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Sede da Victoria Seguros recebe qualificação co/vida by NOVA Medical School

Este é o primeiro edifício de escritórios a ser qualificado no âmbito da NOVA Medical School, em parceria com a iniciativa Living Lab APPII SI: Saúde & Imobiliário

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O edifício sede da Victoria Seguros, em Miraflores, onde a seguradora concentra as suas operações, foi o primeiro edifício em Portugal alvo da qualificação co/vida20 by NOVA Medical School.

O co/vida20 by NOVA Medical School, no âmbito da iniciativa heals: healthy living systems da Unidade de Medicina Exponencial (U. ME) NOVA Medical School, da Universidade Nova de Lisboa, é um programa de qualificação do edificado, de suporte e informação, que visa auxiliar no desenvolvimento e operacionalização do Plano de Contingência customizado ante a pandemia Covid-19.

A U.ME da NOVA Medical School, “é uma estrutura transversal cujo principal objectivo é o delinear e promoção de projectos de saúde interdisciplinares, actuando como um centro de inteligência colaborativa para intercâmbio científico, partilha de conhecimento, diálogo e trabalho em rede informados, moldando práticas e ferramentas sustentáveis para o desenvolvimento acelerado de intervenções inovadoras em saúde, criando valor e salvando vidas humanas”,  explica Jaime da Cunha Branco, professor catedrático, director científico da unidade de medicina exponencial e director da NOVA Medical School (http://www.nms.unl.pt).

Inerente ao conceito do Living Lab APPII SI: Saúde & Imobiliário powered by Victoria Seguros, está a partilha de conhecimento e interacção por partes dos vários players deste ecossistema, deixando conhecimento residente junto da comunidade. Neste sentido, é parte integrante deste processo de qualificação, por parte da NOVA Medical School, um programa formativo, com partilha de informação acreditada, de qualidade, baseada na evidência biomédica, existindo, não só um apoio directo ao desenvolvimento de um plano de contingência interno (com certificado co/vida20 by NOVA Medical School) mas, também, o seu contínuo suporte (linha de suporte continuado e atualização de Orientações).

“Vivemos um reposicionamento ímpar da vida das pessoas, das empresas e da economia a nível mundial em função de um bem maior – a saúde. A Victoria quer contribuir para a criação de uma comunidade resiliente, protegendo os seus colaboradores e por inerência as suas famílias, daí a importância da sua parceria com a NOVA Medical School, da Universidade NOVA de Lisboa, no âmbito da sua iniciativa heals: healthy living systems e da qualificação do edifício de Miraflores com esta certificação “co/vida20 by NOVA Medical School”. Esta qualificação vem reforçar a parceria estabelecida entre a Victoria e a Nova Medical School, em particular com a sua Unidade de Medicina Exponencial (u.me), uma das áreas mais inovadoras e de futuro da medicina”, afirmam Francisco Campilho e Carlos Suárez, directores gerais adjuntos da Victoria Seguros.

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Reabilitação e redes de saneamento serão prioridade no Orçamento de Azeméis para 2023

Entre os principais projetos do Plano Plurianual de Investimentos para 2023 destaca-se assim a beneficiação e a ampliação da rede de saneamento (com mais de 3,8 milhões de euros), a construção do Parque Urbano de Oliveira de Azeméis (quase 3,5 milhões) ou a edificação do Fórum Municipal

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A Câmara de Oliveira de Azeméis será gerida em 2023 com 58,3 milhões de euros, depois daquele que a autarquia definiu esta quarta-feira como “o maior orçamento municipal de sempre” ter sido aprovado pelo PS com abstenção do PSD.

Para o referido concelho do distrito de Aveiro, isso representa mais 4,6 milhões de euros comparativamente a 2022, apesar de a taxação tributária aos cerca de 70.000 habitantes desse território de 163 quilómetros quadrados manter a isenção de derrama para empresas com volume de negócios inferior a 150.000 euros anuais e preservar a taxa legal mínima de 0,3% no Imposto Municipal sobre Imóveis.

“O documento aprovado garante um forte investimento com capitais próprios em áreas estratégicas para o futuro do concelho, como a educação, a expansão das redes de água e saneamento, a reabilitação urbana e o desenvolvimento económico”, declara o presidente da Câmara, Joaquim Jorge Ferreira.

O autarca socialista realça que o orçamento permitirá ainda “um aumento do investimento com capitais próprios para aproximadamente 22,2 milhões de euros, o que representa um acréscimo de 1,5 milhões face à capacidade inicialmente estimada para 2022”.

Entre os principais projetos do Plano Plurianual de Investimentos para 2023 destaca-se assim a beneficiação e a ampliação da rede de saneamento (com mais de 3,8 milhões de euros), a construção do Parque Urbano de Oliveira de Azeméis (quase 3,5 milhões), a edificação do Fórum Municipal (com quase três milhões) e a criação da Estação Multimodal de Transportes, que abrange a reabilitação do Mercado Municipal (com valores próximos dos três milhões).

Segundo a autarquia, no restante o orçamento demonstra uma distribuição de verbas em que “as principais apostas são a educação (com 15,5 milhões de euros), o ordenamento do território (com 14,6 milhões), os serviços urbanos ambientais (com 3,1 milhões de euros), o apoio às famílias (com 2,3 milhões de euros), a cultura (com 2,1 milhões de euros) e ainda as juntas de freguesia (com dois milhões de euros)”. Nesse caso específico, as transferências municipais para as 12 juntas passaram de um total de 920.000 euros para 1,58 milhões.

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Socicorreia lança empresa para serviços ‘tailor made’

A Socicorreia Project é a nova empresa do grupo que irá disponibilizar soluções personalizadas e à medida de cada cliente nas áreas de arquitectura, decoração de interiores e equipamentos

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Para completar a aposta do grupo madeirense a Socicorreia Project irá colaborar com fornecedores portugueses e estrangeiros, nas diferentes áreas de interiores, facilitando, assim, o processo de mobilar os imóveis adquiridos, uma dificuldade para muitos proprietários que dão preferência a imóveis prontos a habitar.

“Com esta nova empresa, a Socicorreia passa a fornecer soluções ‘tailor made’, acompanhando o cliente em todo o processo de compra de habitação, desde a escolha do apartamento até à sua decoração”, explica Custódio Correia, presidente do grupo Socicorreia.

Com a Socicorreia Project, o proprietário receberá acompanhamento no momento de escolher e comprar mobiliário personalizado, de acordo com as suas exigências e tendências do mercado, na selecção de todos os equipamentos domésticos, e também em pormenores de decoração como a iluminação.

A Socicorreia Project complementa assim a oferta atual do grupo que engloba a construção, Socicorreia Engenharia, a promoção imobiliária, Socicorreia Investimentos Imobiliários, e o turismo, com a Socicorreia Turismo.

Ovalor dos empreendimentos concluídos pelo grupo ultrapassa os 250 milhões de euros tornando a Socicorreia uma das maiores promotoras imobiliárias da Madeira, tendo investido mais de 100 milhões de euros na ilha que alberga a sede do grupo em quase duas décadas de actividade. Actualmente, o grupo tem em curso 12 empreendimentos, que incluem 500 frações habitacionais e lojas comerciais em várias localizações.

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Oriflame escolhe Edifício Adamastor para o seu escritório em Lisboa

A marca sueca de cosméticos é o novo inquilino do Edifício Adamastor, no Parque das Nações. As consultoras imobiliárias Worx e CBRE foram responsáveis por esta colocação

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O Edifício Adamastor, propriedade da Imopolis, está localizado na Av. D. João II, a artéria mais importante do Parque das Nações. Esta é uma zona que se tem afirmado, cada vez mais, como uma excelente opção para empresas que procuram arrendar escritórios novos. Este edifício destaca-se pela sua arquitectura moderna e qualidade, mas também pela excelente localização, a uma curta distância da Gare do Oriente e do aeroporto.

“Esta localização e novas instalações, aproximam a Oriflame dos seus parceiros de marca e clientes, com espaços disponíveis que permitem a experiência de marca, cocriação, e centro de networking. Também para os nossos funcionários temos condições melhores e mais ajustadas à nova realidade do mercado, e que promovem os valores fundamentais da empresa de união, espírito e paixão”, justifica Rui Matias da Silva, director geral da Oriflame em Portugal.

A Oriflame vai ocupar no Edifício Adamastor uma área de 360 metros quadrados, no 13º piso, o que permite uma vista privilegiada e desafogada sobre o rio Tejo. Na opção por este edifício pesaram factores como o espaço de escritórios em condições que permitiam uma mais rápida utilização do espaço, a localização central e os acessos rodoviários e de transportes públicos. Toda a envolvente do Parque das Nações, com espaços de lazer, comércio e serviços, fez também com que o Edifício Adamastor se destacasse entre outras opções.

“O Edifício Adamastor responde às necessidades da Oriflame, pelas suas excelentes características e localização. A vista rio acabou por ser um plus interessante, pelo ambiente que proporciona aos seus colaboradores”, refere Jorge Telles de Carvalho, consultant da Worx Real Estate Consultants, que representou a Imopolis (proprietária do edifício).

“O Parque das Nações é um dos destinos mais atractivos para as empresas na cidade de Lisboa. Temos a certeza que o Edifício Adamastor é a escolha mais acertada para a Oriflame ao selecionar esta localização para a sua nova sede e que irá responder às suas exigências e necessidades”, comenta André Almada, senior director offices advisory & transaction na CBRE.

O empreendimento Adamastor é composto por duas torres de escritórios, numa localização privilegiada no Parque das Nações. Com excelentes infraestruturas, estacionamento e rodeado de serviços e comércio, é um edifício de relevo no mercado de escritórios em Lisboa.

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Acciona inaugura o edifício Priority 1907

Com promoção da Acciona e da CleverRed e empreitada da Baltor, o antigo edifício do século XX dá lugar a com 18 novos apartamentos

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Perto da estação ferroviária de Alcântara Terra, no início da Rua Prior do Crato, encontra-se o recém-inaugurado Priority 1907. O projecto renovou o edifício mais emblemático da Rua Prior do Crato, que pertenceu à escola de artes da Fundação Ricardo Espírito Santo, preservando a autenticidade histórico-arquitectónica do imóvel, cuja construção original data de 1907. O edifício manteve a sua fachada intacta mas embelezada, as suas colunas de ferro fundido e grandes janelas ganharam vida e a estrutura interior foi respeitada e melhorada com a criação de 14 lofts e 4 apartamentos. Com promoção da Acciona e da CleverRed, a empreitada esteve a cargo da Baltor.

Segundo Andrés Pan de Soraluce, CEO da divisão imobiliária da Acciona, “Lisboa é um mercado estratégico para a Acciona, onde temos uma carteira de quase 600 casas para continuar a desenvolver o nosso compromisso com a sustentabilidade em Portugal, através de projectos que cuidam do meio ambiente e melhoram a vida das pessoas”.

Também Carlos Cercadillo, ceo da CleverRed, confirmou a intenção de “continuar a apostar na cidade de Lisboa e de desenvolver, conjuntamente com Acciona, uma empresa de nível mundial, muitos mais projectos em Lisboa”.

Também em Alcântara, os dois parceiros têm outro projecto residencial de 74 apartamentos de nova construção – o Alcântara Rio 2 – que irá dar continuidade ao projecto inicialmente apresentado pela extinta Obriverca e que há muito espera para sair do papel.

Além destes dois empreendimentos, a empresa formada pela Acciona e a CleverRed tem um grande projecto de uso misto na Avenida Alfredo Bensaúde, nos Olivais. Com aproximadamente 70 mil m2 de área construída, o projecto combinará vários usos, tais como escritórios, comércio a retalho, habitação para arrendamento, habitação para venda e uma grande área verde.

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Saxun apresenta a nova cortina de vidro Azur

Fabricada com vidro temperado de 10 mm, sem perfis verticais, com painéis deslizantes e rebatíveis, esta é uma aposta da marca para aumentar o isolamento, protecção térmica e solar dos edifícios

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tagsSaxun

A Saxun acaba de lançar Azur, uma nova cortina de vidro composta por um sistema de painéis pivotantes. Fabricada com vidro temperado de 10 mm, sem perfis verticais, com painéis deslizantes e rebatíveis, esta é uma aposta da marca para aumentar as suas soluções de isolamento, protecção térmica e solar para edifícios.

A nova cortina de vidro Azur pode ser fabricada com uma vasta gama de acabamentos, o que a torna uma solução perfeitamente adaptada a qualquer tipo de espaço exterior, como jardins, terraços ou varandas. Este novo sistema foi concebido para rentabilizar, quer espaços residenciais, quer espaços de hotelaria e de restauração.

“Uma solução simples e elegante que permite fechar, ou abrir, completamente um espaço, dependendo do que se pretende dessa zona, a qualquer hora do dia ou estação do ano.  Os painéis da cortina de vidro Azur podem deslizar e recolher para qualquer das extremidades do recinto, de modo a que quando se abre o espaço fiquem subtilmente sobrepostos na extremidade escolhida, ocupando a menor volumetria possível”, explica a marca.

A nova Azur é composta por painéis de vidro independentes, ou seja, sem perfis verticais de alumínio, o que permite ganhar maior visibilidade, no interior, e exercer menor impacto visual, no exterior.

Este sistema de isolamento faculta uma eficaz protecção contra elementos atmosféricos adversos e reduz o ruído. As suas juntas de vedação conferem-lhe um elevado grau de estanqueidade. A instalação de cortinas de vidro Azur  permite protecção do vento, da chuva e proporciona conforto e privacidade aos espaços exteriores, apenas com o fecho dos painéis de vidro pivotantes. Além disso, o sistema Azur complementa muitas outras das soluções de protecção térmica e solar da Saxun, como as pérgulas bioclimáticas, toldos ou cortinas técnicas.

Com uma vasta gama de cores e acessórios à escolha, para assegurar o resultado perfeito nas habitações ou espaços comerciais, combinando as dimensões e características de cada instalação, o sistema Azur permite configurações desde 90º a 270º entre secções, e que podem mesmo ter alturas diferentes para proteger varandas e janelas, ao mesmo tempo.

Outra vantagem de ser um sistema articulado e sem perfis é permitir um melhor acesso às vidraças a partir do interior e, portanto, conseguir uma limpeza mais fácil tanto dos vidros interiores como exteriores, tornando-se uma solução de manutenção reduzida e fácil.

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Limehome assina primeiro projecto em Portugal

O Porto foi a cidade de entrada num mercado que terá um papel de relevo no crescimento da empresa que tem já outros projectos em negociação em Portugal

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A Limehome empresa de tecnologia hoteleira e operador de serviced apartments totalmente digitalizados, entra no mercado português com a assinatura do primeiro projecto no Porto. Desenvolvido com a Ratisbona, o parceiro local, o projecto compreende um empreendimento de um andar que inclui apartamentos tipo estúdio e de 1 e 2 quartos com terraço e com vista para o rio Douro, a ponte Luís I e monumentos como o Mosteiro da Serra do Pilar.

Devido à sua localização estratégica, os apartamentos enquadram-se perfeitamente na cidade, revitalizando a área próxima ao centro histórico como ponto de encontro, não só para os visitantes, como também para os habitantes da cidade do Porto. O edifício consistirá num empreendimento de altura reduzida de serviced apartaments e a Limehome participará nas obras necessárias.

“Limehome está actualmente a analisar diferentes projectos em Portugal que estão numa fase avançada, não só no Porto, mas também em outras cidades portuguesas. Portugal é um país muito atraente tanto para hóspedes em lazer, como para hóspedes corporativos, com uma procura internacional crescente” afirma Jose Llosa, growth and real estate head na Limehome Iberia.

Para a empresa Lisboa e Porto são cidades chave para o seu crescimento e posicionamento no mercado português mas os seus responsáveis não descartam outros destinos potencialmente interessantes para o seu modelo de negócio, o que lhe permite operar em cidades de diferentes dimensões, tanto capitais como cidades mais pequenas, com diferentes tipos de procura, bem como numa grande variedade de bens imobiliários.

“Portugal tornou-se um destino turístico internacional muito atraente para os nómadas digitais. Temos recebido muito atenção por parte de investidores, family office e fundos de investimento que estão a olhar para Portugal e para o Sul da Europa com interesse no desenvolvimento deste tipo de activos caracterizados pela sua flexibilidade em estadias curtas e médias e uma conta operacional com custos de estrutura reduzidos, graças à digitalização em todos os nossos processos e experiência do cliente”, esclarece Ricky Bichel, Head of International Expansion na sede Limehome em Munique.

Além da assinatura desta operação no Porto, a Limehome acaba de fechar uma ronda de financiamento de 45 milhões de euros. Actualmente, a empresa está presente em 53 cidades, distribuídas por sete países diferentes. Com este capital, a empresa sediada em Munique prepara-se para expandir para outros mercados europeus. Os investidores HV Capital, Picus Capital e Lakestar continuam a participar na ronda, enquanto novos investidores AW Rostamani Group e Capital Four se juntam à ronda.

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Cosentino reabre as portas do seu City de Amsterdão

A Cosentino reabriu o seu Cosentino City de Amsterdão. A cidade integra a rede de showrooms do grupo, da qual fazem parte também Sydney, Singapura, Nova York, Paris, Londres e Tóquio

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O Cosentino City representa um conceito disruptivo no sector, local de encontro e inspiração para profissionais, seja através das suas plataformas digitais, exposições ou eventos.

O centro de experiências da Cosentino em Amesterdão tem uma área 550 m2, distribuídos em dois andares. A gestão do dia-a-dia é da responsabilidade da administradora da cidade, Lara Leenhouts-Regnault, juntamente com a especialista e arquitecta Vanja Masala. Aqui os visitantes são apresentados às principais marcas da Cosentino, como a Silestone, Dekton e Sensa. O espaço proporciona diferentes experiências em torno dos materiais, incluindo chapas de grande dimensão, maquetes de aplicações de fachadas (ventiladas), espaços de inspiração para cozinha e espaço de banho, amostras de cores e espaços exclusivamente dedicados a profissionais, onde podem trabalhar, organizar reuniões, eventos ou exposições.

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Venda de carteiras de crédito malparado em Portugal deverá cair mais de 40% para 1.7MM€

O país perdeu também ritmo na redução do crédito malparado do sistema financeiro. Em Junho de 2022 existiam 7.5 MM€ em crédito em incumprimento nos bancos portugueses, reduzindo apenas 200 M€ face ao final de 2021. Este stock representa 3,3% do total de crédito concedido. Os dados são revelados pela Prime Yield no seu mais recente estudo “Investing in NPL in Iberia 2022”

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O investimento em carteiras de crédito malparado (Non-Performing Loans, NPL na sigla inglesa) deverá travar significativamente este ano, estimando-se que a venda de portfólios deste tipo de activos ascenda a 1.7 mil milhões de euros, de acordo com a Prime Yield no seu mais recente research sobre este mercado na Ibéria. “Investing in NPL in Iberia” acaba de ser lançado e assinala já a sua quinta edição.

Este volume apresenta uma queda de 44% face aos 3 mil milhões de euros transaccionados em 2021, ano em que a actividade recuperou após a travagem de 2020, quando as transacções não foram além dos 1,0 mil milhões de euros, reflectindo o impacto da pandemia.

De acordo com, “Os valores agora apurados contrariam bastante as estimativas que tínhamos no início do ano, as quais apontavam para a continuação da retoma da actividade para os níveis pré-Covid, cujos padrões se situavam entre os 6.5 mil milhões de euros e os 8.0 mil milhões de euros anuais. Mas, na realidade, já vimos que a conjuntura tem, a capacidade de se alterar de forma muito rápida e, também neste mercado surgiram alguns factores que, conjugados, acabaram por resultar num arrefecimento da actividade transaccional”, explica Nelson Rêgo, CEO da Prime Yield.

De acordo com a Prime Yield, esta perda de ritmo face a 2021 fica a dever-se à conjugação essencial de três factores: Em primeiro lugar, as carteiras que estão activas no mercado são de menor dimensão do que antes, afectando o volume global transaccionado. O volume de vendas de 2021 reflecte a negociação de 13 portfólios, enquanto 2022, apesar da quebra assinalável no montante, sinaliza um número semelhante de operações (11).
Em segundo lugar, há uma efectiva redução do número de carteiras a surgir no mercado, pois não só o stock de malparado não aumentou, como se observou a entrada de vários servicers no mercado, os quais actuam numa fase prévia da recuperação do crédito, limitando as carteiras que chegam ao mercado para investimento final.
Por último, continua a existir um desencontro forte nas expectativas de preço entre vendedores e compradores. A Banca tem hoje menor pressão para vender, tentando obter melhor preço pelos portfólios. Já os investidores mostram-se menos abertos a pagar mais, daí decorrendo um desajuste de preços e uma maior demora na concretização dos negócios.

Na perspectiva de Nelson Rêgo, “Portugal continua a apresentar excelentes oportunidades e o fluxo de carteiras a surgir no mercado vai continuar, especialmente ao longo de 2023. A conjuntura económica marcada por uma elevada inflação e o aumento das taxas de juro deverá ter impacto no crescimento do crédito malparado, embora a próxima onda de carteiras em incumprimento deva surgir apenas no final de 2023 e no ano seguinte. Numa primeira fase, o incumprimento deverá afectar mais o segmento de empresas, especialmente as PMEs, e numa segunda fase o crédito às famílias, nomeadamente no âmbito do financiamento para aquisição de habitação”, sustenta.

Para já, a perda de dinâmica na venda de NPL foi acompanhada por uma redução bastante mais lenta do volume de crédito malparado no sistema financeiro português. No 2º trimestre deste ano, Portugal contabilizava 7.5 mil milhões de euros de crédito em incumprimento nos Bancos nacionais, um montante que corresponde a 3,3% do crédito total concedido no país. Este volume fica apenas 200 milhões de euros abaixo do final de 2021, mas reduz em 1.3 mil milhões de euros face aos 8.8 mil milhões de euros contabilizados no mesmo período de 2021.

No contexto europeu, Portugal é o país com o décimo maior volume de NPL, embora possuindo um stock bastante inferior aos dos líderes França, que detém cerca de 109.7 mil milhões de euros, de Espanha, com 78.9 mil milhões de euros, ou de Itália, onde ainda permanecem 51.8 mil milhões de euros. Para mais, o NPL no sistema financeiro português equivale actualmente a um terço do registado há três anos, quando o stock ascendia a 21.3 mil milhões de euros.

Em termos do crédito malparado atual, as empresas representam a maior fatia, nomeadamente 64% do stock contabilizado no país, o equivalente a €4.8 mil milhões. Deste volume, 73% está concentrado nas PME’s (3.5 mil milhões de euros), sendo que 42% do crédito malparado às empresas está garantido por imobiliário corporativo, no valor de 2.0 mil milhões de euros. O segmento das famílias contabiliza 2.7 mil milhões de euros em malparado, o que representa 36% do stock total. Deste valor, 1.1 mil milhões de euros diz respeito a crédito à habitação.

A Prime Yield lança anualmente o relatório” Investing in NPL in Iberia”, onde estima o potencial de transacção de crédito malparado em Portugal e Espanha. O estudo apresenta um balanço da actividade transaccional de NPL em 2022, além de analisar o stock e rácio deste tipo de crédito no respectivo sistema financeiro, disponibilizando ainda um olhar sobre a economia e o mercado imobiliário.

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Mota-Engil selecciona Quadrante para a arquitectura e engenharias de estádio na Costa do Marfim

A Quadrante e a Mota-Engil estão a desenvolver o projecto de reabilitação e expansão do Stade Félix Houphouët-Boigny, em Abidjan, na Costa do Marfim, à semelhança do que se passou com o “Stade da la Paz” em Bouaké, também neste país da costa ocidental africana

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O projecto, desenvolvido de forma integrada e coordenada em BIM, contará com uma área de cerca de 27.000 m2 e capacidade para receber cerca de 30 mil espectadores. Está também prevista a reformulação e ampliação das áreas de apoio logístico, zona para atletas, campo de aquecimento, áreas dedicadas aos media e ao público, assim como, acessos e estacionamento com 150 lugares. Adicionalmente será também construído um edifício de escritórios que irá albergar a sede da Office National des Sports, ONS.

“Na Quadrante temos uma equipa de quase 300 arquitectos, engenheiros, especialistas nas áreas da sustentabilidade, BIM, controlo de custos, entre outros, que combinam sinergias para pensar o projecto de uma forma integrada. Acreditamos que esta metodologia permitiu criar uma solução de elevado valor para a Mota Engil, uma vez que todas as especialidades trabalharam em conjunto, optimizando soluções, desde a fase de concurso”, justifica Nuno Costa, CEO da Quadrante.

Relativamente ao projecto de reabilitação no novo estádio “a arquitectura inspirou-se nas referências e cultura locais para criar um ícone marcante e contemporâneo para a cidade de Abidjan. Procurámos tirar partido da estrutura metálica e de betão na materialização da nova cobertura e fachada, que assumem um papel de destaque”, refere Rui Santos, arquitecto da Quadrante responsável pelo projecto.

A parceria da Quadrante com a Mota-Engil remonta desde 2007, em vários projectos que incluem a construção e gestão de infraestruturas para as áreas de Engenharia e Construção, Ambiente e Serviços, Concessões de Transportes, Energia e Mineração, ou seja, em todas as áreas de negócio e nas várias geografias onde a Mota-Engil tem actividade.

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Preços na baixa e centro histórico do Porto descem 6,4% no 1º trimestre do ano

No 1º semestre deste ano, os preços da habitação no conjunto das áreas de reabilitação urbana da baixa e centro histórico do Porto registaram uma queda de 6,4% face ao semestre anterior

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Trata-se de uma inversão face à subida semestral de 11,6% que os preços tinham observado no 2º semestre de 2021
O comportamento dos preços neste território é monitorizado pela Confidencial Imobiliário através do Índice de Preços da Baixa e Centro Histórico do Porto.

Este contraste no desempenho semestral dos preços na Baixa e Centro Histórico não é inédito, já que ao longo dos últimos quatro anos é comum observarem-se oscilações entre variações positivas e negativas, algumas das quais com amplitudes vincadas.

A quebra que sucedeu a uma forte valorização em termos semestrais, impactou desde logo a variação homóloga dos preços, que se manteve em terreno positivo, mas que travou de 13,7% no 2º semestre de 2021 para os actuais 4,4%.
Contudo, anteriormente as oscilações acentuadas entre as variações semestrais observaram-se em contextos de contracção ou estabilização do investimento imobiliário, ao passo que agora se verifica num momento de expansão da actividade. Designadamente, no 1º semestre de 2022 foram investidos 141,8 milhões de euros na aquisição de imóveis nas ARUs da Baixa e Centro Histórico, volume que aumentou 28% face ao semestre anterior e que recoloca a actividade nos níveis pré-Covid.

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