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VIC Properties apresenta Plano de Descontaminação da Matinha

Plano de descontaminação será apresentado a 30 de Julho, quinta-feira, através de um webinar

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A VIC Properties promove esta quinta-feira, dia 30 de Julho, às 15 horas, um webinar sobre o Plano de Descontaminação dos solos da Matinha, onde será abordado o trabalho que terá que ser feito ao nível dos solos e águas. De participação gratuita, as inscrições podem ser feitas neste link
us02web.zoom.us/webinar/register/WN_ENdViwGQQHimAJb1JQlwnw.  

Adquiridos pela VIC Properties em Junho do ano passado, os terrenos da Matinha, na freguesia de Marvila, em Lisboa, têm uma área de implantação de aproximadamente 20 hectares, com um total de 260.000 m2 previstos de área de construção acima do solo.  

A Matinha será um dos maiores projectos imobiliários em Portugal, estando prevista a construção de 2000 novas habitações, assim como de diversas infraestruturas dedicadas ao lazer e aos serviços, que vão transformar esta parte da cidade numa zona de excelência para residir, trabalhar ou, simplesmente, visitar.

Tal como no Prata Riverside Village, projecto já em curso e da responsabilidade da VIC Properties, o objectivo é criar um espaço integrado dedicado exclusivamente às pessoas e à sua qualidade de vida.  

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Com os projectos da Matinha e do Prata Riverside Village, e tendo em conta a construção do Parque Ribeirinho Oriente, cuja primeira fase foi inaugurada já este ano, a VIC Properties irá ligar o Parque das Nações ao resto da cidade, prosseguindo a sua missão de requalificar aquela parte da cidade. 

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Cascais vai investir 200M€ em habitação

A Câmara de Cascais apresentou a sua Estratégia Local de Habitação (ELH) desenvolvida por uma equipa do município com académicos da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

A Câmara de Cascais apresentou a sua Estratégia Local de Habitação (ELH) desenvolvida por uma equipa do município com académicos da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

A estratégia tem um desígnio: garantir acesso de todos a habitação condigna e desenvolver políticas de habitação transformadoras. Antes faz um retracto duro da realidade de Cascais no que diz respeito à população elegível para o Primeiro Direito.

Os dados apresentados referem que há 4085 famílias para realojar em Cascais. Destas, 2.384 famílias estão em situação de carência habitacional e 1.701 famílias) na situação que se convencionou de carência economia, ou seja, ou têm casa arrendada mas estão na iminência de despejo por dificuldades económicas.

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“A escassez de habitação é um problema transversal a diversas classes e estratos. O que implica que as soluções tenham de ser distintas ao abrigo de um grande programa de habitação pública que não se restringe às necessidades identificadas no programa 1ºDireito. Reabilitaremos o parque habitacional público que é hoje 2.8% do total de casas no concelho. Com a execução do nosso projecto, esse número chegará aos 3.3%”, referiu o presidente da Câmara Municipal de Cascais Carlos Carreiras.

O responsável avançou que “a nossa ambição é que a habitação pública caminhe tendencialmente, ao longo dos próximo anos, até aos 30% do total do parque habitacional do concelho”.

Para lá chegar Cascais irá trabalhar em múltiplas frentes. Ao nível da construção nova “temos previstos 800 novos fogos, que já sinalizamos para candidatura a linhas de financiamento nacionais e europeias no valor aproximado de 165 milhões de euros, em todas as freguesias: Encosta da Carreira, Sassoeiros, Bairro Calouste Gulbenkian, Adroana, Fontaínhas, Rana e Bairro Marechal Carmona.”

O arrendamento acessível é outra das apostas e, por isso, o orçamento municipal de 2022 foi dotado “com verbas para programas de renda acessível não apenas para população vulnerável, mas também para professores e profissionais de saúde deslocados e estudantes. Outras formas de suporte, como apoio directo aos beneficiários, aquisição ou reabilitação também são equacionados”.

Ao nível da habitação partilhada e colaborativa. Carlos Carreiras afirmou que a intenção é a de “reinventar os bairros sociais de primeira geração com serviços partilhados”. Uma quarta linha diz respeito à regeneração e sustentabilidade. “Trabalhando os bairros para o conforto térmico e sustentabilidade ambiental e energética, um requisito essencial para o século XXI e que representa ganhos económicos para as famílias”.

O presidente anunciou ainda a criação de um Conselho Municipal de Habitação para acompanhar a execução do programa. “Criaremos os instrumentos, em conformidade com a Lei de Bases, a saber a “Carta Municipal de Habitação” e o “Relatório Municipal de Habitação”, e seremos muito criteriosos no modelo de governance deste programa de habitação pública. A política de habitação não rima com eleições – mas rima com gerações”, sustentou.

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Construção de novos viadutos na zona do Campo Grande têm início este mês

A construção da nova linha Circular irá implicar a construção no Campo Grande de um novo viaduto de cerca de 158 metros que permitirá “fechar” o anel no Campo Grande. A actual linha Amarela, na extensão Campo Grande/Odivelas, será também ligada ao actual troço de Telheiras, através de um viaduto de 428 metros

O Metropolitano de Lisboa vai arrancar com as intervenções na zona do Campo Grande no âmbito do Plano de Expansão do ML para o Lote 3, que envolve a empreitada de projecto e construção dos toscos, acabamentos e sistemas para o prolongamento das linhas Amarela e Verde (viadutos do Campo Grande).

A construção da nova linha Circular irá implicar a construção no Campo Grande de um novo viaduto de cerca de 158 metros que permitirá “fechar” o anel no Campo Grande. A actual linha Amarela, na extensão Campo Grande/Odivelas, será também ligada ao actual troço de Telheiras, através de um viaduto de 428 metros implantado a norte dos viadutos já existentes.

A concretização destas intervenções implicará a introdução de alguns constrangimentos de trânsito na zona do Campo Grande, em particular no Terminal Rodoviário, bem como de circulação na Avenida Padre Cruz, já a partir do dia 19 de Janeiro. Assim, durante um período previsto de 17 meses, será encerrado o Ramo de Saída Av. Padre Cruz / Estrada de Telheiras para o Terminal Rodoviário e Estádio, dando lugar à mudança temporária do percurso dos transportes coletivos para o terminal do Campo Grande, passando a saída de passageiros a ser feita em frente ao edifício da NOS e sob o viaduto da Segunda Circular. Um dia depois, a 20 de Janeiro, e durante seis meses existirão constrangimentos na circulação rodoviária na Av. Padre Cruz na sequência da supressão da via esquerda tanto na faixa sentido Odivelas-Lisboa, como também na faixa sentido Lisboa-Odivelas, e de condicionamento de berma da Av. Padre Cruz no sentido Lisboa – Odivelas. “Por razões de segurança e adequada canalização do tráfego, este constrangimento levará também a uma supressão da via a montante, no acesso Campo Grande – Av. Padre Cruz”, refere o ML.

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Município de Lamego transforma antigo matadouro num polo cultural

O Município de Lamego está a transformar o antigo matadouro municipal, abandonado durante décadas e em estado de completa ruína, num moderno Centro Cívico. A reabilitação deste histórico edifício dará lugar, até ao final do ano, a um novo polo de criatividade e cultura. “O antigo matadouro de Lamego vai renascer como um local de… Continue reading Município de Lamego transforma antigo matadouro num polo cultural

O Município de Lamego está a transformar o antigo matadouro municipal, abandonado durante décadas e em estado de completa ruína, num moderno Centro Cívico. A reabilitação deste histórico edifício dará lugar, até ao final do ano, a um novo polo de criatividade e cultura.

“O antigo matadouro de Lamego vai renascer como um local de criação e ganhar novas funções. Vamos resgatar este edifício para que seja um novo espaço de encontro que funcione como uma alavanca para a dinamização estratégica da zona envolvente, nomeadamente o novo Parque Urbano que está a nascer mesmo ali ao lado”, explica Francisco Lopes, Presidente da Câmara Municipal de Lamego.

Criado em 1937, o antigo matadouro municipal serviu nos últimos tempos para depósito de diversos materiais e de veículos abandonados recolhidos na via pública. As obras de reabilitação em curso incidem no corpo central do edifício e em duas alas laterais de menor porte, para além de um logradouro. Esta intervenção tem a preocupação de articular o imóvel com a envolvente urbana e paisagística, ligando-o ao futuro Parque Urbano, a maior zona verde pública da cidade que a autarquia está a construir.

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A empreitada foi adjudicada à firma “Manuel Pereira da Cruz & Filhos”, pelo valor de 824 mil euros, mais IVA, esta obra é concretizada no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), cofinanciado em 85% pelo FEDER. Dado o interesse arquitectónico e urbanístico do imóvel, a requalificação integra o Plano de Acção de Regeneração Urbana (PARU) da cidade de Lamego.

“Durante mais de 50 anos, o Rancho Regional de Fafel conseguiu preservar e divulgar a nossa cultura popular, espalhando-a por diversas geografias. Devido ao notável trabalho realizado, desde a sua fundação, como fiel depositária dos costumes e tradições do concelho e da região, acreditamos que esta colectividade garantirá a dinamização cultural e social do novo espaço”, afirma Francisco Lopes.

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Reabilitação das Villas da Vinha do Six Senses entregue à Tétris

A empreitada está Avaliada em 2,9 M€, e tem uma área de intervenção de cerca de 1.000 m2. dará lugar a nove quartos/suites e a duas villas independentes com mais dois quartos, totalizando assim um acréscimo de 11 quartos ao inventário do hotel

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A Tétris foi escolhida para executar os trabalhos de reabilitação das Villas da Vinha, aumentando assim a oferta do hotel Six Senses Douro Valley, situado no coração do Vale do Douro, perto de Lamego. Segundo avança nota enviada às redacções, esta unidade turística confiou à empresa de construção e arquitectura da JLL a realização desta obra, avaliada em 2,9 milhões de euros. A área de intervenção será de cerca de 1.000 m2 e dará lugar a nove quartos/suites e a duas villas independentes com mais dois quartos, totalizando assim um acréscimo de 11 quartos ao inventário do hotel.

“O Fundo Discovery, proprietário do hotel, e a Six Senses, que o explora, foram muito criteriosos na escolha do parceiro para executar esta obra, pois o objectivo é que os trabalhos realizados incorporem imaculadamente a sofisticação e requinte pretendidos. Fomos seleccionados pelos padrões de qualidade, acabamento e requinte que nos caracterizam em todas as áreas de intervenção, e os quais estamos a consolidar agora fortemente no segmento hoteleiro”, refere Calos Cardoso, Managing Director da Tétris, citado em comunicado.

A villa de maior dimensão tem nove quartos, além de piscina, jacuzzi exterior e sauna. Já a outra villa totaliza três quartos com sala, pátio exterior e piscina privada.

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De realçar que o hotel Six Senses Douro Valley, detido pelo Fundo Discovery e operado pela marca Six Senses, conta com 60 quartos, spa com 2.300 m2 e zonas de refeição e bar, bem como um centro de negócios. A oferta de acomodação inclui ainda diversas villas, sendo que todo o empreendimento está envolvido numa zona privada recentemente classificada como parte do portfólio dos Jardins Históricos de Portugal.

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Câmara de Lisboa prevê obras em 16 escolas num investimento de 22M€

O executivo municipal de Lisboa prevê um orçamento de 62,7 milhões de euros para a educação durante este ano, com intervenções em 16 escolas, num investimento de cerca de 22 milhões de euro

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O executivo municipal de Lisboa prevê um orçamento de 62,7 milhões de euros para a educação durante este ano, com intervenções em 16 escolas, num investimento de cerca de 22 milhões de euros.

“Também igualmente importante, aquela que é uma intervenção que tem vindo por várias vicissitudes a ser adiada, é a retirada de amianto de algumas escolas de Lisboa, neste caso de 13 escolas da nossa cidade e que tem um valor orçado de três milhões de euros”, afirmou o vereador da Educação, Diogo Moura (CDS-PP), no âmbito de uma audição sobre o orçamento municipal para 2022, realizada na segunda-feira, por videoconferência, com os deputados da Assembleia Municipal de Lisboa.

O autarca começou por dizer que a proposta de orçamento municipal para este ano, em termos de dotação, estima 62,7 milhões de euros para educação, o que representa um acréscimo de cerca de 16% face aos 54 milhões de euros previstos para 2021.

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Entre as principais despesas estão a alimentação escolar, com 10 milhões de euros; os transportes escolares, com cerca de um milhão de euros; as componentes de apoio à família (CAF) e as actividades de animação e apoio à família (AAAF), com três milhões de euros; as actividades de enriquecimento curricular (AEC), com 2,5 milhões de euros; e no material de desgaste, com 1,3 milhões de euros, indicou o vereador da Educação.

Entre os objectivos da proposta orçamental nesta área, segundo o autarca com o pelouro da Educação, estão “a diminuição das desigualdades, combater o insucesso escolar e garantir que todos os jovens da cidade concluem o secundário”, assim como formar e desenvolver alunos através da cultura, do desporto e da ciência, e melhorar as condições de estudo nas escolas, mas também fora delas, nomeadamente com as salas de estudo.

Este é o primeiro orçamento municipal do mandato 2021-2025, sob a presidência do social-democrata Carlos Moedas, em que a proposta apresentada prevê uma despesa de 1,16 mil milhões de euros.

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IHRU vai investir mais de 30 M€ em dois novos empreendimentos para Renda Acessível

O IHRU abriu dois novos concursos destinados à concepção de dois novos empreendimentos em Almada e Setúbal. Os dois empreendimentos irão criar um total de 198 fogos, destinados ao Arrendamento Acessível

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O IHRU abriu dois novos concursos destinados à concepção de dois novos empreendimentos em Almada e Setúbal. Os dois empreendimentos irão criar um total de 198 fogos, destinados, na sua totalidade, ao Arrendamento Acessível.
O primeiro empreendimento ficará localizado em Almada, na Quinta da Boa Esperança. O local a intervir tem uma dimensão de 8.353 m2, para o qual se prevê a construção de um total de 100 fogos, a que corresponde 11.600 m2 de área bruta de construção acima do solo (10.900 m2 de habitação e 700 m2 para comércio e serviços) num total de 13.400 m2 de área bruta máxima de construção, onde se incluem pisos em cave para estacionamento, bem como áreas para arrecadações.

O valor máximo estimado para o custo da obra é de 11,6 milhões de euros (a que acresce o IVA à taxa legal em vigor), prevendo-se que o investimento total do IHRU, I.P. nesta operação seja de cerca de 15 milhões de euros, não incluindo o valor do terreno.

O segundo empreendimento é o Conjunto Habitacional da Rua do Monte, localiza-se no Plano Integrado de Setúbal, junto do Bairro da Bela Vista. O local a intervir tem uma dimensão de 8.466 m2, para o qual se prevê a construção de um total de 98 fogos, a que corresponde 11.780 m2 de área bruta de construção acima do solo (10.242 m2 de habitação e 1.538 m2 para comércio e serviços) num total de 16.190 m2 de área bruta máxima de construção, onde se incluem pisos em cave para estacionamento, bem como áreas para arrecadações.

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O valor máximo estimado para o custo da obra é de 12,7 milhões de euros (a que acresce o IVA à taxa legal em vigor), prevendo-se que o investimento total do IHRU, I.P. nesta operação seja de 16,4 milhões de euros, não incluindo o valor do terreno.

Estes concursos contam com o apoio técnico da Ordem dos Arquitectos – SRLVT e com a colaboração dos respectivos Municípios de Almada e Setúbal.

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Mota-Engil vai receber mais 3,3 M€ para obras no Porto de Cabinda

O Presidente angolano autorizou uma adenda de 3,3 milhões de euros ao contrato de empreitada de dragagem no porto de Cabinda, a cargo da construtora Mota-Engil Angola

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O Presidente angolano autorizou uma adenda de 3,3 milhões de euros ao contrato de empreitada de dragagem no porto de Cabinda, a cargo da construtora Mota-Engil Angola, devido ao agravamento das condições macroeconómicas.
O contrato para execução de obras de dragagem do canal de acesso, bacia de manobras e berços de acostagem do Novo Quebra-Mar e Cais de Cabinda, cujo valor e data não são mencionados no despacho presidencial, foi celebrado entre a Mota-Engil Angola e o ministério dos Transportes, no âmbito do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios. A notícia foi avançada pela agência Lusa.

De acordo com a agência noticiosa, que sita o despacho presidencial com data de 6 de Janeiro, o Presidente angolano, João Lourenço, justifica a adenda devido ao “agravamento das condições macroeconómicas”, que terão levado a um desequilíbrio económico financeiro do contrato “que configura uma alteração superveniente e relevante das circunstâncias em que as partes fundaram a decisão de contratar”, havendo por isso necessidade de uma adenda ao contrato, no valor de 2,1 mil milhões de kwanzas.

Angola lança novos concursos públicos

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Noutros dois despachos presidenciais, diz a Lusa, o Presidente da República autoriza a abertura de novos concursos públicos. O primeiro, no valor de 4,4 mil milhões de kwanzas, ou cerca de sete milhões de euros, destinado à construção e apetrechamento do Aterro Sanitário Convencional na Província de Cabinda. Ainda para a província de Cabinda é lançado um segundo concurso para a construção de 43 tanques de água elevados com capacidade de 100 metros cúbicos no valor de 2,5 mil milhões de kwanzas, cerca de quatro milhões de euros.

Um terceiro concurso é relativo às instalações da Inspecção Geral da Administração do Estado incluindo a reabilitação do Edifício Muxima Plaza, no valor estimado de 4,7 mil milhões de kwanzas, 7,6 milhões de euros, e à aquisição de mobiliário e equipamentos informáticos, por 3,7 mil milhões de kwanzas, 5,8 milhões de euros.

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IASFA lança novo concurso para arrendamento de 60 casas de renda económica

A concurso estão 60 habitações, situadas em Almada, Cacém, Coimbra, Elvas, Évora, Lisboa, Mem Martins, Ponta Delgada, Ramada, Seixal e Tomar

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Estão abertas as candidaturas para o arrendamento de casas de renda económica do Instituto de Acção Social das Forças Armadas (IASFA), que se encontram devolutas e a necessitar de obras. A concurso estão 60 habitações, situadas em Almada, Cacém, Coimbra, Elvas, Évora, Lisboa, Mem Martins, Ponta Delgada, Ramada, Seixal e Tomar.

O aviso de abertura, publicado em Diário da República, prevê a atribuição de casas de renda económica que se encontram devolutas ou a precisar de reabilitação. As obras necessárias para a utilização das fracções, com um custo máximo de cinco mil euros, acrescidos de IVA, deverão ser realizadas pelos arrendatários, sendo que o valor pago, até ao montante definido no concurso, será posteriormente descontado nas rendas mensais, no prazo máximo de 60 meses.

O concurso está aberto por 30 dias, até 5 de Fevereiro, e podem concorrer todos os militares e pessoal militarizado dos quadros permanentes das Forças Armadas, nas situações de activo, reserva e reforma.

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Desde a alteração do regime jurídico do arrendamento das casas de renda económica do IASFA, em 2019, foram abertos três concursos para arrendamento de habitações: em 2019, para 55 casas prontas a habitar; em 2020, para 97 casas carecidas de obras e o presente concurso para 60 casas que também necessitam de obras de reabilitação.

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Fundo Ambiental executou perto de 1000 milhões em 2021

O ano passado o Fundo Ambiental aplicou 955,4 milhões de euros em apoios nas diferentes áreas da sua intervenção, o que, em termos absolutos, configura o maior valor de sempre aplicado em matéria de ambiente

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Este valor representa um crescimento de 68% face ao ano anterior e de 703% em relação a 2017, ano em que foi criado o Fundo Ambiental e cuja aplicação em despesa se cifrou nos 135,8 milhões de euros.

Face à receita cobrada, a qual se situou nos 974,3 milhões de euros, a execução foi de 98,1%, o que reflecte a capacidade de resposta do Fundo num ano de ainda particular exigência nos apoios concedidos no âmbito da resposta aos efeitos da pandemia provocada pela Covid-19.

À semelhança dos anos anteriores, a área dos Apoios Tarifários foi a rubrica à qual foi alocada a maior verba do orçamento do Fundo: cerca de 733,1 milhões de euros. Dentro deste apoio destacam-se as transferências para o Sistema Energético Nacional (SEN), no valor global de 407,5 milhões de euros, acima do que é estipulado por lei, na medida em que foi necessário proceder a uma transferência extraordinária de 104 milhões de euros para que a que as tarifas do sector eléctrico não aumentassem em 2022.

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Seguem-se o Apoio à Redução do Tarifário dos Transportes Públicos (PART) com 280,1 milhões de euros, o qual também contou com reforço de verbas, tal como previsto no Orçamento do Estado para 2021, a sustentabilidade dos serviços de águas (28 milhões) e o Programa de Apoio à Densificação e Reforço da Oferta de Transporte Público (PROTransP) com 15 milhões.

Em 2021, o Fundo Ambiental continuou a apoiar a aquisição de veículos de baixas emissões (VBE) – 926 veículos ligeiros e de mercadorias, 4712 bicicletas, motociclos e ciclomotores eléctricos, bicicletas de carga e bicicletas convencionais –, tendo comparticipado cerca de 4,5 milhões de euros.

O Fundo ainda apoiou, com 87,5 milhões, os projectos referentes à expansão da rede e aquisição de material circulante dos Metros de Lisboa e Porto, a aquisição de 10 navios eléctricos da Transtejo e a renovação de frota da CP – Comboios de Portugal.

Foram aplicados 12,8 milhões de euros nos recursos hídricos; 14 milhões na reparação de danos ambientais; 10,8 milhões na conservação da natureza e na biodiversidade; 3,6 milhões em projectos de sensibilização ambiental e 1,4 milhões em projectos de resíduos e economia circular.

Foram igualmente executados 17,1 milhões de euros com verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no qual o Fundo tem o papel de organismo intermediário. A maior parte desta verba diz respeito aos pagamentos das candidaturas aceites no programa Edifícios Mais Sustentáveis, o qual financia medidas que promovam a eficiência energética e hídrica nas habitações.

O Fundo Ambiental tem por finalidade apoiar políticas para a prossecução dos objectivos de desenvolvimento sustentável. Deste modo contribui para o respeito pelos compromissos nacionais e internacionais, designadamente os relativos às alterações climáticas, aos recursos hídricos, aos resíduos e à conservação da natureza e da biodiversidade.

Transição justa

Além disso, foi iniciado o pagamento aos 25 trabalhadores da empresa que prestava serviços na central termoelétrica do Pego, os quais receberam a primeira tranche da Compensação para uma transição justa.

Esta compensação, atribuída pelo Fundo Ambiental, tem como objectivo garantir a manutenção do rendimento dos trabalhadores afectados, directa e indirectamente, pelo fim da produção de electricidade a partir de carvão na Central Termoeléctrica do Pego, durante uma fase transitória e até que estes encontrem emprego, vigorando até 31 de Dezembro de 2022.

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Garcia Garcia assegura ampliação da norte-americana Brunswick em Portugal

A construtora é responsável pelo projecto de Design & Build, com intervenção ao nível da arquitectura, engenharia e execução da obra, para a subsidiária portuguesa da multinacional que fabrica barcos desportivos e de recreio das marcas Quicksilver e Bayliner

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A multinacional norte-americana Brunswick, vai expandir a sua unidade fabril em Portugal. O projecto de ampliação da unidade industrial localizada em Vilanova de Cerveira foi entregue à construtora nacional Garcia Garcia. Alinhado com a sua estratégia de crescimento e expansão, este projecto permitirá à subsidiária portuguesa potenciar o aumento da sua capacidade produtiva e logística e tem conclusão prevista para Junho do próximo ano. Actualmente, a Brunswick é líder na concepção, construção e comercialização de produtos de entretenimento, sendo a maior produtora mundial de barcos de lazer e de recreio.

“Este projecto, que reflecte o dinamismo e a competitividade que a Brunswick Portugal tem vindo a revelar, tem como objectivo garantir um eficiente aumento da capacidade instalada orientado para a consolidação da sua liderança no mercado. Neste sentido, é bastante gratificante podermos fazer parte deste plano de expansão da Brunswick, contribuindo com todo o nosso know-how e experiência para que este projecto responda integralmente às suas necessidades”, sublinha Miguel Garcia, administrador da construtora.

O projecto consiste na ampliação das instalações da Brunswick, através da construção de uma nova nave industrial. Os trabalhos incluem a demolição de um edifício existente e a edificação de um novo, contíguo às actuais instalações da empresa. O novo edifício agregará uma área total de 5.200 m2, dos quais 4.000 m2 terão como destino o apoio à produção e 1.200 m2, em piso superior, terão como fim áreas administrativas e sociais.

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A fase conceptual do projecto teve em linha de conta alguns desafios e condicionalismos, nomeadamente o espaço disponível e o facto de a empresa continuar a laborar, o que obrigou a um planeamento sólido e uma coordenação eficaz entre a Garcia e a Brunswick. Desta forma, todas as intervenções foram planeadas e estão a ser executadas de modo a não provocarem constrangimentos à normal actividade da Brunswick, sendo que a realização dos trabalhos em obra foi previamente pensada para garantir a segurança de todos os trabalhadores e a normal laboração da empresa.

Para além da construção da nova nave industrial, a construtora está a realizar alguns trabalhos de melhoria nas naves já existentes, com o objectivo de optimizar os processos produtivos e as instalações da Brunswick.

Este é o segundo projecto que a Garcia desenvolve com a Brunswick, reforçando uma parceria iniciada em 2012, quando a construtora foi responsável pela reconstrução de uma das naves industriais do complexo da subsidiária portuguesa.

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