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    Luz verde do TdC ao Hospital Oriental condicionada à adopção de solução contra sismos 

    A construção do novo Hospital de Lisboa Oriental, a cargo do consórcio liderado pela Mota-Engil, pode agora avançar, com a obrigação de a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) incluir no projecto de execução da obra uma solução de isolamento de base contra sismos

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    Luz verde do TdC ao Hospital Oriental condicionada à adopção de solução contra sismos 

    A construção do novo Hospital de Lisboa Oriental, a cargo do consórcio liderado pela Mota-Engil, pode agora avançar, com a obrigação de a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) incluir no projecto de execução da obra uma solução de isolamento de base contra sismos

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    O Tribunal de Contas concedeu o visto ao contrato de gestão do futuro Hospital de Lisboa Oriental em regime de parceria público-privada, mas com a obrigação de a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) incluir no projecto de execução da obra uma solução de isolamento de base contra sismos.

    O projecto para a construção do novo hospital, a cargo da Mota-Engil, está orçamentado em 380 milhões de euros, parte do qual será financiado pelo BEI, e irá criar  875 camas de internamento. (ver aqui)

    O Tribunal considera que a ARSLVT deverá garantir também “um sistema rigoroso e eficaz de monitorização do projecto de estruturas e fundações, com as mais exigentes leges artis aplicáveis e sem prejuízo do estrito cumprimento e fiscalização das HLO (Eurocódigos, Especificações Técnicas ET 05/2007 e Recomendações e Especificações Técnicas para o Edifício Hospitalar em causa)”.

    Os juízes conselheiros defendem que “deve estar inequivocamente demonstrado”, para este como qualquer outro hospital, que as mais rigorosas técnicas  “foram adoptadas para a futura construção de uma infraestrutura crítica, como esta, que se manterá em funcionamento durante dezenas de anos e na qual a entidade pública irá instalar equipamentos médicos de grande valor económico e onde irá realizar-se uma actividade pública de tão grande relevância humana e social”.

    O Tribunal salienta que o cumprimento desta obrigação poderá ser objecto de análise em sede de fiscalização concomitante ou sucessiva.

    ​O Tribunal recomenda ainda à ARS de Lisboa e Vale do Tejo que, em futuros procedimentos, preveja “de modo mais claro, um mecanismo de alterações contratuais consideradas necessárias para a acomodação de uma linha de financiamento europeu no equilíbrio económico público e privado da parceria em causa, compatível com os princípios da igualdade de tratamento dos concorrentes, da não discriminação e da obrigação da transparência que subjazem ao princípio da estabilidade ou da imodificabilidade das peças procedimentais da contratação pública”.

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    Consórcio 5G.RURAL leva 5G a 70 mil pessoas em zonas remotas do Alentejo

    O projecto 5G.RURAL – 5G for rural smart communities of tomorrow, nasce de um consórcio liderado pela dstelecom e tem a ambição de garantir, até 2026, a implementação de uma panóplia de casos de uso assentes em 5G em zonas remotas do Alentejo, em áreas como a saúde, educação, energia, agricultura, turismo, arte e cultura, dando cobertura 5G a mais de 70 mil pessoas nesta região

    A iniciativa foi aprovada no âmbito do mecanismo CEF (Connecting Europe Facility), no pilar Digital (CEF Digital), no âmbito da medida “5G for Smart Communities”, tendo sido seleccionada a par de nove outras propostas em território europeu. O projecto 5G.Rural está orçamentado em 5,3 milhões de euros, contando com um cofinanciamento de 75% por parte da Comissão Europeia, e reúne, além da dstelecom, líder do consórcio, a NOS, a Innovation Point e a IrRadiare.

    “A rede 5G não só melhorará a conectividade, como também irá promover o acesso a um conjunto de aplicações inovadoras, desde acção social e apoio ao envelhecimento activo, até educação com realidade aumentada e virtual, eficiência energética, agricultura, arte, cultura e turismo”, garante Ricardo Salgado, CEO da dstelecom.

    Os trabalhos de construção e operacionalização da rede vão durar três anos, com um foco na promoção de comunidades inteligentes e desenvolvimento de zonas com menor densidade populacional através da utilização da tecnologia 5G.

    Com o “5G.RURAL”, o consórcio pretende implementar uma solução escalável que integre as antenas e restantes componentes necessários de uma forma sustentável e integrada na paisagem, quer urbana como rural, já existente.
    “Estas soluções são concebidas para possibilitar a interacção com as comunidades. Além disso, queremos, no futuro, expandir os serviços disponíveis nesta infraestrutura, como quiosques digitais, carregadores eléctricos e outros recursos adicionais que promovam a ligação com as populações”, esclarece.

    O consórcio está já a trabalhar no desenvolvimento de várias soluções para implementação da rede 5G em neutral host.  “Depois de nos consolidamos no mercado enquanto multioperador da rede fibra em zonas com maior carência ao nível digital, nunca escondemos a nossa ambição de replicar o modelo de negócio neutro e de partilha no 5G e acelerar a sua implementação nas zonas rurais”, conclui Ricardo Salgado.

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    Monografia dos Granitos e Xistos, pedreira de xisto da Solicel, 3 Novembro de 2021, em Foz Côa. PAULO CUNHA / SLIDESHOW

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    BROOT une artistas, arquitectos e designers à indústria da Pedra Natural

    A ASSIMAGRA, lidera o projecto BROOT, o qual une diferentes sectores em torna da indústria da pedra natural nacional. A primeira colecção – “Dialogues” -, é composta por 25 peças únicas e irá marcar presença nas principais feiras internacionais de design e arquitectura, a começar em Setembro com a INDEX Saudi Arabia

    BROOT, Dialogues from Within, o mais recente projecto liderado pela Associação Portuguesa da Indústria dos Recursos Minerais, ASSIMAGRA, funciona como um laboratório de inovação e criatividade que fomenta novas parcerias dentro de áreas que partilham a forte herança da pedra natural, principal matéria que brota da terra para se tornar obra.

    Promovido e coordenado pela Associação Portuguesa da Indústria dos Recursos Minerais, com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) no âmbito da Agenda Verde Sustainable StoneByPortugal, BROOT tem o propósito de promover o diálogo e a inovação entre diferentes sectores, reforçando a internacionalização da indústria nacional.

    O objectivo do projecto é o de reforçar as dinâmicas de inovação e internacionalização das PME associadas à indústria da pedra natural, através de actividades tão diferenciadoras como a concepção e produção de uma colecção com peças de design originais.

    A colecção vai marcar presença nas principais feiras internacionais de design e arquitectura. A começar em Setembro com a INDEX Saudi Arabia, mas também na Maison et Objet (Janeiro 2025), a Milan Design Week (Abril 2025), a NYCxDesign (Maio 2025) e a Expo Osaka (Abril a Outubro 2025).

    Com curadoria de Gisella Tortoriello, a primeira coleção intitula-se “Dialogues” e surge do diálogo entre designers, artistas e arquitectos. Composta por 25 peças únicas e originais, coloca a pedra natural a dialogar com diferentes materiais sustentáveis, originários de várias regiões do país.

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    22ª edição da FIMAP com crescimento de 40%

    A FIMAP pretende impulsionar os sectores da indústria da madeira, silvicultura, exploração florestal e biomassa a nível nacional e internacional. A sua 22ª edição tem lugar de 24 a 26 de Outubro, na Exponor, e irá apresentar novas tecnologias, soluções e materiais inovadores que promovam práticas responsáveis

    A Exponor vai receber, entre os dias 24 e 26 de Outubro, a 22ª edição da Feira Internacional de Máquinas, Acessórios e Serviços para a Indústria da Madeira, Silvicultura, Exploração Florestal e Biomassa, FIMAP. O evento pretende atrair empresas e profissionais de diversos países

    Em 2024, a feira passará a incluir os sectores de silvicultura e exploração florestal, destacando máquinas, equipamentos de apoio à produção e serviços para o sector florestal, além das indústrias transformadoras de madeira e resíduos florestais. Foi ainda reforçado o sector da Biomassa, ressaltando a sua importância como fonte de energia renovável. Esta actualização já impulsionou o aumento de área da Feira, 40% superior à da edição anterior.

    “A FIMAP não é apenas uma feira, é um catalisador de mudanças e inovações na indústria da madeira e sectores correlacionados. Estamos comprometidos em apresentar as últimas tecnologias e soluções, mas também em impulsionar práticas que respeitem e preservem o meio ambiente”, explica Amélia Estevão, directora de Marketing da Exponor.

    Pretende-se que o evento traga uma visão actualizada do mercado, como também proporcione oportunidades de networking e de negócios a todos os participantes. A empresa Lignotec estará entre os expositores, oferecendo a sua expertise de 25 anos. Para a empresa, a FIMAP é um cenário onde sempre se desenvolveram negócios, devido à sua importância no calendário nacional. “A FIMAP é muito importante para o sector e consegue chegar a um forte número de clientes, agregada ao seu reconhecimento de bem fazer”, afirma Vitorino Pacheco, CEO da Lignotec.

    A edição que se avizinha procura destacar as soluções para um planeta mais sustentável, mas também incentivar os participantes a adoptarem práticas inovadoras. A Lignotec, por exemplo, está comprometida em liderar esse movimento ao apresentar os seus novos sistemas de construção de casas em madeira, que reduzem significativamente a pegada de carbono, promovendo a sustentabilidade e a economia circular. Com uma previsão de 30% de crescimento face à última edição, a FIMAP promete ser um ponto crucial para o setor, reunindo um leque diversificado de intervenientes que apresentem as últimas inovações em prol do planeta.

    Além da exposição, a feira contará com workshops e palestras, que garantem a troca de conhecimento entre profissionais do ramo. Apresentar as últimas tendências e aliá-las aos negócios será um dos objectivos, por isso o certame vai concentrar-se nos temas que dominam a agenda. Segundo Vitorino Pacheco, a falta de mão de obra especializada e o aparecimento de novos produtos para colmatar a falta de matéria-prima, nomeadamente, a madeira, são os temas que têm vindo a moldar o sector. Estes e outros assuntos serão debatidos no programa, que será divulgado em breve.

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    Sun Cliffs Resort, em Lagos

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    Sotheby’s International Realty antecipa mercado imobiliário de luxo “mais vibrante” com descida das taxas de juro

    Seguindo a tendência internacional, também em Portiugal “poderemos assistir a uma recuperação na procura por imóveis, tanto por parte das famílias como por parte dos investidores, ambos sensíveis aos ciclos de política monetária”, refere Miguel Poisson, CEO em Portugal da consultora

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    No Luxury Report Intercalar, o primeiro da Sotheby’s International Realty, a consultora imobiliária antevê uma segunda metade de 2024 mais vibrante no segmento de luxo perante o início da descida das taxas a nível global.

    “Quando divulgámos o Luxury Outlook 2024 em Janeiro, havia uma expectativa de que haveria várias reduções das taxas de juros nos EUA em 2024, com base em indicações dadas pela Reserva Federal dos EUA (Fed). A descida dos juros poderia desbloquear o stock de imóveis, porque taxas mais baixas tornariam os pagamentos mensais das hipotecas mais acessíveis, permitindo o regresso ao mercado de potenciais compradores”, lembra Bradley Nelson, chief marketing officer da Sotheby’s International Realty.

    No momento em que é revelado o Luxury Report Intercalar, pensado para oferecer perspectivas mais dinâmicas sobre a evolução do mercado imobiliário de luxo, as taxas ainda não desceram nos EUA, “mas isso não quer dizer que o mercado imobiliário de luxo estagnou”, acrescenta. A expectativa é de que a Fed possa começar a descer os juros até ao final do ano, acompanhando um movimento que já se regista noutras geografias como é o caso da Zona Euro onde o Banco Central Europeu anunciou em Junho um primeiro corte.

    Os juros elevados impactaram nas transacções, reduzindo o número de operações e, consequentemente, os valores dos imóveis, em geral. Na Europa, assistiu-se a um ligeiro alívio nos preços, de 0,3% na Zona Euro e de 1,1% na União Europeia em 2023, variações que englobam as quebras de 7,1% na Alemanha, fruto do abrandamento económico, mas também subidas em economias que continuaram a apresentar ritmos de crescimento mais elevados, casos da Bulgária (10,1%), Croácia (9,5%), Lituânia (8,3%), Polónia (13%), e Portugal (7,78%).

    Com a descida de juros no horizonte, “poderemos assistir a uma recuperação na procura por imóveis, tanto por parte das famílias como por parte dos investidores, ambos sensíveis aos ciclos de política monetária”, refere Miguel Poisson. “Esta recuperação do lado da procura registar-se-á num contexto que é ainda de reduzida oferta, o que tenderá a traduzir-se em preços mais elevados no imobiliário residencial como um todo”, acrescenta o CEO da Portugal Sotheby’s International Realty. “O segmento de luxo tenderá a destacar-se, antecipando-se por isso um mercado mais vibrante nos próximos meses”, conclui.

    O J.P. Morgan Private Bank aconselhou, ainda em Abril, os seus clientes a investirem no imobiliário de luxo. “Agora é um bom momento para comprar uma casa de luxo”, escreveu o banco de investimento, antecipando a mudança de paradigma. Uma perspectiva corroborada por muitos dos mais de 26 mil especialistas da Sotheby’s International Realty, espalhados por 1.100 escritórios em 83 países e territórios. Em Portugal, a Portugal Sotheby’s International Realty tem 10 escritórios.

    “O momento [para comprar uma casa de luxo] é agora se estiver a olhar para o longo prazo”, diz Sam Jenkins, vice-presidente de Vendas na Jameson Sotheby’s International Realty, em Chicago, Illinois, nos EUA. “Na próxima Primavera poderá ser novamente um frenesim, com múltiplas ofertas e muitos compradores à espera”, acrescenta no Luxury Report Intercalar.

    Esta perspectiva é válida para imóveis em cidades como Nova Iorque, Londres ou Paris, metrópoles que atraem compradores de todo o mundo, mas é também cada vez mais para outras cidades de menor dimensão que assistiram a uma forte procura durante a pandemia de Covid-19.

    “As preferências dos compradores evoluíram, e continuamos a assistir à procura por casas com espaço ao ar livre, ginásios e espaços próprios para escritórios. A flexibilidade oferecida pelo trabalho remoto e híbrido permitiu que os compradores encontrassem um melhor equilíbrio entre trabalho e estilo de vida”, nota o presidente e CEO da Sotheby’s International Realty, Philip A. White Jr..

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    Centros Comerciais Alegro recebem projectos de autoconsumo em parceria com a Helexia

    Os projectos contemplam não só a instalação de painéis solares, que visam reduzir significativamente as facturas de energia dos centros comerciais, mas também a disponibilização de postos de carregamento eléctrico no Alegro Setúbal que permitem a carga de seis veículos em simultâneo

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    A Helexia, empresa internacional do sector da energia renovável, e a Nhood, plataforma de soluções e serviços imobiliários, uniram-se para implementar dois projectos de autoconsumo solar. Implementados nos Centros Comerciais Alegro Castelo Branco e Alegro Setúbal, activos sob gestão da Nhood, os projectos totalizam um investimento de 800 mil euros por parte da Helexia.

    Os projectos contemplam não só a instalação de painéis solares, que visam reduzir significativamente as facturas de energia dos centros comerciais e diminuir a dependência da rede eléctrica convencional, mas também a disponibilização de postos de carregamento eléctrico no Alegro Setúbal que permitem a carga de seis veículos em simultâneo.

    No Alegro Castelo Branco, a instalação de 912 painéis solares com 492 kWp terá capacidade para produzir anualmente 750 MWh de energia limpa, evitando a emissão de 352 toneladas de CO2 por ano. Isto vai representar uma poupança no consumo de energia eléctrica para o centro comercial de 40%.

    Já no Alegro Setúbal, serão instalados 1214 painéis solares, com 558 kWp, que vão produzir, anualmente, 798 MWh de energia limpa e evitar a emissão de 359 toneladas de CO2 por ano, o que equivale a uma redução de energia eléctrica de 29%.

    “Estamos entusiasmados por contribuir para um futuro mais sustentável através da implementação destes projectos de autoconsumo solar e mobilidade eléctrica em parceria com a Nhood. Acreditamos que a transição para uma energia verde é a solução para mitigar as emissões de CO2 e promover uma sociedade mais consciente do seu impacto no planeta”, afirma João Guerra, director de Marketing e Comunicação da Helexia Portugal.

    “Estamos comprometidos em promover iniciativas sustentáveis e relevantes para as comunidades e estes projetos vêm reforçar esse mesmo compromisso. A instalação de painéis solares e carregadores para veículos eléctricos vai, não só, permitir-nos melhorar o desempenho energético e optimizar os custos operacionais, como também reforçar o nosso posicionamento no mercado enquanto empresa do sector imobiliário que se preocupa em gerar valor e contribuir para um planeta e um futuro melhor”, afirmou, também, João Jesus, director de Sustentabilidade e Operações da Nhood.

    Com a transição para uma fonte de energia mais limpa e sustentável, espera-se uma redução substancial das emissões de gases com efeito de estufa, reforçando o compromisso estabelecido pela Nhood para alcançar a neutralidade carbónica até 2040.

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    Native Townhouses

    Imobiliário

    Belas Clube de Campo faz balanço “muito positivo” da comercialização do Native

    Das 80 unidades lançadas no último ano, 60% dos apartamentos correspondentes ao Native Soul e Native Orion foram já comercializados, assim como metade das unidades do Native Townhouses

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    O Native, o novo projecto imobiliário no Belas Clube de Campo, completa um ano desde o seu lançamento e tem registado resultados que “atestam o sucesso” do projecto, com as vendas do primeiro semestre de 2024 a duplicarem face ao período homólogo.

    No espaço de um ano foram lançadas 80 novas unidades relativas aos três edifícios do empreendimento. Destas foram já comercializados 60% dos apartamentos correspondentes ao Native Soul e Native Orion.

    Já as Native Townhouses também mostraram um grande dinamismo, com 50% das unidades comercializadas em apenas um mês e meio.

    O Native prevê um investimento na ordem dos 100 milhões de euros, um projecto voltado para o publico nacional, que representa já mais de 50% das nacionalidades.

    “Um ano após o lançamento do Native, o balanço é muito positivo. Este é um projecto único com uma forte aposta pela arquitcetura, trazendo grandes nomes para o projecto como o arquitecto Miguel Saraiva e o arquitecto Eduardo Capinha Lopes. O objectivo é desenvolver uma oferta diferenciadora, de grande qualidade, destinada essencialmente a famílias nacionais, e que integre todos os serviços essenciais, numa localização privilegiada a apenas 15 minutos do centro de Lisboa” refere Joana Rodrigues Farinha, directora Geral Belas Clube de Campo/Native.

    O Native Orion, com assinatura do arquitecto Capinha Lopes, representa um investimento de 14 milhões de euros, estando a obra a cargo da Casais. Já as Native Soul e Native Townhouses conta com a assinatura do atelier de Miguel Saraiva.

    Além destas unidades, estão ainda em pipeline um total de mais 150 novas casas, incluindo um Hub com piscina, espaço de co-working, co-kitchen, kids club, ginásio, entre outros.

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    WellBe (Parque das Nações)

    Imobiliário

    Mercado de escritórios em “franca” recuperação

    Com um aumento “assinalável” no take-up, tanto em Lisboa como no Porto,  esta evolução foi influenciada pela conclusão de grandes transacções, com os três principais negócios a representarem metade do volume total de Lisboa e um terço no Porto

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    De acordo com os dados do primeiro semestre de 2024, divulgado pela consultora Cushman & Wakefield (C&W), os escritórios apresentam uma “franca” recuperação do sector, quando comparado com o período homólogo do ano passado.

    Com um aumento “assinalável” no take-up, tanto em Lisboa como no Porto,  esta evolução foi influenciada pela conclusão de grandes transacções, com os três principais negócios a representarem metade do volume total de Lisboa e um terço no Porto, demonstrando que a dinâmica do mercado está dependente da disponibilidade de áreas significativas em edifícios de qualidade.

    Este indicador, que analisa o volume de área tomada num determinado período é, no primeiro semestre do ano, de 122.600 metros quadrados (m2) para Lisboa, ultrapassando o volume total de todo o ano de 2023 (112.500 (m2) em 9%. Já na cidade do Porto, foram transaccionados 28.400 m2, um aumento homólogo de 13%.

    Segundo Pedro Salema Garção, partner e head of Offices da Cushman & Wakefield Portugal, a “procura por grandes áreas de escritórios permanece activa”, havendo a convicção de que “a introdução de novos edifícios de alta qualidade será fundamental para dinamizar o mercado”.

    Quanto a projecções, e face ao robusto pipeline de negócios em curso, a consultora estima um volume de ocupação a rondar os 200 mil m2 até ao final do ano em Lisboa, enquanto no Porto se prevê aproximadamente 65 mil m2, estimando-se que a renda prime registe uma ligeira subida no Porto, para os €20/m²/mês, estabilizando em Lisboa, nos €28/m²/mês.

    Em relação à actividade da Cushman & Wakefield, a consultora esteve envolvida nas maiores transações dos mercados de Lisboa e Porto do primeiro semestre, nomeadamente a compra (para ocupação própria) pela Caixa Geral de Depósitos do edifício WellBe na capital e o arrendamento da totalidade do Matosinhos Office Center por uma entidade que se mantém confidencial, na cidade Invicta.

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    José Dias, à esquerda, com Rui Abreu

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    José Dias assume presidência da APAL

    José Dias, Strategic Unit director da Hydro em Portugal, irá assegurar a gestão da associação nos próximos dois anos, sucedendo Rui Abreu, que se mantem como vogal do Conselho Fiscal

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    José Manuel Pereira Dias, (à esquerda na imagem), Strategic Unit director da Hydro em Portugal, é o novo presidente da Associação Portuguesa do Alumínio, APAL, cujos associados representam no país a indústria do alumínio. A eleição teve lugar durante a última Assembleia Geral da APAL.

    Manter a linha de actuação da associação e dar continuidade à promoção das potencialidades do alumínio como material inteligente e sustentável nos diferentes sectores em Portugal é o principal objectivo deste novo mandato. Com mais de 40 anos, a associação dedica-se à promoção das potencialidades do alumínio enquanto material inteligente e sustentável no mercado português e à representação dos interesses dos seus associados junto da tutela, Governo e outras instituições relevantes.

    Com mais de 20 anos de experiência no setor do alumínio, José Dias, integrou a indústria com a chegada do Grupo Sueco, SAPA, a Portugal, onde desempenhou funções como director Regional de Vendas. Em 2013 integra a TECHNAL como director Executivo da ALUMIL Angola, responsável pela colaboração com o Grupo Grego no mercado angolano.

    O novo presidente da APAL integra há nove anos a Hydro Building Systems Portugal, onde se mantém até hoje, a exercer a função de Strategic Unit director com a responsabilidade da gestão das marcas do grupo no mercado português, desde 2021.

    “Esta nova liderança representa um enorme desafio pessoal, alicerçado na confiança de uma direcção coesa e experiente, que irá garantir que a APAL esteja sempre presente na defesa dos interesses dos seus associados, assim como, garantir o contributo dos mesmos nos projectos estratégicos mais importantes para o futuro do sector”, afirma José Dias.

    A Associação Portuguesa do Alumínio tem hoje como associados 54 empresas e representa em Portugal as marcas internacionais de qualidade das indústrias do alumínio e do tratamento de superfície de metais, como as indústrias de extrusão, de anodização, de lacagem, de aplicação, de limpeza e manutenção.

    A associação tem desenvolvido múltiplas acções de sensibilização para a sustentabilidade, com foco nas vantagens da utilização do alumínio como material circular em diversos sectores, nomeadamente, lançou este ano a nova campanha institucional para 2024 com destaque na promoção das potencialidades do alumínio nos sectores da Mobilidade, Energia, Construção e Indústria, para alcançar uma sociedade neutra em carbono, de forma a contribuir para definir uma construção mais sustentável ajudando a atingir uma economia circular no sector.

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    Foto: Site da Câmara Municipal do Seixal

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    Metro Sul do Tejo vai chegar à Costa e à Trafaria

    Assinatura para definir os termos e condições de cooperação a estabelecer entre a Câmara de Almada, o Metropolitano de Lisboa e a TML irá acontecer dia 15 de Julho na Costa da Caparica

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    O Metro Sul do Tejo vai avançar até à Costa da Caparica e à Trafaria. A assinatura do protocolo de colaboração entre a autarquia de Almada, o Metropolitano de Lisboa e a Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML), com vista a definir os termos e condições de cooperação a estabelecer entre as partes, irá acontecer no próximo dia 15 de Julho, na Praça da Liberdade, na Costa da Caparica.

    Este novo troço visa reduzir a dependência do transporte individual, respondendo assim ao compromisso de Portugal de atingir a neutralidade carbónica em 2050.

    Inês de Medeiros, presidente da Câmara Municipal de Almada, preside à cerimónia de assinatura, tendo em vista o estudo, planeamento e concretização do projecto de prolongamento do Metro Sul do Tejo até à Caparica e Trafaria, designadamente no que se refere ao seu objecto, custos, faseamento e definição do traçado. A cerimónia conta, também, com a presença da Secretária de Estado da Mobilidade, Cristina Pinto Dias.

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    LG adquire Athom para “potenciar” negócio de espaços inteligentes

    Com uma participação de 80% na Athom, os restantes 20% deverão ser adquiridos nos próximos três anos. O objectivo é conectar a tecnologia da Athom com a plataforma LG ThinQ com IA generativa para fazer a gestão de electrodomésticos e dispositivos loT para criar um ambiente personalizado

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    A LG Electronics adquiriu recentemente uma participação de 80% na Athom, uma empresa que actua no sector de plataformas para casas inteligentes, sediada em Enschede, nos Países Baixos, sendo que este acordo prevê a aquisição dos restantes 20% nos próximos três anos. Esta operação estratégica procura optimizar a conectividade da LG dentro dos ecossistemas abertos de smart homes.

    Ao integrar as capacidades da Athom com a tecnologia ‘Affectionate Intelligence’ da LG, a empresa demonstra o seu compromisso com a liderança de uma nova era de inovação doméstica impulsionada por IA.

    A LG planeia integrar a ampla conectividade da Athom, ao nível de milhares de electrodomésticos, sensores e dispositivos de iluminação, com a plataforma LG ThinQ com IA generativa, com o objectivo de criar uma casa inteligente com soluções optimizadas para o espaço em questão, o que permite adquirir um conhecimento mais profundo do utilizador.

    Desta forma, nestas LG Smart Homes, os clientes vão interagir com IA generativa, que fará a gestão de electrodomésticos e dispositivos loT para criar um ambiente personalizado, adaptado às suas preferências.

    A LG procura expandir as diferentes experiências das casas inteligentes para diversos espaços onde os clientes passam o seu tempo, como os espaços comerciais e ambientes de mobilidade, de forma a concretizar efectivamente e fazer evoluir o conceito de ‘espaço inteligente’.

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