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    O dinamismo do sector que a falta de mão-de-obra pode pôr em causa

    “Governo de gestão, duas guerras a ocorrerem (uma delas na Europa), taxas de juro elevadas e que podem crescer, são ingredientes muito negativos para um cenário de estabilidade”, inúmera António Costa, associate executive manager de Property & Construction da Michael Page em entrevista ao CONSTRUIR, mas este é o cenário que enfrentamos no arranque de 2024. Um cenário que pode impactar a actividade de Construção

    Manuela Sousa Guerreiro
    Construção

    O dinamismo do sector que a falta de mão-de-obra pode pôr em causa

    “Governo de gestão, duas guerras a ocorrerem (uma delas na Europa), taxas de juro elevadas e que podem crescer, são ingredientes muito negativos para um cenário de estabilidade”, inúmera António Costa, associate executive manager de Property & Construction da Michael Page em entrevista ao CONSTRUIR, mas este é o cenário que enfrentamos no arranque de 2024. Um cenário que pode impactar a actividade de Construção

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    Manuela Sousa Guerreiro
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    “O ano de 2023 foi um ano extremamente dinâmico para o sector da construção e do imobiliário, com vários projectos a passarem para fase de execução, observando-se um aumento dos salários”. A constatação surge na análise da empresa de recrutamento Michael Page, no estudo anual sobre as principais tendências do mercado de trabalho para 2024, relativo aos quadros executivos em empresas de grande dimensão. Na sua análise sobre o sector, a consultora explica o dinamismo do sector e o impacto deste sobre os recursos humanos. “Este dinamismo no mercado tem acentuado de forma muito significativa a falta de recursos humanos, principalmente nas funções ligadas a obra, com elevada procura em funções como directores de obra, encarregados, orçamentistas e preparadores de obra. Num futuro próximo terá de se repensar este sector, na medida em que começa a ficar muito difícil para as empresas terem no mercado mão-de-obra disponível para os seus projectos”. Falámos com António Costa, associate executive manager de Property & Construction da Michael Page, sobre as conclusões da análise, ao mesmo tempo, procurámos antever o que podemos esperar de 2024.

    António Costa, associate executive manager de Property & Construction da Michael Page

    Quais as principais tendências observadas no mercado de trabalho do sector da Construção e imobiliário em 2023?
    Ambos os sectores demonstraram ao longo de 2023 uma elevada dinâmica, no entanto abordando cada sector individualmente conseguimos perceber algumas questões importantes para prever o futuro.
    O sector imobiliário esteve até Setembro mais dinâmico, mas no último trimestre existe uma estagnação, principalmente pela prudência que se verifica do lado do investidor. Os projectos que saíram para o mercado continuaram a ser sobretudo de cariz residencial e hoteleiro. Mas começa-se a perceber o direccionamento em alguns promotores para projectos de cariz logístico e industrial, considerando que ainda existe necessidades óbvias no mercado para este tipo de produtos. Não significa isto que não houvesse ainda margem para investir em produto residencial, que notoriamente, principalmente o que está no segmento de luxo, continua a ter procura. A questão prende-se com os valores elevados para aquisição, tempos demasiado longos nos licenciamentos e custos de produção. Para o residencial orientado à classe média e que necessita de recorrer à banca, coloca-se ainda o problema das taxas de juro. A conjuntura catual justifica o abrandamento no final do ano em novos investimentos, mas ainda existem muitos projectos em concepção e em execução.

    Já no sector da construção…
    Destacam-se aqui dois fenómenos. Por um lado, muitos projectos directamente ligados a esta promoção imobiliária anteriormente referida, que ocupam muitos recursos e empresas nos gabinetes de engenharia, fiscalização e obviamente nos empreiteiros. Por outro lado, as obras de reabilitação rodoviária e de infraestruturas hidráulicas vieram dinamizar as empresas do sector que se dedicam maioritariamente a obras públicas. Acredito que o dinamismo neste sector possa continuar mais algum tempo.

    O sector está a atravessar uma fase de transformação, sobretudo em virtude da maior digitalização da actividade, de que forma esta transformação é perceptível no mercado de trabalho?
    Os projectos em fase de concepção têm hoje uma complexidade maior, na medida em que os mesmos englobam várias dimensões no ciclo de vida de um determinado activo. Adicionalmente, nestes projectos, já se consideram temas como a peugada ambiental e construção sustentável. São por isso necessários profissionais que implementem metodologias, processos e ferramentas informáticas que respondem a estas necessidades de mercado. Vemos por isso uma crescente preocupação em recrutar profissionais para implementar BIM nas empresas e formar as equipas em ferramentas 3D. É menos visível ainda do lado do empreiteiro, mas acredito que será uma tendência para o futuro, competências digitais em quem dirige as obras.

    Falta de mão de obra qualificada já é factor crítico

    A falta de mão de obra qualificada é transversal a todas as actividades/postos ligados ao sector da construção?
    A falta de mão de obra sente-se sobretudo nos empreiteiros e subempreiteiros e é realmente um problema sobre o qual nos devíamos debruçar seriamente. Neste momento já é perceptível uma falta de mão de obra em praticamente todas as funções, com a direcção de obra e encarregados gerais à cabeça. Contudo, outras funções técnicas como preparadores de obra ou orçamentistas, são também um problema nesta fase. O fenómeno não é muito difícil de explicar ou compreender e na verdade é uma réplica do que já aconteceu em outros momentos com os países mais evoluídos.
    Começando pela engenharia, podemos constatar as seguintes situações: existem menos pessoas a candidatarem-se a cursos com o objectivo de trabalhar no sector da construção; a falta de mão de obra generalizada desmotiva os engenheiros a trabalhar nos empreiteiros porque é complicado gerir e garantir prazos; as funções ligadas ao dono de obra como gestor de projecto são mais aliciantes e menos exigentes; o mercado europeu paga significativamente mais que Portugal existindo por isso algumas saídas.
    Se nos focarmos nas funções que são oriundas de cursos técnicos ou da carreira e experiência no sector, é notório o seguinte: existe um envelhecimento ao nível dos encarregados gerais, não havendo nas empresas quadros de carreira para os substituir, porque num passado não muito longo as funções de base eram desenvolvidas por pessoas de outras nacionalidades que, entretanto, regressaram aos seus países. Há imagem dos cursos de engenharia, não existe interesse em entrar em cursos técnicos com destino ao sector construção.
    Assim, considero que se o ritmo de projectos para construção se mantiver estável ou crescer um pouco, estratégias de atracção terão de ser pensadas, caso contrário o problema poderá tornar-se ainda mais critico e afectar irremediavelmente os timings e custos de produção.

    O número de empresas no mercado tem sofrido oscilações?
    Mesmo em momentos em que os mercados estão positivos existem sempre algumas empresas que acabam por desaparecer por via de uma estratégia errada. Em contrapartida, outras surgem para colmatar as necessidades de mercado. Diria que no sector da construção e em número absoluto, deverá haver uma estabilidade nos empreiteiros gerais, um aumento de muitos negócios de subempreiteiros (por via da criação de negócio pessoal) e um aumento de empresas ligadas ao imobiliário, sobretudo com ligações a empresas de investimento estrangeiro. Este ciclo de construção em fase de estagnação deverá manter os números equilibrados nos próximos tempos, porque normalmente essa oscilação acontece por crescimento ou decréscimo perante situações mais extremas de mercado.

    A transformação (trabalho mais qualificado e tecnológico) do sector está a mudar o tipo de empresas que nele actuam? Qual é a vossa percepção?
    A Construção é um sector ainda muito tradicional e se algum avanço tecnológico tem sido feito, deve-se muito a imposições legais relacionadas com uma construção mais sustentável ou por via de investidores estrangeiros que estão habituados a projectos de construção mais complexos e elaborados.
    Com naturalidade os gabinetes de engenharia são os primeiros a inovar tecnologicamente e a usar ferramentas que permitem entregar aos seus clientes soluções que acompanham o ciclo de vida do projecto na sua totalidade. Diria que as empresas maiores, com maior nome no mercado e com maior acesso a clientes internacionais são as que mais se adaptaram e evoluíram.

    Instabilidade coloca investidores na expectativa

    O vosso trabalho é mais abrangente e envolve os vários sectores da economia. Fazendo uma análise mais ou menos comparativa como estão Construção/imobiliário face ao contexto nacional?
    Desde Setembro de 2020 e até meados deste ano, praticamente todos os sectores recuperaram índices de 2019 e muitos conseguiram crescer. A construção e o imobiliário não foram excepção. Sabemos, no entanto, de uma grande dependência destes dois sectores de decisões políticas e económicas, cujo impacto pode ser mais rapidamente observado que em outros sectores. Nesse sentido, diria que para já há uma relação directa e que segue a maioria de mercado, não significa, no entanto, que alguns sectores tenham passado momentos mais complicados como por exemplo a indústria automóvel.

    Em termos de evolução, qual a expectativa de evolução deste quadro para 2024 para o sector?
    Existem dois cenários possíveis. No primeiro as condições externas (política e economia) permitem que continue a haver investimento e os dois sectores poderão até crescer, mas provavelmente de forma menos acentuada. No segundo cenário as condições são adversas e quando isso acontece a redução de projectos é, normalmente, sentida de forma clara e repentina com um abrandamento de mercado quase imediato.
    Se por um lado uma estagnação facilitaria um equilíbrio na balança da oferta e da procura da mão de obra, por outro lado tem impacto no crescimento económico do país.

    E quanto deste cenário pode ser posto em causa por um cenário de instabilidade?
    Diria que é altamente improvável que alguém consiga objectivamente responder a esta questão, mas, governo de gestão, duas guerras a ocorrerem (uma delas na Europa), taxas de juro elevadas e que podem crescer, são ingredientes muito negativos para um cenário de estabilidade.
    Os investidores estão na fase de aguardar, deixar o mercado estabilizar para poderem investir minimizando o seu risco. Acredito que pelo menos até ser eleito novo governo em Portugal e se perceber algumas das políticas relacionadas com mercado residencial, que o mercado deverá estar expectante.

     

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

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    ESI Robotics e Universidade do Minho testam impressão 3D com materiais cimentícios

    A fabricação aditiva com materiais cimentícios, impulsionada pela robótica, está a “transformar” a indústria da construção e da arquitetura. Com benefícios “significativos” em termos de sustentabilidade e eficiência, esta tecnologia promete um futuro onde a construção é mais “rápida, barata e ecológica”

    Desenvolvido em parceria com o ACTech Hub, da Escola de Arquitetura, Arte e Design da Universidade do Minho, a ESI Robotics, especialista em automação industrial e robótica, desenvolveu uma tecnologia que permite a fabricação aditiva com materiais cimentícios.

    Impulsionada pela robótica, este tipo de fabricação está a transformar a indústria da construção e da arquitectura, já que permite “redefinir” a forma como construímos, “combinando a precisão da impressão 3D com a robustez dos materiais cimentícios”.

    Esta, que é uma das “grandes inovações” da última década, tem benefícios “significativos” em termos de sustentabilidade e eficiência. Os seus braços robóticos, que têm como ferramenta um sistema de extrusão, permitem uma maior economia no uso de material, afinar melhor o tipo de misturas e de materiais que são usados, podendo utilizar materiais compósitos mais sustentáveis, tornando o processo mais “rápido, barato e ecológico”, destaca Gil Sousa, co-fundador da ESI Robotics.

    A tecnologia permite a construção de elementos construtivos como pilares, paredes, vigas, entre outras estruturas, assim como soluções à medida, adaptando o extrusor para misturar diferentes componentes. Muitas das peças, desenvolvidas no AC Tech Hub, são de argamassa cimentícia, mas é necessário adicionar outros componentes, como fibras, reforços, entre outros.

    “Os seus braços robóticos, que têm como ferramenta um sistema de extrusão, permitem uma maior economia no uso de material, afinar melhor o tipo de misturas e de materiais que são usados, podendo utilizar materiais compósitos mais sustentáveis, tornando o processo mais “rápido, barato e ecológico””

    Parcerias

    A parceria entre a ESI Robotics e a Universidade possibilita a integração e convergência de diferentes áreas, criando equipa de trabalho multidisciplinares.

    Esta definição de uma rede de colaboração mais alargada é “muito positiva”, reforça Gil Sousa, já que contribuiu para alterar a “percepção do arquitecto profissional que está apenas no atelier, mas que se expande para o estaleiro de obra associando-se a outros sistemas de desenho, mas também sistemas de construção e produção”, conclui.

    Também Bruno Figueiredo, professor na Universidade do Minho, destaca a importância de parcerias com empresas com a ESI. “Sendo um dos grandes desafios da construção e da arquitectura o processo de digitalização, que incorpora, também, sistemas de automação, estas parcerias permitem cobrir esses desafios e fazer investigação nessas áreas”.

    Testar a sua aplicação

    Os alunos procuram cada vez mais os temas relacionados com digitalização e automação e na Escola de Arquitetura, Arte e Design da Universidade do Minho, encontram a possibilidade de aplicar, de testar sistemas e de desenvolver novos materiais.

    As soluções aqui desenvolvidas podem fazer a diferença, uma vez que são testadas em funcionamento e podem depois, ser comercializadas e transferidas para a indústrias. 

    Neste caso, sendo o projecto instalado na Universidade do Minho, a sua principal aplicação é para investigação. “Aqui, os alunos e investigadores, têm oportunidade de testar, efectivamente, elementos construtivos, como vigas, paredes, pilares, entre outros”, explica o responsável da ESI Robotics.

    Sobre o autorCidália Lopes

    Cidália Lopes

    Jornalista
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    Edifício de escritórios e comércio em Boulogne-Billancourt, arredores de Paris, França

    Imobiliário

    Corum totaliza investimento de 335 M€ em imobiliário comercial na primeira metade do ano

    As sete aquisições foram realizadas em vários países, de Espanha à Escócia, passando por imóveis na Irlanda, em Itália e também em França, tanto em escritórios como em espaços de comércio, além de imóveis industriais

    Num contexto “desafiante” para a generalidade das gestoras de ativos imobiliários, a Sociedade de Investimento Imobiliário, de origem francesa, Corum Investments, com escritório em Portugal, investiu durante o primeiro semestre 335 milhões de euros com retornos elevados no momento da aquisição para entregar aos investidores dos seus fundos e que envolveu sete aquisições de imóveis comerciais.

    Estas aquisições foram realizadas num contexto de taxas de juro elevadas, que provoca um abrandamento do mercado imobiliário mas que constituiu também uma fonte de oportunidades para a CORUM, que com o seu muito reduzido nível de endividamento e a confiança dos investidores, permite-lhe, na sua perspectiva, realizar aquisições com descontos relevantes.

    Os investimentos foram realizados pelos vários fundos da CORUM, , em várias categorias de imóveis comerciais, tanto em escritórios como em espaços de comércio, além de imóveis industriais. As sete aquisições foram realizadas em vários países, de Espanha à Escócia, passando por imóveis na Irlanda, em Itália e também em França.

    Entre as aquisições realizadas destacam-se a de um edifício de escritórios e comércio em Boulogne-Billancourt, arredores de Paris, França, por um total de 99 milhões de euros, mas também a de um outro edifício de escritórios em Glasgow, na Escócia, por 56 milhões de euros, bem como um Retail Park em Cork, na Irlanda, que representou um investimento de 51 milhões de euros. Em Espanha, a CORUM comprou um imóvel industrial arrendado à Tenneco, líder no fabrico de componentes automóveis, num contrato com uma duração de mais de 20 anos.

    “A CORUM continua muito activa no mercado, fazendo jus à sua estratégia de investimento que procura as melhores oportunidades”, refere Miguel Costa Santos. “Realizámos várias aquisições a preços competitivos, que segundo a nossa análise apresentam retornos elevados, assegurando sempre aquilo que para nós é essencial: ter inquilinos de qualidade e que continuarão a ser inquilinos durante muito tempo, permitindo-nos continuar a cumprir, e até a superar, as metas de rentabilidade com que nos comprometemos com cada um dos nossos fundos”, acrescenta o country manager da CORUM Portugal.

    Em comum, nas aquisições realizadas nestes primeiros meses todos os inquilinos têm contratos de longo prazo e uma yield média à data do investimento a subir, em comparação com os investimentos realizados em 2023.

    Além da rentabilidade obtida através das rendas cobradas aos inquilinos, a CORUM tem também tido a capacidade de realizar vendas de activos que se valorizaram desde o momento da sua aquisição. Nestes seis meses foram realizadas duas vendas que permitiram à CORUM a realização de mais-valias que são distribuídas pelos investidores dos seus fundos. Entre as vendas do primeiro semestre, destaque para a de um edifício nos Países Baixos que gerou uma mais-valia bruta de 4,5 milhões de euros.

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    Metro de Lisboa vai dar início aos estudos técnicos para novo troço do Metro Sul do Tejo

    O novo troço, que acrescentará mais cerca de 6,6 quilómetros à actual rede, levará o Metro Sul do Tejo até à Costa da Caparica e Trafaria, passando por Santo António e São João e com ligação directa ao transporte fluvial, visa reduzir a dependência do transporte individual, respondendo assim aos desafios da neutralidade carbónica em 2050

    Com vista a avançar com o novo traçado proposto pela Câmara Municipal de Almada para o Metro Sul do Tejo, o Metropolitano de Lisboa vai avançar “de imediato” com os estudos técnicos necessários.

    Este foi um dos compromissos que resultou da assinatura do protocolo de colaboração, assinado esta segunda-feira, dia 15 de Julho, entre a Câmara Municipal de Almada, o Metropolitano de Lisboa e a Transportes Metropolitanos de Lisboa e que tem por objectivo definir os termos e condições de cooperação a estabelecer entre as partes tendo em vista o estudo, planeamento e concretização do projecto de extensão do Metro Sul do Tejo, designadamente no que se refere ao seu objecto, custos, faseamento e definição do traçado.

    Este novo troço, que acrescentará mais cerca de 6,6 quilómetros à actual rede, que levará o Metro Sul do Tejo até à Costa da Caparica e Trafaria, passando por Santo António e São João, e que permitirá uma ligação directa ao transporte fluvial, visa reduzir a dependência do transporte individual, respondendo assim ao compromisso de Portugal de atingir a neutralidade carbónica em 2050.

    No âmbito do protocolo cabe ao Metropolitano de Lisboa a gestão do projecto, estabelecendo e assegurando a colaboração entre as partes; desenvolver e/ou promover o relatório de diagnóstico; fazer a avaliação da viabilidade técnica-económica do traçado de referência e a realização de serviços de cartografia e de topografia, entre outros.

    A Câmara Municipal de Almada ficará responsável por estabelecer as condições de inserção urbana do novo traçador, no território sob sua tutela administrativa, particularmente de harmonização com as áreas urbanas abrangidas pelo novo troço.

    À TML caberá, ainda, assegurar a articulação e gestão do projecto de expansão do Metro Sul do Tejo até à Costa da Caparica, abrangendo os estudos sobre tráfego e procura, bem como a harmonização das opções de transporte público com os demais modos de transporte e tarifário no contexto da área metropolitana de Lisboa.

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    Projecto de escritórios Viva Offices comercializado pela JLL e Savills

    Desenvolvido em parceria entre a Sonae Sierra e a GFH, num investimento de 45M€, o edifício representa uma nova dimensão de espaços de trabalho colaborativos e flexíveis

    A JLL está a comercializar, em co-exclusividade com a Savills, o edifício de escritórios de nova geração Viva Offices, no Porto. Localizado na zona empresarial do Porto, e com finalização prevista para o primeiro trimestre de 2025, o Viva Offices oferece uma área total de 21.500 m². Desenvolvido em parceria entre a Sonae Sierra e a GFH, num investimento de 45M€, o edifício representa uma nova dimensão de espaços de trabalho colaborativos e flexíveis, que se adaptam às necessidades actuais e futuras dos escritórios.

    Com um design contemporâneo e futurista, assinado pelo gabinete de arquitectura Broadway Malyan, o Viva Offices oferece uma experiência única de trabalho, privilegiando a qualidade dos espaços e o conforto. O edifício conta com diversas zonas interiores e exteriores dedicadas ao convívio e ao lazer, varandas amplas e panorâmicas, além de 322 lugares de estacionamento.

    Pautado por rigorosos padrões de sustentabilidade, e em processo de obtenção da certificação LEED Platina, é um projecto de nova geração, onde os critérios ESG foram integrados de raiz, com vista a garantir a redução da pegada ambiental e a criação de ambientes saudáveis de colaboração.

    “Com o lançamento do website e a abertura das visitas no local da obra, estamos entusiasmados em partilhar esta nova geração de escritórios no Porto, com empresas que procuram ambientes de trabalho inovadores. O VIVA Offices, com a sua arquitectura vanguardista, localização privilegiada, espaços exteriores e certificação ESG, posiciona-se como um dos espaços de trabalho mais atractivos da cidade. Projectos como este colocam o Porto na vanguarda da sustentabilidade empresarial”, afirma Cristina Almeida, head of markets and capital markets JLL Porto.

    Por sua vez, Graça Ribeiro da Cunha, offices associate, Savills | Porto Division refere que “com um bom ritmo de construção e dentro do timing previsto para a sua conclusão já no final do 1º trimestre de 2025, o VIVA Offices, pelas suas características inovadoras, será certamente uma das grandes referências de espaços de escritórios no Porto. A qualidade e diversidade de opções relativamente a áreas interiores, a par de varandas generosas e área verde exterior, seguindo os mais elevados padrões de sustentabilidade, proporcionam uma sensação de conforto e bem-estar aos seus ocupantes”, afirma.

     

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    Geberit apresenta nova série de casas de banho para crianças

    A nova série Bambini apresenta autoclismos, placas de descarga, sanitas e lavatórios adequados para crianças, com cores alegres e um toque de diversão

    A pensar nos mais pequenos, a especialista em louça sanitária, Geberit, apresenta a nova série Bambini. Com sanitas, lavatórios e placas de descarga de fácil acesso, a série contribui de forma “lúdica” para o seu desenvolvimento e educação em higiene pessoal, sendo adequado para creches e escolas primárias.

    As sanitas de chão da série Geberit Bambini têm design Rimfree, sem rebordos no interior da bacia, sendo fáceis de limpar e disponíveis em diferentes alturas. São fixadas às estruturas Geberit Duofix, especialmente desenvolvidas para a série. Com as novas estruturas Duofix Bambini é possível escolher a altura das sanitas e das placas de descarga conforme a necessidade das crianças.

    A série Geberit Bambini oferece, também, uma sanita suspensa que pode ser instalada a uma altura de 35 cm e com uma distância do chão de 7 cm. Já a Geberit Duofix para sanitas de chão para crianças e bebés (97 cm) com autoclismo de interior Sigma de 12 cm tem três posições predefinidas para a altura da placa de descarga: 78, 83 e 88 cm.

    Isto permite que a placa de descarga seja instalada a uma altura adequada para as crianças, dependendo da idade, e facilita o acesso dos mais pequenos às placas de descarga da água da sanita.

    As tampas e assentos das sanitas têm um design divertido e cores alegres que agradam muito aos mais pequenos. Estão disponíveis em verde floresta, vermelho carmim, azul oceano e branco.

    Por sua vez, as placas de descarga têm fundo branco com 2 botões em 2 tons coloridos que ajudam a identificar a meia descarga ou a descarga completa de forma muito intuitiva. Para os botões, é possível escolher entre: verde floresta/verde-claro, vermelho carmim/laranja e azul oceano/azul-claro.

    Os lavatórios apresentam três diferentes níveis, cada um deles adequado e acessível para diferentes faixas etárias. Estes níveis são representados como ondas suaves que conferem ao design um efeito divertido e fluido.

    As torneiras monocomando com misturador e as eletrónicas (accionamento sem contacto) têm um divertido aspecto de boneco (com olhos e boné) que convida a lavar as mãos. À paleta de cores da série, em verde, vermelho e azul, acrescentam uma opção mais clássica em cromado brilhante.

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    Anfaje critica atraso na execução do Programa Edifícios Mais Sustentáveis

    Mais de 80 mil candidaturas referentes a obras realizadas em 2023 estão ainda a ser avaliadas no âmbito do programa de apoio Edifícios Mais Sustentáveis. Para além dos atrasos, a falta de apoios previstos para 2024 é outro factor de preocupação para a Associação Nacional dos Fabricantes de Janelas Eficientes (Anfaje)

    A Associação Nacional dos Fabricantes de Janelas Eficientes (ANFAJE) critica o atraso no Programa Edifícios Mais Sustentáveis que estará ainda a avaliar mais de 80 mil candidaturas referentes a um programa lançado em 2022, para obras realizadas em 2023 e cujo prazo de pagamento dos apoios será efectuado até final de 2024, segundo declarações recentes da Ministra do Ambiente e Energia.

    “Primeiro, sublinhamos a falta de informação. Até agora, tínhamos a indicação de que as 80 mil candidaturas que deveriam ter começado a ser avaliadas em Janeiro, ainda não estariam a ser revistas. Agora, temos a informação, através de declarações da Sra. Ministra [do Ambiente e Energia] que os apoios podem começar a ser pagos já em Julho e que serão pagos na totalidade até fim do ano”, afirma João Ferreira Gomes, presidente da ANFAJE. “Não conhecemos o processo e gostaríamos de saber como está a decorrer e com que prazos, para perceber como serão os próximos programas, mas o facto é que 80 mil portugueses, que esperavam ser reembolsados pelo programa em poucos meses, vão sê-lo, caso a sua candidatura seja aprovada, num ano ou perto disso”.

    O presidente da Anfaje sublinha que “o programa começou com vários problemas: o Aviso do Fundo Ambiental para a abertura das candidaturas foi realizado em meados de Agosto de 2023, normal época de férias dos portugueses, das empresas fornecedoras e das entidades habilitadas a esclarecer dúvidas acerca do programa e dos requisitos das candidaturas. Além disso, a dotação deste último Aviso foi apenas 30 milhões de euros, menos 100 milhões do que no Aviso anterior lançado para o mesmo programa, pelo que parece claramente insuficiente para dar respostas a todas as candidaturas que venham a ser aprovadas. Conforme a ANFAJE alertou no ano passado, continua a haver falta de planeamento no lançamento dos Avisos dos programas, prejudicando claramente a eficácia deste tipo de apoios na dinamização da economia portuguesa quanto ao objectivo de melhoria do conforto e eficiência energética dos edifícios portugueses”, termina João Ferreira Gomes.

    A Anfaje critica ainda o desenho do programa, uma vez que o PRR prometia apoios financeiros num período de 2021 a 2026, mas com a falta de planeamento e ambição, estão ainda por avaliar as candidaturas submetidas em 2023, relativas a obras de 2022, e que deveriam ser pagas em 2024. “Neste sentido, o ano de 2024 é um ano em que não existiram quaisquer possibilidades de continuação do programa e apoios aos portugueses para melhorar o conforto das suas habitações”, sublinha em comunicado a associação. A Anfaje continua a defender de que é indispensável articular estes programas e medidas do PRR, sob responsabilidade da execução do Fundo Ambiental, com a inscrição no Orçamento de Estado, de benefícios fiscais, em sede de IRS, para quem investe no conforto e na eficiência energética da sua habitação, conjugados com a existência de IVA à taxa reduzida de 6% para as janelas eficientes, à semelhança do que acontece para os aparelhos de ar condicionado.

    “Os apoios ao nível fiscal são indispensáveis para continuar a combater o nível de evasão fiscal na execução de pequenas obras. Todos ganham e o Estado ganha ainda mais”. Além disso, “estes programas precisam de ter calendários anuais claros e que sejam cumpridos, sob pena de defraudar as expectativas dos portugueses que querem melhorar o conforto e a eficiência energética das suas casas. Temos todo um sector que fica dependente de ciclos de procura e oferta imprevisíveis, prejudicando claramente as empresas e a dinamização da economia portuguesa”, refere o presidente da Anfaje.

    O Programa Edifícios Mais Sustentáveis tem tido resultados extremamente positivos, sendo vítima do seu próprio sucesso, acredita a Anfaje. “Estes programas e medidas públicas, devem ter um planeamento, uma estratégia antecipada de comunicação e implementação, com o envolvimento das associações sectoriais e das suas empresas”, defende João Ferreira Gomes.

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    Bosch lança nova aparafusadora de impacto sem fios

    Designada GDS 18V-1600 HC, a aparafusadora de impacto a bateria 3/4” proporciona aos utilizadores profissionais um controlo total e uma grande flexibilidade. O sistema Profissional 18V cobre todas as ferramentas sem fio da Bosch Professional para as principais aplicações de 18V

    A Bosch está a ampliar o seu sistema Profissional 18V com o lançamento da GDS 18V-1600 HC, uma potente aparafusadora de impacto a bateria 3/4” que proporciona aos utilizadores profissionais um controlo total e uma grande flexibilidade ao trabalho com metal e também madeira. O seu binário de aperto de 1.600 Nm e o binário de desaperto de 2.200 Nm tornam esta aparafusadora ideal para trabalhar em aplicações industriais, tais como petroquímica, manutenção de camiões, máquinas de construção e manutenção de instalações.

    A GDS 18V-1600 HC é compacta e cómoda de usar devido ao comprimento da cabeça e ao peso. Um LED integrado na interface do utilizador da ferramenta apresenta aos profissionais a informação que necessitam, ao acender uma luz vermelha, amarela ou verde para mostrar o estado da bateria e da ferramenta. A aparafusadora de impacto oferece também três ajustes de velocidade e dois modos de aparafusar. O modo A está predefinido para parafusos de metal e B para parafusos de madeira. Ambos os modos podem ser personalizados através da aplicação Bosch Toolbox e guardados para aplicações posteriores. Esta chave de impacto é ideal para aplicações onde é necessária a máxima potência para remover porcas e parafusos oxidados e pintados. Este equipamento está disponível tanto na versão máquina única como com baterias ProCORE18V, que proporcionam um maior desempenho, são mais leves e compactas, permitem mais furações e cortes e têm uma vida útil até 135 por centro superior a uma bateria normal.

    Com a nova GDS 18V-1600 HC, completa-se a gama de aparafusadoras e chaves de impacto Bosch Professional, oferecendo modelos de ¼” (GDR), ½” (GDS) e as exclusivas versões combinadas de Bosch GDX, que incluem inserção de ¼” HEX + ½” na mesma ferramenta. Além disso, todos são rushless (motor sem escovas) e com um binário de aperto de 200 a 1600 Nm.

    O sistema Profissional 18V cobre todas as ferramentas sem fio da Bosch Professional para as principais aplicações de 18V. Adicionalmente, graças à aliança de baterias multimarca AmpShare, outras marcas e ferramentas fora da Bosch estão também cobertas. Desta forma, ao utilizar o mesmo sistema, as ferramentas dos parceiros desta aliança podem ser utilizadas com a mesma bateria de iões de lítio de 18V e um carregador único, o que permite aos utilizadores profissionais poupar tempo, espaço e dinheiro.

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    Vilarinho dos Freires abre concurso para exploração de ‘Boutique Hotel’

    O conjunto dos imóveis, com localização contígua, dispõe de projectos de reabilitação aprovados, totalizando uma oferta de 29 quartos e por se localizarem em ARU beneficiam de vantagens fiscais e financeiras aplicáveis às obras de reabilitação

    A Junta de Freguesia de Vilarinho dos Freires, localizada no concelho de Peso da Régua, anunciou a realização de um concurso de concessão de exploração turística, por 30 anos, de três imóveis situados no lugar de Presegueda. Estes imóveis possuem um elevado potencial de reconversão para estabelecimentos hoteleiros ou projectos de turismo em espaço rural, sendo uma oportunidade única para investidores que desejem apostar no crescente mercado do turismo na região do Douro. A entrega de propostas decorre até ao dia 26 de Setembro.

    O conjunto dos imóveis, com localização contígua, dispõe de projectos de reabilitação aprovados, totalizando uma oferta de 29 quartos. Localizados em Área de Reabilitação Urbana (ARU), estes imóveis beneficiam de vantagens fiscais e financeiras aplicáveis às obras de reabilitação.

    Tiago Ferreira, director executivo da Aliados Consulting, parceira da Junta de Freguesia de Vilarinho dos Freires, sublinha a relevância deste concurso de concessão. “Esta é uma oportunidade imperdível para investidores que procuram entrar no mercado turístico numa das regiões mais emblemáticas de Portugal. Os imóveis disponíveis apresentam características ideais para a criação de estabelecimentos diferenciadores, que poderão atrair visitantes de todo o mundo, impulsionando assim a economia local”.

    Reforçando, “o desenvolvimento nesta localidade de um projecto de reabilitação de edificado para exploração turística, num conceito de “Hotel Boutique”, constitui uma interessante oportunidade de negócio por se tratar de uma das regiões de turismo com maior procura, sofisticação e valor crescente, resultante de uma simbiose perfeita entre a paisagem, a gastronomia e o enoturismo, e de uma oferta que se revela ainda escassa e muitas vezes ainda pouco qualificada”.

    Os interessados poderão obter mais informações sobre os imóveis e os termos da concessão do direito de exploração, no site da Junta de Freguesia de Vilarinho dos Freires.

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    UTAD lança concurso para construção de residências por 19M€

    “É um investimento significativo, que reflete o nosso compromisso em melhorar as condições de alojamento para os estudantes da UTAD, proporcionando-lhes infraestruturas modernas e adequadas às suas necessidades”, afirma o reitor Emídio Gomes, citado na página da instituição

    A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) lançou o concurso para as empreitadas de construção, renovação e adaptação das residências universitárias, num investimento superior a 19 milhões de euros.

    “É um investimento significativo, que reflete o nosso compromisso em melhorar as condições de alojamento para os estudantes da UTAD, proporcionando-lhes infraestruturas modernas e adequadas às suas necessidades”, afirma o reitor Emídio Gomes, citado na página da instituição.

    O projeto é composto por três lotes que incluem a construção de uma nova residência na Quinta de Prados (com um valor base de 6.048.773,70 euros), a adaptação para a nova residência do edifício do antigo CIFOP, no centro da cidade (com um preço base de 8.249.419,03 euros), e a renovação e adaptação da residência de Codessais (com um preço base de 5.069.795,98 euros). A publicação do concurso das empreitadas foi feita a 6 de julho em Diário da República e o prazo de execução das obras prevê que estejam concluídas até março de 2026.

    Estes investimentos vão ser concretizados no âmbito do Plano Nacional de Alojamento para o Ensino Superior, financiado parcialmente pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), e que prevê a criação de 26 mil camas para estudantes do Ensino Superior até 2026. Atualmente, a academia transmontana dispõe de 530 camas distribuídas por cinco residências, localizadas no Complexo Residencial de Além-Rio e em Codessais.

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    Membros formalizam ‘Fundação da Construção’

    14 empresas do sector e três Ordens profissionais – Engenheiros, Arquitectos e Economistas – integram a iniciativa que é formalizada a 25 de Julho, no Técnico Innovation Center

    Os membros fundadores da ‘Fundação da Construção’ vão formalizar a constituição desta iniciativa no dia 25 de Julho, numa iniciativa que terá lugar no Técnico Innovation Centre, em Lisboa e que contará com a presença de Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e Habitação.

    A criação da ‘Fundação da Construção’ representa um momento “histórico” para o sector da construção em Portugal, considerando que é a primeira vez que as principais ordens profissionais e as maiores empresas do sector se unem numa iniciativa desta natureza.

    A iniciativa reúne as Ordem dos Engenheiros, Ordem dos Arquitectos e a Ordem dos Economistas, que, juntamente com 15 empresas do sector, ambicionam ser um “motor de mudança”, agregando a experiência e o conhecimento dos seus membros para responder aos desafios do presente e do futuro.

    Em casa está o “correcto dimensionamento das suas infraestruturas e do edificado, acautelando o desenvolvimento económico sustentável e a defesa do interesse e a autonomia nacionais”.

    Além disso, pretende-se que uma “um envolvimento mais activo” da sociedade civil na reflexão e na resolução dos problemas nacionais relativos à área da construção e que, até aqui, tem estado restrita à esfera político-partidária.

    Além das Ordens, os membros fundadores  são os A400 | Projetistas e Consultores de Engenharia, Alves Ribeiro Construção. Betar Consultores, Casais – Engenharia e Construção, Coba – Consultores de Engenharia e Ambiente, Conduril – Engenharia, Gabriel Couto – Construções Gabriel A.S. Couto, Grupo Visabeira, HCI – Construções, JLCM – J.L. Câncio Martins – Projectos de Estruturas, Mota-Engil Engenharia e Construção, NRV – Consultores de Engenharia, Teixeira Duarte – Engenharia e Construções e Ventura + Partners.

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