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Construção

Vera Jardim preocupado com o financiamento rodoviário

O deputado socialista Vera Jardim revelou a sua preocupação com o imposto que o Governo cobrará para financiar a Estradas de Portugal, que vai contribuir directamente para as receitas da empresa.

Diana Nobrega Rodrigues
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Vera Jardim preocupado com o financiamento rodoviário

O deputado socialista Vera Jardim revelou a sua preocupação com o imposto que o Governo cobrará para financiar a Estradas de Portugal, que vai contribuir directamente para as receitas da empresa.

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Diana Nobrega Rodrigues
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O deputado socialista Vera Jardim revelou a sua preocupação com o imposto que o Governo cobrará para financiar a Estradas de Portugal, que vai contribuir directamente para as receitas da empresa.De acordo com esta resolução do Conselho de Ministros datada de Novembro, o Governo criou uma forma de financiar o sistema rodoviário através de um imposto que irá garantir a afectação ao sector rodoviário nacional de receitas decorrentes da utilização das infraestruturas existentes".

Este imposto tem como contrapartida a redução da incidência fiscal sobre os Produtos Petrolíferos e energéticos (ISP) e que o cálculo do valor desta contribuição terá por referência os quilómetros percorridos com base numa unidade de consumo de combustível, garantindo uma discriminação positiva dos utilizadores dos veículos mais eficientes em termos ambientais.

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Reynaers Aluminium lança nova gama Paralline

Os modernos sistemas podem ser utilizados em fachadas, terraços ou pátios que precisam de criar áreas sombreadas ao ar livre, principalmente no Verão em que os dias são maiores, mas igualmente ao longo do ano

A Reynaers Aluminium, especialista líder no desenvolvimento e comercialização de soluções inovadoras e sustentáveis em alumínio, apresenta para o verão de 2021 a nova gama de produtos que permite a arquitetos e profissionais de construção e remodelação, conceber e construir casas e edifícios únicos.

O revestimento Paralline combina, segundo a empresa, o design contemporâneo a soluções sustentáveis fruto da experiência de mais de 50 anos da Reynaers Aluminium na produção de soluções em alumínio para uma variedade de aplicações. De acordo com Marta Ramos, directora de marketing da Reynaers “a Reynaers tem-se posicionado como um parceiro de excelência para instaladores, arquitectos e donos de obra por via de um forte investimento em pesquisa, desenvolvimento e suporte técnico, consolidado em produtos inovadores, sustentáveis e centrados nas necessidades de cada um dos intervenientes no processo construtivo”.

Os modernos sistemas podem ser utilizados em fachadas, terraços ou pátios que precisam de criar áreas sombreadas ao ar livre, principalmente no Verão em que os dias são maiores, mas igualmente ao longo do ano, particularmente nos países do sul da Europa.
Para além de ganhos ao nível da eficiência energética, criam uma nova oportunidade de revestimento para paredes opacas ou transparentes sem necessidade de interferência de uma terceira parte no projecto.

Segundo assegura a empresa em comunicado, Paralline pode ser combinada e ajustada a qualquer elemento ou material da fachada de um edifício (incluindo janelas e portas). As opções de design são muito variadas, utilizando perfis horizontais ou verticais, com diferentes profundidades e uma conjugação de estilos para estéticas exclusivas perfeitamente adaptadas às pretensões do cliente. Está, do mesmo modo, integrada no sistema Reynapro para cálculo e orçamentação fiáveis. Os elementos podem ser pré-assemblados em oficina, permitindo uma fácil e rápida instalação e alinhamento no local. Para o proprietário, isto significa previsibilidade em custos e prazos.

“Paralline é a solução perfeita para impulsionar a sustentabilidade do seu edifício em nova construção ou em reabilitação. Uma camada de isolamento pode ser instalada atrás do revestimento da fachada Paralline para uma óptima eficiência energética”, asseguram os responsáveis da Reynaers, que acrescentam que “quando instalado em sobreposição com as janelas ou portas, os produtos Paralline actuam como um sistema de sombreamento. Além dos benefícios do isolamento, o sistema é também fácil de desmontar e reciclar, dando assim uma resposta à crescente procura de soluções para fachadas circulares”.

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Weber lança novas versões do selante Webercolor: Sealceramic e Sealstone

A aposta da empresa tem como objectivo reforçar a sua notoriedade enquanto especialista na actividade, oferecendo selantes adequados à cor da oferta de juntas Webercolor

A Weber, da Saint-Gobain Portugal, acaba de relançar no mercado nacional os selantes Webercolor Sealceramic e Webercolor Sealstone. A aposta da empresa tem como objectivo reforçar a sua notoriedade enquanto especialista na actividade, oferecendo selantes adequados à cor da oferta de juntas Webercolor, melhorando o resultado técnico e estético das distintas obras.

O Sealceramic destina-se à selagem elástica de juntas entre cerâmica, para interiores e exteriores, paredes e pavimentos, podendo também ser utilizado em combinação com os sistemas de fachadas Webertherm da marca. O produto apresenta resistência a fungos e elevada elasticidade e aderência.

Já o Sealstone está indicado para a selagem elástica de juntas entre pedra, para interiores e exteriores de edifícios, paredes, pavimentos e piscinas, sendo também resistente a fungos, com elevada elasticidade e aderência.

Estes tipos de revestimentos estão sujeitos a muitas tensões em consequência das variações de temperatura e humidade assim como das sobrecargas a que as construções são submetidas. Uma forma de aliviar ou absorver estes esforços, evitando o destacamento das peças, é prevendo juntas no pavimento ou revestimentos ao executar a solução.

Paralelamente, os produtos mencionados são adequados para preenchimento dos remates entre painéis cerâmicos ou pétreos com os elementos adjacentes (tais como sanitários, rodapés ou caixilharia), remates estes que devem ser executados com materiais elastoméricos capazes de prevenir a passagem de água e proporcionar uma continuidade estética entre as partes.

Os produtos diferenciam-se, desta forma, pelas propriedades tecnicamente ajustadas aos dois tipos de revestimentos mais comuns: cerâmica e pedra natural. Em adição, esta oferta está ajustada à disponibilidade de cor presente na gama Webercolor, permitindo manter as características técnicas/estéticas dos revestimentos em cerâmica e pedra natural.

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AICCOPN: Carteira na Reabilitação cresce 7% até Julho

A produção contratada situou-se em 9,3 meses, acompanhando a tendência recente verificada ao nível da carteira de encomendas

O índice relativo à evolução da Carteira de Encomendas, que mede a opinião dos empresários quanto ao volume de obras previstas,
apresenta, em Junho, uma variação homóloga de 7%, superior aos 3,5% registados em Maio.

Os dados constam do Barómetro da Reabilitação promovido pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), segundo o qual “estas variações reflectem, em larga medida, um efeito base resultante das quebras verificadas nos meses homólogos do
ano passado, em resultado dos impactos iniciais da pandemia”.

Em Junho, de acordo com a informação recolhida no inquérito mensal da AICCOPN aos empresários do sector que actuam no segmento da
Reabilitação Urbana, o índice que mede a evolução do Nível de Actividade regista uma taxa de crescimento de 7,2%, em termos homólogos, praticamente igual aos 7,3% observados no mês anterior.

A produção contratada, ou seja o tempo assegurado de laboração a um ritmo normal de produção, situou-se em 9,3 meses, acompanhando a
tendência recente verificada ao nível da carteira de encomendas.

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Concurso para nova travessia do Douro alargado até 20 de Agosto

A nova travessia será construída a montante da ponte de São João e a jusante da ponte do Freixo, ligando a zona de Quebrantões, em Oliveira do Douro, à marginal ribeirinha do Porto – Avenida Paiva Couceiro

O prazo para a apresentação de candidaturas ao concurso público internacional para a empreitada de concepção-construção da ponte D. António Francisco dos Santos e acessos foi prorrogado para as 23h59 do próximo dia 20 de Agosto. As candidaturas deverão ser submetidas através da plataforma www.acingov.pt, onde poderão também ser consultadas as peças do concurso.

Em comunicado conjunto assinado pelas autarquias, Porto e Gaia asseguram que o concurso, lançado no passado dia 25 de Junho visa um Concurso Limitado por Prévia Qualificação, cuja primeira fase do procedimento consiste na qualificação prévia dos candidatos. O objectivo é seleccionar os candidatos que cumpram com os requisitos técnicos e financeiros mínimos estabelecidos no concurso. Numa segunda fase, os candidatos seleccionados serão convidados a apresentar propostas – num prazo de sete meses –, nas quais deverão incluir um Estudo Prévio da solução global da ponte que se propõem executar, cumprindo com os requisitos técnicos e outros impostos nas peças de concurso.

Terminada a fase de concurso, que culmina com a adjudicação ao concorrente vencedor, iniciar-se-á a fase de execução contratual, composta por dois momentos. A execução de estudos e projectos, durante os primeiros 12 meses, e a execução da empreitada nos 24 meses seguintes, acrescidos de dois meses de ensaios, levando assim a conclusão para o segundo semestre de 2025.

A nova travessia será construída a montante da ponte de São João e a jusante da ponte do Freixo, ligando a zona de Quebrantões, em Oliveira do Douro, à marginal ribeirinha do Porto – Avenida Paiva Couceiro. A Ponte D. António Francisco dos Santos, assim designada em homenagem ao falecido bispo da Diocese do Porto, terá uma extensão total aproximada de 625 metros, dos quais 300 metros se desenvolvem sobre o leito do rio Douro e os restantes 325 metros sobre terrenos de Vila Nova de Gaia. De destacar que o seu tabuleiro terá duas faixas de rodagem, com duas vias de circulação cada, um separador central, assim como passeios e ciclovias unidirecionais de ambos os lados.

Em Vila Nova de Gaia, o acesso à futura ponte será realizado através da construção de uma rotunda e de um novo arruamento com aproximadamente 590 metros de extensão, que por sua vez ligará à rotunda Gil Eanes. Esse novo arruamento será composto por duas faixas de rodagem, com duas vias de circulação cada, separador central, passeios, ciclovias e estacionamentos. A rotunda Gil Eanes será também objecto de intervenção de forma, a nela se incluir uma ciclovia em todo o seu perímetro. Em termos de acessos à nova travessia no Porto, prevê-se a construção de uma rotunda sobrelevada à actual avenida Paiva Couceiro, interligada a esta através de dois ramos de ligação em viaduto. Pretende-se, contudo, que a continuidade da avenida se mantenha, reservando a actual marginal, sob a rotunda, para usufruto pedonal e dos meios suaves.

O preço base do concurso de concepção-construção é de 38,5 milhões de euros e determina um prazo máximo de execução de 1.150 dias. O custo da obra, de elevada relevância para a região, será totalmente assumido pelos dois municípios.

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Mota-Engil entre as 100 maiores construtoras do mundo

A Mota-Engil foi a única empresa portuguesa a entrar no ranking anual do estudo “Global Powers of Construction” da Deloitte, referente a 2020

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A Mota-Engil foi a única empresa portuguesa a entrar no ranking anual do estudo “Global Powers of Construction” da Deloitte, referente a 2020. A empresa ocupa a 76.ª posição, na tabela das 100 maiores construtoras do mundo, mantendo assim o lugar que já lhe pertencia em 2019.

Segundo o estudo da consultora internacional, a Mota-Engil encerrou o ano de 2020 com vendas na ordem dos 2.775 milhões de dólares e com uma capitalização bolsista de 396 milhões de dólares.

O relatório “Global Powers of Construction 2020” (GPoC) classifica as 100 principais empresas de construção global com base nas vendas e as 30 principais empresas com base na capitalização de mercado. À semelhança das edições anteriores, o relatório analisa as perspectivas macroeconômicas actuais do sector de construção e prevê o seu crescimento nos principais mercados.

As empresas chinesas continuam a dominar o ranking das 100 primeiras por receitas, com 6 empresas entre as 10 primeiras em termos de vendas. No entanto, há apenas uma empresa chinesa no ranking das 10 primeiras por capitalização de mercado e duas empresas chinesas no ranking das 10 primeiras por vendas internacionais.

O GPoC analisa os principais indicadores financeiros dos principais participantes – desempenho em termos de receita, capitalização de mercado, presença internacional, diversificação, lucratividade, endividamento e outros índices financeiros.

Em 2020 a receita agregada dos 100 maiores players do mundo neste sector aumentou 3,7%, face ao ano de 2019, enquanto a capitalização de mercado desceu 6,9%, tendo em conta o mesmo período.

Segundo o mesmo relatório, espera-se que as receitas na indústria da construção mantenha uma taxa de crescimento de 3,6% por ano durante os próximos dois anos.

Segundo o estudo, apesar do enorme impacto da pandemia COVID-19, a indústria de construção foi menos afetada do que outras indústrias durante 2020. No entanto, a pandemia impactou as perspectivas de crescimento para os próximos anos, em virtude do maior endividamento causado pelo aumento nos gastos públicos necessários para mitigar a crise da COVID-19. Este facto pode comprometer a sustentabilidade das finanças públicas de alguns países e, consequentemente, as suas possibilidades de investimento em infraestruturas.

No entanto, a crise deverá ter um efeito limitado sobre as megatendências de longo prazo que impulsionarão o crescimento nos próximos anos: crescimento populacional e urbanização, mudanças climáticas e descarbonização da economia e tecnologia e transformação digital.

O impacto da crise da COVID-19 nas finanças públicas fará com que a cooperação público-privada se torne uma opção fundamental para garantir o investimento em infraestrutura.

O relatório deste ano também inclui uma secção que analisa uma série de tendências que têm moldado a construção nos últimos anos ou que se espera que tenham um grande impacto no futuro próximo, levando em consideração as novas prioridades pós-pandêmicas.

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ALF com nova direcção

Apesar da pandemia, a ALF mantém um elevado peso na economia. Em 2020 o Leasing financiou investimentos em mobiliário e imobiliário no montante de 2,4 MM€

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A Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting (ALF) elegeu os novos órgãos sociais para o triénio 2021-2023. Luís Augusto, CEO para Portugal do BNP Paribas Factor, é o novo presidente da entidade que representa o sector do financiamento especializado no país.

“Vivemos momentos de grande exigência para os agentes económicos, e os associados sentem-no nas suas actividades e no apoio que têm continuado a prestar à economia nacional, apesar dos constrangimentos provocados pela pandemia no último ano e meio”, afirmou Luís Augusto. O responsável da associação destaca a “importância do sector do financiamento especializado para a revitalização da economia e na resposta aos enormes desafios das alterações climáticas”.

No contexto pandémico de 2020, os associados da ALF registaram uma redução da actividade, mas mantiveram o elevado peso na economia em período de contração. O Leasing financiou investimentos em mobiliário e imobiliário no montante de 2,4 mil milhões de euros, enquanto o Factoring totalizou 31,5 mil milhões de euros em créditos tomados (equivalente a cerca de 16% do PIB nacional). O Renting, por seu lado, registou uma produção de viaturas ligeiras novas no valor de 557,3 milhões de euros. Em conjunto, o Leasing e o Renting foram responsáveis pela aquisição de cerca de 34% das viaturas novas vendidas em Portugal.

A restante Direção da ALF eleita em Assembleia Geral é constituída por Pedro Cunha, em representação do Santander, Pedro Pessoa, em representação da Leaseplan, Paulo Franco em representação do Novo Banco, e Paulo Matos, em representação do Millennium BCP. Luís Augusto sucede a Alexandre Santos – que assumiu o cargo em abril de 2019 e será agora o presidente do Conselho Fiscal, em representação da Caixa Geral de Depósitos.

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Lisboa com valorização de 4,9% nos preços das casas

De acordo com o Índice de Preços Residenciais da Confidencial Imobiliário Lisboa teve uma valorização de 4,9%. A norte a AM do Porto mantém crescimento mas a um ritmo menos acentuado.

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Os preços das casas aumentaram 4,9% em Lisboa no 2º trimestre de 2021 face ao trimestre anterior. Os dados refletem os mais recentes resultados do Índice de Preços Residenciais da Confidencial Imobiliário. Esta subida sucede à variação trimestral de -0,3% observada no 1º trimestre e coloca a capital de novo a alinhar com a dinâmica de valorização da restante Área Metropolitana de Lisboa.

Para o cômputo da região, apurou-se uma variação trimestral média dos preços no patamar de 5,6% no 2º trimestre, igualmente em forte intensificação face aos 1,5% observados no 1º trimestre. A aceleração na variação trimestral foi uma realidade transversal à região, intensificando-se a subida de preços em todos os mercados da AM Lisboa sem excepção. O índice acompanha a evolução dos preços efectivos de venda, apurados a partir das transacções reportadas ao SIR-Sistema de Informação Residencial.

À semelhança de Lisboa, na região norte o Porto também intensificou a subida de preços, mas mantém-se como o mercado que menos valoriza na respectiva Área Metropolitana, apurando-se uma subida trimestral de 1,8% no 2º trimestre. No trimestre anterior, este indicador tinha ficado em 0,6%.

Na Área Metropolitana do Porto, o 2º trimestre trouxe igualmente uma aceleração da valorização trimestral a todos os mercados, embora, em geral, com intensificações menos acentuadas do que na AM Lisboa. Assim, de uma valorização média de 1,8% apurada para a região no 1º trimestre de 2021, evoluiu-se para uma de 4,2% no 2º trimestre.

O preço médio de venda da habitação no 2º trimestre ascendeu a 3.833€/m2 em Lisboa e a 2.506€/m2 no Porto, conforme os dados do SIR-Sistema de Informação Residencial.

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Viseu investe 4,5M€ em Área de Acolhimento Empresarial

A 1ª fase das obras de urbanização da Área de Acolhimento Empresarial de Lordosa prevê já a construção e implementação de peças e estruturas essenciais para o bom funcionamento do espaço

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O Executivo municipal de Viseu aprovou, em reunião de Câmara, o lançamento do concurso para a construção da primeira fase da Área de Acolhimento Empresarial de Lordosa (AAEL). O prazo definido para a execução da obra é de 12 meses e representa um investimento global superior a 4,5 milhões de euros.

A 1ª fase das obras de urbanização da Área de Acolhimento Empresarial de Lordosa prevê já a construção e implementação de peças e estruturas essenciais para o bom funcionamento do espaço. Por exemplo, serão incluídas na empreitada infraestruturas hidráulicas, ETAR, plano de acessibilidades, arquitectura paisagista, plano de segurança e saúde ou o plano de prevenção e gestão de resíduos, entre outras peças. Saliente-se que o investimento contará com financiamento através de fundos europeus (CCDR – Centro) na ordem dos 85%.

“O Município de Viseu definiu, como um dos seus eixos prioritários, transformar o concelho num polo de atractividade de investimento, no domínio da Competitividade Empresarial. A AAE de Lordosa é uma obra fundamental para fomentar é um passo decisivo para cumprir este objectivo”, explica Conceição Azevedo, Presidente da Câmara Municipal de Viseu. A estrutura é ainda fundamental para a dinamização do Norte do Concelho, que poderá desta forma aumentar o emprego qualificado na região e, consequentemente, a fixação das populações.

Numa primeira fase, a AAEL irá suprir uma clara falha de mercado existente na região, atendendo à escassez de oferta de solo para a instalação de empresas, em contraponto com a elevada procura. Posteriormente, proporcionará às empresas um ambiente de negócios favorável e propício à melhoria da sua competitividade e ao aumento da cooperação empresarial. A infraestrutura deverá começar a receber empresas a partir de 2022. “Com mais este importante investimento, esperamos potenciar a centralidade geográfica de Viseu e, dessa forma, captar para o concelho e para a região, investimento directo estrangeiro qualificado”, adianta a autarca.

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Braga recupera Escola Francisco Sanches para construir Centro Cultural

O projecto propõe a reabilitação geral de todo o edifício, dotando as suas divisões com conforto e renovação necessárias para albergar as funções culturais no âmbito das actividades das artes visuais e performativa

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A Câmara Municipal de Braga vai abrir o concurso público para a reabilitação da antiga escola Francisco Sanches, onde será criado um centro cívico de matriz cultural. A abertura de procedimento concursal é submetida à próxima Reunião do Executivo Municipal.

Com um preço-base de 1,7 milhões de euros, o projecto vai transformar a antiga escola Francisco Sanches num equipamento de referência, alinhado com a estratégia cultural da Cidade para 2030 e com a candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultural em 2027.

O projecto propõe a reabilitação geral de todo o edifício, dotando as suas divisões com conforto e renovação necessárias para albergar as funções culturais no âmbito das actividades das artes visuais e performativas. O objectivo passa por maximizar o enorme potencial do edifício, que conta com uma área global de 6.415m2, e aproveitar a sua centralidade. Recorde-se que o edifício da antiga escola Francisco Sanches fica situado no coração da Freguesia de S. Victor, estabelecendo a ligação entre o Centro Histórico e a Universidade do Minho.

Após a reabilitação, o edifício irá receber o Arquivo Municipal, incluindo o arquivo histórico, serão criadas salas de consulta e uma biblioteca, uma zona de tratamento e higienização de documentos.

A ideia é que o público se aproprie progressivamente da utilização do edifício, colocando à disposição as zonas que forem ficando disponíveis. A Autarquia vai também garantir a continuidade da utilização de algumas das estruturas que já se encontram sediadas no edifício e incorporar novas dinâmicas que possam resultar o debate em torno da estratégia cultural 2030.

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Odivelas: “Casa da Quinta” vale prémio de Arquitectura a Catarina Alves

“Para além de ser uma obra com uma enorme simbologia pessoal e familiar, a Casa da Quinta representa tudo aquilo em que eu acredito do ponto de vista da arquitectura e do design de interiores”, explica a arquitecta

Ricardo Batista

O projecto Casa da Quinta, em Caneças, assinado pela arquitecta Catarina Alves, foi o grande vencedor do galardão municipal de arquitectura do concelho de Odivelas, uma iniciativa promovida pela autarquia e que procura “honrar construções novas, ou que estejam em recuperação, que privilegiem a qualidade arquitectónica e o enquadramento urbanístico do projecto, e que contribuam para a valorização do património arquitectónico e urbanístico do Concelho de Odivelas.

Segundo a organização, o projecto da Casa da Quinta “surge com o intuito de elevar as características de uma zona rural, em Caneças. Da sua narrativa fazem parte as linhas tradicionais e o telhado de duas águas, as fachadas lisas brancas, pontualmente rasgadas por vãos de alto a baixo, com as suas portadas de ar rústico inspiradas nos antigos celeiros”.

Inserida numa envolvente de 2 hectares de campo, a área onde hoje surge a Casa da Quinta, constituiu no passado um conjunto de construções das quais faziam parte: casas de caseiros e de animais. ​

Com cerca de 200m2 de implantação a Casa da Quinta desenvolve-se num único piso térreo, desenhado e pensado para um contacto constante com o exterior, repleto de oliveiras centenárias.​

No design de interiores adoptou-se uma linha que alia antigo e moderno, seja através dos revestimentos, texturas, cores, mobiliário ou elementos decorativos utilizados.

“Ver o projecto da Casa da Quinta distinguido com o prémio municipal de arquitectura do concelho de Odivelas é para mim motivo de grande orgulho e emoção”, começa por revelar Catarina Alves. “Para além de ser uma obra com uma enorme simbologia pessoal e familiar, a Casa da Quinta representa tudo aquilo em que eu acredito do ponto de vista da arquitectura e do design de interiores”, sustenta.

“Este prémio é também um passo muito importante para a marca que criei. A Casa da Quinta foi o pretexto, o começo e a engrenagem para a concepção da CATE, que pretende dar alma às casas portuguesas”, concluiu a arquitecta, citada em comunicado. Recorde-se que Catarina Alves é fundadora da marca CATE que está vocacionada para a arquitectura, design de interiores e lifestyle.

Sobre o autorRicardo Batista

Ricardo Batista

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