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    Espaços de co-working lideram em Londres

    A procura por espaços de escritórios flexíveis subiu em todo o mundo em 2017, de acordo com o último estudo “Co-Working 2018” publicado pela Cushman & Wakefield

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    A procura por espaços de escritórios flexíveis subiu em todo o mundo em 2017, de acordo com o último estudo “Co-Working 2018” publicado pela Cushman & Wakefield

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    A procura por espaços de escritórios flexíveis subiu em todo o mundo em 2017, de acordo com o último estudo “Co-Working 2018” publicado pela Cushman & Wakefield, com destaque para o Reino Unido onde este crescimento foi mais acentuado.

    Em Portugal, o mercado encontra-se ainda numa fase inicial quando comparado com outros mercados europeus. Ainda assim, uma das empresas mais representativas no sector, a Regus, está instalada em Lisboa há mais de duas décadas, contando hoje com nove centros de escritórios com cerca de 11.000 m2. Mais, recentemente, em 2016, a Second Home, originária de Londres, escolheu Lisboa como a primeira cidade na Europa para exportar o seu conceito.

    No total, Lisboa conta hoje com cerca de 40 centros de co-working que oferecem mais de 35.000 m2 de área de escritórios partilhados. Em termos de procura estes espaços são ainda pouco representativos na totalidade do mercado, mas demonstram crescimento. Entre 2009 e 2016 a procura por parte deste tipo de espaços de trabalho representou em média 1,5% do total, tendo em 2017 subido para os 2%.

    Para Marta Esteves Costa, Associate e directora do departamento de Research da Cushman & Wakefield, “A tendência para os próximos anos é de afirmação deste conceito inovador, não apenas expectável por se tratar de um formato já instalado nos principais mercados europeus, mas também pela especificidade da cidade de Lisboa, que cada vez mais é vista como um destino para jovens empreendedores e start ups, um dos públicos alvo deste tipo de conceitos. Esta evolução vai ser visível não só em Lisboa, mas também no Porto, onde a escassez de espaços de escritórios é ainda mais relevante que na capital e onde a procura de escritórios é hoje em grande parte motivada por empresas do sector tecnológico”.

    Comparativamente a Londres, os espaços de escritórios flexíveis ou em co-working, representaram 21% da área total de escritórios arrendada em Londres em 2017, enquanto este valor foi de apenas 8,5% em 2016.

    A cidade de Londres tem cerca de um milhão de metros quadrados de espaços de co-working, mais que o dobro de Amesterdão, a segunda cidade europeia no ranking, que conta com cerca de 400.000 m2. Outra das cidades de referência na Europa é Berlim, onde se espera um forte crescimento em consequência do efeito Brexit. A WeWork, uma das maiores empresas de co-working do mundo tem um plano de expansão de 100.000 m2 para esta cidade.

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    SunEnergy instala 1.700 painéis solares na Cimentaçor

    Este é um dos maiores projectos de autoconsumo realizados nos Açores, e contempla a instalação de 1.700 painéis solares fotovoltaicos de 550W. O projecto de 935 kW de potência vai permitir à Cimentaçor uma redução significativa do valor do seu consumo energético, de aproximadamente 200 mil euros por ano

    A SunEnergy, especialista em soluções de produção de energia eléctrica a partir do sol, acaba de concluir um projecto na ilha de São Miguel, nos Açores, na empresa Cimentaçor, empresa do Grupo Cimpor. Este é um dos maiores projectos de autoconsumo realizados nos Açores, ao contemplar a instalação de 1.700 painéis solares fotovoltaicos de 550W.

    O projecto de 935 kW de potência vai permitir à Cimentaçor uma redução significativa do valor do seu consumo energético, de aproximadamente 200 mil euros por ano. Além disso, o projecto traz também uma importante poupança nas emissões de CO2, estimando-se uma diminuição na ordem das 200 toneladas/ano.

    “A sustentabilidade ambiental é uma prioridade para a Cimpor. Estamos conscientes do nosso impacto como indústria com um consumo energético elevado e regular e, por isso, a instalação de painéis solares para o autoconsumo é um passo natural a dar no sentido de reforçar a preocupação da marca com a economia circular”, afirma Sandro Conceição, director de Coprocessamento e Ambiente da Cimpor.

    Para Paulino Oliveira, CTO da SunEnergy, “as empresas continuam a apostar fortemente na transição energética, sobretudo, ao nível da energia fotovoltaica, não só para reforçarem os seus compromissos de sustentabilidade, mas também porque permite uma grande poupança anual de energia. Mais uma vez, a SunEnergy está ao lado dessas empresas, independentemente do seu sector e da sua localização geográfica. Queremos continuar a apostar em projectos de referência no panorama nacional de autoconsumo e ajudar as empresas a serem mais sustentáveis”, refere o responsável.

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    Sandra Zárate assume direcção Digital & Marketing da Brico Depôt Iberia

    A nomeação prende-se com a decisão de dividir o departamento de Customer & Trading em duas áreas estratégicas: Comercial e Digital & Marketing

    Kingfisher Group nomea Sandra Zárate, até agora directora de Digital e Marketplace, como nova directora do departamento de Digital & Marketing da Brico Depôt Iberia. Apresentada pelo CEO da empresa, Chris Bargate, há alguns dias, a nomeação prende-se com a decisão de dividir o departamento de Customer & Trading em duas áreas estratégicas: Comercial e Digital & Marketing.

    Sandra Zárate, tem uma sólida experiência como actual diretora de Digital & Marketplace, tendo liderado com sucesso a área de comércio eledtrónico nos últimos três anos. O seu contributo tem sido fundamental para consolidar o crescimento e desenvolvimento do negócio digital da Brico Depôt, destacando-se, entre outras conquistas, o lançamento com sucesso do Marketplace da marca, em Espanha e Portugal.

    “Assumo esta nova etapa com muito entusiasmo e estou ansiosa por assumir este novo desafio na Brico Depôt como directora do Departamento de Digital & Marketing. Ao longo dos últimos anos, tive o privilégio de liderar a área de comércio electrónico e de fazer parte de uma equipa altamente talentosa e empenhada. Como tal, continuaremos a conduzir a nossa estratégia omnicanal, aproveitando as oportunidades e superando os desafios que forem surgindo. Neste sentido, o nosso principal objectivo é oferecer uma experiência de compra superior e reforçar o nosso posicionamento como uma referência no sector da bricolage e da construção”, afirma Zárate.

    Sandra irá liderar um departamento de marketing centrado no cliente, com o objectivo de impulsionar a empresa através do desenvolvimento de um negócio de comércio eletrónico consolidado e líder de mercado. A sua visão estratégica, as suas competências digitais e o seu profundo conhecimento do mercado serão fundamentais para garantir o crescimento actual e futuro da empresa.

    “A experiência, o conhecimento e a liderança da Sandra vão fortalecer a marca Brico Depôt no mercado ibérico. Estamos muito confiantes de que a sua visão vai trazer novas perspectivas e estratégias que vão permitir impulsionar o crescimento da empresa e melhorar a experiência do cliente em todos os nossos canais”, declara Chris Bargate, CEO da Brico Depôt Ibéria. Além disso, também fará parte da equipa de gestão da Brico Depôt Iberia, como membro da direcção-geral. A sua incorporação neste órgão de decisão reforça o compromisso da empresa com a inovação e a transformação digital, e irá permitir tirar o máximo partido do seu conhecimento estratégico.

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    limehome entra em Portugal e quer chegar às 500 unidades no Porto

    A actividade em Portugal arranca com 48 apartamentos, no Porto e em Évora, mas o objectivo é alcançar rapidamente as 500 unidades no Porto e expandir para o resto do país. No primeiro trimestre do ano a carteira europeia da operadora de apartamentos turísticos ascendeu a 800 unidades

    A limehome, operadora de apartamentos turísticos na Europa, anuncia a sua actividade em Portugal com cinco propriedades no Porto e em Évora, numa oferta total de 48 apartamentos. “Continuamos em busca de parceiros, tal como de novas propriedades em Portugal e, especificamente, na área metropolitana do Porto. Prosseguimos o ambicioso objectivo de alcançar rapidamente as 500 unidades aqui e queremos crescer no país”, refere Xulio Rey, responsável pela expansão da limehome em Portugal e Espanha. “Com a maior popularidade de alojamentos alternativos à oferta hoteleira tradicional, há um aumento da procura por este tipo de estadia, especialmente por quem prefere uma experiência mais autêntica e local.”, sublinhou o responsável.

    No Porto uma majestosa casa tipicamente portuguesa, no nº 204 da Rua de Dom Manuel II, integra 8 unidades numa localização estratégica, a poucos minutos a pé do centro histórico da cidade. A renovação do edifício foi meticulosamente coordenada para manter elementos arquitectónicos distintivos, como tectos e janelas, preservando a sua essência, ao mesmo tempo que oferece todo o conforto de um apartamento contemporâneo. A Limehome está, também, na Rua Conceição 55, com um total de 17 apartamentos.

    A sul estão contratadas três novas propriedades em Évora, num total de 23 unidades. Dois destes projectos têm lugar na Rua de Machede, e o terceiro é no Largo dos Penedos.

    A nível internacional, a limehome aumentou a sua carteira em quase 14% no primeiro trimestre de 2024. No final de Março, a empresa tinha assinado contratos relativos a um total de 800 novos apartamentos, elevando assim a sua carteira europeia a ultrapassar os 6.800 apartamentos. Além de Portugal, a maioria dos novos contratos de arrendamento estão em Espanha, Áustria e Itália.

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    “Food Halls”: tendência mantém-se firme em toda a Europa

    Relatório da Cushman & Wakefield destaca o crescimento do subsector de Alimentação e Bebidas e a expansão que os mercados de restauração (“food halls”) estão a ter um pouco por toda a Europa, Portugal incluído 

    O número de mercados de restauração (food halls, no seu termo em inglês) na Europa aumentou quase 50% nos últimos sete anos, estando actualmente abertos 133 espaços deste género e pelo menos nove deverão abrir em breve, de acordo com o último relatório da Cushman & Wakefield (C&W) sobre os Food Halls na Europa

    O total actual representa um aumento em relação aos 90 espaços abertos ou em desenvolvimento em 2017, altura em que a empresa de serviços imobiliários, que prestou consultoria em mais de 1100 negócios no sector da alimentação e bebidas (F&B) na Europa nos últimos três anos, produziu pela primeira vez o seu estudo aprofundado sobre o subsector. Na altura, os mercados de restauração, que ofereciam comida e bebida autênticas, diversificadas e preparadas na hora, num ambiente comum, estavam a ganhar popularidade junto de uma geração mais jovem que procurava experiências únicas e esperava-se que o crescimento continuasse.

    Apesar dos confinamentos provocados pela pandemia e dos aumentos de custos imprevistos que obrigaram ao encerramento de alguns food halls, a tendência geral tem sido a adaptabilidade e o crescimento. O conceito tem vindo a ganhar força no Reino Unido e em França, onde 42 e 20 food halls, respectivamente, estão abertos/previstos, e entrou em novos países, incluindo a Bélgica (4), a República Checa e a Irlanda.

    Com algumas excepções, em que os proprietários lidam directamente com os comerciantes de produtos alimentares, a maioria dos food halls envolvem um operador que arrenda o espaço a um proprietário, normalmente por 10-15 anos. O operador é então responsável: pelo arrendamento aos comerciantes de produtos alimentares; pelos espaços de bar, de convívio e de lazer; pelos serviços de gestão, como a segurança e a limpeza; e pela criação da identidade do food hall. Para além disso, existem numa grande variedade de tamanhos – de 300 m2 a 10.000 m2 – e localizações.

    Catherine Stevenson, da equipa EMEA Cross Border Retail & Leisure da Cushman & Wakefield e coautora do relatório, afirmou: “Um food hall de sucesso é, naturalmente, aquele em que a qualidade da comida é uma prioridade. Os melhores aproveitam também as características únicas da história, da arquitectura e da cultura do seu local. Esta autenticidade transforma uma área de restauração de um local num ponto de referência, atraindo visitantes e desempenhando um papel fundamental na construção de um local. Isto é mais evidente no Time Out Market Lisboa, que se tornou uma das atracções mais populares e frequentemente visitadas em Portugal, transcendendo o seu papel de local para comer para um destino internacionalmente significativo que atrai visitantes de todo o mundo.”

    O relatório destaca vários temas-chave que a Cushman & Wakefield espera que influenciem o crescimento dos mercados de restauração nos próximos anos. Entre estes o crescimento do modelos multiusos, com oferta diversificada de actividades culturais, eventos ou actividades empresariais, novos formatos “é provável que estes formatos incluam locais de centros de transporte, oferecendo uma maior escolha e experiência aos viajantes, e versões mais pequenas em locais de bairro. A localização é fundamental, sendo necessária uma afluência suficiente de pessoas para apoiar as refeições durante todo o dia, sete dias por semana”, refere a consultora. A reconversão de uma antiga estação ferroviária em Nice que foi transformada num pavilhão alimentar com 2 400 m2 é um exemplo de reaproveitamento de edifícios. O efeito “regenerador” destes projectos é a terceira tendência identificada pela Cushman & Wakefield que dá ainda como exemplo o Cambridge Street Collective que inaugurou recentemente em Sheffield como o maior food hall construído para o efeito na Europa, com 2 500 m2, no âmbito de um projecto financiado pela autarquia e centrado na comunidade da cidade.

    “Os mercados de restauração continuam a ser o melhor local para se ir sem fazer reserva, com a garantia de qualidade e diversidade. Embora a comida continue a ser o centro das atenções, existe um interesse crescente nestes espaços como um destino de lazer para clientes de várias nacionalidades. Com o aumento dos custos, os mercados de restauração / food halls evoluíram para se tornarem centros sociais, fomentando um ambiente que incentiva o convívio e conexões significativas”, sublinha Sandra Belo, Associate de Retalho na Cushman & Wakefield, Portugal.

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    Ângelo Ramalho deixa Efacec a 31 de Julho

    O gestor esteve à frente da Efacec Power Solutions nos últimos 9 anos. Ângelo Ramalho será substituído por Christian Kingler, actual Chairman do Grupo Efacec que irá acumular, interinamente, a função de CEO

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    Em Outubro de 2015 Ângelo Ramalho iniciou o mandato de CEO da Efacec, tendo assegurado a liderança e a continuidade da empresa em três fases particularmente distintas e com três accionistas diferentes.

    Sob a sua liderança, a Efacec enfrentou e superou um dos maiores desafios da sua história de 75 anos, na sequência dos impactos decorrentes da crise accionista. Durante os seus 9 anos em função, a Efacec reorientou o negócio para segmentos de maior valor e para mercados mais desenvolvidos e de menor risco, promovendo uma cultura de eficiência e sustentabilidade. Simultaneamente, continuou a inovar, sendo publicamente reconhecida por isso, através do desenvolvimento do seu portefólio de tecnologias e de produtos.

    “A visão e liderança de Ângelo Ramalho à frente dos destinos da Efacec, foram fundamentais para manter a empresa viva em alguns dos seus momentos mais desafiadores, permitindo-lhe ter um futuro promissor. O seu apoio durante todo o processo de transição, que estamos a concluir, foi igualmente fundamental para o seu sucesso, agora que começamos a ver resultados operacionais positivos”, afirmou em comunicado Christian Klingler, Chairman EPS.

    “Foi um privilégio servir na Efacec. Foi um caminho com inúmeros desafios, entre os quais um período de grande incerteza e turbulência, que conseguimos, em conjunto, ultrapassar. E com isso ficámos mais fortes. Com o novo accionista, criámos as condições de base para o futuro da empresa. Agora o tempo é outro, de novos estímulos e de novos desafios para a Efacec e para mim”, sublinhou na mesma nota enviada à comunicação social Ângelo Ramalho, ainda CEO EPS.

    Christian Klingler irá acumular, interinamente, a função de CEO, com a de Chairman do Grupo Efacec.
    Na mesma nota o Conselho de Administração da Efacec “agradece, profundamente, a Ângelo Ramalho o compromisso, competência, determinação e capacidade de liderança demonstradas ao longo do seu tempo na empresa, desejando-lhe o maior sucesso no seu futuro pessoal e profissional”.

    Licenciado em Engenharia Mecânica pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), e com formação executiva pela AESE Business School e pelo INSEAD, Ângelo Ramalho conta com um sólido percurso profissional nos setores da energia e da mobilidade. Passou por empresas como a Shell, a Gás de Portugal, a Galp Energia e a Alstom em negócios B2B (business to business) e B2C (business to consumer), onde desempenhou funções de liderança nas áreas de distribuição, de projecto, de desenvolvimento de tecnologias, de produtos e de soluções.

     

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    Já abriram as candidaturas para o Prémio Inovação Jovem Engenheiro

    As candidaturas para a 34ª edição do Prémio Inovação Jovem Engenheiro (PIJE) 2024, uma iniciativa promovida pela Ordem dos Engenheiros – Região Sul (OERS), decorrem até 31 de Dezembro

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    Encontram-se abertas, até 31 de Dezembro, as candidaturas para a 34ª edição do Prémio Inovação Jovem Engenheiro (PIJE) 2024, uma iniciativa promovida pela Ordem dos Engenheiros – Região Sul (OERS) que, desde 1990, galardoa anualmente trabalhos nos diversos ramos da área, que se evidenciam pelo seu carácter “inovador e aplicabilidade prática”.

    Podem candidatar-se ao PIJE os jovens engenheiros, estagiários ou efetivos com idade até 35 anos, inscritos na Ordem dos Engenheiros, em qualquer região, com trabalhos individuais ou em coautoria. Esta iniciativa pretende “potenciar” futuros profissionais, através da divulgação de trabalhos “diferenciadores” e “reconhecer e celebrar” o desempenho dos membros da Ordem dos Engenheiros.

    “Valorizar o talento dos jovens é essencial para o futuro da engenharia. Este prémio pretende promover as capacidades que acreditamos que tantos jovens engenheiros têm, mas também proporcionar a oportunidade de estabelecerem conexões com o mundo profissional e impulsionar o seu crescimento e desenvolvimento”, comenta António Carias de Sousa, presidente da Ordem dos Engenheiros Região Sul.

    Adianta ainda que “a iniciativa não só celebra as conquistas individuais, mas também reforça a importância da engenharia na construção de um futuro mais sustentável e tecnologicamente avançado”.

    Para o primeiro, segundo e terceiro classificados será atribuido um prémio pecuniário no valor de 10 mil euros, cinco mil euros e 2.500 euros, respectivamente, com a possibilidade de serem ainda atribuídos diplomas de menção honrosa. Já o valor dos prémios atribuídos a trabalhos de coautoria será dividido pelos respectivos autores.

    Com um investimento de aproximadamente 500 mil euros ao longo destas 33 edições, a OERS reconheceu e premiou mais de 100 jovens, sendo esta uma oportunidade única para demonstrarem a sua criatividade e contribuírem para o avanço da engenharia em Portugal.

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    Decorhotel 2023 (@Exposalão)

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    Decorhotel 2024 já contabiliza 85% dos espaços vendidos

    De regresso à Exponor, depois do ano passado ter estado na FIL, em Lisboa, a Decorhotel promete “maior abrangência”, uma área de exposição “fortificada” e uma vasta gama de produtos e serviços inovadores

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    A Decorhotel regressa à Exponor no próximo mês de Outubro. Com 85% dos espaços de exposição já vendidos, a feira confirma o seu “sucesso” e o “forte interesse” do mercado, demonstrando a “relevância e a confiança” que o sector deposita no evento.

    Mais de 60% das empresas que participaram na última edição já confirmaram a sua presença na nova edição, mostrando a sua satisfação com os resultados obtidos e a importância da feira como plataforma de negócios e networking.

    Para 2024, a organização da Decorhotel promete “maior abrangência”, com uma área de exposição “fortificada”, e uma vasta gama de produtos e serviços inovadores, desde tecnologias de última geração a soluções sustentáveis para o sector hoteleiro e um programa de conferências e seminários.

    Ao longo das últimas semanas, a organização tem vindo a revelar diariamente algumas das empresas já confirmadas e a partir de Setembro, a comunicação da feira será reforçada com a divulgação diária de entrevistas com os expositores.

    Tal como aconteceu o ano passado, irá decorrer em simultâneo com a Decorhotel, a Expoalimenta, a feira profissional da alimentação, maquinaria, equipamentos e produtos para a indústria alimentar, potenciado as oportunidades geradas pelo certame.

    Entretanto, mantém-se abertas as inscrições para expositores.

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    Livo e Bling Energy estabelecem parceria

    A Livo, do Grupo Ageas Portugal, e a Bling Energy juntam-se para oferecer soluções de tecnologia fotovoltaica. São dois os modelos de venda disponibilizados:  subscrição e aquisição  

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    A Livo, marca do Grupo Ageas Portugal, lança a sua mais recente solução de tecnologia fotovoltaica. Este método oferece alta eficiência energética, um investimento sustentável a longo prazo, controlo por smartphone e, ainda, uma necessidade de baixa manutenção.

    De acordo com dados da SolarPower Europe, Portugal é considerado o quinto país da Europa que mais se desenvolveu em potência fotovoltaica. As energias solar e hídrica foram as energias renováveis que mais cresceram no país, sendo que metade da potência instalada em 2023 foi para unidades de produção em autoconsumo directamente nas casas e empresas.

    “Na Livo, cada passo é uma demonstração do compromisso em superar os desafios energéticos que moldam o panorama nacional. A nossa missão vai muito além de fornecer soluções para a produção de energia; oferecemos uma experiência diferenciadora para iluminar casas e aquecer os corações das nossas pessoas”, afirma João Jerónimo, director geral da Livo. “Este lançamento marca um momento importante no objectivo de sermos uma referência em soluções sustentáveis para as casas dos portugueses, oferecendo aos Clientes a melhor experiência-benefício e, evidentemente, uma melhor qualidade de vida”, conclui.

    Em parceria com a Bling Energy, uma empresa portuguesa dedicada a democratizar o acesso à energia do futuro, a marca do Grupo Ageas Portugal garante um processo de instalação fácil, rápido e com suporte técnico especializado em todas as etapas. Adicionalmente, disponibiliza dois modelos de venda: o primeiro é a subscrição, que permite começar a poupar desde a primeira fatura de electricidade com uma mensalidade fixa, sem qualquer investimento inicial. Após vinte anos, o sistema torna-se propriedade do Cliente. Num segundo modelo, a compra, paga-se a instalação das soluções fotovoltaicas no momento da aquisição, com uma estimativa de recuperação do investimento entre quatro a seis anos.

    “Esta parceria representa um marco importante no nosso objectivo de levar sustentabilidade e poupança ao maior número de famílias portuguesas”, refere Bernardo Fernandez, fundador e director geral da Bling Energy. “A energia solar descentralizada pertence a um leque de soluções que estão a tornar as casas mais confortáveis e esta é uma visão que partilhamos com a Livo desde o início”, acrescenta. A Livo disponibiliza também uma avaliação personalizada às necessidades de cada cliente, analisando o consumo da casa e proporcionando a solução mais adequada para maximizar a poupança através dos painéis solares, mas também das baterias e dos carregadores de veículos eléctricos. Desta forma, a Livo visa posicionar-se no mercado do sector das soluções domésticas mais competentes e sustentáveis, destacando-se pela combinação de tecnologia avançada, suporte especializado e compromisso com a sustentabilidade ambiental.

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    Aroa Ruzo é a nova Country Manager da Schneider Electric em Portugal

    Com uma carreira de mais de 16 anos na Schneider Electric, a executiva era até agora VP Home & Distribution & E-commerce para a América do Sul

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    A Schneider Electric anuncia a nomeação de Aroa Ruzo como nova Country Manager de Portugal, tendo iniciado funções no dia 1 de Julho.

    Com mais de 16 anos de experiência na indústria, Aroa Ruzo juntou-se inicialmente à equipa da Schneider Electric na Galiza, em 2007. Após diversas funções na área de vendas, em 2013 mudou-se para o Chile onde, depois de diferentes posições na área de marketing, assumiu a direção das divisões de Digital Energy, Power Products e Home & Distribution para o país.

    No início de 2022, foi promovida para o comité de liderança da Schneider Electric na América do Sul, e a sua função mais recente foi a de VP Home & Distribution e e-Commerce, sendo responsável por liderar esta unidade de negócio na região e impulsionar a transformação digital dos parceiros.

    “Estou muito entusiasmada com esta nova etapa da minha carreira, continuando a trabalhar para fortalecer as nossas relações com clientes, parceiros e colaboradores. Portugal é um mercado muito competitivo e com um grande potencial de crescimento de inovação, o que oferece as bases necessárias para impulsionar eficazmente a nossa missão de digitalização, electrificação e sustentabilidade no país,” comentou Aroa Ruzo. “Estou altamente motivada para, juntamente com a equipa, fazer crescer ainda mais a Schneider Electric em Portugal!”

    Aroa Ruzo substitui assim Victor Moure enquanto Country Manager de Portugal. Victor ocupou esta posição desde setembro de 2021 e dará agora continuidade à sua carreira dentro da empresa regressando a Espanha para assumir o cargo de Vice-President, Power Products & Digital Energy Iberia.

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    Lumare

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    Fercopor lança segundo projecto de luxo em Vilamoura

    O novo empreendimento Lumare conta com 62 apartamentos, com tipologias de T1 a T4 Penthouse, com assinatura do arquitecto João Vieira, do Studio JV

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    Menos de um ano depois do lançamento do projeto Serenity, a promotora imobiliária Fercopor reforça a aposta em Vilamoura no segmento da habitação de luxo. O novo empreendimento Lumare conta com 62 apartamentos T1 a T4 Penthouse, com assinatura do arquitecto João Vieira. No conjunto dos dois empreendimentos, a promotora prevê um investimento de 100 milhões de euros.

    “O mercado imobiliário do Algarve sempre foi dinâmico, mas sente-se uma crescente procura nacional e internacional por projectos de habitação, em que os critérios são diferentes, como o conforto ou a dimensão das áreas. Por isso, a nossa aposta tem sido de criar empreendimentos para quem procura residir ou passar longas temporadas nesta região, um perfil diferenciado no Algarve e em que vemos enorme potencial de crescimento”, afirma Mário Almeida, administrador da Fercopor.

    O novo projecto contempla quatro edifícios, onde se destacam as seis penthouses (duas T4 e quatro T3). Identificadas como Sky Residences, todas têm um amplo terraço e piscina com vista para o mar, em áreas exteriores que chegam aos 358 metros quadrados (m2). Os interiores são também os maiores de todo o empreendimento, chegando aos 195 m2.

    O projecto conta ainda com outros dois conceitos de habitação distintos: as Garden Residences, com jardins privativos no apartamento e as Essence Residences, que reforçam a tónica na dimensão dos espaços interiores e exteriores.

    Em comum, todas as fracções seguem características consideradas “chave” no perfil de habitação desenvolvido pela Fercopor em todos os seus projectos: áreas generosas, acabamentos de qualidade superior e ainda uma forte ligação entre o interior e exterior, que ganhou especial relevância numa região onde o sol e o mar marcam a paisagem.

    “A disposição em diferentes layers proporciona uma variedade de espaços, como terraços e saliências, oferecendo diversas experiências de luz e sombra, garantindo áreas tanto de privacidade quanto de exposição e vista”, explica o João Vieira, responsável pelo projecto.

    “Como resultado, as variações nas tipologias dos apartamentos em cada piso conferem ao edifício uma identidade única”, acrescenta o responsável do Studio JV, que fez valer neste projecto a sua experiência de mais de 20 anos e com projectos na Europa, América do Norte e América do Sul.

    Todas as fracções têm igualmente acesso exclusivo a um leque de comodidades, incluindo sala de massagem, sauna, ginásio e lounge. Do total de 7.794 m2 de terreno, mais de 30% são dedicados a espaços verdes do condomínio, onde se destaca o jardim central com piscina exterior que unifica todos os edifícios.

    O desenvolvimento do Lumare envolveu, por isso, um cuidadoso trabalho de arquitetura paisagista, a cargo do portuense Oh!Land Studio, que assumiu como prioridade a diversidade ecológica e climática, traduzida através da vegetação.

    Ainda este ano, a Fercopor prevê lançar mais dois novos projectos no Norte do Pais: um na Avenida da Boavista, junto ao Parque da Cidade do Porto, e outro em Vila do Conde. Actualmente, encontra-se em fase de construção dos empreendimentos Enlight, Pure e Prisma, na Boavista e o projecto Casa Verde, em Vila do Conde.

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