectivos da UE” – constata o estudo. Em 2020, apesar de vivermos ainda os efeitos da pandemia, ainda assim “as emissões de CO2 foram 18% superiores ao que deveriam ter sido para atingir os objectivos climáticos da UE”.

    Mas o estudo BPIE/VELUX também revela perspectivas esperançosas se, entretanto, autoridades e protagonistas do mercado imobiliário europeu “arrepiarem caminho”. “O custo da renovação de todo o parque habitacional ineficiente da UE poderia ser recuperado em apenas 2 anos e poupar 194 mil milhões de euros em benefícios sociais equivalentes (como menos dias de doença, melhor desempenho no trabalho e na escola, etc.)” – adianta a publicação. Em termos habitacionais, “O cumprimento das normas de eficiência energética da UE poderia poupar 44% da energia final utilizada para aquecimento”. E renovação dos hospitais poderia conduzir à quebra de 21% de gastos médicos, a 19% da taxa de mortalidade e a uma baixa de 20% da taxa de rotatividade do pessoal hospitalar”.

    ‘Herança’ Covid
    Embora de uma forma menos evidente, a Europa vive, ainda hoje, resquícios de um período de confinamento forçado à conta da pandemia de Covid 19. Entre esses efeitos está uma maior consciencialização para as debilidades das habitações. O confinamento e o crescimento da tendência do teletrabalho permitiram a milhões de pessoas olharem para as suas casas a partir de uma nova perspectiva. De um dia para o outro, começámos a ver problemas em detalhes que antes talvez passassem mais despercebidos para muitos. Falamos de questões que agora nos parecem tão vitais quanto a falta de luz, as deficiências térmicas, o excesso de humidade… Para garantir o bem-estar de todos e a preservação do planeta, o edifício sustentável impõe-se como nova norma. É, por isso, de elementar importância destacá-lo, uma vez que a saúde e o conforto no interior dos edifícios europeus estão numa situação, no mínimo, preocupante. Os números não deixam margem para dúvidas e alertam-nos: um em cada quatro europeus reside em edifícios onde a qualidade do ar interior está abaixo dos padrões nacionais e mais de 30 milhões de cidadãos são afectados por viverem em espaços demasiado escuros, com um impacto negativo na saúde mental e física. Sem sublinhar, especificamente, a importância de janelas eficientes na equação, Almudena López alerta que a qualidade do ar interior é provavelmente o dado que mais facilmente afecta a qualidade de vida das pessoas dentro de um espaço, seja uma casa, um escritório, um hospital. “Ambientes com uma qualidade de ar adequada promovem um bem-estar maior, maior produtividade, menor propensão a erros, melhoria de capacidade de concentração e de estudo”, o mesmo se passando com a importância da luz natural promovida por uma eficiente colocação e disposição de janelas. O período de confinamento expôs um conjunto de debilidades que a maior parte das pessoas desconhecia porque, até então, não as tinha experienciado de perto. 24 horas sobre 24 horas a viver e trabalhar num mesmo espaço tornaram evidentes algumas dessas falhas, nomeadamente ao nível da iluminação natural em contexto de (tele)trabalho ou a renovação de ar interior. O mesmo se passa ao nível da climatização. “As crescentes ondas de calor que temos vindo a notar com cada vez maior frequência têm também um impacto muito importante”, assegura a Specification Manager da Velux Espanha, acrescentando que “o aumento do número de mortes nos últimos anos colocou em evidência como os edifícios não estão preparados para estes fenómenos”. “Se olharmos para a realidade de Portugal, um pouco como em Espanha, um terço dos portugueses manifestam a sua incapacidade para manter estável a temperatura nas suas casas”, acrescenta Almudena, sublinhando que uma janela ou uma porta que não isole, seja no Inverno ou no Verão, pode representar um sério problema. Estamos a falar de protelar a entrada de calor o tempo suficiente até chegar a melhor altura de voltar a ventilar o espaço”.

    Visão holística
    De acordo com a Velux, o Barómetro define um novo enquadramento inovador baseado em investigação científica sólida e ilustrado através do estudo de 12 casos práticos na Europa. O enquadramento baseia-se em cinco dimensões interrelacionadas com as seguintes características e objectivos, nomeadamente melhorar a saúde mental e física; Concebido para as necessidades humanas; Construído e gerido de forma sustentável; Resiliente e adaptável e Empoderar as pessoas. Cada dimensão compreende um conjunto de indicadores, com um total de 24, que orientam as partes interessadas no seu processo de tomada de decisões para conseguir edifícios verdadeiramente saudáveis, sustentáveis e resilientes.

    Os edifícios que cumprem as cinco dimensões delineadas no novo enquadramento têm um impacto mensurável na saúde mental e física, com menos dias de doença e um melhor desempenho no trabalho e nas salas de aula, incluindo um aumento de 10 a 18% resultante apenas de uma maior exposição à luz natural. A esse respeito, o Barómetro propõe, até 2030, uma maior colaboração entre os diferentes recursos a nível nacional e da UE para desenvolver regulamentos e normas mais holísticas para edifícios saudáveis que vão além do desempenho energético; Incluir indicadores de edifícios saudáveis no observatório do parque de edifícios (BSO) e integrá-los nos instrumentos políticos nacionais (por exemplo, legislação, aconselhamento, financiamento, ferramentas de construção, planos de renovação); Aplicar a nível nacional as novas disposições da DEEE (Directiva do Desempenho Energético dos Edifícios) sobre a qualidade do ar nos edifícios e ampliar o alcance dos passaportes de renovação de edifícios e dos planos nacionais de renovação de edifícios para integrar as avaliações da qualidade do ar e os controlos de qualidade nas novas construções e renovações; Para evitar a fragmentação nacional, introduzir um quadro harmonizado da UE para calcular a avaliação do ciclo de vida (ACV) e estabelecer limites obrigatórios de emissões de carbono a nível da UE com base na ACV para os edifícios novos, tal como solicitado na reformulação da DEEE; Introduzir uma legislação sobre edifícios mais holística, que tenha em conta o funcionamento de um edifício ao longo de todo o ano, os parâmetros de conforto tanto no Verão como no Inverno e o uso de dados climáticos futuros; Incluir indicadores de edifícios saudáveis para promover tecnologias de edifícios inteligentes como a automatização de edifícios, a detecção, a modelação de informação de edifícios e os gémeos digitais (DBL).

    *O CONSTRUIR viajou a convite da Velux

     

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

    Director Editorial
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    Testo investe em nova unidade em Portugal

    Construtora portuguesa Garcia Garcia será responsável pelo projecto, design and build, da nova fábrica da multinacional em Portugal

    Foi lançada a primeira pedra da nova unidade industrial em Portugal da Testo, soluções de medição portáteis e estacionárias, que elegeu a Garcia Garcia, construtora especializada no design and build, para a execução do projecto. A nova fábrica da multinacional, a ser construída na zona industrial de Albergaria-a-Velha, irá produzir equipamentos de medição portáteis. Com uma área de 21.000 m2, o edifício industrial será pautado por uma componente arquitectónica diferenciada, que irá marcar a paisagem envolvente pelas suas linhas modernas. A conclusão da empreitada está prevista para o segundo semestre 2025 e permitirá criar até 500 novos postos de trabalho na região, a médio prazo.

    A cerimónia de lançamento da primeira pedra, que assinalou o início dos trabalhos, decorreu esta semana, tendo contado com a presença do CTO da Testo, Peter Kräuter, de responsáveis da Garcia Garcia, assim como do presidente da Câmara Municipal e Albergaria-a-Velha, António Loureiro.

    Com sede na Alemanha, na cidade de Titisee-Neustadt, no estado de Baden-Wuerttemberg, a Testo é especialista em tecnologia de medição fixa e portátil, desenvolvendo soluções nas áreas de AVAC e ventilação, qualidade alimentar, tecnologia da construção e controlo de emissões. Presente nos cinco continentes, a empresa emprega actualmente 3.700 trabalhadores e regista uma facturação de 450 milhões de euros.

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    (C) Jacob Sjöman. jacob@sjomanart.com

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    Fusões e Aquisições movimentam 4,3MM€ em 2024

    Número de transacções diminui em 24% em comparação a 2023, embora o capital mobilizado tenha registado um aumento de 0,5%. O sector de Real Estate foi o mais activo no período, com 36 transacções, de acordo com o mais recente relatório do TTR Data

    Entre Janeiro e Maio de 2024, o mercado transaccional português registou a concretização de 199 operações, que totalizaram 4,3MM euros . Destas, 37% revelaram seus valores, conforme aponta o mais recente relatório do TTR Data. De acordo com a análise, estes números representam uma queda de 24% no número de transacções em comparação com o mesmo período de 2023, no entanto, salienta o relatório, houve um aumento de 0,5% no capital mobilizado.
    No mês de Maio, foram registadas 21 fusões e aquisições, entre anunciadas e encerradas, que totalizaram um valor total de 828,92 milhões de euros.
    Em termos sectoriais, o sector de Real Estate foi o mais activo nos primeiros cinco meses de 2024, com 36 transacções, seguido pelo sector de Internet, Software & IT Services com 19 operações, o qual registou uma queda de 39% quando comparado com igual período de 2023.

    Âmbito Cross-Border

    No âmbito Cross-Border, quanto à número de transacções, a Espanha e França, foram os países que mais investiram em Portugal no período, contabilizando 27 e 15 transacções, respectivamente. Em sentido inverso, as empresas portuguesas escolheram a Espanha e o Reino Unido como principal destino de investimento, com 13 e sete transacções, respectivamente.
    As aquisições estrangeiras no sector de Tecnologia e Internet aumentaram em 56% em comparação ao mesmo período de 2023.

    Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

    Até Maio de 2024, foram contabilizadas 18 transacções de Private Equity e um total de 527 milhões de euros.
    Em Venture Capital, foram realizadas 44 rodadas de investimentos e um total de 215 milhões de euros, representando uma queda de 30% no número de transacções.
    No segmento de Asset Acquisitions, foram registadas 53 transacções com um valor de 1,7 mil milhões de euros, representando uma queda de 8% no volume de operações.

    The Oitavos é destaque no período em análise
    A transacção destacada pelo TTR Data em Maio de 2024, foi a venda pela Quinta da Marinha do The Oitavos para o BTG Pactual, Square View e Green Jacket. O valor da transacção é de 160 milhões de euros. A operação contou com a assessoria jurídica em lei portuguesa dos escritórios Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados e VdA, Vieira de Almeida. Do lado financeiro, foi assessorada pelo BTG Pactual e em Due Diligence pela EY Portugal.

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    Portugal vence concurso internacional de estudantes de arquitectura Saint-Gobain

    Portugal venceu, pela primeira vez, a fase internacional do Concurso de Estudantes de Arquitectura Saint-Gobain com o projecto “SIENI PARK” apresentado por alunos da faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto

    Mais de 224 universidades de 29 países participaram na 19.ª edição do Concurso de Estudantes de Arquitectura Saint-Gobain. Estudantes de todo o mundo pensaram num projecto arquitectónico para transformar um espaço urbano/rural pertencente à Universidade de Helsínquia, localizado na zona de Viikki, nos arredores da cidade de Helsínquia, na Finlândia. Os vencedores foram agora revelados durante um evento realizado esta semana pela Saint-Gobain na capital finlandesa. Comemoraram-se ainda os 20 anos de realização deste Concurso Internacional, que se realizou pela primeira vez em 2004, na Sérvia.

    O projecto “SIENI PARK”, proposto pela equipa portuguesa, composta por Francisco Peneda Ferreira, Pedro Tiago Gaspar e João Pedro Henriques da faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, está enraizado na cultura finlandesa e no seu sentido de comunidade. O projecto oferece um refúgio tranquilo em Viikki, ligando casas, locais de trabalho e o Campus Universitário nas proximidades. Combina estruturas antigas e novas num design coerente que assenta em três pilares fundamentais: sustentabilidade, inovação e conforto. Assim, cria-se um projecto futurista, duradouro, de baixa energia incorporada, que honra e desenvolve a tradição local de práticas de construção ecológicas.

    O painel de jurados que avaliou os projectos na fase internacional do concurso justificou a escolha do projecto português declarando: “Em termos de planeamento urbano, detalhes arquitectónicos e qualidade geral, a solução é abrangente e de alto nível. O edifício apresenta uma proposta de fachada interessante, possivelmente ainda aperfeiçoável devido às condições climáticas adversas do local. A composição urbana é inovadora e a estrutura em madeira é sofisticada. Importa referir que a integração do edifício antigo na arquitectura geral foi perfeita, e as soluções de sustentabilidade foram integradas na proposta desde o início, em vez de serem uma consideração posterior.”

    “É com enorme satisfação que ano após ano recebemos projectos de estudantes de arquitectura de todo o mundo, que honram o compromisso da Saint-Gobain com a promoção da arquitectura sustentável. Particularmente este ano, verificar que um projecto português vence este concurso atesta a qualidade e a diferenciação dos nossos estudantes a nível mundial”, sublinha Vasco Pereira, director da Academia Saint-Gobain e gestor do concurso em Portugal.

    A 20ª edição decorrerá no próximo ano, em Nord-Isère, França. Durante a cerimónia de entrega de prémios foi lançado um primeiro esboço do desafio arquitectónico a propor aos concorrentes.

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    CIRCO Hub Portugal: design circular em acção

    O projecto coordenado pelo LNEG, em colaboração com o IAPMEI, incentiva a economia circular através do design, tendo abrangido em Portugal 95 empresas, 272 profissionais ligados à indústria e 47 designers. Os principais resultados serão apresentados dia 26 de Junho

    No próximo dia 26 de Junho serão apresentados os principais resultados do projecto CIRCO Hub Portugal. O projecto coordenado pelo Laboratório Nacional de Energia e Geologia, LNEG, em colaboração com o IAPMEI, incentiva a economia circular através do design.

    No total, o CIRCO Hub Portugal apoiou, através de um modelo de formação-acção desenvolvido nos Países Baixos e já amplamente testado, 95 empresas, 272 profissionais ligados à indústria e 47 designers. Decorreram acções de formação multissetoriais e algumas destinadas a sectores específicos (têxteis e calçado, embalagens de vinho e outros alimentos, e ainda habitat).

    Na sessão de apresentação, que decorre online, serão divulgados os principais resultados, alguns casos de estudo e serão debatidos factores de sucesso e obstáculos a uma ampla adopção de design circular de produtos e modelos de negócio nas empresas.

    A sessão será conduzida por Cristina Sousa Rocha, investigadora auxiliar no LNEG e coordenadora-adjunta da Unidade de Economia de Recursos (UER), lidera projetos nacionais e internacionais nas áreas do ecodesign, design para a sustentabilidade, gestão do ciclo de vida de produtos e serviços e economia circular. É responsável pela área de Economia Circular e Gestão do Ciclo de Vida para a Sustentabilidade da UER, que se tem dedicado ao desenvolvimento de metodologias e ferramentas, publicações, normalização e capacitação de empresas e outras entidades.

    A participação é gratuita mediante inscrição obrigatória no site do LNEG.

     

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    Escola Secundária du Bocage (foto retirada do site da União das Freguesias de Setúbal)

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    Governo aprova estudo para requalificação do ‘Liceu’ em Setúbal

    O investimento estimado superior a 21 milhões de euros incluiu a reabilitação do edifício e dos espaços exteriores. A Câmara Municipal está agora a preparar o lançamento do concurso para a realização dos projectos de arquitectura e de especialidades

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    O estudo prévio, que prevê a requalificação da Escola Secundária du Bocage, o denominado ‘Liceu’, em Setúbal, foi aprovado pela Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, estando agora os serviços municipais a preparar o lançamento do concurso para a realização dos projectos de arquitectura e de especialidades.

    A obra, com um investimento estimado superior a 21 milhões de euros, inclui a reabilitação do edifício e dos espaços exteriores, assim como a construção de um auditório, uma biblioteca e uma nova portaria. Deste montante cerca de 15 milhões destina-se à requalificação do edifício, um milhão, 843 mil e 500 à construção das novas portarias, biblioteca e auditório e cerca de quatro milhões e 500 mil à requalificação dos espaços exteriores.

    Carla Guerreiro, vice-presidente da Câmara Municipal, adiantou, ainda, por outro lado, que na última reunião da comissão de acompanhamento da transferência de competências, realizada em 3 de Junho, a DGEstE comprometeu-se a realizar uma intervenção na cobertura do edifício, para resolver um problema de infiltrações.

    Em reunião com a comunidade educativa realizada no auditório da escola, na qual estiveram presentes André Martins e Carla Guerreiro, respectivamente, presidente e vice-presidente da Câmara Municipal, e Fátima Silveirinha, do executivo da União das Freguesias de Setúbal, deram a conhecer o projecto e avançaram estar a aguardar agora que o Governo tome decisões relativamente às fontes de financiamento, para que o processo avance em definitivo.

    Isto porque dado o grau de “complexidade” do levantamento do estado actual da escola, que acabou por ser “demorado”, inviabilizou que se avançasse mais cedo para a execução dos projectos de arquitectura e de especialidades, limitando a possibilidade de se apresentar uma candidatura ao PRR.

    Esta foi uma das sete escolas transferidas pelo Estado para a Câmara Municipal em 1 de Abril de 2022, no âmbito da transferência de competências na área da Educação.

    Além da Secundária du Bocage, também a EB 2,3 de Aranguez necessitam de “obras importantes”, assim como as escolas básicas 2,3 Barbosa du Bocage e de Azeitão têm de ser alvo de “uma grande requalificação”, uma intervenção que “não estava inicialmente prevista e só foi incluída após grande pressão da Câmara Municipal”, conclui André Martins.

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    Remax: Transacções de imóveis de luxo entre Janeiro e Abril movimentam 484 M€

    Portugueses foram os que mais adquiriu casa, com cerca de 73%. Entre os investidores estrangeiros, são os brasileiros, norte-americanos e ingleses quem mais negoceiam em imobiliário

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    A Remax Collection fechou os primeiros quatro meses do ano com um volume de preços de cerca de 484 milhões de euros, relativos a 1579 transacções e que dá conta de um aumento de 14,70% face ao mesmo período homólogo de 2023.

    Tal como em ciclos anteriores, foram os portugueses quem mais adquiriu casa, cerca de 73%. Entre os investidores além-fronteiras, são os brasileiros, norte-americanos e ingleses quem mais negoceiam em imobiliário.

    No que diz respeito ao peso por tipo de imóvel, os apartamentos continuam a representar mais de metade das transacções do segmento (82,52%), uma subida percentual (14%) face a 2023.

    Em relação à tipologia, os dados agora apresentados revelam que foram os T2 aqueles que maiores índices de procura registaram de janeiro a abril, com um total de 40,6% imóveis movimentados.

    Para Beatriz Rubio, CEO da Remax, “os números que traduzem a actividade nos primeiros meses do ano da RE/MAX Collection em 2024 foram os melhores de sempre neste período, reflectindo o crescimento face ao ano de 2023, o que demonstra o dinamismo do mercado imobiliário de luxo. Acreditamos que o aumento do portefólio de imóveis de luxo, sobretudo de empreendimentos exclusivos, cada vez mais procurados pelo segmento premium, e a aposta contínua na formação especializada dos nossos consultores seja um factor decisivo para a concretização de negócio”, sublinha.

    Tal como verificado em anos anteriores, a maior fatia do mercado Collection situa-se no distrito de Lisboa, que manteve assim a sua preponderância no conjunto do segmento. O grande destaque vai para o distrito de Coimbra que, pela primeira vez, surge no top 7 dos distritos com mais movimentos, ocupando a sexta posição.

     

    Numa análise mais detalhada, por distrito, é possível constatar que continuam a ser predominantes três concelhos: Lisboa, Porto e Setúbal. As variações mais significativas foram as registadas no Porto, com um aumento a rondar os 13%. Já o distrito de Setúbal reforçou o seu peso, mantendo o terceiro lugar entre os distritos mais importantes.

    De acrescentar que a atribuição da categoria “imóvel de luxo” da Remax Collection baseia-se em critérios de localização, preço, tipologia, design e arquitectura, pelo que excluí, por exemplo, terrenos e lojas da sua lista, contudo, contemplados por outras imobiliárias.

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    Hotel ‘Flor de Sal’, em Viana do Castelo

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    The Editory Collection Hotels adiciona mais uma unidade ao seu portefólio

    O Hotel Flor de Sal, em Viana do Castelo, passa assim a ser a 11ª unidade hoteleira da marca da Sonae. Enquanto “referência no Norte do País e perfeitamente estabelecido no destino” era estratégia integrar no Grupo esta unidade”, segundo Isabel Tavares, directora geral de Vendas e Marketing da Editory Collection Hotels

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    O Grupo The Editory Collection Hotels acaba de integrar mais uma unidade no portfólio de hotéis: o Hotel Flor de Sal, em Viana do Castelo, sendo a 11ª unidade a juntar-se à operação do Grupo a nível nacional.

    Localizado mesmo em frente ao mar e a poucos minutos do centro da cidade de Viana do Castelo, o hotel começou a sua actividade em 2004, tendo, recentemente, sido alvo de investimentos de renovação e reconversão energética.

    “O Hotel Flor de Sal é uma referência no Norte do País e perfeitamente estabelecido no destino, e para a nossa marca, é estratégico integrar esta unidade em Viana do Castelo”, afirmou Isabel Tavares, directora geral de Vendas e Marketing da Editory Collection Hotels.

    O Flor de Sal, uma unidade de 4* Estrelas, dispõe de 60 quartos, dos quais oito são suites e uma penthouse, com uma decoração “moderna e sofisticada” na qual imperam os tons claros e as madeiras, a par de muita luz natural e de janelas que permitem “apreciar a vista-mar ou a vista de montanha”.

    Vocacionado para lazer, a unidade apresenta, também, uma forte componente corporativa ao disponibilizar quatro salas de reuniões, uma delas com capacidade até 200 pessoas em plateia, com vista-mar e luz natural, assim como um ginásio e um heath club Solinca, com piscina interior.

    O restaurante Saleiro, com 40 lugares sentados, é, também, uma “referência” da gastronomia tradicional e dos sabores do Alto-Minho. Com serviço de almoços e jantares à Carta, apresenta, ainda, um menu executivo durante a semana e, ao jantar, há condições para refeições de grupos empresariais ou familiares. No bar encontra-se disponível a carta de snacks e de vinhos de várias Regiões Demarcadas.

    O Grupo The Editory Collection Hotels, detido a 100% pela SC Investments, que por sua vez é detida na quase totalidade pela Efanor, em resultado da reestruturação do portfolio da ex-Sonae Capital e agrega os negócios de Hotelaria, Fitness, Tróia e Real Estate que pertenciam à Sonae Capital.

    As restantes unidades da marca são o Porto Palácio Hotel by The Editory (Boavista, Porto), The Editory Artist (Baixa, Porto), The Editory House (Ribeira, Porto), The Editory Boulevard (Aliados, Porto), The Editory Riverside (Santa Apolónia, Lisboa), The Editory Garden (Baixa, Porto), The Editory by The Sea (Troia), Aqualuz Troia Mar & Rio by The Editory (Troia), Troia Residence by Editory (Troia) e Aqualuz Lagos by The Editory (Lagos).

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    Antigo edifício da CGD transformado em 13 apartamentos de “charme”

    Com promoção da Oxy Capital e da Zaphira Capital, o LIV Santa Catarina está a ser comercializado pela Quintela e Penalva l Knight Frank, em parceria com a Bloom Lifestyle

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    O projecto, da Oxy Capital e da Zaphira Capital, comercializado pela Quintela e Penalva l Knight Frank, em parceria com a Bloom Lifestyle, resulta da transformação de um edifício histórico em 13 apartamentos de “charme”.  A renovação integral inspirou-se na “alma tradicional portuguesa” e no “espírito boémio” de bairro.

    Localizado no centro de Santa Catarina, em Lisboa, entre os bairros da Bica, Bairro Alto, Santos-o-Velho e Chiado, o LIV Santa Catarina, no antigo número 5 da Rua Marechal Saldanha, onde em tempos funcionou uma das dependências da Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a ser alvo de uma reabilitação que combina a “rica história da arquitectura do século XIX com um design de interiores contemporâneo e a solidez estrutural de uma nova construção”.

    “Assistimos a um momento especial assente na notoriedade que Lisboa foi granjeando ao longo dos últimos anos um pouco por todo o mundo. A intenção do comprador internacional já não está condicionada apenas pelo preço. A qualidade da habitação, assim como a oferta de um conjunto de valências que se estendem além das fachadas de um imóvel, tem um papel decisivo na escolha da propriedade e, cada vez mais, terão que estar alinhados com os padrões internacionais de luxo e de vivência das principais capitais do mundo”, salienta Francisco Quintela, sócio fundador da Quintela e Penalva.

    A procura por produtos de excelência é “uma tendência que se irá manter”, não só pelo “conhecimento que os mercados internacionais vão tendo da cidade de Lisboa, mas igualmente pela constante procura de casas no tradicional triângulo associado ao luxo em Lisboa (Chiado-Príncipe Real-Avenida da Liberdade) e face à escassez de produto”, acrescentou Francisco Quintela.

    Foi a pensar neste cliente, “que conhece Lisboa e procura uma arquitectura tradicional sem descurar da qualidade esperada num produto imobiliário ao nível das principais cidades europeias e mundiais”, que foi concebido o LIV Santa Catarina.

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    Câmara de Sintra avança para construção de Multiusos em Fitares por 2,5M€

    Para o presidente da autarquia de Sintra, Basílio Horta, este investimento é “a cara de uma estratégia de descentralização e de proximidade e vem humanizar o território. Com esta obra pretendemos servir milhares de pessoas e famílias, satisfazendo as suas necessidades culturais, fortalecendo assim o sentido de comunidade.” 

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    A Câmara Municipal de Sintra assinou o auto de consignação que marca o arranque da construção do Multiusos de Fitares, num investimento de 2,5 milhões de euros. 

    Segundo adiantam os responsáveis municipais em comunicado, o valor desta empreitada corresponde à criação, de raiz, de um edifício multiusos em Fitares, na freguesia de Rio de Mouro, com dois pisos e implantado num lote com cerca de 6.800 m2, sendo que a sua área total de construção será de 1.034 m2 (incluindo zonas técnicas). 

    Para o presidente da autarquia de Sintra, Basílio Horta, este investimento é “a cara de uma estratégia de descentralização e de proximidade e vem humanizar o território. Com esta obra pretendemos servir milhares de pessoas e famílias, satisfazendo as suas necessidades culturais, fortalecendo assim o sentido de comunidade.” 

    O edifício Multiusos de Fitares, com uma lotação prevista até 270 lugares, pretende, como o nome indica, ter um carácter polivalente e permitir a realização de eventos de várias naturezas tais como espetáculos, conferências, exposições e outras atividades coletivas, constituindo um contributo importante para aumentar a oferta cultural nesta freguesia. 

    O edifício será constituído no R/C por um foyer que integra a recepção com zona para bengaleiro, pequena cafetaria, instalações sanitárias e acesso à cabine de som. O foyer tem acesso direto à sala multiusos onde decorrerão todos os espetáculos e atividades. Do outro lado da sala multiusos existe a área destinada aos artistas com acessos independentes a partir do exterior. Essa zona será constituída por camarins masculinos e femininos incluindo instalações sanitárias, zonas de arrumos de material de cena e posto de socorro. O 1º piso é constituído apenas por áreas técnicas interditas ao público. 

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