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    Empreendimento ‘Vivva Setúbal’

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    Primeiro projecto do The Edge Group em Setúbal já está em comercialização

    ‘Vivva Setúbal’ com uma área total de construção de cerca de 20 mil metros quadrados (m2), contempla 237 apartamentos de tipologias T1 a T4 e penthouses, com valores entre os 237 mil euros e os 660 mil euros

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    ‘Vivva Setúbal’ com uma área total de construção de cerca de 20 mil metros quadrados (m2), contempla 237 apartamentos de tipologias T1 a T4 e penthouses, com valores entre os 237 mil euros e os 660 mil euros

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    O empreendimento ‘Vivva Setúbal’, com uma área total de construção de cerca de 20 mil metros quadrados (m2), contempla 237 apartamentos de tipologias T1 a T4 e penthouses, com áreas entre 62 m2 a 165 m2 e com valores entre os 237 mil euros e os 660 mil euros.

    Com uma arquitectura contemporânea e um design “sofisticado”, com linhas limpas e uma palete de cores neutras, os apartamentos destacam-se pelas “amplas” janelas panorâmicas, terraços, varandas e jardins privativos que “optimizam” a entrada de luz natural, onde se pode contar, ainda, com estacionamento privativo e piscina.

    A empreitada estará a cargo da empresa Ageiron, uma empresa do universo da promotora, com um prazo de conclusão para o final do segundo trimestre de 2026. Dividida em três fases, a primeira consiste na construção do arruamento intitulado de ‘Rua Particular’, infraestruturas viárias, acessos ao terreno, passeios, ciclovias, muros periféricos, construção dos edifícios 1 e 2, respectivas caves e, espaço lúdico correspondente à área da cave desses edifícios.

    A segunda fase inicia com a construção dos edifícios 3 e 4, respectivas caves, espaço lúdico correspondente à área da cave desses edifícios e a terceira fase prossegue com a construção dos edifícios 5, 6 e 7.

    Além do empreendimento, serão, também, feitas alterações ao nível rodoviário. Neste sentido, está prevista a implantação de uma “praça de ligação entre a rotunda dos quatro caminhos e a Avenida do Alentejo” e um “passeio pedonal/ciclovia e faixa verde, do lado nascente da Avenida Pedro Álvares Cabral”.

    Além da componente residencial, o novo espaço vai contar com uma zona central onde vão poder encontrar-se áreas de “piscina exterior, espelho de água, parque infantil, zona de fitness e jardins”, explica o documento da proposta.

    Apresentado pela primeira vez em 2012, enquanto ‘Setúbal Center’, o projecto sofreu, entretanto, algumas alterações, nomeadamente a redução de área de construção e do número de apartamentos, além de, obviamente, ter adoptado uma nova designação. Neste sentido, o empreendimento passou de quase 30 mil m2 para 20 mil m2 e de 277 apartamentos para os actuais 237.

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    Transportes, energia limpa e desenvolvimento urbano entre os novos investimentos do BEI

    O Banco Europeu de Investimento (BEI) aprovou esta semana um novo pacote de financiamento no valor total de 12,8 mil milhões de euros, destinados a apoiar projectos estruturantes em toda a Europa, entre eles consta a Linha de Alta Velocidade entre o Porto e Lisboa

    O Conselho de Administração do Banco Europeu de Investimento (BEI) aprovou hoje o pacote de 12,8 mil milhões de euros de novos financiamentos para melhorar o transporte sustentável, aumentar o uso de energias renováveis, construir novas residências estudantis, melhorar a protecção contra terremotos e inundações e ajudar as empresas a expandir.

    “Hoje aprovamos quase €13 mil milhões para projectos emblemáticos na Europa e além. Desde o transporte ferroviário de alta velocidade em Portugal, transporte sustentável em Kiev, Lille e Helsinque, energia renovável na Lituânia e apoio a pequenas empresas. Esses investimentos melhorarão vidas e sinalizam o compromisso do Grupo BEI em continuar a apoiar investimentos direccionados com impacto na resiliência, «crescimento da produtividade e inovação na Europa”, afirmou a presidente do BEI, Nadia Calviño.

    A maior fatia do financiamento, cinco mil milhões de euros, será canalizada, sobretudo, para projectos de transporte ferroviário na Europa. Entre eles a linha de Alta Velocidade entre o Porto e Lisboa, cujo primeiro concurso PPP lançado em Janeiro, deverá estar a terminar. Neste tranche inclui-se ainda o apoio à modernização da ligação ferroviária entre a Alemanha e a Chéquia, a substituição de autocarros, por veículos não poluentes, em Lille, e a construção de linha de metro de superfície em Helsínquia. Neste pacote estão ainda fundos adicionais destinados a investimentos em transporte ferroviário e urbano na Ucrânia e apoio à melhoria da infraestrutura portuária em Cabo Verde.

    A área da energia vai receber 2,6 mil milhões de euros, o qual será distribuído para novos projectos de energia solar e eólica, expansão da distribuição de electricidade, financiamento do uso de energias renováveis em pequena escala pela indústria e apoio à produção de biocombustíveis e bio metano. Entre estes projectos de energia limpa estão a construção de um novo parque eólico onshore na Lituânia, aquecimento distrital nos Países Baixos e projectos de energia renovável em pequena escala na França e na Grécia.

    O BEI destacou ainda 2,1 mil milhões de euros de novos financiamentos para negócios, incluindo apoio à expansão da fabricação de semicondutores, desenvolvimento de tecnologias de distribuição digital, apoio a uma produção de aço mais eficiente em termos energéticos e conversão de instalações industriais existentes para permitir a produção de embalagens renováveis. Novos projectos para melhorar o acesso ao financiamento por empresas na Ucrânia e por mulheres empreendedoras na África e no Caribe também foram acordados.

    Saúde, educação, água e preparação para catástrofes naturais
    Quase três mil milhões de euros serão canalizados para o desenvolvimento urbano, educação, habitação, saúde e água. Entre os projectos que serão financiados pelo BEI contam-se os planos de melhoria de cuidados de saúde na Bélgica e em Malta, melhorar o ensino superior nos Países Baixos, expandir a habitação estudantil no Chipre e enfrentar os desafios de águas residuais na Alemanha.

    Também foram aprovados apoios para a reabilitação de edifícios e infraestruturas danificadas por recentes terremotos e medidas para enfrentar os riscos de deslizamentos de terra e inundações na Itália.
    O BEI também aprovou investimentos para garantir que empresas em toda a Ucrânia possam aceder a financiamento, modernizar ligações ferroviárias urbanas e nacionais e criar um novo sistema de chamadas de emergência 112 no país.

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    Adene assume co-presidência da European Energy Network

    Lisboa acolhe encontro da Europen Energy Network no dia em que Adene assume a co-presidência da rede das agências nacionais de energia da Europa

    A Adene é a anfitriã da EnR M75 Regular Meeting, a reunião semestral da European Energy Network (EnR), a rede voluntária comporta por 24 agências nacionais de energia da Europa. Neste encontro, a ADENE assume a copresidência da EnR para o segundo semestre de 2024, em parceria com as agências nacionais de energia de França (ADEME) e dos Países Baixos (RVO). Esta colaboração reforça o compromisso da ADENE em promover uma transição energética justa, inclusiva e sustentável em toda a Europa, que ficou patente durante quando a ADENE teve a presidência da EnR em 2022-23.

    O ponto alto da reunião de Lisboa é esta sexta-feira, 21 de Junho, com a realização do workshop “Using Behaviour Change Insights and Programmes to Accelerate the Just Energy Transition”, cuja discussão centrar-se-á nas abordagens inovadoras às alterações comportamentais em três temas chave: transição justa; flexibilidade na procura; aceitação pública de novas tecnologias.

    O workshop, aberto a convidados e ao público em geral, em formato presencial ou à distância, é dirigido a todos os profissionais das agências de energia e do sector da energia, assim como a decisores políticos, administração pública, cientistas sociais, e investigadores.

     

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    AMMC Legal reforça equipa

    Mónica Lemos reforça equipa da AMMC Legal na qualidade de Associada Sénior, após a cessação das suas funções como Assessora Jurídica no Gabinete do Vice-Presidente e Membros do Conselho Superior da Magistratura

    Mónica Lemos centrará a sua actividade, maioritariamente, nas áreas do direito público, em particular no urbanismo e ambiente, incluindo alterações climáticas e ESG, bem como nos domínios da protecção de dados (RGPD) e de Whistleblowing.

    “A Mónica sempre foi uma grande mais-valia para a Sociedade e para os nossos clientes”, reforçam Isabel Abalada Matos e Isabel Moraes Cardoso, sócias fundadoras da AMMC Legal. “A Mónica é uma excelente profissional, com um currículo que fala por si e que se caracteriza por um percurso de permanente melhoria da sua experiência, de actualização dos seus conhecimentos jurídicos, quer nas suas áreas de prática quer ao nível dos novos desafios que envolvem as matérias relacionadas com a transição energética, alterações climáticas e ESG”, acrescentam.

    Mónica Lemos iniciou o seu percurso profissional em 2006 como técnica superior jurista estagiária na Direcção Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano, DGOTDU. Em 2007 integrou, como Associada, a LCA Sociedade de Advogados, onde permaneceu até 2011, ano em que aceitou o convite para ser Assessora Jurídica no Gabinete do Secretário de Estado do Ambiente e do Ordenamento do Território, de onde transitou, em 2013, para o Gabinete do Secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação. Ainda em 2013, regressou à LCA Sociedade de Advogados e, em 2015, transitou para a AMMC Legal, onde permaneceu até 2017.

    Mónica Lemos é licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, com pós-graduações em Direito do Ordenamento do Território, Urbanismo e Ambiente pela Faculdade de Direito de Coimbra, Centro de Estudos de Direito do Ordenamento, Urbanismo e Ambiente, em Direito das Autarquias Locais pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Instituto de Ciências Jurídico-Políticas e em Ciências Jurídicas, pela Faculdade de Direito da Universidade Católica, Escola de Lisboa. Possui ainda o Curso RGPD/ Plano de Acção 2017/2018 para Entidades Públicas e Privadas, leccionado pelo Centro de Formação em Protecção de Dados. Actualmente, frequenta o Curso Intensivo de Regulação das Alterações Climáticas, na Faculdade de Direito da Universidade Católica, Escola de Lisboa.

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    InPost lança lockers autónomos com painéis fotovoltaicos

    O projecto piloto do grupo que se dedica a soluções logísticas para o comércio electrónico abrange a Polónia, Reino Unido, França e Itália. Estes países vão testar em simultâneo os novos equipamentos de última geração

    O Grupo InPost, soluções logísticas para o comércio electrónico, está a instalar um novo tipo de lockers autónomos, que permitem a sua montagem independentemente da disponibilidade da rede eléctrica, graças aos seus painéis fotovoltaicos e ao armazenamento local de energia através de baterias.

    O projecto piloto será realizado nas cidades polacas de Gdansk e Cracóvia, bem como em mais três mercados europeus, Reino Unido, Itália e França.

    O novo locker autónomo da InPost mantém todas as funcionalidades dos equipamentos standard. No entanto, foram introduzidas opções adicionais para optimizar o consumo de energia. Entre elas a iluminação da máquina é reduzida para 30% da sua potência após o anoitecer e, de madrugada, quando a utilização é insignificante, o locker pode ser totalmente desligado.

    As máquinas têm painéis fotovoltaicos no topo e armazenamento de energia que funciona mesmo em temperaturas negativas. A bateria incorporada permite que o locker seja colocado em qualquer lugar, independentemente do acesso à rede eléctrica. No âmbito do projeto-piloto, estão também a ser instaladas “máquinas-mãe”, ligadas à rede eléctrica, que recarregam baterias para alimentar as máquinas autónomas em caso de mau tempo.

    “Estas máquinas de última geração podem agora ser colocadas em locais anteriormente impossíveis devido à falta de acesso à rede eléctrica. Os novos equipamentos tornam a nossa rede mais acessível ao maior número possível de clientes. Trata-se de mais um passo na implementação da nossa ambiciosa estratégia de descarbonização e de uma solução tecnológica única, não disponível no mercado. Vale a pena notar que vamos executar o piloto simultaneamente em quatro países europeus, o que nos dará uma visão única sobre as possibilidades de expansão da rede de lockers autónomos em países com diferentes condições meteorológicas”, explicou Izabela Karolczyk-Szafrańska, directora de Marketing & ESG Officer do Grupo InPost.

    Como parte do piloto de lockers autónomos, foram instaladas nove máquinas na Polónia, em Cracóvia e Gdansk. No final de maio, foram colocadas em serviço três máquinas em Florença, onde não foi necessário substituir as baterias. Em Londres, estão a ser realizados testes em duas máquinas e, em França, o piloto deverá começar no final deste mês na cidade de Lille, onde estão previstas nove máquinas.

    A estratégia de descarbonização do Grupo InPost é um complemento integral da sua estratégia empresarial. A pegada de carbono das entregas dos lockers da InPost gera até 98% menos emissões de CO2 na última milha, em comparação com as entregas ao domicílio. O Grupo está também a investir no desenvolvimento da electromobilidade em termos de frota e de carregadores eléctricos.

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    As dúvidas técnicas do Tribunal de Contas ao Hospital Oriental, o Simplex visto pelos engenheiros e a expansão do Ando Living no CONSTRUIR 509

    As dúvidas técnicas levantadas pelo Tribunal de Contas ao projecto do Hospital Oriental de Lisboa, ainda que pouco habituais, são bem vindas segundo os representantes dos Projectistas. Saiba as condições ao visto prévio do programa, numa edição onde lhe explicamos que projecto português foi distinguido pela Saint Gobain ou a estratégia de expansão do Ando Living. Mas há mais para ler no CONSTRUIR 509

    TdC dá visto prévio ao Hospital Oriental mas impõe condições
    O Tribunal de Contas concedeu visto prévio ao contrato para a construção do novo Hospital de Lisboa Oriental (HLO) , obra acordada em parceria Publico-Privada com a Mota-Engil em 2022 e que vai substituir cinco unidades da capital. A validação, contudo, obriga a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo a incluir no projecto de execução da obra uma solução de isolamento de base contra sismos

    Ordem dos Engenheiros propõe alterações ao Simplex
    A Ordem dos Engenheiros compilou um conjunto de propostas para melhorar o Simplex Urbanístico, decreto que procedeu à reforma e simplificação dos licenciamentos no âmbito do urbanismo

    Alunos da FAUP vencem concurso da Saint-Gobain
    Francisco Peneda Ferreira, Pedro Tiago Gaspar e João Pedro Henriques representaram Portugal com o projecto “Sieni Park”. Foram os primeiros portugueses a vencer a competição

    Ando Living quer chegar às cinco mil unidades até 2028
    A operar já em Lisboa, Porto e Istambul e brevemente em Madrid, o Ando Living Group pretende chegar, também, a países como o Reino Unido, França, Itália, Grécia e Alemanha

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    Flex offices registam taxa de ocupação superior a 85%

    Segundo dados do estudo da CBRE – “Spring 2023 U.S. Occupier Sentiment Survey” – o segmento dos flex offices tem despertado cada vez mais interesse na Europa e em Portugal o que significa, para as empresas, flexibilidade e agilidade

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    A taxa de penetração dos flex offices é, actualmente, de 2,7% , segundo os dados da CBRE, num total de cerca de 4.500.000 m2 de escritórios em Lisboa. Adicionalmente, os flex registam uma taxa de ocupação a nível nacional superior a 85%.

    Foi também registado que, em 2023, foram acolhidos seis mil postos de trabalho em Lisboa e que a procura no Porto continua a crescer. Um exemplo disto mesmo foi a colocação do LACS na totalidade do edifício Boavista Office Center, com cerca de 7.800 m2, tendo sido esta a maior transação de flex offices já registada em Portugal, num dos edifícios de escritórios mais emblemáticos da cidade invicta.

    Estas são algumas das conclusões do primeiro evento realizado em Portugal exclusivamente para os principais operadores de flex offices e que contou com a organização da CBRE.

    Espaços como o Avila Spaces, Flexoffices, Heden, Idea Spaces, IWG, LACS, Leap, Maleo, Monday, Nimbler, Second Home, SITIO, Unicorn Workspaces e WeWork marcaram presença naquele que pretendeu “discutir as tendências e desafios” desde tipo de escritórios, também conhecidos como co-working.

    “A mudança de paradigma no mundo do trabalho é inegável e hoje estamos certos de que enormes mudanças se têm verificado, sobretudo ao longo dos últimos dois anos, e que caminhamos para uma evolução crescente. O segmento dos flex offices é dinâmico e tem despertado cada vez mais interesse na Europa e em Portugal o que significa, para as empresas, flexibilidade e agilidade.”, comenta André Almada, senior diretor Offices na CBRE Portugal.

    A oferta de experiências é outra tendência que, segundo a consultora, tem vindo a ser verificada, tendo em conta que os flex offices pretendem fomentar um sentimento de comunidade, oferecendo experiências diferenciadoras a todos aqueles que trabalham nestes espaços, para elevar o nível de pertença e satisfação em relação ao espaço.

    Para além da flexibilidade, os dados do estudo CBRE “Spring 2023 U.S. Occupier Sentiment Survey”, revelaram que mais de metade das empresas indicam também que, no edifício do seu escritório, gostariam de ter acesso a serviços e comodidades partilhadas, como espaços para reuniões, espaços extra, creches, ginásios. E quase 40% referiram que desejariam poder gerir os custos do aluguer com base na utilização real do espaço, de acordo, por exemplo, com o formato de trabalho híbrido.

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    Porto: Zona do Pinheiro Manso recebe novo empreendimento

    Os 20 novos apartamentos, localizados numa zona premium do Porto, estão a ser comercializados em exclusivo pela Luximo’s Christie´s International Real Estate

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    O novo empreendimento Pinheiro Manso Residences, edificado num dos bairros mais “cobiçados” do Porto, destaca-se pela sua localização, reconhecida pelo seu “carisma e nobreza, numa zona tranquila, tipicamente residencial e arborizada”.

    O empreendimento fica a uma curta distância a pé de comércio, serviços, restaurantes e dos melhores colégios do Porto. Tudo isto com ótimas acessibilidades em transporte público ou individual e encontra-se a ser comercializado, em exclusivo, pela Luximo’s Christie´s International Real Estate.

    Com 20 apartamentos, de tipologias T1 a T4, o Pinheiro Manso Residences combina “estética com funcionalidade”, sendo de destacar as “amplas varandas ou terraços, bem como as áreas interiores amplas e luminosas”.

    Ricardo Costa, CEO da Luximo’s Christie´s International Real Estate sublinha que “o empreendimento Pinheiro Manso Residences é elegante, moderno e sofisticado, mas é a localização que é irrepetível: rodeado por comércio e serviços, restaurantes e cafés, colégios reputadíssimos, junto ao novo metro bus e aos acessos à VCI.” E remata: “O Pinheiro Manso Residences foi pensado para quem valoriza verdadeiramente viver no Porto autêntico, com vida boa de bairro e pontos de encontro fixos.”

    Considerando que “nada no design e no espaço foi deixado ao acaso”, Ricardo Costa destaca, ainda, os acabamentos de “qualidade” e de “sofisticação”, com quartos en suite com roupeiros embutidos, loiças sanitárias são suspensas, cozinhas totalmente equipadas com electrodomésticos Siemens, iluminação LED indirecta, climatização com equipamento embutido e caixilharia minimalista de correr com perfis ocultos permitindo que as superfícies de vidro se prolonguem desde o chão até ao teto.

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    Brasileiros, franceses, americanos, suíços e ingleses lideram top 5 de estrangeiros à procura de casa em Portugal

    No que diz respeito às localizações, além de Lisboa e Porto, as zonas mais procuradas incluem Cascais e Estoril, Portimão, Albufeira, Cedofeita e Paranhos. Estas áreas destacaram-se no ranking das preferências dos utilizadores

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    Entre os meses de Março a Junho, o número de utilizadores estrangeiros e portugueses a procurar imóveis em Portugal apresentou variações significativas, no qual a percentagem de utilizadores activos (22,5%) e novos utilizadores (5.18%) mostrou uma tendência de crescimento, especialmente em determinadas faixas etárias. De acordo com o recente estudo divulgado pelo portal Imovirtual, baseados nos dados disponíveis na plataforma, que analisa a evolução do tráfego proveniente de países estrangeiros, assim como o de Portugal.

    De acordo com Sylvia Bozzo, marketing manager do Imovirtual, “os dados reflectem uma procura diversificada e crescente pelo mercado imobiliário português, tanto por estrangeiros como por portugueses. Este crescimento é um sinal positivo da atractividade de Portugal como destino residencial e de investimento”.

    Relativamente aos países, o Brasil (3,24%) ocupa o primeiro lugar do ranking da procura de casa por estrangeiros deste último trimestre, em Portugal, representando uma percentagem significativa do tráfego. Seguindo-se a França (2,54%), os Estados Unidos da América (1,62%), a Suíça (1,60%) e o Reino Unido (1,26%). No entanto, comparativamente com o ano anterior, é possível identificar variações percentuais que reflectem as mudanças nas preferências dos utilizadores estrangeiros.

    O Brasil, apesar de continuar a ser um dos principais países a procurar imóveis em Portugal, apresentou uma variação negativa, quer na percentagem de utilizadores activos (-6.93%) comparado ao período homólogo de 2023. Em contraste, a procura interna em Portugal aumentou 21.28% nos utilizadores activos.

    Os utilizadores brasileiros e americanos tiveram o mesmo comportamento dos portugueses:  o grupo etário que mais cresceu foi o dos 55-64 anos, com um crescimento médio de 57%. Em França, o crescimento mais significativo foi entre os utilizadores com mais de 65 anos, com um aumento de 52%. Enquanto na Suíça, a faixa dos 45-54 anos mostrou um crescimento de 39%

    Analisando o tipo de procura e tipologias, tanto os estrangeiros como os portugueses se mostraram mais interessados em comprar casa do que arrendar. Com a excepção do Brasil, que é o único que demonstra mais interesse em arrendar do que comprar.

    No que diz respeito às localizações, além de Lisboa e Porto, as zonas mais procuradas incluem Cascais e Estoril, Portimão, Albufeira, Cedofeita e Paranhos. Estas áreas destacaram-se no ranking das preferências dos utilizadores.

    Segundo Sylvia Bozzo, Marketing Manager do Imovirtual, “as zonas litorais, como Cascais, Estoril, Portimão e Albufeira, são particularmente populares durante esta época, refletindo o aumento do interesse por áreas que combinam beleza natural com excelente qualidade de vida”, acrescenta.

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    IDB Lisbon recebe quatro novos inquilinos

    A Pictet Technologies, UpHill, Mamma Team e Circutor, ocupam em conjunto mais de 4.800 m2 do edifício, tendo encontrado no hub o “lugar certo” para potenciar os seus negócios

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    O IDB Lisbon – Innovation & Design Building Lisbon, edifício detido e gerido pela Jamestown, empresa global de investimento e gestão imobiliária, conta com quatro novos inquilinos. A Pictet Technologies, UpHill, Mamma Team e Circutor, que, em conjunto, ocuparam mais de 4.800 metros quadrados (m2) do edifício, encontraram no hub de inovação o “lugar certo” para potenciar os seus negócios, afirma a empresa.

    “Os escritórios que têm sucesso no mercado actual são hubs de lifestyle que oferecem às empresas uma comunidade e promovem interacções criativas” afirma Michael Phillips, presidente da Jamestown. “No IDB Lisbon, activámos o rooftop com arte, gastronomia e entretenimento, criando uma experiência dimensional e distinta que torna o edifício muito mais do que um local de trabalho. Estamos empenhados em criar uma rede global de centros de inovação e o IDB Lisbon é uma componente-chave desse programa mais amplo, que se estende de Berlim a Roterdão e de Nova Iorque à Área da Baía de São Francisco”, destaca.

    Fundada em 2016, a Pictet Technologies, que irá ocupar todo o 5º piso (2.644m2) do IDB Lisbon, é a fábrica de software de tecnologia financeira de ponta que serve exclusivamente as necessidades do grupo Suíço Grupo Pictet, um dos principais especialistas independentes em gestão de activos e património na Europa, fundado em 1805.

    Com o objectivo de desenvolver software e conteúdos médicos para a automação de jornadas de cuidados em hospitais e outras instituições, a startup portuguesa de série A, UpHill, irá ocupar mil m2 do IDB Lisbon, a partir do qual pretende continuar a criar soluções de primeira linha para o sector da saúde, após ter fechado, em Março, uma ronda de investimento de sete milhões de euros com o objectivo de duplicar a equipa e abrir escritórios em Espanha e no Reino Unido.

    Também a produtora com origem em Barcelona, Mamma Team escolheu este espaço para continuar a inspirar-se no desenvolvimento de conteúdos televisivos e fotográficos para agências, marcas e produtoras de todo o Mundo, arrendando mil m2 no 4º andar.

    A Circutor, também de origem espanhola, irá ocupar 160 m2 do IDB Lisbon, enquanto sede do seu primeiro escritório em Portugal, apesar de operar há mais de 20 anos no País e que irá agora disponibilizar um showroom e dar formação aos seus clientes sobre a área da mobilidade eléctrica e eficiência energética a partir do seu escritório nos Olivais.

    Com mais de 40 anos de experiência no mercado internacional, a Jamestown tem uma abordagem de propriedade e gestão a longo prazo e é conhecida pela revitalização de edifícios históricos em polos de inovação e centros comunitários de uso misto.

    A Jamestown está empenhada em criar uma rede global de centros de inovação com foco em tecnologia, media, gaming e em iniciativas climáticas. As propriedades europeias sob sua gestão incluem o Groot Handelsgebouw em Roterdão, uma carteira de edifícios no distrito Schinkel de Amesterdão, o Innovation and Design Building Lisbon, a Factory Lisbon, o Schanzenstrasse e o CIC Berlin. Nos Estados Unidos, a Jamestown é conhecida pelo One Times Square em Nova Iorque, Industry City em Brooklyn e Ponce City Market em Atlanta.

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    Um ano depois da aquisição da Predibisa, Savills regista forte crescimento no Norte

    A consultora destaca aumentos “expressivos” de actividade do retalho e do residencial, especialmente na angariação e venda de empreendimentos em exclusivo, a par do segmento de investimento

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    No mês em que se assinala um ano desde a aquisição da Predibisa pela Savills Portugal, a empresa tem registado um período de crescimento “notável”. De destacar os aumentos “expressivos” de actividade nos departamentos de retalho e de residencial, especialmente na angariação e venda de empreendimentos em exclusivo, a par do segmento de investimento, que apresenta uma performance “muito positiva”.

    A aquisição da Predibisa, em Junho de 2023, foi crucial para a consolidação geográfica da Savills Portugal no Norte do país. Com mais de 30 anos de experiência em aconselhamento imobiliário residencial e comercial no Porto, a Predibisa trouxe uma valiosa expertise para a Savills. Por outro lado, o negócio que apresentava um âmbito local, foi também impulsionado com a chegada da Savills enquanto multinacional que, com o seu know-how e sofisticação de serviços disponibilizados, abriu portas para um mercado global.

    Hoje são já 170 as pessoas que integram a Savills nos escritórios de Lisboa e Porto, que para além da aquisição, revela um continuado crescimento orgânico da equipa que reflecte o crescente dinamismo na actividade da empresa.

    Além disso, a aquisição protagonizada pela Savills não só consolidou a presença da marca do Porto na área das transações imobiliárias, como também permitiu um desenvolvimento significativo das áreas não transacionáveis como BPC & Architecture e Consultoria para a Sustentabilidade destacando a importância de uma oferta diversificada e especializada para melhor servir os diversos segmentos do mercado imobiliário num âmbito nacional.

    Paulo Silva, head of Country da Savills Portugal, considera esta aquisição um passo “muito revelante” para o crescimento da Savills. “O objectivo de consolidação geográfica e de crescimento da empresa na região Norte do país está a ser amplamente alcançado com uma capacidade de integração indiscutível. A nossa equipa do Porto está de parabéns ao demonstrar a sua solidez no mercado e a tirar partido de todo o potencial que a marca Savills pode trazer. Estamos a crescer de forma sólida, acompanhada de uma capacidade crescente de servir os nossos clientes com a excelência que nos define. Por outro lado, a estratégia de diversificação de serviços, tem-nos permitido oferecer mais e melhor serviço aos nossos clientes.”

    Também Rui Branco, managing director do escritório do Porto da Savills Portugal, destaca o “crescimento” e a “evolução” da Savills no Porto. “A vasta experiência da empresa no mercado de Lisboa e o forte networking a nível nacional e internacional, trazem consigo uma maior capacidade de acompanhar a forte dinâmica que se faz sentir no mercado do Porto. A nossa equipa irá, certamente, permitir-nos continuar nesta trajetória ascendente nos próximos anos, não só no mercado residencial, mas também no que respeita à propriedade comercial”, reforça.

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