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KW Portugal abre novo market center e reforça posicionamento a Norte

Trata-se do 31º Market Center da KW Portugal, localizado em Matosinhos, liderado pelo operating partner Daniel Teixeira. O objectivo da KW é alcançar os 50 Market Centers no País

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Trata-se do 31º Market Center da KW Portugal, localizado em Matosinhos, liderado pelo operating partner Daniel Teixeira. O objectivo da KW é alcançar os 50 Market Centers no País

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A Keller Williams Portugal acaba de inaugurar um novo Market Center, o KW Mar, localizado em Matosinhos. Trata-se do 31º Market Center da KW Portugal, o que reforça o objectivo de incrementar a rede de actuação da KW e alavancar novas oportunidades de negócio a nível nacional.

Para Eduardo Garcia e Costa, regional owner da Keller Williams Portugal, “a abertura da KW Mar personifica o que a Keller Williams pode oferecer a um empreendedor que encontra na área da mediação e consultoria imobiliária uma oportunidade para construir um negócio de sucesso”.

A KW Mar é liderada pelo operating partner Daniel Teixeira que entra agora no sector da mediação e consultoria imobiliária após uma carreira consolidada na área da música.  Daniel completou os seus estudos de Violoncelo entre a Universidade de Aveiro e o Conservatório de L’Haÿ-les-Roses em Paris, estudou, também, Direcção de Orquestra e fundou o Colégio de Música do Porto. Nos últimos anos o Daniel tem vindo a apostar e a desenvolver negócios em diferentes áreas, nomeadamente no âmbito do alojamento turístico e reabilitação.

Neste momento, a Keller Williams conta com mais de 30 anos no sector imobiliário. Em Portugal conta com mais de 31 representações e mais de 2.400 associados, e tem como objectivo alcançar 50 Market Centers, com cerca de 200 consultores em cada um deles.

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Consumo de cimento cresce 10,7% no primeiro trimestre

Por sua vez, a evolução do mercado das obras públicas no 1º trimestre de 2022 foi negativa, apurando-se uma redução de 7,9%, em termos homólogos

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O consumo de cimento no mercado nacional registou, no primeiro trimestre, um crescimento de 10,7% face a igual período do ano passado, totalizando 1.020,9 milhares de toneladas nos primeiros três meses de 2022.

Os números, que constam da Análise de Conjuntura do Sector da Construção divulgado pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), estão em linha com os indicadores da economia revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), segundo os quais o PIB registou um aumento homólogo de 11,9%, reflectindo em parte um efeito de base, dado que em Janeiro e Fevereiro de 2021 estiveram em vigor várias medidas de combate à pandemia, e um crescimento acentuado do consumo privado.

Nos primeiros dois meses de 2022, o número total de obras de edificação e reabilitação licenciadas aumentou 3,5% face a igual período do ano passado, em resultado de variações de 5,8% nos edifícios residenciais e de -3,2% nos edifícios não residenciais. Quanto ao número de fogos licenciados em construções novas, assiste-se a um expressivo aumento de 19,8% em termos homólogos. Paralelamente, no que concerne ao montante dos novos empréstimos concedidos aos particulares para aquisição de habitação, a informação disponibilizada indica um total de 2.464 milhões de euros até Fevereiro, o que traduz uma subida de 25,3% em termos homólogos.

Por sua vez, a evolução do mercado das obras públicas no 1º trimestre de 2022 foi negativa, apurando-se uma redução de 7,9%, em termos homólogos, no volume dos concursos de empreitadas de obras públicas promovidos, e no que concerne ao montante total dos contratos de empreitadas de obras públicas objecto de celebração e registo no Portal Base verifica-se uma variação homóloga temporalmente comparável de -42,7%(2). Contudo, apesar deste arranque deficitário ao nível das empreitadas de obras públicas, perspectiva-se uma aceleração da actividade para os próximos meses, tendo em conta o volume de investimentos públicos previstos no PRR e no Portugal 2020 e a expectável aprovação do Orçamento do Estado para 2022.

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Roca promove debate sobre o acesso a habitação acessível

Debate sobre “Habitação Acessível” tem lugar no dia 12 de Maio, pelas 11 horas e conta com Patrícia Santos Pedrosa, Filipa Roseta, Inês Lobo, Luís Mendes e Sandra Marques Pereira

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Inserido num conjunto de eventos internacionais que a Roca pretende organizar nos seus espaços Roca Galleries (Lisboa, Madrid, Barcelona, Xangai e Pequim), o Roca Lisboa Gallery vai realizar um debate sobre o tema “Habitação Acessível” no dia 12 de Maio, pelas 11 horas.

Com o objectivo de “promover e dar visibilidade ao debate sobre o acesso a habitações mais dignas e adequadas”, a mesa redonda “vai ter como foco as reflexões a partir do contexto português”, inserida num dos tópicos estipulados no programa do Fórum Internacional UIA 2022: “Barreira 05: Promoção e Produção”.

Num contexto onde habitar é também o direito holístico à cidade, enquadrado pela urgência de se ter presente a dimensão da sustentabilidade social, ambiental e económica, propõe-se discutir heranças, estratégias e possibilidades nas respostas ao acesso pleno à habitação.

A sessão de debate vai contar com a moderação da arquitecta, mas também investigadora e professora Patrícia Santos Pedrosa, assim como oradores convidados, Filipa Roseta, arquitecta e vereadora da Habitação e Desenvolvimento Local da Câmara Municipal de Lisboa, Inês Lobo, arquitecta e coordenadora da Comissão Técnica de Habitação da Ordem dos Arquitectos, Luís Mendes, geógrafo, Centro de Estudos Geográficos, IGOT, ULisboa e Sandra Marques Pereira, socióloga e investigadora Dinamia’CET, ISCTE.

O Fórum Internacional UIA 2022, marca este ano presença em Madrid com o tema “Affordable Housing Activation: Removing Barriers”.

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Grupo Preceram participa na Tektónica 2022

As empresas do Grupo Preceram, (Argex, Gyptec, Preceram e Volcalis), vão estar presentes na Tektónica 2022, que decorre de 12 a 15 de maio, na FIL – Feira Internacional de Lisboa.

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Grupo Preceram participa na Tektónica 2022

As empresas do Grupo Preceram, (Argex, Gyptec, Preceram e Volcalis), vão estar presentes na Tektónica 2022, que decorre de 12 a 15 de maio, na FIL – Feira Internacional de Lisboa. O Grupo Preceram leva a exposição (stand 2B09), soluções para a construção direcionadas para o conforto, eficiência energética, sustentabilidade dos edifícios, flora e paisagismo.

Um dos grandes destaques da presença do Grupo Preceram nesta edição da Tektónica será a apresentação ao público da nova Placa Gyptec Gold.

Lançada no mercado recentemente, a nova placa da Gyptec é uma placa de gesso multifunções resistente a tudo. Agora já é possível usar uma única placa para toda a obra.
A mais versátil das placas, a placa Gold, é um produto de excelência da gama de soluções Gyptec, que combina múltiplas vantagens dos vários tipos de placas, permitindo resolver todas as necessidades de um projeto usando apenas uma placa.

A Gold é reforçada com fibras para melhorar o comportamento ao fogo, com maior densidade e resistência ao impacto e flexão, é tratada com um agente hidrófugo para diminuir a absorção de água. Adequada para todos os sistemas interiores com características de maior capacidade de carga, resistência ao fogo e bom comportamento à humidade.

O Grupo Preceram aproveitará o evento para divulgar e promover algumas das suas novas ferramentas digitais.

A nova biblioteca de soluções e sistemas com isolamento térmico pelo interior e tijolo térmico foi elaborada em conjunto com o parceiro estratégico ITeCons que aceitou o desafio da Gyptec para levar a cabo o cálculo de um conjunto de soluções construtivas que combinassem o tijolo térmico e acústico Preceram, lã mineral Volcalis e as placas de gesso Gyptec.

As soluções construtivas foram definidas no sentido de dar resposta aos requisitos legais de comportamento térmico dos edifícios. Ou seja, o objetivo foi o de encontrar e criar soluções para auxiliar os projetistas a melhorar o desempenho energético das suas construções. Todas as soluções apresentadas no relatório são soluções de eficiência energética adequadas para edifícios NZEB.

Ainda, relativamente a ferramentas digitais de apoio ao projeto, destaque para a adição de mais objetos na biblioteca BIM da Gyptec. Nesta área de trabalho é possível encontrar agora ainda mais sistemas e soluções para construção e reabilitação de paredes e tetos.

O Grupo Preceram irá participar no workshop “Descarbonização e circularidade – Como fazer?”. Nesta ação organizada pelo Cluster Habitat Sustentável o Grupo Preceram fará parte do painel de oradores que no dia 12 de maio às 16h30 no Auditório Espaço Tektónica HUB, irão debater sobre os desafios da descarbonização e circularidade para a construção do nosso Habitat.

Seminário e workshop prático do Grupo Preceram na Tektónica 2022
No dia 14 de maio às 15h45 no Auditório Espaço Tektónica HUB irá decorrer o seminário do Grupo Preceram com o tema: “A (re)construção eficiente. Adaptar, modificar e melhorar o desempenho térmico e acústico dos edifícios.”.

Como melhorar o conforto e o comportamento energético dos edifícios? O Grupo Preceram responde, com sistemas construtivos e soluções de desempenho melhorado, para pisos, paredes e tetos. Apresentação da nova Biblioteca de Soluções de paredes exteriores adequadas a edifícios NZEB.

Às 17h00 terá lugar no stand do Grupo Preceram (2B09), um workshop prático de aplicação de Tijolo Térmico e Acústico.

Programa e inscrições: https://solucoesparaconstrucao.com/grupo-preceram-tektonica-2022/#seminario

Visite-nos, no stand 2B09 do pavilhão 2, da FIL, de 12 a 15 de maio.
Local: Feira Internacional de Lisboa (mapa: https://goo.gl/maps/AfvbuUJKgeaQDkAy7)
Data e Horários: 12 e 13 de Maio | 10h00 – 19h00
14 e 15 de Maio | 14h00 – 20h00

Tudo sobre a nossa presença na Tektónica 2022 em: https://solucoesparaconstrucao.com/grupo-preceram-tektonica-2022/

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BNP Paribas Fortis em Bruxelas adopta soluções da OLI

O BNP Paribas seleccionou para as suas casas de banho os autoclismos ultra-eficientes “OLI 120 Plus Sanitarblock”, que garantem uma poupança diária de nove litros

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A nova sede do banco BNP Paribas Fortis, em Bruxelas, escolheu a portuguesa OLI para equipar os seus espaços de banho.

Para cumprir os níveis máximos de eficiência hídrica, este projecto, “jóia arquitectónica” e edifício passivo que atende aos mais altos padrões de inovação e desempenho ambiental, seleccionou para as suas casas de banho os autoclismos ultra-eficientes “OLI 120 Plus Sanitarblock”, que garantem uma poupança diária de nove litros, e as placas de comando “SLIM”, em preto soft-touch, com um design contemporâneo e uma estética depurada.

Localizado em Warandeberg, no coração da capital belga, o edifício ocupa uma área de mais de 100 mil metros quadrados e acolhe 4.100 postos de trabalho, tornando-se num dos maiores edifícios de escritórios da Bélgica.

A arquitectura, assinada por Baumschlager Eberle Architekten, Styfhals & Partners e Jasper-Eyers, destaca-se pela fachada ousada e futurista composta por colunas verticais, com minerais verdes provenientes de uma pedreira norueguesa, que contribuem para a singularidade de cada coluna, dando à fachada um aspecto mineral que evolui com a luz do sol. Em Março, a nova sede do banco BNP Paribas Fortis foi distinguida com o prémio “MIPIM 2022”, na categoria “Best Office and Business Development”.

Com esta prescrição, a OLI reforça a sua presença em projectos de referência internacionais, que se caracterizam pela inovação da arquitectura e da construção sustentável.

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The Edge Group investe 45M€ no Beloura Business Campus Lisboa

Segundo José Luís Pinto Basto, CEO do The Edge Group, “temos desde o início da criação do grupo e actualmente em curso investimentos imobiliários que ascendem a 400M€, sempre com um equilíbrio de capitais próprios e recurso a financiamento”

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O Beloura Business Campus, o mais recente projecto no segmento de escritórios da parceria do The Edge Group e Fundo Ardma FCR, já se encontra em comercialização e vem dar resposta às empresas que procuram localizações mais perto das zonas habitacionais e com preços mais competitivos, fora dos grandes centros urbanos.

O empreendimento, cujo investimento ascende a 45M€, consiste num edifício moderno de escritórios, que já se encontra pronto a ser utilizado por uma ou mais empresas, bem como uma área de futura expansão com um potencial construtivo acima de 11.000m2. O edifício actualmente disponível é composto por 3 pisos acima do solo e 3 pisos de estacionamento coberto subterrâneo. Tem cerca de 8.300m2 de área locável e está localizado junto à Quinta da Beloura, em Sintra. Inserido num lote com 27.300m2, o imóvel possui excelentes acabamentos, oferece um total de 563 lugares de estacionamento (409 em parque subterrâneo e 154 no parque exterior) e está pronto a utilizar, de acordo com as necessidades e dimensão de cada empresa. O lote compreende ainda uma parcela de terreno, com potencial construtivo adicional superior a 11.000m2, onde poderão ser projectados até 6 edifícios de escritórios, edificação de uma nave de logística de proximidade como complemento ao edifício de escritórios existente, ou outros usos dentro da indústria, comércio e serviços. O Beloura Business Campus conta ainda com uma excelente localização, uma vez que tem na área envolvente uma vasta gama de serviços, tais como: ginásio, hotel de 5 estrelas, campo de golfe, campos de ténis e padel, campo de futebol, spa, piscinas, escola de equitação, restaurantes, farmácias e supermercados, o que representa uma grande mais valia e qualidade de vida para quem ali trabalha.

Segundo José Luís Pinto Basto, CEO do The Edge Group, “temos desde o início da criação do grupo e actualmente em curso investimentos imobiliários que ascendem a 400M€, sempre com um equilíbrio de capitais próprios e recurso a financiamento.” O CEO acrescenta ainda que “o Beloura Business Campus consolida a posição do Grupo no segmento de escritórios, agora em linha com a procura de algumas grandes empresas, nacionais e internacionais, por localizações com preços mais competitivos, fora dos centros urbanos e mais próximos do local de residência dos colaboradores. Como sabemos, Portugal está no topo das preferências das empresas para sediar as suas operações. E para dar resposta a esta procura, temos uma oferta diversificada de escritórios para todo o tipo de empresas e respectivas necessidades, seja a nível de localização, dimensão ou mesmo de renda.”

Para além do Beloura Business Campus, o The Edge Group tem actualmente em desenvolvimento alguns dos maiores projectos de investimento na área de escritórios a nível nacional, dos quais se destacam o edifício GC30, localizado na Av. Gago Coutinho em Lisboa, com uma área bruta de construção de 25.000m2, distribuídos por 5 pisos de escritórios no embasamento e 195 apartamentos de co-living nas torres; o Metropolis, localizado junto ao Norteshopping (Matosinhos), com uma área bruta de construção de 25.000m2 e também com uma oferta de escritórios, co-living e áreas para comércio e serviços ; e o Cinco District, um projecto de grande dimensão com início de construção prevista em 2022, com uma área bruta de construção de 38.000 m2, que consiste num empreendimento composto por uma torre e dois edifícios de escritórios, um hotel do grupo Marriott, rooftops ajardinados, skybar-restaurante e uma praça de eventos com serviços e retalho, localizado em frente à A5, em pleno nó Carnaxide/Linda-a-Velha.

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Remax com crescimento de 19% no 1º trimestre desde ano

Nos dados agora apresentados, as regiões do Centro de Lisboa e do Grande Porto continuam a representar cerca de 30% das transacções. Entre os investidores estrangeiros, os brasileiros continuam a ser aqueles que mais negoceiam em imobiliário

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tagsRE/MAX

A rede imobiliária Remax registou nos primeiros três meses do ano um volume de preços de cerca de 1,74 mil milhões de euros, relativos a 19.669 transacções, 76,7% das quais de compra e venda de imóveis, o que representa o melhor primeiro trimestre de sempre. A empresa finaliza este período com um incremento no número total de transacções, com mais 19,1%, e um volume de preços superior em 31%, quando comparado com igual período de 2021. Num sector que continua a dar provas de grande dinamismo, a Remax cresce em todos os indicadores de actividade.

Continuam a ser os portugueses quem mais está a adquirir ou a arrendar casa, com os investidores nacionais a serem responsáveis por 79,8% das transacções da Remax neste período. Entre os investidores estrangeiros, os brasileiros reforçaram a segunda posição daqueles que mais negoceiam em imobiliário – entre Janeiro e Março, as transacções com  os cidadãos brasileiros a representarem 6,5%, a que se seguiram norte-americanos (1,5%) e franceses (1,2%). Destaque para a nacionalidade norte-americana, que face ao trimestre homólogo de 2021, cresceu 143,3% no número de transacções, subindo quatro posições.

Nos dados agora apresentados, as regiões do Centro de Lisboa e do Grande Porto continuam a representar cerca de 30% das transacções da rede, não obstante os seus crescimentos não terem sido tão acentuados quanto à média nacional (19%). Por seu lado, a Margem Sul revelou um nível de actividade praticamente similar ao verificado nos três primeiros de 2021, em contraste com as regiões do Algarve, Linha de Cascais e Linha de Sintra, que verificaram crescimentos superiores a 30%.

Numa análise por distrito e apenas considerando aqueles que registaram mais de 200 transacções, o destaque vai para os distritos de Viseu (41,6%), Faro (41%) e Braga (26,4%), aqueles que mais cresceram face a igual período do ano passado. Lisboa com um incremento de 10,7%, o Porto 9,9% e Setúbal com 3%, registaram também bons níveis de crescimentos, atendendo ao enorme peso que representam na rede.

Tal como em ciclos anteriores, os apartamentos e as moradias são os dois tipos de propriedade que a rede mais comercializa, representando 62,7% e 20,8% do total, respectivamente, o que corresponde a cerca de 83,5% das transacções da rede no trimestre. Já as restantes foram referentes a terrenos (6,1%), lojas (4,1%), quintas (1,2%) e outros (5,1%). Salientar que com a retoma da actividade económica, sendo que o primeiro trimestre de 2021 foi pautado por um novo período de confinamento, entre Janeiro e Março deste ano houve um forte incremento na procura de lojas, o que originou um crescimento de 54,1% no número de transacções.

Actualmente, a rede imobiliária conta com total de 383 agências e ultrapassou já os 10 mil consultores.

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Inlife abre candidaturas a 45 estágios de Verão

Startup portuguesa vai receber estudantes de várias nacionalidades, cuja experiência terá início em julho, numa duração de 12 a 14 semanas a tempo inteiro

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tagsInlife

A Inlife, startup portuguesa especializada no arrendamento de alojamento a médio e longo prazo, quer dar a jovens e estudantes a oportunidade de trabalhar no ramo imobiliário, desenvolvendo capacidades na área das vendas, do marketing e das operações, através de estágios de verão remunerados.

Nesse sentido, até ao fim do mês de Maio, a startup estará em processo de recrutamento para este programa. A experiência terá início em Julho, com duração de 12 a 14 semanas a tempo inteiro. Durante este período, os jovens vão passar por diferentes tarefas e adquirir competências práticas em gestão, comunicação e negociação, acompanhados pelo chefe de equipa.

As 45 vagas disponíveis estão distribuídas pelos países onde a Inlife está presente, Portugal, Espanha e Itália, sendo que para cada um destes países há quinze vagas disponíveis.

Nos três meses a trabalhar com a startup, os estudantes vão ter oportunidade de assumir funções com os potenciais senhorios, sobretudo através de telefone ou videochamadas, para vender e fechar negócios, e também com potenciais inquilinos, acompanhando e assegurando a continuidade do processo de reserva para as duas partes.

Os candidatos a estes estágios terão de responder a alguns critérios de selecção para que possam assumir as funções previstas nesta experiência, como falar fluentemente inglês, uma vez que a startup recebe inquilinos de todas as partes do mundo, e ser nativo em espanhol, italiano ou português. Além disso, devem ainda ser estudantes ou recém-licenciados na área dos negócios, marketing, economia, comunicação, turismo, hotelaria ou numa área relacionada.

Os candidatos deverão enviar o currículo para o email dos recursos humanos da Inlife ou proceder à candidatura através do site oficial da marca.

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Isover apresenta a nova identidade Climaver 360

Todos os produtos da gama passam agora a usufruir da Declaração Ambiental de Produto do tipo III. Nesta gama foi, ainda, reduzido em mais de 50% a pegada de CO2 dos produtos

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No âmbito do processo de melhoria contínua dos seus produtos, a Isover passa a ter uma nova identidade para a gama Climaver de condutas autoportantes de lã mineral de vidro para climatização. O novo conceito Climaver 360, apresentado pela marca da Saint-Gobain, traduz a preocupação da insígnia com a sustentabilidade dos seus produtos e, em particular, com a promoção de uma economia circular.

Todos os produtos da gama passam agora a usufruir da Declaração Ambiental de Produto do tipo III, ou seja, verificadas externamente por uma entidade independente. Nesta gama foi reduzido em mais de 50% a pegada de CO2 dos produtos face às versões anteriores.

Paralelamente, o tecido Neto foi melhorado, passando a ser mais compacto e apresentando melhor aderência à camada de lã mineral, o que, por conseguinte, melhora as operações de corte. Também o acabamento destes produtos passa a ser mate, de modo a melhorar o conforto visual para o aplicador, diminuindo o encadeamento em caso de forte iluminação. De salientar que os produtos anteriores são compatíveis com esta atualização da gama.

“A Saint-Gobain é, sem dúvida, um interveniente importante na construção sustentável. O Climaver 360 da Isover traduz o nosso desejo de permanecer na vanguarda do setor” sublinha Rita Bastos, directora de Marketing da Saint-Gobain Portugal – Isover, Placo e Weber.

De acordo com o Grupo, a  aposta reflecte o compromisso da Saint-Gobain com a inovação e reafirma a identidade inovadora do Grupo.

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Autarquia de Cerveira investe 1,2M€ em Parque Empresarial

Com uma localização estratégica junto ao nó da A3, a empreitada prevê a criação de 12 lotes de dimensões idênticas, divididos por uma área total de 32.602,00 m2, com a garantia do Sistema de Indústria Responsável (SIR). O prazo estimado para a inauguração da infraestrutura é de nove meses

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A Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira anunciou o início da construção de uma nova zona industrial no interior do concelho, num investimento de cerca de 1,2 milhões de euros.

A construção do novo “Parque Empresarial de Cerveira – Polo V” na Freguesia de Sapardos é comparticipada pelo Programa Operacional Regional do NORTE 2020 com FEDER aprovado de 750 mil euros.

Para o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Rui Teixeira, este investimento é encarado como “uma necessidade para desenvolvimento do interior do concelho, atraindo mais actividade económica e, por consequência, mais pessoas, assegurando a potenciação do vigor industrial de Vila Nova de Cerveira”. Como forma de agilizar todo o processo de captação de empresas, o autarca sublinhou que se está a “ponderar colocar os lotes em hasta pública ainda antes da conclusão da obra, de forma que no momento da inauguração já se possa ter empresas a iniciar a construção das suas indústrias”. Por sua vez, o Presidente da Junta de Freguesia de Sapardos, Manuel Esteves, manifestou-se “contente e vaidoso pela concretização de um projecto que vai desenvolver a freguesia, classificada como do interior, e muita atingida pelo envelhecimento da população. Este polo industrial vai trazer mais pessoas a Sapardos e às freguesias limítrofes”.

Com uma localização estratégica junto ao nó da A3, a empreitada prevê a criação de 12 lotes de dimensões idênticas, divididos por uma área total de 32.602,00 m2, com a garantia do Sistema de Indústria Responsável (SIR). O prazo estimado para a inauguração da infraestrutura é de nove meses.

Esta nova área de acolhimento empresarial apresenta algumas particularidades, nomeadamente do ponto de vista urbanístico, com a preocupação de optimizar o melhor possível a integração da infraestrutura na topografia existente. Assim, o projecto acautela a criação de quatro plataformas, a diferentes cotas, com a instalação de três lotes em cada, como forma de minimizar o movimento de terras e reduzir o ruído visual. Todo o espaço será dotado de um conjunto de infraestruturas com repercussões nos custos do produto (produção e utilização de energias renováveis, e reutilização de águas), e com características compatíveis com as exigências da procura, principalmente ao nível do Sistema de Indústria Responsável (SIR).

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Associação Smart Waste Portugal anuncia criação de plataforma Vidro+

Segundo o Aires Pereira, presidente da Associação Smart Waste Portugal, “é sempre uma enorme satisfação conseguir sentar à mesma mesa entidades e empresas que estão alinhadas com os objectivos no que diz respeito à circularidade”

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A Associação Smart Waste Portugal anunciou a criação da Plataforma Vidro+, uma iniciativa colaborativa que se propõe a criar um compromisso entre os diferentes agentes da cadeia de valor do vidro de embalagem, com o intuito de promover o aumento da taxa de reciclagem do vidro em Portugal. A Plataforma Vidro+ tem como visão, transformar Portugal num país de referência na recolha e reciclagem das embalagens de vidro, bem como na incorporação de vidro reciclado na produção de novas embalagens. Esta iniciativa tem como meta a recolha de 90% das embalagens de vidro colocadas no mercado, para reciclagem, até 2030.

Segundo o Aires Pereira, presidente da Associação Smart Waste Portugal, “é sempre uma enorme satisfação conseguir sentar à mesma mesa entidades e empresas que estão alinhadas com os objectivos no que diz respeito à circularidade. À semelhança do trabalho realizado com o Pacto Português para os Plásticos, e com uma visão comum e um objectivo definido ambicioso, chega agora a vez do vidro, através da criação de uma plataforma para a circularidade das embalagens de vidro em Portugal. Acreditamos que a Plataforma Vidro+ tornará possível a definição de metas conjuntas e ambiciosas com os diferentes membros, que irão dar resposta à crescente ambição da legislação europeia e nacional para o alcance de metas de reciclagem dos resíduos das embalagens de vidro e de incorporação de materiais reciclados”.

Outro tema, de igual importância, abordado foi a desclassificação dos resíduos. O conceito de economia circular, enquanto sistema económico dinâmico que visa minimizar a introdução de recursos e a geração de resíduos e desperdícios energéticos, tem vindo a ganhar destaque globalmente. A desclassificação de resíduos tem, de facto, um papel fundamental na transformação empresarial necessária à transição para um modelo de economia circular. Neste tema, a Associação Smart Waste Portugal pretende contribuir para que, em Portugal, um setor dos resíduos se converta num setor de recursos, aumentando a capacidade da economia portuguesa para estabelecer e liderar cadeias de fornecimento internas, com reduzido impacte ambiental associado e que maximizam o valor dos recursos na economia.

Houve ainda tempo para duas apresentações, a primeira a cargo de Paulo Portas dedicada ao tema da escassez das matérias-primas e o seu impacto na economia e em que a Economia Circular foi assumida pelo próprio como uma excelente forma de poupar, já que cada vez mais se assiste a um maior aumento de custos na produção industrial, estando já a inflação situada nos 26,7%. A segunda apresentação subordinada ao tema do financiamento da sustentabilidade foi da responsabilidade de Luís Laginha de Sousa, membro do Conselho de Administração do Banco de Portugal.

Mais uma vez, ficou claro que a Economia Circular é um conceito estratégico chave para promover a dissociação entre o crescimento económico, o aumento da produção de resíduos e o aumento do consumo de recursos. Contudo, para que este conceito seja possível, é preciso que haja um envolvimento das diferentes cadeias de valor, da academia, das associações, dos governos e dos consumidores, para que trabalhem todos rumo a uma economia livre de resíduos, porque tudo é considerado recurso.

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