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    Novo projecto do Grupo Ferreira aposta em construção ‘off-site’

    “Com betão pré-fabricado, que passa por um apertado controlo de qualidade em fábrica, o processo construtivo permite reduzir o desperdício e obter um resultado mais uniforme e rigoroso”, explica o promotor, o Grupo Ferreira Holding

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    “Com betão pré-fabricado, que passa por um apertado controlo de qualidade em fábrica, o processo construtivo permite reduzir o desperdício e obter um resultado mais uniforme e rigoroso”, explica o promotor, o Grupo Ferreira Holding

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    O  ‘The Yard’ é o novo empreendimento da Grupo Ferreira Holding (GFH). Localizado na zona dos Jardins da Arrábida, em Vila Nova de Gaia, o projecto de arquitectura tem assinatura do ODDA e curadoria do designer de interiores Rui Maciel.

    Uma das “principais bandeiras” do empreendimento é a sua aposta na sustentabilidade,  assumida desde a “concepção do projecto, na construção e sobretudo pensada para o futuro”. Esta mais-valia deve-se, em “grande parte” ao processo construtivo utilizado. “Com betão pré-fabricado, que passa por um apertado controlo de qualidade em fábrica, o processo construtivo permite reduzir o desperdício e obter um resultado mais uniforme e rigoroso”, explica o promotor.

    Este empreendimento oferece apartamentos de maiores dimensões, concebidos especialmente para famílias, sem deixar de lado as tipologias mais pequenas destinadas ao público mais jovem. Conta com um total de 92 unidades, com uma área média de 144m2, variando de T0 a T4, incluindo exclusivos duplex no último andar.

    Todos os espaços comuns, incluindo o ginásio, a área de co-working estão inseridos num lounge para os condóminos, que também dispõe de uma sala para crianças, uma sala de reuniões e uma sala de jantar gourmet.

    Viver em Vila Nova de Gaia está “estreitamente ligado à proximidade do mar e da natureza”, sendo esta a mensagem que o ‘The Yard’ pretende passar e que apesar de tudo esta a “um passo do Porto”, tornando o aspecto da acessibilidade um dos mais valorizados pelos clientes. Para integrar ainda mais a natureza, todo o design exterior foi planeado para que o edifício respire verde, com jardins verticais de plantas naturais preservadas na fachada.

    Rui Maciel, arquitecto e designer de interiores, com cerca de 20 anos de experiência, é o responsável pela curadoria da decoração de interiores, que se destaca pelos ambientes “requintados e luxuosos”. Segundo o designer “a ideia é que as pessoas sintam que estão a entrar num lobby de um hotel e não num típico hall de entrada de um prédio”.

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    Sun Cliffs Resort, em Lagos

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    Sotheby’s International Realty antecipa mercado imobiliário de luxo “mais vibrante” com descida das taxas de juro

    Seguindo a tendência internacional, também em Portiugal “poderemos assistir a uma recuperação na procura por imóveis, tanto por parte das famílias como por parte dos investidores, ambos sensíveis aos ciclos de política monetária”, refere Miguel Poisson, CEO em Portugal da consultora

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    No Luxury Report Intercalar, o primeiro da Sotheby’s International Realty, a consultora imobiliária antevê uma segunda metade de 2024 mais vibrante no segmento de luxo perante o início da descida das taxas a nível global.

    “Quando divulgámos o Luxury Outlook 2024 em Janeiro, havia uma expectativa de que haveria várias reduções das taxas de juros nos EUA em 2024, com base em indicações dadas pela Reserva Federal dos EUA (Fed). A descida dos juros poderia desbloquear o stock de imóveis, porque taxas mais baixas tornariam os pagamentos mensais das hipotecas mais acessíveis, permitindo o regresso ao mercado de potenciais compradores”, lembra Bradley Nelson, chief marketing officer da Sotheby’s International Realty.

    No momento em que é revelado o Luxury Report Intercalar, pensado para oferecer perspectivas mais dinâmicas sobre a evolução do mercado imobiliário de luxo, as taxas ainda não desceram nos EUA, “mas isso não quer dizer que o mercado imobiliário de luxo estagnou”, acrescenta. A expectativa é de que a Fed possa começar a descer os juros até ao final do ano, acompanhando um movimento que já se regista noutras geografias como é o caso da Zona Euro onde o Banco Central Europeu anunciou em Junho um primeiro corte.

    Os juros elevados impactaram nas transacções, reduzindo o número de operações e, consequentemente, os valores dos imóveis, em geral. Na Europa, assistiu-se a um ligeiro alívio nos preços, de 0,3% na Zona Euro e de 1,1% na União Europeia em 2023, variações que englobam as quebras de 7,1% na Alemanha, fruto do abrandamento económico, mas também subidas em economias que continuaram a apresentar ritmos de crescimento mais elevados, casos da Bulgária (10,1%), Croácia (9,5%), Lituânia (8,3%), Polónia (13%), e Portugal (7,78%).

    Com a descida de juros no horizonte, “poderemos assistir a uma recuperação na procura por imóveis, tanto por parte das famílias como por parte dos investidores, ambos sensíveis aos ciclos de política monetária”, refere Miguel Poisson. “Esta recuperação do lado da procura registar-se-á num contexto que é ainda de reduzida oferta, o que tenderá a traduzir-se em preços mais elevados no imobiliário residencial como um todo”, acrescenta o CEO da Portugal Sotheby’s International Realty. “O segmento de luxo tenderá a destacar-se, antecipando-se por isso um mercado mais vibrante nos próximos meses”, conclui.

    O J.P. Morgan Private Bank aconselhou, ainda em Abril, os seus clientes a investirem no imobiliário de luxo. “Agora é um bom momento para comprar uma casa de luxo”, escreveu o banco de investimento, antecipando a mudança de paradigma. Uma perspectiva corroborada por muitos dos mais de 26 mil especialistas da Sotheby’s International Realty, espalhados por 1.100 escritórios em 83 países e territórios. Em Portugal, a Portugal Sotheby’s International Realty tem 10 escritórios.

    “O momento [para comprar uma casa de luxo] é agora se estiver a olhar para o longo prazo”, diz Sam Jenkins, vice-presidente de Vendas na Jameson Sotheby’s International Realty, em Chicago, Illinois, nos EUA. “Na próxima Primavera poderá ser novamente um frenesim, com múltiplas ofertas e muitos compradores à espera”, acrescenta no Luxury Report Intercalar.

    Esta perspectiva é válida para imóveis em cidades como Nova Iorque, Londres ou Paris, metrópoles que atraem compradores de todo o mundo, mas é também cada vez mais para outras cidades de menor dimensão que assistiram a uma forte procura durante a pandemia de Covid-19.

    “As preferências dos compradores evoluíram, e continuamos a assistir à procura por casas com espaço ao ar livre, ginásios e espaços próprios para escritórios. A flexibilidade oferecida pelo trabalho remoto e híbrido permitiu que os compradores encontrassem um melhor equilíbrio entre trabalho e estilo de vida”, nota o presidente e CEO da Sotheby’s International Realty, Philip A. White Jr..

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    Centros Comerciais Alegro recebem projectos de autoconsumo em parceria com a Helexia

    Os projectos contemplam não só a instalação de painéis solares, que visam reduzir significativamente as facturas de energia dos centros comerciais, mas também a disponibilização de postos de carregamento eléctrico no Alegro Setúbal que permitem a carga de seis veículos em simultâneo

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    A Helexia, empresa internacional do sector da energia renovável, e a Nhood, plataforma de soluções e serviços imobiliários, uniram-se para implementar dois projectos de autoconsumo solar. Implementados nos Centros Comerciais Alegro Castelo Branco e Alegro Setúbal, activos sob gestão da Nhood, os projectos totalizam um investimento de 800 mil euros por parte da Helexia.

    Os projectos contemplam não só a instalação de painéis solares, que visam reduzir significativamente as facturas de energia dos centros comerciais e diminuir a dependência da rede eléctrica convencional, mas também a disponibilização de postos de carregamento eléctrico no Alegro Setúbal que permitem a carga de seis veículos em simultâneo.

    No Alegro Castelo Branco, a instalação de 912 painéis solares com 492 kWp terá capacidade para produzir anualmente 750 MWh de energia limpa, evitando a emissão de 352 toneladas de CO2 por ano. Isto vai representar uma poupança no consumo de energia eléctrica para o centro comercial de 40%.

    Já no Alegro Setúbal, serão instalados 1214 painéis solares, com 558 kWp, que vão produzir, anualmente, 798 MWh de energia limpa e evitar a emissão de 359 toneladas de CO2 por ano, o que equivale a uma redução de energia eléctrica de 29%.

    “Estamos entusiasmados por contribuir para um futuro mais sustentável através da implementação destes projectos de autoconsumo solar e mobilidade eléctrica em parceria com a Nhood. Acreditamos que a transição para uma energia verde é a solução para mitigar as emissões de CO2 e promover uma sociedade mais consciente do seu impacto no planeta”, afirma João Guerra, director de Marketing e Comunicação da Helexia Portugal.

    “Estamos comprometidos em promover iniciativas sustentáveis e relevantes para as comunidades e estes projetos vêm reforçar esse mesmo compromisso. A instalação de painéis solares e carregadores para veículos eléctricos vai, não só, permitir-nos melhorar o desempenho energético e optimizar os custos operacionais, como também reforçar o nosso posicionamento no mercado enquanto empresa do sector imobiliário que se preocupa em gerar valor e contribuir para um planeta e um futuro melhor”, afirmou, também, João Jesus, director de Sustentabilidade e Operações da Nhood.

    Com a transição para uma fonte de energia mais limpa e sustentável, espera-se uma redução substancial das emissões de gases com efeito de estufa, reforçando o compromisso estabelecido pela Nhood para alcançar a neutralidade carbónica até 2040.

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    Native Townhouses

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    Belas Clube de Campo faz balanço “muito positivo” da comercialização do Native

    Das 80 unidades lançadas no último ano, 60% dos apartamentos correspondentes ao Native Soul e Native Orion foram já comercializados, assim como metade das unidades do Native Townhouses

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    O Native, o novo projecto imobiliário no Belas Clube de Campo, completa um ano desde o seu lançamento e tem registado resultados que “atestam o sucesso” do projecto, com as vendas do primeiro semestre de 2024 a duplicarem face ao período homólogo.

    No espaço de um ano foram lançadas 80 novas unidades relativas aos três edifícios do empreendimento. Destas foram já comercializados 60% dos apartamentos correspondentes ao Native Soul e Native Orion.

    Já as Native Townhouses também mostraram um grande dinamismo, com 50% das unidades comercializadas em apenas um mês e meio.

    O Native prevê um investimento na ordem dos 100 milhões de euros, um projecto voltado para o publico nacional, que representa já mais de 50% das nacionalidades.

    “Um ano após o lançamento do Native, o balanço é muito positivo. Este é um projecto único com uma forte aposta pela arquitcetura, trazendo grandes nomes para o projecto como o arquitecto Miguel Saraiva e o arquitecto Eduardo Capinha Lopes. O objectivo é desenvolver uma oferta diferenciadora, de grande qualidade, destinada essencialmente a famílias nacionais, e que integre todos os serviços essenciais, numa localização privilegiada a apenas 15 minutos do centro de Lisboa” refere Joana Rodrigues Farinha, directora Geral Belas Clube de Campo/Native.

    O Native Orion, com assinatura do arquitecto Capinha Lopes, representa um investimento de 14 milhões de euros, estando a obra a cargo da Casais. Já as Native Soul e Native Townhouses conta com a assinatura do atelier de Miguel Saraiva.

    Além destas unidades, estão ainda em pipeline um total de mais 150 novas casas, incluindo um Hub com piscina, espaço de co-working, co-kitchen, kids club, ginásio, entre outros.

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    WellBe (Parque das Nações)

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    Mercado de escritórios em “franca” recuperação

    Com um aumento “assinalável” no take-up, tanto em Lisboa como no Porto,  esta evolução foi influenciada pela conclusão de grandes transacções, com os três principais negócios a representarem metade do volume total de Lisboa e um terço no Porto

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    De acordo com os dados do primeiro semestre de 2024, divulgado pela consultora Cushman & Wakefield (C&W), os escritórios apresentam uma “franca” recuperação do sector, quando comparado com o período homólogo do ano passado.

    Com um aumento “assinalável” no take-up, tanto em Lisboa como no Porto,  esta evolução foi influenciada pela conclusão de grandes transacções, com os três principais negócios a representarem metade do volume total de Lisboa e um terço no Porto, demonstrando que a dinâmica do mercado está dependente da disponibilidade de áreas significativas em edifícios de qualidade.

    Este indicador, que analisa o volume de área tomada num determinado período é, no primeiro semestre do ano, de 122.600 metros quadrados (m2) para Lisboa, ultrapassando o volume total de todo o ano de 2023 (112.500 (m2) em 9%. Já na cidade do Porto, foram transaccionados 28.400 m2, um aumento homólogo de 13%.

    Segundo Pedro Salema Garção, partner e head of Offices da Cushman & Wakefield Portugal, a “procura por grandes áreas de escritórios permanece activa”, havendo a convicção de que “a introdução de novos edifícios de alta qualidade será fundamental para dinamizar o mercado”.

    Quanto a projecções, e face ao robusto pipeline de negócios em curso, a consultora estima um volume de ocupação a rondar os 200 mil m2 até ao final do ano em Lisboa, enquanto no Porto se prevê aproximadamente 65 mil m2, estimando-se que a renda prime registe uma ligeira subida no Porto, para os €20/m²/mês, estabilizando em Lisboa, nos €28/m²/mês.

    Em relação à actividade da Cushman & Wakefield, a consultora esteve envolvida nas maiores transações dos mercados de Lisboa e Porto do primeiro semestre, nomeadamente a compra (para ocupação própria) pela Caixa Geral de Depósitos do edifício WellBe na capital e o arrendamento da totalidade do Matosinhos Office Center por uma entidade que se mantém confidencial, na cidade Invicta.

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    José Dias, à esquerda, com Rui Abreu

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    José Dias assume presidência da APAL

    José Dias, Strategic Unit director da Hydro em Portugal, irá assegurar a gestão da associação nos próximos dois anos, sucedendo Rui Abreu, que se mantem como vogal do Conselho Fiscal

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    José Manuel Pereira Dias, (à esquerda na imagem), Strategic Unit director da Hydro em Portugal, é o novo presidente da Associação Portuguesa do Alumínio, APAL, cujos associados representam no país a indústria do alumínio. A eleição teve lugar durante a última Assembleia Geral da APAL.

    Manter a linha de actuação da associação e dar continuidade à promoção das potencialidades do alumínio como material inteligente e sustentável nos diferentes sectores em Portugal é o principal objectivo deste novo mandato. Com mais de 40 anos, a associação dedica-se à promoção das potencialidades do alumínio enquanto material inteligente e sustentável no mercado português e à representação dos interesses dos seus associados junto da tutela, Governo e outras instituições relevantes.

    Com mais de 20 anos de experiência no setor do alumínio, José Dias, integrou a indústria com a chegada do Grupo Sueco, SAPA, a Portugal, onde desempenhou funções como director Regional de Vendas. Em 2013 integra a TECHNAL como director Executivo da ALUMIL Angola, responsável pela colaboração com o Grupo Grego no mercado angolano.

    O novo presidente da APAL integra há nove anos a Hydro Building Systems Portugal, onde se mantém até hoje, a exercer a função de Strategic Unit director com a responsabilidade da gestão das marcas do grupo no mercado português, desde 2021.

    “Esta nova liderança representa um enorme desafio pessoal, alicerçado na confiança de uma direcção coesa e experiente, que irá garantir que a APAL esteja sempre presente na defesa dos interesses dos seus associados, assim como, garantir o contributo dos mesmos nos projectos estratégicos mais importantes para o futuro do sector”, afirma José Dias.

    A Associação Portuguesa do Alumínio tem hoje como associados 54 empresas e representa em Portugal as marcas internacionais de qualidade das indústrias do alumínio e do tratamento de superfície de metais, como as indústrias de extrusão, de anodização, de lacagem, de aplicação, de limpeza e manutenção.

    A associação tem desenvolvido múltiplas acções de sensibilização para a sustentabilidade, com foco nas vantagens da utilização do alumínio como material circular em diversos sectores, nomeadamente, lançou este ano a nova campanha institucional para 2024 com destaque na promoção das potencialidades do alumínio nos sectores da Mobilidade, Energia, Construção e Indústria, para alcançar uma sociedade neutra em carbono, de forma a contribuir para definir uma construção mais sustentável ajudando a atingir uma economia circular no sector.

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    Foto: Site da Câmara Municipal do Seixal

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    Metro Sul do Tejo vai chegar à Costa e à Trafaria

    Assinatura para definir os termos e condições de cooperação a estabelecer entre a Câmara de Almada, o Metropolitano de Lisboa e a TML irá acontecer dia 15 de Julho na Costa da Caparica

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    O Metro Sul do Tejo vai avançar até à Costa da Caparica e à Trafaria. A assinatura do protocolo de colaboração entre a autarquia de Almada, o Metropolitano de Lisboa e a Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML), com vista a definir os termos e condições de cooperação a estabelecer entre as partes, irá acontecer no próximo dia 15 de Julho, na Praça da Liberdade, na Costa da Caparica.

    Este novo troço visa reduzir a dependência do transporte individual, respondendo assim ao compromisso de Portugal de atingir a neutralidade carbónica em 2050.

    Inês de Medeiros, presidente da Câmara Municipal de Almada, preside à cerimónia de assinatura, tendo em vista o estudo, planeamento e concretização do projecto de prolongamento do Metro Sul do Tejo até à Caparica e Trafaria, designadamente no que se refere ao seu objecto, custos, faseamento e definição do traçado. A cerimónia conta, também, com a presença da Secretária de Estado da Mobilidade, Cristina Pinto Dias.

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    LG adquire Athom para “potenciar” negócio de espaços inteligentes

    Com uma participação de 80% na Athom, os restantes 20% deverão ser adquiridos nos próximos três anos. O objectivo é conectar a tecnologia da Athom com a plataforma LG ThinQ com IA generativa para fazer a gestão de electrodomésticos e dispositivos loT para criar um ambiente personalizado

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    A LG Electronics adquiriu recentemente uma participação de 80% na Athom, uma empresa que actua no sector de plataformas para casas inteligentes, sediada em Enschede, nos Países Baixos, sendo que este acordo prevê a aquisição dos restantes 20% nos próximos três anos. Esta operação estratégica procura optimizar a conectividade da LG dentro dos ecossistemas abertos de smart homes.

    Ao integrar as capacidades da Athom com a tecnologia ‘Affectionate Intelligence’ da LG, a empresa demonstra o seu compromisso com a liderança de uma nova era de inovação doméstica impulsionada por IA.

    A LG planeia integrar a ampla conectividade da Athom, ao nível de milhares de electrodomésticos, sensores e dispositivos de iluminação, com a plataforma LG ThinQ com IA generativa, com o objectivo de criar uma casa inteligente com soluções optimizadas para o espaço em questão, o que permite adquirir um conhecimento mais profundo do utilizador.

    Desta forma, nestas LG Smart Homes, os clientes vão interagir com IA generativa, que fará a gestão de electrodomésticos e dispositivos loT para criar um ambiente personalizado, adaptado às suas preferências.

    A LG procura expandir as diferentes experiências das casas inteligentes para diversos espaços onde os clientes passam o seu tempo, como os espaços comerciais e ambientes de mobilidade, de forma a concretizar efectivamente e fazer evoluir o conceito de ‘espaço inteligente’.

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    Guimarães é uma das finalistas da Capital Verde Europeia 2026

    Pelo segundo ano consecutivo Guimarães volta a ser uma das finalista ao título de Capital Verde Europeia. A shortlist inclui ainda as cidades de Heilbronn e Klagenfurt. A cidade vencedora será conhecida a 24 de Outubro

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    Guimarães está na shortlist das três cidades finalistas que disputam o título de Capital Verde Europeia 2026. O município chega à fase final da competição pelo segundo ano consecutivo e disputará o título com Heilbronn (Alemanha) e Klagenfurt (Áustria). A cidade vencedora será conhecida a 24 de Outubro, numa cerimónia que terá lugar em Valência, Capital Verde Europeia em 2024.

    Para Domingos Bragança, presidente da Câmara Municipal de Guimarães, “é um enorme orgulho para o município de Guimarães ver novamente valorizado o trabalho que desenvolve em prol da sustentabilidade”. O edil considera que a presença de Guimarães, pelo segundo ano consecutivo, entre as cidades finalistas ao título de Capital Verde Europeia é a prova de que o caminho que está a ser trilhado é o certo. “O nosso compromisso com o desenvolvimento ambientalmente sustentável só é possível com o apoio das escolas e universidades, empresas e cidadãos, pois só dessa forma alcançaremos o objectivo comum de sensibilizar a população para a necessidade de proteger o ambiente e assim combater as alterações climáticas. As iniciativas e acções que temos vindo a realizar, ao longo dos últimos anos, fazem de Guimarães uma cidade referência para as outras cidades, portuguesas e europeias”, afirma o autarca.

    O painel de sete especialistas independentes que avaliou o lote inicial de nove cidades candidatas valorizou o desempenho das três cidades finalistas, incluindo Guimarães, em sete parâmetros ambientais: qualidade do ar; qualidade da água e eficiência; biodiversidade, áreas verdes e uso sustentável do território; desperdício e economia circular; poluição sonora; desempenho energético e mitigação das alterações climáticas; e adaptação às mesmas.

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    Nolon comercializa empreendimento Canidelo Residences

    O empreendimento de luxo, composto por seis moradias, conta com a assinatura do gabinete de arquitectura UrbanCore e tem a sua conclusão prevista para o final de 2025

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    A Nolon, marca imobiliária do grupo Finsolutia, está a comercializar o empreendimento Canidelo Residences, formado por seis moradias premium V4 no coração de Canidelo, em Vila Nova de Gaia. Este projecto residencial, com conclusão prevista para o final de 2025, destaca-se como um exemplo de requalificação urbana, respeitando o património cultural da zona envolvente e todas as regulamentações urbanísticas.

    Com assinatura do gabinete de arquitectura UrbanCore, o design foi pensado ao pormenor para maximizar a relação entre os espaços interiores e o exterior. Foram criados dois logradouros, sendo o primeiro voltado para a via pública e o segundo na zona posterior, destinado ao uso privativo dos moradores.

    O Canidelo Residences é marcado pela sua imagem contemporânea sóbria e design sofisticado, características que se traduzem em espaços amplos no interior e acabamentos de excelência, com vista para o mar e rio Douro.

    Com áreas brutas de construção que variam entre os 319 me e 339 m2, estas moradias de luxo situam-se a uma distância de apenas 5 minutos da Praia de Lavadores, da Reserva Natural do Estuário do Douro e da Douro Marina.
    Neste empreendimento de luxo, as seis moradias, dispostas duas-a-duas em terrenos independentes entre os 288 m2 e os 450 m2, conjugam, assim, a melhor orientação solar e a paisagem envolvente.

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    Presença portuguesa “bate recorde” na BAU 2025

    São mais de 20 as empresas portuguesas que irão expor os seus produtos e soluções, cuja temática da feira pretende reflectir o conceito de “climate-friendly”

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    A BAU 2025 irá decorrer de 13 a 17 de Janeiro e, embora haja ainda algum espaço para as últimas inscrições de expositores, a organização já declarou que os 18 pavilhões se encontram esgotados.

    A presença portuguesa, nesta que é considerada a feira “líder mundial” de arquitectura, materiais e sistemas de construção, aponta para a inscrição de mais de 20 empresas que irão expor em 1400 metros quadrados (m2). “Trata-se de um novo recorde de expositores e, em 10 anos, Portugal passou a ocupar o triplo de área de exposição”, indica a organização da feira.

    O tempo é de resiliência e as intervenções urbanas e arquitectónicas requerem um pensamento holístico. As cidades terão de adotar necessariamente princípios sustentáveis e a construção tem de corresponder às exigências “climate-friendly”.

    “Todos os agentes irão estar presentes neste encontro de cinco dias em Munique e todos, entidades públicas, arquitectos e engenheiros são peças-chave e partes fundamentais da resposta global que a indústria deve assumir”, reforçam.

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