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OLI abre no Chile o seu primeiro showroom na América Latina

Este investimento foi realizado em parceria com um representante local e resulta da “estratégia de diversificação de mercados de internacionalização” do grupo

Pedro Cristino
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OLI abre no Chile o seu primeiro showroom na América Latina

Este investimento foi realizado em parceria com um representante local e resulta da “estratégia de diversificação de mercados de internacionalização” do grupo

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A OLI anunciou a abertura do seu showroom no Chile, o primeiro da marca na América Latina.

A empresa explica, em comunicado, que este investimento foi realizado em parceria com um representante local e resulta da “estratégia de diversificação de mercados de internacionalização” do grupo.

Situado estratégicamente em Viña del Mar, “considerada a capital turística do país e uma das cidades com a maior dinâmica no sector da construção”, o showroom será “a montra das soluções e inovações da marca para clientes profissionais, nomeadamente arquitectos, projectistas ou instaladores”.

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António Oliveira explicou que “a abertura do showroom é um passo importante na afirmação da marca, naquela que é uma das economias mais desenvolvidas, estáveis e promissoras da América do Sul”.

“Encaramos o Chile como uma oportunidade de expansão e estimamos que, no próximo ano, as vendas neste mercado representem 5% do nosso volume de negócios”, acrescentou o director-geral da OLI, que facturou, em 2013, 40 milhões de euros e estima agora fechar o ano com um crescimento de 10%.

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Revive Natureza recebe 45 candidaturas

Os dois imóveis de Leiria receberam a maioria das candidaturas, com 29 propostas. As restantes foram distribuídas por Castelo Branco, Coimbra e Lisboa

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Os concursos para atribuição de direitos de exploração de seis imóveis, lançados a 22 de Junho de 2021, no âmbito do programa Revive Natureza, encerraram a fase para apresentação de candidaturas no passado dia 19 de Novembro, tendo sido recepcionadas 45 propostas. Inicia-se, agora, o procedimento de análise das mesmas, com vista à sua adjudicação.

Foram apresentadas propostas a todos os imóveis, na qual se verifica que os imóveis com mais procura foram a Casa do Pinheiro Manso e o Chalet de S. Pedro, ambos em São Pedro de Moel e o Antigo Posto Fiscal em Monte Fidalgo, em Vila Velha de Rodão.

Neste sentido, o antigo Posto Fiscal em Monte Fidalgo, Castelo Branco, recebeu oito propostas, a Casa Florestal do Sul, em Coimbra, duas candidaturas e, também, em Coimbra, a antiga sede da Administração Florestal na Figueira da Foz, outras cinco. Leiria foi a cidade que recebeu mais propostas para dois dos seus imóveis a concurso: o Chalet de São Pedro e a Casa do Pinheiro Manso, com 12 e 17 propostas, respectivamente. Por último, o Edifício Florestal da Abrigada, em Lisboa, contou apenas uma proposta.

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O Fundo Revive Natureza poderá vir a conceder financiamento às entidades a quem for atribuído o direito de exploração dos imóveis, criando-se, assim, as melhores condições para a concretização dos respectivos investimentos.

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Startup portuguesa permite encontrar casa por videochamada em directo

Inlife é uma plataforma digital que facilita o processo de arrendamento de quartos, estúdios, apartamentos ou até residências e espaços de coliving

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Para quem está a pensar arrendar uma casa ou um quarto, mas não tem disponibilidade ou tempo para sair do local onde se encontra, nem deslocar-se a outra cidade, a Inlife oferece a solução.

Criada para ajudar estudantes e profissionais a encontrar alojamento mobilado pronto a habitar, a Inlife é uma plataforma digital que facilita o processo de arrendamento de quartos, estúdios, apartamentos ou até residências e espaços de coliving, em várias cidades do país – e é possível fazer tudo por videochamada em tempo real.

Lançada em 2019, a Inlife é uma startup portuguesa inovadora na forma como olha todo o processo de procura e selecção  de uma nova casa e, recorrendo à videochamada, torna possível que os hóspedes passassem a visitar um alojamento muito antes de se mudarem de uma cidade para outra, com poupanças claras de tempo, esforço e custos no processo.

Nestas visitas, os potenciais inquilinos terão oportunidade de conhecer as condições da casa em tempo real, os futuros colegas de casa (no caso de arrendar um quarto) e, ainda, de conhecer os arredores da casa, saber como chegar à estação de metro ou autocarro mais próxima, supermercados, restaurantes e outras informações locais. Um processo simples, informal e totalmente transparente.

De acordo com Pedro Gancho, CEO da Inlife, “a plataforma da Inlife foi concebida para permitir a qualquer pessoa um processo de reserva rápido e sem burocracia envolvida, sendo o seu grande ponto de diferenciação o serviço de agendamento, gestão e realização de visitas por videochamada em directo entre inquilino e senhorio, tudo dentro da plataforma, para optimizar o tempo e eficiência do processo para ambas as partes”

E acrescenta: “Estamos muito contentes por termos introduzido este conceito pioneiro no mercado de arrendamento, porque vemos que o serviço inovador da Inlife está realmente a acrescentar muito valor a quem o utiliza. Queremos, sobretudo, oferecer às pessoas um processo de arrendamento rápido, descomplicado e transparente, que permita que façam uma escolha informada e confiante, para encontrarem a casa certa e desfrutarem de uma excelente estadia”.

A juntar às visitas por videochamada, a Inlife possui uma plataforma online simples e intuitiva, que oferece ainda mais informação a quem procura casa e que permite tornar o processo mais célere. A plataforma ajuda a encontrar o alojamento ideal, permitindo seleccionar as zonas preferenciais, o orçamento e o tipo de casa que se procura, tudo em poucos segundos.

A Inlife está actualmente presente nas cidades de Lisboa, Porto, Coimbra e Évora, com tudo a postos para entrar em Espanha e Itália já no início de 2022. A empresa conta com vários parceiros por todo o país, entre os quais a Universidade de Lisboa, Nova SBE, Universidade Católica Portuguesa, Universidade do Porto, Universidade de Coimbra, Câmara Municipal de Lisboa, entre muitas outras empresas e organizações que contam com a Inlife como a solução certa para encontrar opções de alojamento para a sua comunidade.

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Efacec: 220M€ em novos contratos em 2021

Os novos contratos assinados este ano abrangem a Europa, América Latina e Emirados Árabes Unidos ascendem a 220 M€, numa carteira global superior a 500M€ e representam um crescimento de 35M€ face ao período homólogo

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Com actuação nas áreas da Energia, Mobilidade e Ambiente, a Efacec reforçou este ano a sua presença em vários mercados internacionais, com novos contratos assinados em 2021 acima dos 220 milhões de euros, numa carteira global superior a 500 milhões de euros. Os resultados estão alinhados com o plano de negócio delineado para este período, inclusive superando, em mais de 35 milhões de euros, o período homólogo. Para a Efacec “os projectos comprovam a competitividade da empresa e o reconhecimento da sua excelência em território nacional e além-fronteiras”, referem em comunicado.

Em Espanha a empresa está presente há mais de 20 anos de forma significativa, com uma relevante quota de mercado junto das utilities espanholas, tendo sido responsável por contratos emblemáticos com as principais operadoras. Em curso, está o fornecimento e a instalação de dois transformadores de 165 MVA e 185 MVA 132/30 kV, destinados a um parque solar que vai beneficiar 50.000 famílias com energia limpa.

Ainda no mercado espanhol, a empresa tecnológica está a executar um contrato iniciado em 2021, associado ao fornecimento de vários transformadores de potência para uma das maiores empresas na área, perfazendo um total superior a 30 milhões de euros, a ser concluído até Dezembro de 2024. “Estes contratos de longa duração reflectem o reforço da confiança nas competências da marca Efacec, assim como na capacidade de entrega de equipamentos, factor crítico para a rede de energia do mercado espanhol”, sublinha a empresa.

Em França, onde está presente há mais de 30 anos, desenvolvendo progressivamente projectos nas áreas de Aparelhagem, Transformadores, Automação, Mobilidade Eléctrica e Service, a Efacec voltou a ser escolhida por uma empresa de referência para um novo contrato de fornecimento de transformadores de potência até 2027, que contabiliza um valor na ordem dos 100 milhões de euros.

Também no negócio dos transformadores, a empresa portuguesa estabeleceu contratos no Reino Unido, Holanda, e Portugal acima dos 30 milhões de euros. Estes projectos têm vários tempos de execução, desde 2023 a 2027.
Ainda na Europa, a Efacec estreou-se no mercado italiano com a execução de um contrato na área de Aparelhagem acima dos 20 milhões de euros e, em Portugal, fortalece a sua actuação no mercado da Automação com o fornecimento de sistemas de comando e protecção para a remodelação de subestações de energia. Ambos os contratos serão executados em 2022.

No âmbito da estratégia de exportação da área de Transformadores para os mercados da América Latina, onde a Efacec tem construído fortes relações com diversas utilities na Argentina, Colômbia, Chile e Panamá, a empresa portuguesa foi contratada para modernizar várias subestações da rede de distribuição até 2023.

No seguimento do recente lançamento da nova gama de soluções para mobilidade eléctrica, a Efacec reforça o seu lugar de referência no sector, com a assinatura de três novos contratos no Luxemburgo, Portugal e nos Emirados Árabes Unidos, com o fornecimento de produtos mais sustentáveis e preparados para a digitalização e indústria 4.0. Estas soluções são cruciais para um mundo mais sustentável e vão ao encontro das maiores exigências do mercado.
“Todos estes projectos são um orgulho para a empresa e reforçam a nossa presença em Portugal e no mundo. Comprovam o reconhecimento do nosso know-how junto dos maiores players nas áreas da Energia, Mobilidade e Ambiente e motivam-nos a trabalhar sempre para a excelência” Michael Silva, Chief Commercial Officer da Efacec

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Convento de Nª Sª da Conceição – Museu Rainha Dona Leonor: Obras de restauro arrancam em 2022

Entre 2022 e 2024, serão investidos mais de 4,5 milhões de euros neste monumento nacional e emblemático do Alentejo

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As obras de valorização e conservação do Convento de Nossa Senhora da Conceição – Museu Rainha Dona Leonor, vão arrancar no início de 2022 e tem um prazo de execução de 18 meses.

O investimento ascende a 1,7 milhões de euros e o financiamento é assegurado por fundos comunitários do Programa Operacional regional, no âmbito de candidatura apresentada ao Alentejo 2020, pela Associação Portas do Território, na sequência de uma parceria constituída entre a Direcção Regional de Cultura do Alentejo (DRCAlentejo), a Associação Portas do Território e a Câmara Municipal de Beja.

A empreitada compreende a reparação de coberturas, caixilharias exteriores e rebocos interiores e exteriores, renovação da instalação eléctrica, melhoria das condições gerais de acesso e de funcionamento.

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A esta intervenção segue-se uma outra, ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), num investimento complementar de mais 2,8 milhões de euros. Estas obras, que terão início no primeiro trimestre de 2023 e deverão estar concluídas no final do ano seguinte, contemplam intervenções de conservação e restauro no interior, a instalação de sistemas de climatização, iluminação e vigilância, a reabilitação do Claustro, a melhoria das condições gerais de acessibilidade, assim como a reabilitação dos terraços e a instalação de rede wifi.

Assim, nos próximos três anos, entre 2022 e 2024, serão investidos mais de 4, 5 milhões de euros neste monumento nacional e emblemático do Alentejo. O Convento de Nossa Senhora da Conceição encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1922. O Museu Regional de Beja, instalado no Convento, integra desde Dezembro de 2019 a Direcção Regional de Cultura do Alentejo.

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CUF: 50M€ na construção de um novo hospital

A CUF vai investir 50M€ na construção de um hospital em Leiria, cujo funcionamento está previsto para 2025 e que irá criar mais de 300 postos de trabalho. O projecto esta já em fase de licenciamento

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A CUF vai investir 50 milhões de euros na construção de um hospital em Leiria, junto ao Itinerário Complementar 2, cujo funcionamento está previsto para 2025.

A apresentação do futuro Hospital CUF Leiria, foi feita esta semana, o projecto é realizado em parceria com o grupo local Mekkin, disponibilizará “uma clínica diferenciada, equipamento e tecnologia de diagnóstico e tratamento de última geração, sendo uma unidade hospitalar capaz de responder, com qualidade e segurança, até aos casos mais complexos”, adiantou o presidente da comissão executiva da CUF, Rui Diniz. “A CUF tem vindo a apostar numa estratégia de expansão, procurando proporcionar acesso a cuidados de saúde com diferenciação e qualidade em diferentes regiões do país”, acrescentou o responsável.

A nova unidade hospitalar terá uma área de mais de 12 mil metros quadrados e irá contar com mais de 30 camas de internamento, incluindo uma Unidade de Cuidados Intermédios, três salas de bloco operatório e 34 gabinetes de consulta.

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Entre a oferta disponibilizada conta-se ainda os serviços de Imagiologia, Atendimento Médico Não Programado Adultos e Pediátrico, Hospital de Dia Médico e Oncológico, contando com mais de 20 especialidades médicas e cirúrgicas.
Com conclusão prevista para 2025, o Hospital CUF Leiria irá criar mais de 300 postos de trabalho, directos e indirectos, e ficará localizado na Urbanização da Quinta da Malta, local onde já a partir de 2022 irá nascer uma Clínica CUF para responder às necessidades da população com uma vasta oferta de consultas e exames.

O projecto terá uma área de influência de mais de meio milhão de habitantes da região Centro, abrangendo as zonas de Leiria, Coimbra, Torres Vedras e Santarém.

A Rede CUF conta com um milhão de clientes no país distribuídos por 19 hospitais e clínicas, implementados em Lisboa, Porto, Almada, Oeiras, Cascais, Sintra, Mafra, Torres Vedras, Santarém, Coimbra, Viseu, S. João da Madeira e Matosinhos. Com mais de sete mil colaboradores, a rede realizou dois milhões de consultas, 860 mil exames, mais de 320 mil urgências e 55 mil cirurgias, em 2020, refere a CUF.

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Obras licenciadas cresceram 12% até Setembro

Durante os primeiros nove meses do ano foram licenciados 13 972 obras em edifícios residenciais No mesmo período o consumo de cimento cresceu 6,6% face ao período homólogo

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As obras licenciadas em edifício residenciais cresceram 12% até Setembro, para um total de perto de 14 mil obras, revelou a AICCOPN – Associação das Industriais de Construção Civil e Obras Públicas, na Síntese Estatística da Habitação, referente ao mês de Novembro.

Até ao final de Setembro, o consumo de cimento no mercado nacional totalizou 2,87 milhões de toneladas, o que corresponde a um acréscimo de 6,6%, em termos homólogos.

“Esta variação foi fortemente influenciada pelo crescimento ao nível dos fogos licenciados em construções novas que, registam um aumento de 15,3%, em termos homólogos uma vez que, no que concerne ao licenciamento das obras de reabilitação, apura-se uma variação de apenas 1,2%, também em termos homólogos”, refere a AICCOPN.

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Relativamente ao crédito concedido pelas instituições financeiras para aquisição de habitação este registou, até Setembro, um crescimento de 37,8% face mesmo período de 2020, totalizando 11 157 milhões de euros.

No mês de Setembro, o valor mediano da avaliação da habitação para efeitos de crédito bancário apresenta uma valorização de 9,6% em termos homólogos, em resultado de variações de 11,0% nos apartamentos e de 4,7% nas moradias.

A associação do sector destaca nesta edição a região do Alentejo, onde o número de fogos licenciados em construções novas nos doze meses concluídos em Setembro deste ano, foi de 1.044, o que traduziu um crescimento de 9,1%, face aos 957 alojamentos licenciados nos doze meses anteriores. Destes, 5,3% são de tipologia T0 ou T1, 15,2% são de tipologia T2, 52,8% de tipologia T3 e 26,7% de tipologia T4 ou superior.

Observando ainda o mês de Setembro, em relação ao valor de avaliação bancária na habitação nesta região verificou-se uma subida homóloga de 4,6%.

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‘Collecting Architectural Ideas’: Niall Hobhouse à conversa com Álvaro Siza

A iniciativa tem lugar esta quarta-feira, dia 24 de Novembro, às 17h30, no Auditório Fernando Távora. A organização é da FAUP e da Associação Cultural Contentor e Conteúdo

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A Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP) e a Associação Cultural Contentor e Conteúdo organizam a conferência ‘Collecting Architectural Ideas’ com Niall Hobhouse, seguida de conversa com Álvaro Siza. De entrada livre, a iniciativa tem lugar esta quarta-feira, dia 24 de Novembro, às 17h30, no auditório Fernando Távora.

O evento integra a programação do 40º aniversário da FAUP, na sua linha relativa ao olhar sobre obras e espólios de antigos docentes, e é, simultaneamente, a primeira sessão de cinco do ciclo de conferências e conversas ‘The Art of Collecting Architecture: From Drawings to Real Estate’ da Associação Contentor e Conteúdo, no qual se “pretende debater o estado da arte do coleccionismo de arquitectura no panorama internacional, desde desenhos e maquetas a edifícios de autor, com alguns coleccionadores de referência na área”.

A apresentação estará a cargo da arquitecta Susana Rosmaninho [Contentor e Conteúdo] e a moderação da conversa será assegurada pela arquitecta Ana Neiva, docente convidada da FAUP e doutorada com a tese ‘Exhibiting Portuguese Architecture. Twentieth-century Curatorial Strategies’.

Niall Hobhouse é coleccionador de arte, desenhos, esquissos e maquetes de arquitectura. Editor e autor de diversos textos e livros sobre arquitectura e curadoria, exerceu cargos em várias instituições, nomeadamente Holburne Museum, em Bath, National Museums of Liverpool, Canadian Centre for Architecture; Campaign for Museums; Sir John Soane’s Museum, entre outros. Em 2015, foi distinguido com o RIBA Honorary Fellow.

É, actualmente, o director da Drawing Matter, considerada a mais extensa colecção particular de desenhos de arquitectura, integrando material que data do século XVI até aos dias de hoje. Localizada numa quinta em Somerset, Inglaterra, a colecção conquistou visibilidade através do seu site/repositório, publicações, workshops e, em especial através de duas grandes exposições: ‘Land Marks: Structures for a Poetic Universe’ [curadoria – Nicholas Olsberg e Markus Lähteenmäk] na Hauser & Wirth Somerset, em 2015; e ‘This Was Tomorrow: Reinventing Architecture 1953–1957’ [curadoria – Markus Lähteenmäki, Manuel Montenegro e Nicholas Olsberg com Hubertus Adam], no S AM Swiss Architecture Museum em Basel, em 2016.
Em 2014, a Drawing Matter adquiriu um número considerável de desenhos e cadernos de esquissos de Álvaro Siza, relacionados com os seus principais projectos de habitação social no pós-25 de Abril, que tem sido alvo de vários ensaios e publicações.
Recentemente, em 2021, a Drawing Matter distinguiu o estudante Ahmed Belkhodja, do Programa de Doutoramento em Arquitectura (PDA) da FAUP, com o Drawing Matter Writing Prize 2021, na categoria “General Archive”.
A conferência conta com o patrocínio da empresa Tintas Cin e com o apoio da OLI.
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Tecnoplano adquire 100% do capital da Integra Mais

A empresa passa, assim, a ter um departamento ‘one-stop-shop’ para o sector residencial de luxo, integrando projecto, construção/remodelação e decoração de interiores

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A Tecnoplano decide dar mais um passo na sua estratégia de crescimento e adquire 100% do capital da Integra Mais, passando assim a ter um departamento ‘one-stop-shop’ para o sector residencial de luxo, integrando projecto, construção/remodelação e decoração de interiores.

Com o negócio da compra e venda de casas de luxo em crescimento Portugal, tendo sido um dos segmentos imobiliários residenciais que melhor resposta deu durante a pandemia da Covid-19, a empresa considera que desta forma consegue oferecer uma melhor oferta de serviços aos seus clientes, como explica Bernardo Matos de Pinho, administrador executivo da Tecnoplano: “A aquisição de 100% do capital da Integra Mais faz parte da nossa estratégia de podermos oferecer aos nossos clientes um serviço cada vez mais 360º e chave na mão”.

Agora, e à frente desta “nova” Integra Mais está Francisca Bettencourt, assumindo funções de Gestão da Unidade de Negócio e Comerciais. Licenciada em Arquitectura pela Universidade Lusíada de Lisboa, com um PAGE da Universidade Católica Portuguesa e Curso de Avaliação Imobiliária da Escola Superior de Actividades Imobiliárias, Francisca Bettencourt conta com mais de 20 anos de experiência na Coordenação e Gestão de Projectos ‘Design & Build’ e com um “extenso portfólio” nas áreas de Habitação, Retail, Fit Out Escritórios e Imobiliária.

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Para a nova directora geral da Integra Mais, este novo rumo será “uma grande mais-valia num mercado que sabemos que está a crescer em Portugal”. “Passarmos a integrar na totalidade a Tecnoplano tranquiliza-nos pois fazemos parte de um Grupo com um know-how e expertise de mais de 55 anos que nos irá certamente permitir ampliar a oferta e torná-la cada vez mais completa”, acrescenta.

De destacar, que a Integra Mais conta já com mais de 15 anos de experiência no mercado e resulta da fusão do atelier Graça Viterbo – Arquitectura de Interiores e Decoração e a Tecnoplano, que, passa agora, a deter a totalidade da empresa.

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Engie Hemera implementa “maior sistema de autoconsumo fotovoltaico” em Cacia

Os cerca de 13 mil módulos instalados irão permitir uma poupança energética de 13% à Renault Cacia, evitando a emissão de 1,8 mil toneladas de CO2

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A Engie Hemera está a implementar na fábrica da Renault em Cacia, situada no concelho de Aveiro, o “maior sistema solar de autoconsumo fotovoltaico” em Portugal.

Com esta solução, a fábrica do Grupo Renault que produz órgãos e componentes para a indústria automóvel desde Setembro de 1981, vai passar a produzir e a consumir agora energia verde nas suas instalações, reforçando o seu compromisso com a descarbonização e sustentabilidade, a poupança de energia e a aposta estratégica de produção de energia própria.

Os cerca de 13 mil módulos instalados ocupam um terreno com uma área total de 46 mil metros quadrados, o equivalente a mais de quatro campos de futebol. Atingem uma potência instalada superior a 6 megawatt-pico (MWp), gerando, em média, uma produção energética anual de 8 GWh.

A instalação destas unidades de produção para autoconsumo (UPAC) permite uma poupança energética de 13% à Renault Cacia, reduzindo assim a sua pegada ecológica, evitando a emissão de 1,8 mil toneladas de CO2.

Para estes 13% do seu consumo, a Renault deixa de estar exposta às flutuações do preço de mercado da electricidade, durante os próximos 25 anos, numa altura em que estes preços batem recordes.

Duarte Caro de Sousa, director-geral da Engie Hemera, sublinha que “este projecto, o maior sistema de autoconsumo fotovoltaico em Portugal, permite à Renault Cacia dar um passo fundamental rumo à transição energética. A aposta permite a esta instalação fabril produzir a sua própria energia, ainda mais verde, e obter elevadas poupanças na sua factura energética”.

Por sua vez, Christophe Clement, director-geral da Renault Cacia, salienta que “este é um investimento estratégico e representa um passo importante no compromisso do Grupo Renault na descarbonização das nossas fábricas em toda a Europa, até 2030. A Engie Hemera revelou-se desde a primeira hora o parceiro ideal para este projecto ambicioso e no qual depositamos muitas esperanças, a todos os níveis”.

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Portugal terá mais 1M de idosos em 2050 e precisará de mais 55 mil camas

Estudo desenvolvido pela CBRE analisa o sector dos cuidados de saúde e residências seniores em Portugal. O investimento em activos de saúde e residências seniores é ainda reduzido, mas deverá aumentar à medida que são desenvolvidos novos projectos

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De acordo com o estudo ‘Building a healthier and more thriving future’, divulgado pela consultora imobiliária CBRE, mais de um terço da população residente em Portugal em 2050 será sénior, o que equivale a um total de 3,3 milhões de pessoas (mais 1 milhão que os actuais 2,3), pelo que serão necessárias mais 55 mil camas em residências seniores, metade do que existe actualmente.

Esta é uma das principais conclusões do estudo desenvolvido pelo departamento de Research da CBRE, que analisa o sector dos cuidados de saúde e residências seniores em Portugal, destacando a atractividade destes activos para operadores e investidores.

O potencial de crescimento da procura é elevado

Portugal é actualmente o terceiro país na Europa com um maior peso de população idosa (+ 65 anos) e em 2050 será o primeiro. Consequentemente, o índice de dependência está previsto quase duplicar nos próximos 30 anos, tornando-se em 2050 o mais elevado na Europa, com uma estimativa de 63 idosos para cada 100 pessoas em idade activa.

Apesar de ser dos países com maior esperança média de vida na Europa, é também onde o número médio de anos de vida sénior saudável é menor.
O elevado preço das residências seniores tem sido um dos entraves ao crescimento da oferta, mas a população está mais consciente e começa a criar complementos à reforma

O valor de uma estadia numa residência privada é elevado para o rendimento médio dos portugueses, pois inclui elevados custos de pessoal associados a um acompanhamento 24 horas e a serviços médicos, tornando-se um dos principais obstáculos ao crescimento da oferta em Portugal.

Os preços em residências privadas variam consideravelmente consoante o grau de dependência do residente, cuidados médicos necessários e serviços adicionais (como actividades de lazer, cabeleireiro, etc.). O preço base médio numa residência privada com uma gestão profissionalizada é de aproximadamente 1.200 euros, o que representa um custo muito elevado face ao valor médio das pensões de reforma, que é de 5.811 euros/ano, ou seja, 484,25 euros/ mês, em Portugal, atingindo um valor máximo de 771,25 euros/mês em Oeiras.

Contudo, a população portuguesa, nomeadamente da classe média, está hoje mais consciente deste problema e utiliza soluções particulares de poupança, incluindo o esforço de aquisição de casa, cujo valor poderá ser monetizado ou rentabilizado na velhice para suportar o pagamento dos cuidados necessários na idade maior. Importa lembrar que em Portugal 75% das casas são propriedade do próprio ocupante e a venda ou o arrendamento da mesma permitirá complementar o valor da reforma.

Por outro lado, diversos factores como a segurança, o clima e os incentivos fiscais têm contribuído para a atracção de estrangeiros reformados para Portugal, os quais, de um modo geral, têm um valor de reformas muito superiores aos dos portugueses. O aumento de estrangeiros a viver em Portugal tenderá a reflectir-se num acréscimo da oferta de residências sénior de maior qualidade e com uma maior oferta de equipamentos e serviços.

A oferta residencial destinada à população sénior é ainda escassa e pouco qualificada. No entanto, estão a surgir novos operadores com ambiciosos planos de crescimento

Em Portugal, a oferta de alojamento para a população sénior integra as Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI) e é complementada pela Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) e por algumas residências para idosos independentes.

Existem actualmente cerca de 100.500 camas em ERPI, das quais apenas 23% pertencem a entidades privadas com fins lucrativos. Acrescem pouco mais de 10 mil camas na RNCCI, mais de metade geridas por Misericórdias.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a oferta de camas em residências para seniores deve corresponder a 5% da população idosa. Deste modo, Portugal está actualmente com um défice de 4.500 camas e até 2050, deveriam ser criadas pelo menos mais 55.000, ou seja, metade do que existe actualmente. Tendo em conta a previsão de população acima dos 80 anos, a CBRE considera que as necessidades poderão ser muito superiores.

Para cumprir este objectivo, será necessária uma maior participação do sector privado. Diversos operadores de residências para seniores estrangeiros entraram recentemente em Portugal e têm já residências em funcionamento ou em projecto, como a Opera, a Domus Vi, a Domitys e a Clece; juntando-se a operadores portugueses como a UHub, a Amera, a BF, entre outras, também a expandir neste sector.

A CBRE tem conhecimento de mais de 20 projectos em construção ou em fase de licenciamento, compreendendo uma capacidade superior a 1.500 camas. Dada a escassez de oferta, prevê-se que possam surgir mais.

Investimento em Portugal é ainda reduzido, mas deverá aumentar à medida que são desenvolvidos novos projectos
O investimento em activos de saúde e residências seniores tem verificado um crescimento expressivo em muitos países europeus. Em Portugal, há poucas evidências de transacções realizadas sobre imóveis já a gerar rendimento, destacando-se algumas aquisições por parte do fundo francês Pierval Santé e a compra do Expo Living (que integra a Residência Montepio Parque das Nações) por parte da Square Asset Management.

No entanto, a CBRE acredita que o desenvolvimento de novos projectos e a entrada e expansão de diversos operadores irá impulsionar o investimento nesta classe de activos nos próximos anos, nomeadamente através de contratos de projectos e forward finance, onde o investidor acorda a aquisição do imóvel antes do mesmo se encontrar concluído.

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