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    Empresas espanholas posicionam-se para a Alta Velocidade

    A primeira parceria publico privado para o projecto de Alta Velocidade foi lança em Janeiro há, pelo menos, cinco consórcios na corrida. Destes, quatro tem participação espanhola noticia hoje o jornal espanhol “el economista”

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    A primeira parceria publico privado para o projecto de Alta Velocidade foi lança em Janeiro há, pelo menos, cinco consórcios na corrida. Destes, quatro tem participação espanhola noticia hoje o jornal espanhol “el economista”

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    Citando “fontes conhecedoras do mercado”, o primeiro dos 4 consórcios é formado inteiramente por empresas espanholas, a ACCIONA, a FCC e a Ferrovial, todas elas com uma já forte presença no mercado nacional. Segundo o jornal espanhol este consórcio “pode ainda incorporar um grupo ou fundo de investimento português.

    Um segundo grupo interessado liga a empresa da andaluzia Azvi à construtora italiana Webuild. Este consórcio deverá ser formado ainda por três empresas portuguesas, “
    Segundo fontes conhecedoras do mercado, a Acciona , a FCC e a Ferrovial uniram forças num consórcio no qual poderão ainda incorporar um grupo ou fundo de investimento português. Entretanto, a andaluza Azvi acordou aliar-se – anteriormente Salini Impregilo -, ao fundo britânico John Laing e a três empresas portuguesas, ao operador rodoviário Ascendi, propriedade do fundo francês Ardian, à empresa de engenharia Tecnovia e ao TIIC fundo.
    Por sua vez, a “OHLA formou uma equipa com a catalã Comsa e as empresas francesas NGE e TSO, especializada na manutenção e construção de todos os tipos de caminhos-de-ferro”, refere o jornal.

    A Sacyr, que tem duas subsidiárias portuguesas, a Somague e a Neopul, aliou-se às portuguesas DST (Domingos da Silva Teixeira) e ACA (Alberto Couto Alves) Engenharia & Construção.

    A estes quatro consórcios junta-se um quinto, formado inteiramente por empresas portuguesas liderado pela Mota-Engil e pela Teixeira Duarte e que tem como parceiros os grupos Casais, Conduril, Gabriel Couto e Alves Ribeiro.

    “Não sabemos quem vai apresentar proposta já a este primeiro lote, porque o prazo de seis meses é muito curto e o processo será complexo. Agora, as empresas [construtoras] portuguesas têm que fazer parte deste processo. As duas primeiras fases do Alta Velocidade compreendem três lotes e será inevitável termos consórcios internacionais”, comentou Vítor Cardoso, da direcção da AECOPS/AICCOPN no final da conferência “Comboio de alta velocidade em Portugal desafios e oportunidades”, organizada pelo escritório de advogados SRS Legal.

    O mesmo responsável sublinhou ainda que “a grande vantagem que estes projectos de grande dimensão têm é o de criar uma estabilidade a médio e longo prazo para as empresas portuguesas. No passado, andámos num processo de montanha-russa em que as empresas criaram estruturas para fazer grandes projectos, para logo a seguir não haver obras. E agora com o volume que se avizinha, não só com o projecto de Alta Velocidade, mas com todos os outros projectos que estão inscritas no PNI 2030 e no PRR, vamos ter vários anos de estabilidade”, sublinhou.

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    Estudo: Construção com blocos e cânhamo permite reduzir custos em cerca de 20%

    “Uma das maiores vantagens da construção com blocos de cânhamo é a redução das operações associadas, pois não há necessidade de colocação de isolamento ou paredes duplas. Com uma única operação, é possível finalizar todo o processo, tornando-o mais rápido, eficiente e convencional”, explica Elad Kaspin, director da Cânhamor

    Depois de anunciar a construção de uma nova unidade fabril em território nacional, a empresa portuguesa Cânhamor levou a cabo um estudo, junto de especialistas do sector, com o objectivo de perceber os custos por metro quadrado de parede. Em comparação com a construção convencional, a utilização de blocos de cânhamo prevê uma redução do custo de construção em cerca de 20%, avança o estudo.

    “Uma das maiores vantagens da construção com blocos de cânhamo é a redução das operações associadas, pois não há necessidade de colocação de isolamento ou paredes duplas. Com uma única operação, é possível finalizar todo o processo, tornando-o mais rápido, eficiente e convencional. Ao mesmo tempo, o produto tem uma base local, uma produção mais simples e é mais protegido por valores como a energia, gás, transporte e outros.”, explica Elad Kaspin, director da Cânhamor.

    “Estamos a trabalhar para desmistificar a utilização de cânhamo no sector e temos vindo a sentir que a procura de materiais mais alternativos e ecológicos está a aumentar. As pessoas com uma consciência ambiental maior procuram soluções alternativas ao convencional e optam por trabalhar com esta solução 100% ecológica”, conclui.

    Em comparação com uma construção convencional, a utilização dos ECOblocos prevê uma redução dos custos que pode chegar aos 35% na construção de paredes internas. Já na construção de paredes externas, a poupança pode variar entre os 18% e os 22%. Estes valores já incluem as questões operacionais, tais como a mão de obra, o tempo e os materiais utilizados.

    “É claro que existem outras soluções com as quais não conseguimos competir, como é o caso dos painéis de isolamento feitos em XPS ou EPS, uma vez que se se trata do material mais barato do mercado. No entanto, apesar de serem materiais eficientes termicamente, são tóxicos e não resolvem o problema da humidade e respirabilidade. Para além disso, são muito inflamáveis e possuem uma pegada carbónica elevada”, acrescenta.

    A nova unidade fabril da empresa está prevista estar operacional no último trimestre do ano. Com um investimento de 15 milhões de euros, esta vai ser única fábrica do mundo a controlar todo o processo produtivo, desde a matéria-prima até ao fabrico e venda do produto final.

    Para além de permitir aumentar 30 a 50 vezes mais a produção, os planos da empresa passam por trabalhar directamente com a comunidade local e incentivarem os agricultores a produzirem a matéria-prima, aumentar os postos de trabalho, encurtar o tempo de produção e reduzir os custos e o preço da venda do produto final.

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    Jardins D’Avenida ‘nascem” junto ao Parque da Cidade da Póvoa de Varzim

    Promovido pelo Grupo Vendeiro, estando a assinatura do projecto de arquitectura a cargo do Atelierdacosta. A mediação está a cargo da Medium, com escritórios na Póvoa de Varzim

    Está em fase de arranque a construção de 38 novos apartamentos do empreendimento Jardins D’Avenida, na Póvoa de Varzim, que correspondem ao terceiro de quatro blocos previstos na zona Norte da cidade, na União de Freguesias da Póvoa de Varzim, Beiriz e Argivai. Promovido pelo Grupo Vendeiro, estando a assinatura do projecto de arquitectura a cargo do Atelierdacosta. A mediação está a cargo da Medium, com escritórios na Póvoa de Varzim.

    Quando concluído, o empreendimento Jardins D’Avenida terá quatro edifícios. Os blocos A e B estão em finalização, tendo sido iniciada a comercialização do bloco C, que contará com 38 apartamentos, distribuídos em oito pisos, com as tipologias T2, T3 e T4. As obras de construção do Bloco C do empreendimento Jardins D’Avenida deverão estar concluídas no final de 2025.

    Com áreas brutas entre 86,2 metros quadrados (m2) e 172,1 m2, os imóveis estão à venda em planta por valores a partir dos 243 mil euros.

    Equipados com soluções tecnológicas como bomba de calor e piso radiante, os apartamentos do empreendimento Jardins D’Avenida garantem um ambiente confortável durante todo o ano. “Além disso, contam com painéis fotovoltaicos para uma abordagem energética mais sustentável”, explica Rúben Costa, director comercial da Medium.

    Cada unidade dispõe de garagens fechadas, para maior segurança dos veículos dos moradores. As cozinhas e as casas de banho têm como acabamentos soluções premium de tonalidades claras e padrões distintos, criando um ambiente luminoso e requintado. “Este empreendimento é um convite para desfrutar de um estilo de vida contemporâneo, combinando conforto, tecnologia e conveniência num dos locais mais desejados da Póvoa de Varzim”, considera Rúben Costa.

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    Rui Torgal, director-geral ERA Portugal

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    Preço médio de venda de imóveis na Madeira sobe +9% 

    De acordo com a ERA Portugal, com base num estudo feito com base nos dados relativos à operação da sua rede imobiliária na Região durante o ano de 2023, o preço médio de venda dos imóveis na região rondou os 200 mil euros

    Com base na operação da rede no Arquipélago, o preço médio de venda dos imóveis na região rondou os 200 mil euros. Este valor representa um aumento de aproximadamente +9% em relação aos 183 mil euros registados no ano anterior.

    De acordo com a ERA Portugal, com base num estudo feito com base nos dados relativos à operação da sua rede imobiliária na Região durante o ano de 2023. Os números evidenciam uma tendência generalizada de subida do preço médio de venda face a 2022, numa proporção que está bem acima da média nacional.

    Para Rui Torgal, CEO da ERA Portugal, a explicação para esta tendência é simples: “O mercado imobiliário da Madeira enfrenta o mesmo problema estrutural que o do continente: oferta demasiado limitada para tanta procura. Nesta região o problema adensa-se porque, como sabemos, é muito procurada por estrangeiros com elevado poder de investimento que apreciam a qualidade de vida, clima e segurança que se vive na região”.

    O aumento dos preços verificou-se tanto nos apartamentos, como nas moradias, com um crescimento na ordem dos 29% e de 5%, respectivamente. No entanto, os apartamentos acabam por se destacar ao passarem de aproximadamente 170 mil euros para 219 mil euros em média, com particular relevância nos concelhos do Funchal, Ponta do Sol e Santa Cruz.

    Em sentido contrário, os terrenos passaram de um valor médio de 112 mil euros em 2022 para 83 mil euros em 2023 (-26%).

    Neste indicador, é importante referir, ainda, que os preços de todas as tipologias, desde T0 a T4, aumentaram de 2022 para 2023. No entanto, são os apartamentos T2 (+20%), T0 (+25%) e T1 (+23%) que registam maior subida de preços. Na ponta oposta encontram-se os apartamentos T4 cuja subida foi apenas de 1%.

    Relativamente ao perfil dos compradores, o ‘TOP4’ das nacionalidades dos clientes que mais compraram na Madeira em 2022 era composto por portuguesa, britânica, alemã e norte-americana. Em 2023 mantêm-se todas, alterando-se a ordem no ranking entre Alemanha e Reino Unido, à exceção dos Estados Unidos que são ultrapassados pela Bélgica.

    Já para Nélia Neves, franquiada da ERA Funchal Sé, existem quatro motivos que justificam este fenómeno: “Forte procura do mercado estrangeiro e pouca oferta. Mesmo com o mercado residente a perder poder de compra devido à subida das taxas de juro, a procura estrangeira colmatou em grande parte essa diferença; muitos estrangeiros a estabelecerem-se definitivamente na Madeira (lazer, reforma ou trabalho remoto); estrangeiros que compram imóveis para rentabilizar / arrendar; e, por fim, a subida de preços tem também origem na grande quantidade de investidores na Madeira, que dispõem de muito capital para investir e revender”.

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    Broadway Maylan assina renovação do Hotel Mundial

    O projecto de requalificação, que visa recuperar o glamour dos anos 60, terá uma duração prevista de três anos. Além da renovação dos quartos, o ponto central do projecto será a abertura da entrada original, criando uma conexão ao bar do hotel. No primeiro andar, irá ser remodelado o terraço exterior, criando ligação directa com o restaurante

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    Marcado pelo movimento modernista de meados do século XX, o Hotel Mundial, em Lisboa, vai ser objecto de uma profunda remodelação para responder “à crescente procura de alojamento turístico de alta qualidade na cidade”.

    Gerido pela PHC Hotels – Portuguese Hospitality Collection, o “icónico” hotel foi projectado por Porfírio Pardal Monteiro, que com a sua “vincada e distinta” personalidade, marcou a trajectória estética citadina. Desde a sua inauguração, em 1958, o hotel foi alvo de quatro extensões diferenciadas. Para 2024 está previsto o início do projecto de requalificação, numa visão totalmente integrada e que visa recuperar o glamour dos anos 60 e cuja “missão” foi atribuída à Broadway Malyan.

    “O Hotel Mundial ocupa um lugar importante na transformação de Lisboa numa cidade moderna e global e estamos muito satisfeitos por trabalhar com a Broadway Malyan, para garantir que o hotel continue a fascinar e a encantar os seus hóspedes e clientes durante muitos anos. Estamos a trabalhar no presente e a preparar o future”, afirma Miguel Andrade, director geral de Operações da PHC Hotels.

    Como parte do projecto, a Broadway Malyan irá remodelar as áreas comuns do hotel, incluindo a recepção, lobby e bar, que vai passar a ter esplanada e que apresenta um novo conceito de restauração. No piso 1, toda a área de restauração vai ganhar uma nova disposição, tirando maior partido da luz natural e da vista para a futura Praça do Martim Moniz. Ainda neste piso nasce uma área de reuniões e eventos que de seis passam oito salas, todas com luz natural.

    “O Hotel Mundial era diferente de tudo o que existia na cidade quando foi inaugurado há 65 anos, criando um marco contemporâneo impressionante num dos bairros mais históricos de Lisboa. Nos últimos anos, a cidade registou uma explosão de investimento, com a Baixa Pombalina a emergir como um dos bairros mais vibrantes da cidade, e estamos muito entusiasmados por ter a oportunidade de ajudar a transformar o Hotel Mundial e recuperar a sua posição como um dos principais destinos hoteleiros da cidade”, destaca Margarida Caldeira, directora global hospitality da Broadway Malyan e responsável pelo escritório de Lisboa.

    As obras de requalificação, com uma duração prevista de três anos, terão início nos pisos 0 e 1 e nos seguintes anos com a renovação dos seus quartos, que passam a ser 317, com 10% de suites nos pisos 8 e 9 e 10% comunicantes.

    O ponto central do projecto será a abertura da entrada original, criando uma conexão ao bar do hotel, que ajudará a potenciar uma nova ligação entre a unidade e a sua localização urbana privilegiada e que vai permitir criar uma relação de maior proximidade entre as áreas do lobby/recepção e bar.

    No primeiro andar, o Hotel Mundial irá remodelar o terraço exterior, criando ligação directa com o restaurante, bem como um centro de negócios com uma nova recepção para um conjunto de salas de reuniões. Está, ainda, previsto a criação de um jardim no pátio já existente.

    Além do Hotel Mundial, o portfólio da PHC Hotels inclui o Portugal Boutique Hotel e a My Suite Lisbon Guest House – Príncipe Real, e, recentemente, o Convent Square Hotel Vignette Collection. Todas localizadas no coração de Lisboa, cada unidade hoteleira tem a sua própria identidade e conceito diferenciador.

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    Messe Frankfurt adquire participação na LightFair

    Com mais de 500 empresas expositoras e milhares de compradores importantes, a LightFair é o maior evento de iluminação arquitectónica e comercial da América do Norte. A próxima edição está prevista para os dias 4 a 8 de Maio de 2025, no Las Vegas Convention Center

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    As feiras LightFair em Las Vegas e Nova Iorque vão integrar a rede internacional da marca Light + Building, da Messe Frankfurt. Desta forma, a Messe Frankfurt irá organizar a feira comercial de cinco dias, juntamente com uma conferência de acompanhamento para a Associação Internacional de Designers de Iluminação (IALD) e a Illuminating Engineering Society (IES).

    A próxima edição da LightFair está prevista para os dias 4 a 8 de Maio de 2025, no Las Vegas Convention Center.

    Como enfatiza Wolfgang Marzin, presidente e CEO da Messe Frankfurt, “com a vasta experiência dos nossos parceiros IALD e IES na América do Norte e o histórico da Messe Frankfurt como organizadora das principais feiras internacionais de tecnologia de construção, esta decisão estratégica permite-nos, também, aplicar a nossa experiência nos EUA”.

    Com mais de 500 empresas expositoras e milhares de compradores importantes, a LightFair é o maior evento de iluminação arquitectónica e comercial da América do Norte. Focada na inovação, com um espaço de exposição voltado para a experiência, muitos produtos novos, networking e uma ampla gama de oportunidades, a LightFair estabelece novos padrões para design de luz e tecnologias de iluminação inovadoras nos Estados Unidos.

    “O IES está muito orgulhoso de ser parceiro neste relançamento da LightFair. Esperemos que a nova união com o IALD e a Messe Frankfurt traga uma nova perspectiva e consolide o evento como obrigatório para todos na área de iluminação. Ao reunir a experiência e as comunidades únicas destas três organizações, a LightFair proporcionará o espaço para aprender, interagir e inovar de uma forma nunca vista”, explica Colleen Harper, directora executiva da Illuminating Engineering Society.

    A parceria com a LightFair aumenta a rede internacional da marca Light + Building para um total de treze eventos em todo o mundo. Desta forma, também, a Messe Frankfurt está presente em mercados em crescimento como a Ásia, América do Sul e Médio Oriente, com feiras comerciais de iluminação e tecnologia de construção.

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    Emanuelle Investments promove empreendimento de 28M€ em Rio Tinto

    Com piscina, parque infantil, campo de padel, um espaço lounge comum e uma área de co-working, o ‘Oásis Emanuelle’ está direccionado para jovens casais e famílias à procura da sua primeira habitação. A sua construção deverá estar concluída em 2026

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    É em Gondomar, mais concretamente na Avenida da Conduta, em Rio Tinto, que está a nascer um condomínio privado com piscina, parque infantil, campo de padel, um espaço lounge comum e uma área de co-working. Chama-se ‘Oásis Emanuelle’ e, como o nome indica, promete ser um “verdadeiro oásis” para jovens casais e famílias à procura da sua primeira habitação. Promovido pela Emanuelle Investments, o investimento ronda os 28 milhões de euros.

    “O Oasis Emanuelle é um condomínio privado concebido para aqueles que apreciam as coisas boas da vida – desde vistas desafogadas a interiores requintados e uma enorme área verde privada. Quisemos criar o projecto perfeito para famílias e casais jovens, que desse a sensação de viver um estilo de vida luxuoso, mas que, ao mesmo tempo, tivesse uma excelente relação de qualidade-preço”, explica Tamir Benaim, business development and director of Sales da Emanuelle Investments.

    “Como parte desta visão, Rio Tinto pareceu-nos a escolha certa: para além do acesso ao Porto ser fantástico, tem tudo o que precisa à volta do projeto, como transportes públicos – metro e autocarros -, supermercados, cafés, ginásios, escolas, restaurantes e muito mais”, conclui.

    O Oásis Emanuelle conta com 104 apartamentos, distribuídos por sete pisos, de tipologias T1, T2, T3 e T4, com áreas entre os 53 e 165 metros quadrados (m2). Todas as unidades disponibilizam áreas exteriores, como varandas ou terraços, uma arrecadação e, pelo menos, um lugar de estacionamento.

    O projecto já está em comercialização e as vendas estão a “superar todas as expectativas” da promotora, que vendeu 60% das fracções em quatro dias. As tipologias já não se encontram disponíveis, mas os preços das tipologias T2 começam nos 232 mil euros. A construção deverá estar concluída dentro de dois anos.

    Em Portugal desde 2017, a Emanuelle Investments é uma empresa promotora imobiliária especializada em encontrar investimentos imobiliários exclusivos no Porto que aposta na oferta de uma solução habitacional para casais e famílias de classe média-alta.

    Com o objectivo de “reforçar o plano de expansão a Norte do país”, a empresa tem, também, em construção outros dois projectos da empresa em Leça da Palmeira, o Astro e o Astro Sul. São ao todo mais de 130 apartamentos que deverão estar concluídos até ao final deste ano. Também em Águas Santas, na Maia, encontra-se a desenvolver o projecto Lumina, com 45 apartamentos. Para já, não faz parte dos planos da marca a expansão a território nacional.

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    With its V-shaped design, the latest drum cutter from Epiroc sets a new standard in trenching and quarrying. A seemingly simple solution with an extraordinary effectiveness – enabling energy savings of up to 40 %. In a world where advanced technology evolves in an unprecedented pace it feels reassuring that some revolutionary product development is self-explanatory.

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    Epiroc apresenta novo modelo da gama V Cutter

    O novo modelo estabelece um novo padrão na escavação de valas e em pedreiras, que além de todos benefícios da gama V Cutter, permite poupanças de energia de até 40%

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    tagsEpiroc

    Com o seu design em forma de V, a última gama de cabeças fresadoras da Epiroc estabelece um novo padrão na escavação de valas e em pedreiras. Agora, o Grupo Epiroc anuncia o lançamento do novo VC 3000, um modelo que tem todos os benefícios da gama V Cutter e que permite poupanças de energia de até 40%.

    “Os problemas de eficiência relacionados com a abertura de valas foram resolvidos com soluções avançadas, mas dispendiosas. Temos o prazer de apresentar uma alternativa que irá poupar tempo e dinheiro em praticamente todos os aspetos, do investimento à energia e ao desgaste da máquina portadora. E tudo é conseguido pelos ângulos do tambor”, diz Gordon Hambach, director de Marketing Estratégico para os Acessórios Hidráulicos na Epiroc.

    A “fiabilidade, robustez e facilidade” de utilização das cabeças fresadoras Epiroc foram elevadas a um novo nível com a gama VC. Graças ao design em V, que permite um corte com uma base plana, nenhum material é deixado intocado entre os tambores. Onde uma cabeça fresadora tem de se deslocar de lado para lado para criar uma vala uniforme, uma abordagem que causa desgaste adicional no braço da máquina, as cabeças fresadoras VC podem atingir o mesmo resultado movendo-se simplesmente a direito. Basicamente, funciona como um balde, o que facilita a sua utilização, é melhor para a máquina portadora e com muito menos consumo de tempo e energia.

    O novo VC 3000 está, ainda, equipado com o suporte Pro, que conduz todas as mangueiras hidráulicas através do centro da lança e para locais seguros, como padrão. Estão, também, disponíveis suportes mecânicos e hidráulicos giratórios, bem como um sistema de pulverização de água que previne as poeiras.

    O HATCON um sistema de monitorização que regista as horas de operação, local e intervalos de trabalho e apresenta os dados virtualmente qualquer ecrã através do MyEpiroc é outra opção que aumenta a eficácia global.

    O VC 3000 é fornecido com um peso de serviço de 3.200 kg e é adequado para escavadoras de 35 a 55 toneladas. Como padrão, as cabeças fresadoras VC são equipadas com os Hexagon Picks, exclusivos da Epiroc, uma nova gama de picos com corpos hexagonais para todos os tipos de equipamento de cabeças fresadoras.

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    Ecosteel evolui para OTTM – Otiima

    Alterações ao nível da liderança e da designação comercial visam “apoiar aumento da exposição internacional”

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    A empresa especialista no segmento de caixilharias minimalistas, Ecosteel, anunciou um conjunto de transformações no seio da empresa que abrangem não só a sua liderança, como a própria entidade da marca junto do mercado.

    Em linha com a estratégia de internacionalização da empresa, a Ecosteel nomeou um novo conselho de administração. João Simões, gestor e especialista com vasta experiência nacional e internacional na indústria, assume a liderança, acompanhado por Paulo Carapuça, executivo com mais de 20 anos no sector da construção tendo sido administrador do Grupo Casais e, entre outras funções de relevo, membro executivo do Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção, ficará responsável pelo apoio à internacionalização, relação com mercado da construção, apoio ao I&D, academia de formação e serviços partilhados.

    Já José Cardoso Botelho, investidor com vasta experiência na área imobiliária e actual CEO da Vanguard Properties, será o outro elemento do conselho de administração e ficará, entre outros, com o pelouro da auditoria e Comunicação e Marketing Estratégico. Paralelamente, será estabelecida uma Comissão Executiva composta por quadros internos da empresa.

    No que diz respeito ao reposicionamento, a empresa passará a adotar o nome “OTTM – Otiima S.A,” marcando uma profunda alteração na identidade, em sintonia com uma das suas principais marcas – “Otiima, Much More Than a Window”.

    Segundo João Simões, novo CEO, “a evolução para a OTTM – Otiima e a entrada de um novo conselho de administração faz parte de uma estratégia planeada há algum tempo para enfrentar os desafios futuros e com o objectivo de explorar novas oportunidades nas áreas das caixilharias e fachadas, mantendo a empresa na liderança do sector”.

    A par destas alterações, também a própria linha de produção se encontram em “processo de reorganização”, onde se inclui uma linha própria de pintura através de lacagem e um robô de corte de perfis. A empresa procura, nos próximos meses, um “significativo aumento” na capacidade de entrega, com o suporte do Kaizen Institute.

    A principal unidade fabril em Laúndos, Póvoa de Varzim, ocupa agora mais de 12 mil metros quadrados (m2), empregando cerca de 250 colaboradores permanentes, com espaço para expansão. A implementação da linha robotizada e linha de lacagem interna “fortaleceu a posição da empresa nos mercados nacional e internacional”, estando em preparação outros investimentos visando o “aumento de capacidade, qualidade e eficiência”.

    A OTTM – Otiima promete uma abordagem agressiva nos próximos meses, com um amplo programa de investimentos em diferentes áreas de produto e certificações em curso. Este planeamento pretende preparar a empresa para o aumento previsto nas encomendas, principalmente internacionais. Irá igualmente investir na obtenção da certificação de qualidade ISO 9001, no sentido de obter a garantia de excelência dos seus produtos e serviços.

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    Home Tailors comercializa ‘Ocean View’

    segundo David Carapinha, CEO & founder da Home Tailors Real Estate, o empreendimento turístico Ocean View, situado na Praia da Areia Branca, na Lourinhã, é “uma oportunidade de investimento”, com “uma rentabilidade muito interessante”

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    A empresa especializada em angariação e mediação imobiliária, Home Tailors Real Estate encontra-se a comercializar o empreendimento turístico Ocean View, situado na Praia da Areia Branca, na Lourinhã.

    O projecto é composto por 41 apartamentos de uso turístico com tipologias T0, com áreas que variam entre os 44 metros quadrados (m2) e os 119 m2 e com preços a partir dos 152 mil euros. Todos os apartamentos são comercializados totalmente mobilados, com mobiliário de design contemporâneo e com cozinha equipada, televisão LED e ar condicionado.

    A maioria dos apartamentos desfruta de vistas mar e alguns contam com jardins privados ou terraços. O empreendimento conta com estacionamento privado, piscina, ginásio, instalações especiais para guardar material de surf, entre outras.

    “É para nós um orgulho estarmos a comercializar este incrível empreendimento. Trata-se de um projecto com características únicas com uma localização incrível na Praia da Areia Branca, ideal para os amantes do surf e para quem procura o descanso e o contacto com a natureza. Os apartamentos do Ocean View são uma oportunidade de investimento que proporcionam aos seus investidores uma rentabilidade muito interessante”, segundo David Carapinha, CEO & founder da Home Tailors Real Estate.

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    Savills e Cushman & Wakefield comercializam centro logístico Panattoni Park Lisbon-City

    Com 85 mil m2, distribuídos por diversos espaços de armazém e de escritórios, o projecto visa “responder à actual necessidade logística” e significa a expansão do operador no mercado português

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    É em Santa Iria da Azóia que irá nascer o Panattoni Park Lisbon-City, um dos maiores projectos logísticos da Grande Lisboa e que se encontra em comercialização pelas consultoras Savills e Cushman & Wakefield.

    Com conclusão prevista para o final de 2025, o Panattoni Park Lisbon-City, em Loures, visa responder à actual necessidade logística que o País atravessa, oferecendo uma área de 85 mil metros quadrados (m2), distribuídos por diversos espaços de armazém e de escritórios.

    “Estamos muito satisfeitos em anunciar a nossa expansão no mercado português. Portugal oferece excelentes condições de investimento no nosso sector e crescer lado a lado com as empresas locais e internacionais que operam em Portugal. O Panattoni Park Lisbon City é a demonstração de um claro compromisso em continuar a crescer nos diferentes mercados da Península Ibérica, com um forte foco em Portugal nos últimos anos,” afirma Gustavo Cardozo, director-geral da Panattoni para Espanha e Portugal.

    Localizado numa zona que integra um dos mais importantes eixos logísticos, este activo encontra-se localizado às portas da cidade e contará com diversas unidades de armazéns para operações de cross-docking e logística com diversas opções de áreas disponíveis.

    O parque logístico terá uma área de escritórios total de cinco mil metros quadrados e 122 cais de carga e descarga, distribuídos pelos quatro edifícios, enquanto os armazéns terão um pé direito mínimo de 10,5 metros, nível de risco de incêndio 2, sprinklers e uma sobrecarga de laje de 6T/m2. Este complexo logístico terá, também, uma área total de estacionamento destinada a mais de 300 veículos e furgões, carregadores para veículos eléctricos e parque para bicicletas em cada um dos quatro armazéns.

    Em linha com a estratégia de sustentabilidade da Panattoni “Go Earthwise with Panattoni”, o projecto terá, ainda, o certificado de construção sustentável BREEAM “Excellent”, que garante o cumprimento dos mais elevados padrões de sustentabilidade.

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